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Endeusamento é coisa do passado.

09/03/2013 15:39

Estamos em pleno Século 21 e vivemos na América do Sul que um dia já foi muito atrasada e repleta de ditadores e caudilhos em todos os seus países.

Mas este é um tempo que devemos considerar como ultrapassado já que a democracia é uma exigência e a perpetuidade no poder é rechaçada por gregos e troianos.

No entanto, convivemos com um Hugo Chavez que fez de tudo para que as suas “reeleições” fossem uma constante na Venezuela.

Aí, o destino lhe mostra que a vida não é perpétua e um câncer o tira de circulação, ainda jovem para o poder, no viço de seus 58 anos.

Popular se tornou, evidentemente por medidas populistas que fizeram com que uma grande parcela dos venezuelanos o colocasse em um pedestal especial.

Mas daí a chegarem ao cúmulo do embalsamamento e da futura colocação de seu corpo em caixão de cristal exposto ao público em um Museu a ser criado, é realmente demais!

Um endeusamento que não mais se aceita e que bem poderia ser abolido com a normal inclusão de seu nome na história de seu país e até do mundo.

Sem extrapolações, sem fanatismos, sem querer transformar o “chavizmo” em religião.

A Venezuela poderá no futuro se arrepender do lapso de hoje que, certamente, terá reflexos no seu amanhã.

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Alagoas está na frente em tecnologia de informação.

03/03/2013 05:19

Eu até acho que a geração a que pertenço foi altamente privilegiada porque teve a oportunidade de viver as grandes modificações que nos levaram ao campo atual.

O rádio mandava e era o grande comunicador.

O advento da televisão em preto e branco, com pouca gente tendo os aparelhos e muitos televizinhos afluindo.

A telefonia dando enorme trabalho para que se falasse de um lado para o outro.

Os aviões bimotores como integração social (as mulheres usavam chapéu para viajar).

A doença fatal era a tuberculose e os hansenianos eram chamados de leprosos e isolados da sociedade.

Tudo mudou rapidamente e, nos últimos sessenta anos, vimos chegar a televisão a cores, a 3D, os grandes supersônicos cortando os céus, a descoberta de drogas curativas de alto nível, a clonagem, o mapeamento do DNA humano, o computador com seus enormes avanços e a internet ligando o mundo.

Lembro-me que já nos anos 70 fui ao I Congresso Mundial de Comunicação levando um projeto de comunicação bilateral que nada mais é, hoje, do que a TV Interativa e que causou tumulto naquele congresso em Acapulco.

E se formos enumerar todos os avanços que vivemos não teremos páginas para escrever.

O que vale é saber que vimos as transformações mais preciosas de todos os séculos.

E que, desejamos a essa nova geração tecnológica que aí está que tire o melhor proveito com maiores e melhores mudanças no mundo.

Esse artigo homenageia Alagoas, cujo parque tecnológicoda informação avança e mostra-se como um dos melhores do mundol. Último mês o "hand talk" uma invenção de alagoanos ganhou um prêmio mundial em Abi Dhabi. 

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Agricultura familiar forma celeiro alagoano.

23/02/2013 08:38

Não é de hoje que se pensa e se age com respeito à necessidade de implementar a agricultura familiar no estado de Alagoas, usando das melhores armas, tais quais as do cooperativismo.

E, quando falamos em agricultura estamos agregando também a pecuária de grande e pequeno portes.

Mapear o estado, buscar integração com as técnicas mais modernas, estimular o associativismo de maneira correta é buscar o que ser quer populacionando com o trabalho todo o território interiorano do estado.

A água, sem dúvida de grande importância, vai sendo colocada à disposição dos sítios à medida em que programas estruturantes vão aparecendo, principalmente agora em função do Canal do Sertão que já começou a funcionar.

A tecnologia do campo está sendo implementada e o será mais ainda com a volta da famosa EMATER que, sem dúvida é básica para o que se pretende.

E o fato é que, com todos os programas e projetos que saiam da iniciativa privada ou do governo, Alagoas tem tudo para ser celeiro, para abdicar de importações de determinados gêneros alimentícios e buscar a melhor produtividade para suas terras, quer naturalmente, quer com os milagres da irrigação em suas várias maneiras como o gotejamento, aspersão e gravidade.

Alagoas tem dois polos de fantástico crescimento: o turismo e a agricultura/pecuária.

Se acrescentarmos o enorme desenvolvimento do polo tecnológico “estamos com tudo e ainda não estamos prosas”.

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"HABEMUS PAPA?"

16/02/2013 17:00

É com esta frase que o mundo vai ficar sabendo, mais uma vez, que um novo Papa reinará em Roma.

Só que, desta vez, de maneira quase inusitada, uma vez que o último Papa a renunciar o fez há 590 anos atrás. O Papa Gregório 2.

Para nós que nos lembramos do Papa Pio XII, de seu vigor, de suas decisões, da seriedade de um Paulo 6º, que vimos João 23 ascender ao trono de Pedro, que acompanhamos a trajetória de João Paulo 2º e que sempre acreditamos que um novo Papa só aconteceria por morte do reinante, a súbita renúncia de Bento 16 nos deixou a todos atônitos e nos levou a várias reflexões, inclusive a de que as últimas gerações acostumaram-se a ver na figura do Papa alguém infalível e carismático o suficiente para cumprir suas obrigações e devoções até o seu último minuto de vida.

A renúncia demonstra ao mundo o lado absolutamente humano do Papa e o coloca entre todos os mortais que precisam de decisões tomadas muitas vezes em meio a muitas indecisões.

Portanto faz-se necessário que o mundo católico, o mundo cristão, passe a olhar o Papa com o respeito e religiosidade, mas também como um homem que tem direito a se cansar, a se sentir doente e até a renunciar de um cargo por motivos políticos, internos ou externos.

Não se pode deixar de lado o fato de que o Vaticano é um pequeno país que reina em todo o mundo.

Um mundo repleto de política, de políticos e de interesses os mais diversos.

Como chefe de estado, um Papa navega também em meio a esses interesses os quais desconhecemos.

Portanto, com tranquilidade, vamos aguardar a fumaça branca e a famosa frase “habemus Papa”.

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O povo merece os estádios que vai ter?

04/02/2013 18:04

Claro que não estou falando do povo de um modo geral.

Mas aguentar grande parte de torcidas vândalas que já estão a vandalizar os novos estádios brasileiros, é demais!

O novo do Grêmio, em Porto alegra recebeu aquela avalanche de gente mal educada e os alambrados foram para as cucuias

O Mineirão, novinho, só porque teve um problema de abastecimento de água de beber ou não sei mais o que, no dia da inauguração, viu cadeiras destruídas e banheiros quebrados.

Que civilidade é essa?

Que povo é esse que se permite acabar com um patrimônio feito por ele e para ele e que visa garantir dois acontecimentos internacionais de grande visibilidade?

A continuar nos exemplos inaugurativos chegaremos às Copas das Confederações e do Mundo

com estádios destruídos a pedirem socorro a não sei quem!

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Primeira Edição © 2011