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A importância do Setembro Amarelo

20/09/2018 16:49

A Campanha Setembro Amarelo foi criada em 2015 pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), com apoio de entidades internacionais de prevenção ao suicídio. Setembro é o mês mundial de Prevenção ao Suicídio. Ao pesquisar as origens da campanha, vejo que muitos dos textos replicados falam em “celebrar” ou “comemorar” esse dia. Será mesmo correto falar em celebração ou comemoração para um evento tão grave? Seguramente não. Nem pela data em si, nem pela pouca eficácia que temos tido em, de fato, prevenir o suicídio, sobretudo porque há um grande descaso da sociedade e ainda um grande despreparo dos profissionais de saúde para lidar com a pessoa que está pensando ou que tentou se suicidar.

Em casa, na escola, entre os amigos, pessoas que pensam na possibilidade do suicídio como alívio para seu sofrimento psíquico são, muitas vezes, tratadas com descaso, desprezo e chacota. Nos serviços de saúde, sobretudo em prontos-socorros e pronto-atendimentos, essas pessoas geralmente são vítimas de violências verbais, do tipo: “quer morrer, faz direito” ou “minha filha, tanto paciente grave para atender aqui e você chega com essa frescura? ”; e não raras vezes, de violências físicas, com utilização de procedimentos desnecessários ou invasivos, seja por despreparo, seja por perversidade, com o intuito de castigar aquela pessoa que já está sofrendo.

Estudos sobre suicídio mostram que, muitas vezes, o suicídio concluído, ou seja, quando a pessoa consegue de fato dar fim à sua vida, ocorre com muito mais frequência logo após uma tentativa de suicídio malsucedida. Talvez, o principal motivo seja realmente o fato de a pessoa continuar num estado de sofrimento e desejar exterminá-lo. Por outro lado, temos que pensar que esse novo ato que pode levar a pessoa à morte pode ser resultado do descaso, da falta de empatia de familiares e amigos, da falta de suporte adequado nos serviços de saúde. Não raras vezes, quando uma pessoa tenta suicídio e é levada a um pronto-socorro, ela recebe alta após compensada a parte clínico-cirúrgica (efeitos das medicações ingeridas, sutura de ferimentos, entre outros) sem ter sequer sido avaliada por um profissional de saúde mental. Em alguns casos, mesmo que essa pessoa seja avaliada por este profissional, ela recebe alta com receitas médicas, encaminhamentos e, na longa espera por uma consulta psiquiátrica ou atendimento psicológico, a esperança pode se esvair um pouco mais e culminar com um novo ato, que pode ser fatal.

Quando falo de longa espera por atendimento, não me refiro apenas ao atendimento no SUS. É claro que há uma defasagem imensa de profissionais e serviços de saúde mental e o atendimento extra-hospitalar, que deveria ser rápido nesses casos, pode chegar tarde demais. Mas esse problema também ocorre com frequência na rede privada, onde a espera para uma consulta psiquiátrica também pode demorar alguns meses nos convênios médicos.

Nos muitos anos em que trabalhei em serviços de emergência na cidade de São Paulo, atendi inúmeros casos de tentativas de suicídio e pude constatar que, quando uma pessoa que está pensando em se matar recebe atendimento adequado, com atenção, cuidado e sensibilidade; quando seus acompanhantes são bem orientados e quando você oferece opções mais rápidas de atendimento, com uma reavaliação ou uma consulta marcada em poucos dias, é possível fazer com que essa pessoa se vincule melhor ao tratamento, trazendo esperança e melhora da qualidade de vida. Entre 2014 e 2016, coordenei um serviço de atendimento de pacientes agudos, chamado “Ambulatório de Crise”, no qual pessoas com quadros que haviam chegado no pronto-socorro eram atendidas poucos dias após, no máximo em uma semana após a alta hospitalar. O resultado era muito positivo: evitavam-se internações, diminuía-se o tempo de permanência no pronto-socorro e a pessoa já iniciava o atendimento ambulatorial, com maiores chances de vincular-se ao tratamento.

Concluindo, não adianta fazer uma campanha maciça contra o suicídio se não mudarmos a visão sobre o paciente suicida e sobre a pessoa em sofrimento mental; também é inútil oferecer “ajuda” nas redes sociais, copiar e colar mensagens de apoio num mural virtual se não formos realmente capazes de acudir e ajudar aquela pessoa. E, finalmente, não podemos banalizar a saúde física e mental, com “meses coloridos” que sejam pouco efetivos na prática.

*Marcelo Niel, médico psiquiatra e psicoterapeuta junguiano, Doutor em Ciëncias pela UNIFESP, supervisor clinico-institucional em Psiquiatria Clínica e Psicoterapia

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Cinco doenças mais comuns durante a gravidez

13/09/2018 17:23

Durante a gestação, o corpo e o sistema imunológico da mulher sofrem diversas transformações. A produção hormonal é alterada drasticamente, resultando na baixa imunidade e, consequentemente, facilitando a proliferação de micro-organismos que causam doenças comuns nesse período.

De acordo com Renato de Oliveira, ginecologista e infertileuta da Criogênesis, o acompanhamento pré-natal é importante para garantir a saúde da mãe e o desenvolvimento do bebê, já que existem doenças que podem atingir o feto. “Geralmente 10 a 15% das futuras mães apresentam alguma complicação durante a gravidez. Portanto, é imprescindível realizar o pré-natal, pois algumas alterações podem resultar em morte materna, fetal ou neonatal até problemas de desenvolvimento do recém-nascido”, alerta.

Abaixo, o especialista separou cinco doenças comuns na gravidez que merecem atenção especial:

Infecção urinária - Causada por bactéria, a doença aparece devido à diminuição da defesa do organismo, que está associada a uma flacidez da uretra, gerando desconforto, dor e ardência ao urinar. Essa infecção não causa alterações letais, mas caso não seja curada de fato pode afetar o crescimento do feto e até levar ao parto prematuro.  

Anemia -  A condição, causada pela deficiência de ferro, pode afetar o crescimento do bebê, pois, durante a gestação, a mãe precisa fornecer cerca de 27 mg de ferro para alimentar a produção de hemoglobina para ela e o feto. “Para prevenir o problema, a futura mamãe deve seguir uma alimentação balanceada e, se preciso, o médico poderá prescrever suplementos”, alerta o especialista.  

Pré-eclâmpsia – É uma afecção que pode provocar inchaço, perturbações hepáticas e aumentar a pressão arterial. “O problema, que está entre os mais graves desse período, pode resultar no envelhecimento da placenta e o parto prematuro. Além de surgir no terceiro trimestre, é mais comum na primeira gravidez.   

Diabetes gestacional - Caracterizada pelo aumento do nível de glicose no sangue durante a gravidez, geralmente desaparece depois do parto. “A condição pode prejudicar o bebê, o que levaria a um parto cesárea, além da possibilidade de alterar o peso da criança e aumentar em duas vezes o risco de pré-eclâmpsia”, comenta Renato.  

 

Vaginose bacteriana - Infecção caracterizada pela alteração na flora vaginal que aumenta a proliferação de bactérias causando corrimento com forte odor. Pode causar ruptura da bolsa e o parto prematuro.

 

Sobre a Criogênesis 

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 15 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro.

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O mundo do trabalho à luz da sabedoria bíblica

10/09/2018 17:02

O que a Bíblia, livro mais vendido do mundo, pode ensinar sobre sucesso profissional? A partir de setembro chega às livrarias a obra Lições da Bíblia para o sucesso no trabalho: como os ensinamentos bíblicos podem ajudar você a vencer todos os desafios profissionais, lançamento da Editora Mundo Cristão. Escrita por Rodney Leandro Betetto, pastor, engenheiro agrônomo, contador especializado em Administração Rural e em Gestão Financeira, em parceria com Carlos Eduardo Fernandes, jornalista, editor e redator, a publicação é repleta de elucidações e mensagens estimulantes acerca do mundo do trabalho.

Com 52 ensinamentos (um para cada semana do ano), Lições da Bíblia para o sucesso no trabalhoaborda diversos temas, que se encaixam em áreas como empreendedorismo, comunicação, trabalho em equipe, planejamento, organização, capacitação e disciplina. A obra também inclui assuntos relacionados à governança corporativa do século XXI, como sustentabilidade, resiliência, empregabilidade e feedback.

Indicado tanto para o novato que está iniciando a carreira quanto para o profissional já experiente, o livro oferece um roteiro de procedimentos práticos que conduzirá o leitor a novos patamares de excelência enquanto exerce sua profissão.

Desempenhe as funções com integridade, exerça os direitos com lisura e cumpra as obrigações à risca. Dessa forma, você construirá uma boa reputação profissional, capaz de levá-lo adiante na carreira ou abrir-lhe novas portas de oportunidades.

Lições da Bíblia para o sucesso no trabalho mostra que o êxito profissional nada tem a ver com milagres, mas, sim, com a conduta ética, a postura humilde, a persistência diante da adversidade, a sabedoria para ouvir o próximo, o investimento em capacitação, entre outros insights. Um livro que desvendará ao trabalhador competências que vão além do curriculum vitae e que podem ser decisivas para a sobrevivência no competitivo e cada vez mais exigente mercado de trabalho.

Ficha técnica: 
ISBN: 978-85-433-0334-5
Páginas: 160
Formato: 14x21
Preço – Impresso: R$29,90
Preço – E-book: R$20,90

Sobre os autores:
Rodney Leandro Betetto é formado em Engenharia Agronômica pela Escola Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista (SP) e em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais. Especializado em Administração Rural e em Gestão Financeira, atua como consultor interno na área de Custos e Orçamento na empresa COCAL. Pastor no Ministério de Louvor e Adoração El Shadday, Betetto é casado com Jussara e pai de Roger, Rosane e Gisely e avô de Felipe e Hugo.   

Páginas do autor: 
Facebook: https://www.facebook.com/rodneyleandro.betetto

Carlos Fernandes é jornalista, editor e redator. Possui especialização em Jornalismo em Revista, pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo (SP). Membro da Igreja Missionária Evangélica Maranata, no Rio de Janeiro (RJ), é casado com Jaqueline e pai de Bernardo.  

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Quatro sinais que indicam a chegada da primeira menstruação

31/08/2018 10:40

A primeira menstruação, também conhecida como menarca, pode acontecer entre os 9 e os 16 anos e marca o termino da infância e o começo da vida adulta das mulheres. Apesar de ser impossível saber a data exata que a menina vai menstruar, o corpo começa a dar alguns indícios de que a experiência virá em breve.

Abaixo, a marca de cuidados femininos Ladysoft, da CMPC Melhoramentos, indica quatro sinais que podem indicar a vinda da menstruação pela primeira vez. Confira:

Cólica – Dentre os sintomas que mais caracterizam o período menstrual está a cólica. Embora a maioria das meninas não sinta dor na primeira menstruação, muitas podem sentir dor abdominal, que pode estar acompanhado de outros sintomas, como dor de cabeça e dor nas pernas.

Aparecimento de acne – As espinhas podem ser um sinal de que a menstruação está chegando, pois no período pré-menstrual há maior produção de hormônios, que intensifica a produção das glândulas sebáceas.

Aumento dos seios e do quadril – O desenvolvimento dessas partes do copo são bons indícios de que a primeira menstruação se aproxima. Geralmente os seios e o quadril começam a crescer por volta dos 10/11 anos e, ao mesmo tempo, acontece também o surgimento de pelos na região íntima.

Corrimentos – Um sinal que deve ser acompanhado com cuidado é o corrimento, que pode ser esbranquiçado ou amarelado. Normalmente surge 6 meses antes de ocorrer a primeira menstruação. Apesar de comum, é necessário consultar um ginecologista desde a primeira menstruação, ou antes mesmo dela, para entender melhor como o corpo funciona nesse período o que se deve fazer.

Sobre Ladysoft

 Pertencente ao grupo CMPC Melhoramentos, Ladysoft possui uma linha completa para Proteção Feminina. O portfólio é composto por Protetor diário e Absorventes (MaxProtect, MaxProtec sem abas, Cobertura Ultraseca, Noturno MaxProtect, Noturno Ultraseca). Além disso, a marca é líder de mercado no Chile e vice-líder no Uruguai. 

 Sobre a CMPC Melhoramentos

Desde 2009 no Brasil, quando adquiriu a Melhoramentos Papéis, a chilena CMPC é um dos maiores grupos na América Latina na produção e comercialização de produtos de madeira, celulose, papéis tissue e cuidados pessoais. Com quatro unidades produtivas no país para atuação nacional: Recife (PE), Caieiras (SP), Mogi das Cruzes (SP) e Guaíba (RS), é pioneira e líder de mercado no segmento Professional com a marca Elite Professional Melhoramentos, com produtos e serviços de higiene para o segmento corporativo. No portfólio de bens de consumo, estão as marcas Elite, líder de vendas da América Latina na categoria de papel higiênico, com destaque para liderança nacional na categoria de Lenço de Papel; Kitchen, líder nacional para guardanapo e toalhas de papel; Babysec, fralda infantil que mais cresce no Brasil; Cotidian, marca especialista nas categorias de cuidado com adultos; Ladysoft, absorventes femininos e Sublime, papel higiênico folha simples e dupla.

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Está pensando em investir em uma franquia ?

23/08/2018 18:37

Para realizar o sonho de ter o próprio negócio é necessário um bom planejamento e pesquisa de mercado. Apesar da insegurança econômica dos últimos anos que ronda o Brasil, o mercado de franquias vem se destacando como uma opção vantajosa para quem deseja investir. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o franchising teve um desempenho de 5,1% no primeiro trimestre de 2018, comparado ao mesmo período de 2017, com um aumento de R$ 1,8 bilhão no faturamento.

Além dos números positivos, apostar no setor de franquias oferece aos empreendedores uma segurança de investir em uma marca já testada. Porém, é necessário pesquisar tanto o ramo que deseja e também o modelo ideal para obter o sucesso esperado. Uma das alternativas são os quiosques, que oferecem um investimento mais baixo e menores custos. "Esse formato mesmo que seja pequeno, o empreendedor terá alta rentabilidade também", completa Luzia Costa, fundadora da Sóbrancelhas.

A Sóbrancelhas, rede referência em embelezamento do olhar e da face, foi a pioneira em implantar quiosques de franquias no segmento de sobrancelhas e hoje mais de 40% das unidades da marca são neste formato.

Mas, será que existe algum segredo especial para o sucesso deste modelo? Luzia mostra o que é mito e verdade sobre investir em uma franquia com formato de quiosque. Confira:

O investimento no formato quiosque é mais baixo comparado a uma loja convencional.

Verdade!

O valor inicial para implantação do negócio é mais baixo, por conta do tamanho compacto e estrutura se comparado as lojas convencionais. Vale ressaltar também que este modelo não exige obra de adequação, tornando os custos de instalações e manutenção menores do que a loja convencional. Os custos operacionais, taxas de franquias e royalties são os mesmos para loja e quiosque, porém não são cobradas luva (compra do ponto comercial) nos shoppings referente instalação de quiosque.

Quiosques acabam sendo balcão de informações.

Mito!

Pensar desta forma é pensar pequeno. Os quiosques têm localização privilegiada e de alta movimentação de pessoas como os corredores dos shoppings, galerias, terminais, aeroportos etc. Esses locais passam a ideia de compra rápida e não intimidam qualquer tipo cliente se aproximar dos produtos, já que estão em seu trajeto.

O tamanho, a decoração e a ambientação dos quiosques são desagradáveis.

Mito!

A decoração desse modelo é o próprio quiosque. Um design personalizado consegue atrair mais a atenção do cliente que uma loja comum. O espaço compacto deve ser bem arquitetado para não sobrecarregar o ambiente ou deixa-lo apertado. A Sóbrancelhas, por exemplo, possui quiosques projetados para um bom aproveitamento do espaço dando a possibilidade de atendimentos simultâneos. São bem iluminados, possuem monitores interativos, vidros na parte superior e vitrine personalizada para exposição dos produtos.

As durações dos contratos de locação de espaço são menores.

Verdade!

Normalmente, ao contrário das lojas tradicionais, os contratos de locação para quiosques costumam valer por curtos períodos. Negociar com os administradores dos centros comerciais prazos maiores e compromissados é a solução. A vantagem do quiosque é a mobilidade, portanto, local pode ser testado e, além disso, é uma boa oportunidade para o franqueado testar o negócio antes de fazer um investimento maior em um formato tradicional.

O franqueado terá dificuldade de criar uma experiência de compra adequada.

Mito!

O cliente espera ser bem atendido em qualquer local que esteja disposto a consumir. O local precisa oferecer conforto e um bom atendimento, que é o grande segredo para atrair sua atenção.

O crescimento de quiosques tem sido alto nos últimos anos.

Verdade!

Hoje, existem quiosques dos mais variados segmentos. Qualquer shopping center tem no mínimo dois quiosques para completar seu mix de ofertas, representando uma considerável fatia em seu faturamento. A procura teve um maior aumento após o franchising entrar para este universo oferecendo investimentos mais baixos, oportunidades de expansão ou ainda testar a marca e seus produtos.

Quiosques não passam credibilidade para a marca.

Mito!

Nem pensar. Pelo contrário, os quiosques reforçam o conhecimento da marca. O consumidor pode passar pelo estabelecimento e observar de perto o serviço prestado pela rede sem precisar entrar na loja, o que poderia ser desconfortável para algumas pessoas.

Para quem ficou interessado em investir nesse formato, na Sóbrancelhas o modelo de negócio tem investimento a partir de R$ 127.4 mil, com faturamento mensal de aproximadamente R$ 40 mil reais e lucro líquido em torno de 30 a 40% do faturamento bruto.

Para 2018 a rede projeta dobrar o faturamento de 65 milhões e até o final de 2019 alcançar a marca de 300 operações.

Por Mariana Campanari

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Primeira Edição © 2011