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Revender Semijoias e Aumentar Renda Rapidamente

24/11/2020 11:12

Com o uso das mídias sociais e o whatsapp, centenas de clientes da joalheria paulista Joias Boz passaram a comprar brincos pequenos para revender e, encontraram, dessa forma, uma maneira de valorizar a beleza feminina apesar do uso diário das máscaras de proteção contra a COVID-19.

Os brincos pequenos passaram a ser os acessórios mais buscados em todas as joalherias, pois as orelhas nunca ficaram tão a mostra como estão ficando agora.

Kerry Washington, Adriane Galisteu, Carolina Ferraz e Cláudia Vieira são só algumas das celebridades que já postaram a combinação “brincos pequenos + máscara” no Instagram, mostrando que é possível manter a autoestima elevada, apesar do momento tão complicado.

A máscara de proteção acabou fazendo com que as mulheres abrissem mão de muitas das suas vaidades, como o batom e outros itens de maquiagem e os brincos pequenos se tornaram a solução para quem não abre mão de manter o visual em dia.

De olho nisso, centenas de pessoas passaram a enxergar as semijoias como matéria-prima para o empreendedorismo.

A receita é infalível:

Brincos pequenos são democráticos e ficam lindos em mulheres de todas as idades, além de poderem ser usados em qualquer ambiente. Para ficar em casa, ir ao mercado, à igreja, ao trabalho, a um casamento ou batizado... não tem ocasião em que brincos pequenos não sejam boas opções.

Outro ponto que fazem dos brincos um negócio lucrativo é que nenhuma mulher se contenta em ter apenas um par de brincos... desde bebê os modelos são variados: pérolas, pedrinhas, cristais, argolinhas e modelos lisos formam um padrão quase necessário para a maioria das mulheres brasileiras, então, quem compra uma vez, sempre acaba comprando novamente.

Perto do Natal, não seria um exagero dizer que esse negócio “vale ouro”. Quem tem vontade de empreender mas ainda não tem um grande capital para aplicar, pode achar essa dica interessante:

A Joias Boz possui mais de 200 modelos de brincos 100% antialérgicos e com alto padrão de folheação de ouro 18k, além de enviar suas semijoias para todo o Brasil com frete grátis em compras acima de R$149.

Com preços convidativos, é possível obter lucro de mais de 100% com as vendas das peças e ainda é possível solicitar descontos adicionais para compras no atacado.

A loja também negocia a troca das peças que não forem vendidas dentro de um certo período e, dessa forma, diminui bastante o risco do cliente revendedor que quiser apostar suas fichas no mercado das semijoias.

Foto de Pixabay.

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Sururu Valley cresce em Maceió e ajuda empreendedorismo digital a ganhar espaço no estado

24/11/2020 10:21

Apesar da crise econômica no Brasil, as inovações tecnológicas conseguiram alguns bons resultados em Maceió durante o ano. O tema foi abordado recentemente no encontro online Teias da Inovação, que abordou o crescimento do Sururu Valley durante 2020 e os impactos positivos desse ecossistema de inovação para a capital e também para todo o estado. A ideia é investir ainda mais em diferentes setores que podem se beneficiar com as tecnologias.

Criado em 2013, o Sururu Valley é uma região alagoana com diferentes startups que desenvolvem produtos e novas tecnologias para diferentes setores. Localizada em Maceió, o local tem esse nome em homenagem ao prato típico do estado, e também é uma referência a famosa Silicon Valley, que é a região nos Estados Unidos onde se encontram as principais empresas de tecnologia do mundo, como a Uber e a Apple.

Durante a 13ª edição do Teias da Inovação, que é uma conferência organizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, Alagoas virou assunto principal por conta do crescimento do Sururu Valley durante 2020. De acordo com o órgão público, o estado alagoano possui cerca de 40 startups, com quase 60% delas em fase de investimento. Ou seja, existe muita coisa sendo feita na região e que promete dar resultados nos próximos meses.

A ideia do Governo Federal, que busca trabalhar em conjunto com essas startups, é manter o investimento no empreendedorismo digital e conseguir impactar diferentes setores. Atualmente, segundo dados da Startup Base, os campos que possuem mais empresas investindo em inovação tecnológica em Maceió são de Comunicação, Educação e Entretenimento. Assim, é possível ter uma ideia de qual o caminho que as novas tecnologias estão tomando.

As áreas de Comunicação e de Entretenimento concentram 25% das startups que estão localizadas no Sururu Valley. O domínio desses dois setores é facilmente explicado, já que eles estão crescendo não apenas em Maceió, mas em todo o Brasil. Em 2019, por exemplo, o investimento em marketing digital por empresas brasileiras ultrapassou a barreira dos R$ 16 bilhões e deve continuar a crescer nos próximos anos.

O curioso é que o entretenimento digital é um dos motivos para o marketing conseguir excelentes números no mercado. As duas áreas trabalham juntas e, com isso, conseguem crescer no mercado virtual. Para entender melhor, é possível observar alguns exemplos. As maiores plataformas de streaming, que são empresas como a Netflix e a GloboPlay, se utilizam de perfis em redes sociais para divulgar campanhas, filmes e outras novidades que possuem nos catálogos. Já os principais os sites de apostas online preferem investir em uma estratégia com degustação. Plataformas como a Ruby Fortune e a Gratorama oferecem bônus de rodadas grátis para novos usuários que estão experimentando esses jogos online pela primeira vez. Aliás, a ideia de oferecer bônus gratuitos costuma ser usada amplamente no mundo digital, até mesmo por empresas consolidadas como o Spotify e a Uber.

Assim, as empresas de marketing digital estão conseguindo ganhar mais evidência no Brasil. Um caso de sucesso é a alagoana Trakto, que existe desde 2013 e vem conseguindo grande espaço no mercado nacional. A startup de comunicação tem como principal objetivo ampliar a cultura do empreendedorismo digital em Maceió, e também em todo o país. Por isso, o grupo costuma realizar eventos e conferências para agitar e descobrir novos profissionais para o setor.

Além da Comunicação e do Entretenimento, a Educação é outro setor que ganha bastante investimento de startups em Alagoas. Atualmente, cerca de 10% das empresas do Sururu Valley estão atuando nesta área. Com o objetivo de expandir ainda mais o conhecimento em novas tecnologias, esse grupo de empreendedores buscam uma forma de alinhar a educação com as novas tecnologias.

Essas iniciativas ganharam algum destaque neste ano, após a conferência Movimento Follow-on, que teve como tema principal a Educação. Foi possível discutir algumas das formas que podem ser colocadas em práticas para evoluir a digitalização do setor, principalmente com o estudo a distância. São discussões importantes e que devem ganhar ainda mais espaço no futuro, principalmente em Alagoas.

Fonte: Unsplash

O Sururu Valley é uma prova de que o estado alagoano, principalmente em Maceió, está investindo de forma eficiente nas novas tecnologias. Essas startups produzem inovações que podem mudar o cotidiano das pessoas, como mostramos em alguns exemplos, e também trazer algumas variações para a economia local. Com a atual crise que atinge o Brasil, é possível enxergar nessas inovações uma forma de sair desse período ainda mais forte para crescer.

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Sebrae nas Eleições: novas gestões podem apostar na inovação para superar crise e acelerar o desenvolvimento

13/11/2020 16:38

Durante a pandemia, os donos de pequenos negócios tiveram que, rapidamente, procurar alternativas para enfrentar a crise e manter os negócios. Quem apostou na inovação como forma de agregar valor aos produtos e serviços sentiu menos os prejuízos. Segundo pesquisa do Sebrae realizada em parceria com a FGV, os empresários que desenvolveram práticas inovadoras em seus negócios tiveram mais sucesso no nível de faturamento. Enquanto os pequenos negócios inovadores registraram perda de 32%, as empresas que não inovaram tiveram um percentual de perda maior (39%).

Promover a inovação, bem como a evolução tecnológica e a sustentabilidade é uma maneira de acelerar o desenvolvimento local. Com a proximidade das eleições municipais, o Sebrae orienta que os futuros gestores públicos, os novos vereadores e vereadoras estimulem o fortalecimento de ecossistemas de inovação locais, incluindo a sustentabilidade como parte da estratégia de governo, com propostas de políticas públicas que incentivem a eficiência no uso dos recursos naturais, evitando desperdícios. 

Para ajudar as gestões municipais a criar um ambiente favorável para que os pequenos negócios possam inovar e agregar novos valores aos produtos e serviços ofertados ao mercado, o Sebrae lançou o Guia do Candidato Empreendedor, com o apoio  Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), do Instituto Rui Barbosa, com a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil.

O documento indica um conjunto de ações práticas e viáveis para que os municípios se tornem mais inovadores e sustentáveis do ponto de vista de governança. “A pandemia deixou claro para os donos de micro e pequenas empresas que a inovação pode estar muito mais perto do que se pensa e que é acessível a qualquer tipo e porte de negócio. Para incentivar os empresários a inovar, os gestores e parlamentares podem enxergar na inovação a grande possibilidade de acelerar processos de desenvolvimento na localidade, com o apoio, inclusive, de pequenos negócios inovadores, como as startups”, destacou o presidente do Sebrae, Carlos Melles. 

Na última matéria da Série ‘Sebrae nas Eleições’, a Agência Sebrae de Notícias (ASN) apresenta uma dica para que os futuros gestores públicos e integrantes do parlamento sejam candidatos empreendedores, valorizem a atuação de pequenos negócios inovadores locais, modernizando o setor público e fomentando o uso de recursos naturais de forma sustentável. 

Promova a inovação e a sustentabilidade

A 10ª dica do Guia do Candidato Empreendedor destaca a importância da inovação e da sustentabilidade, que cada dia se tornam mais determinantes no desenvolvimento econômico dos territórios, assim como da competitividade empresarial. Por isso, o Sebrae recomenda ações para fomentar e acelerar o crescimento dos pequenos negócios por meio da facilitação de acesso a serviços tecnológicos e da identificação e conexão entre os diversos atores que atuam no ecossistema de inovação, promovendo a sinergia nas cadeias de valor da região. Assim como apresenta formas de inserir os temas no setor público, com vistas à modernização, digitalização, aumento da eficiência de serviços públicos e adequação à legislação ambiental. 

É papel dos futuros gestores e dos integrantes da Câmara Municipal garantir a internet de qualidade nas escolas, prédios púbicos e praças e apoiar espaços de inovação, startups locais e incubadoras de empresas. As Prefeituras também podem buscar modernizar o atendimento, com a implementação de serviços online e desburocratizados para a comunidade. 

Do ponto de vista de uma gestão pública comprometida com a natureza, é preciso estimular os empreendedores locais a adotarem fontes de energia sustentável e reciclagem de resíduos, bem como fomentar a implantação do Código Florestal, a preservação de mananciais e do meio ambiente no meio rural e urbano. 

Todas essas ações podem ser desenvolvidas com o apoio e orientação do Sebrae, por meio da adesão do município ao Programa Cidade Empreendedora, iniciativa que apresenta resultados positivos em todo o país, adequando-se às realidades dos diferentes municípios e visão de cada prefeito ou prefeita. São propostas viáveis de ações que já foram testadas e aprovadas, e que podem contribuir para a promoção do desenvolvimento econômico local, com foco no papel dos pequenos negócios.

Paralelo à iniciativa, desde o ano 2000, o Sebrae reconhece os esforços dos gestores municipais, por meio do Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor, que identifica, valoriza e divulga as boas práticas e a capacidade administrativa de gestores que implementaram iniciativas como o Cidade Empreendedora. É o caso do projeto da Prefeitura de Barreirinhas, que venceu o Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor em 2019 e, ainda, o Prêmio Nacional do Turismo.

Case de Sucesso

Mais do que um santuário ecológico, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses se tornou um paraíso para pequenos negócios da indústria do ecoturismo. Isso só foi possível porque a Prefeitura de Barreirinhas conseguiu aprovar leis que regulamentaram a Taxa de Turismo e o Voucher Digital – um sistema que utiliza pulseiras eletrônicas entregues aos visitantes pelas agências de turismo credenciadas. Assim, a Prefeitura passou a ter controle sobre o fluxo turístico no parque e, com isso, conseguiu criar um ambiente que favoreceu a formalização dos negócios, fortaleceu o cooperativismo e o associativismo, aumentou a arrecadação, gerou informações para subsidiar políticas de estímulo ao turismo, acolhendo os empreendedores sem prejudicar o Meio Ambiente.

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Empresários devem pesquisar a disponibilidade da marca para uso e registo do INPI

09/11/2020 09:43

Na elaboração de uma marca, seja para qualquer ramo de atividade, é imprescindível verificar através de um profissional, que deve ser um  advogado especializado ou agente da propriedade industrial, se aquele nome escolhido está disponível para uso e registro junto ao Instituo Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A pesquisa de anterioridade, para saber se a marca é viável para realizar o registro, é o primeiro passo após escolha do nome da empresa.

De acordo com a advogada Roberta Minuzzo, especialista em propriedade intelectual, e sócia da DMK Group, empresa que atua na representação de milhares de pessoas, sejam elas, físicas ou jurídicas, que desejam proteger seu patrimônio intelectual, esse cuidado é fundamental para evitar prejuízos e aborrecimentos futuros. “Infelizmente, há diversos empresários que, apaixonados e ansiosos por verem seus projetos iniciarem, criam identidade visual, fachada e divulgam seus negócios e ignoram essa importante etapa”, destaca.

Em qualquer ramo de atividade, a marca representa muito. Normalmente, muitas valem mais do que todo o patrimônio tangível de uma empresa, afinal um nome bem pensado cria uma conexão com o desejo do consumidor. “Por isso, é importante ter uma cultura organizacional bem definida para estreitar os laços entre as partes”, aconselha Ricardo Monteiro, especialista em gestão de marcas e sócio da DMK Group.

O público-alvo também representa uma grande influência sobre a criação da marca. “Através de uma pesquisa de mercado, para desenvolver um novo negócio e consequentemente uma nova marca, deve-se estudar o público-alvo. Com target definido, principalmente para restaurantes simples, self-service e lanchonetes, por exemplo, a escolha deve estar associada a algo que faça sentido. O ideal é ter um nome curto, com muita facilidade de se escrever e principalmente de se pronunciar”, aconselha.

Apostar na inovação também é extremamente importante. No ramo gastronômico, por exemplo, a única referência em fast food até 15 anos atrás era o Mc Donalds, mas agora diversas cidades possuem inúmeros estabelecimentos deste segmento, seja uma marca caseira ou não.

Para estabelecimentos deste segmento, normalmente são usadas cores quentes e atrativas, que sejam associados ao desejo de se alimentar. “As grandes marcas de alimento e restaurantes usam muito o vermelho. Basta observar as lojas de fastfood, Sadia, Pizza Hut e Perdigão”, aponta Ricardo.

Mas vale lembrar que a marca vai além. Desde a fachada, materiais gráficos, a comunicação, identidade visual, uniformes e como a equipe realiza o atendimento impactam na atração do cliente. Todos esses elementos acabam remetendo e criando o conceito da empresa. “Para desenvolver o branding, é preciso alinhar esses aspectos e adotar a mesma linguagem e preceitos, em todos os itens, que envolvem o conceito geral”, destaca.

A especialidade da casa também é um fator relevante e que deve ser levado em consideração para a criação da marca. “Para essa atividade, é importante não apenas servir o carro-chefe, mas oferecer uma experiência ao cliente. Quando alguém vai até o restaurante, precisa ter o entendimento de que não vai apenas para comer e se saciar, mas para ter uma experiência agradável com amigos e familiares”, destaca.

Sobre Ricardo Monteiro

É gestor de marcas (Branding) pela ESPM Sul e entrou para o anuário de 2009 pelo trabalho realizado na conclusão de curso. Em projetos de branding, Ricardo já desenvolveu marcas e rótulos para vinhos, cervejas e demais tipos de produtos e serviços. O especialista é programador e desenvolvedor web “Full Stack”. Desenvolve e-commerce (lojas virtuais) integradas com diversas ferramentas nativas.  Atualmente, é sócio da DMK GROUP, empresa especializada em registros de marcas e patentes nos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.dmk.group  ou entre em contato por e-mail monteiro@dmk.group

Sobre Roberta Minuzzo

Roberta Minuzzo é advogada e graduada em direito pela Universidade Luterana do Brasil. Possui especialização em Propriedade Intelectual pela (PUCRS) Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, além de ter cursado Direito PenaI e Processual Penal no IDC – Instituto de Desenvolvimento Cultural. A especialista em Propriedade Intelectual também faz parte da Associação Brasileira dos Agentes da Propriedade Industrial (ABAPI) e a Associação dos Criminalistas do Rio Grande do Sul (ACRIERGS).  Recentemente, assumiu o encargo de colunista e conselheira no portal de negócios MD1 Lead, projeto fundado por Franco Scornavacca (o Kiko do KLB) e Francine Pantaleão. Atualmente, mora nos Estados Unidos. É advogada da DMARK REGISTROS DE MARCAS E PATENTES, sócia fundadora da DMARK MONTEIRO, LLC e DMK GESTÃO DE MARCAS E PATENTES. Todas as empresas possuem vasta experiência e sucesso na representação de milhares de pessoas, sejam elas, físicas ou jurídicas, que desejam proteger seu patrimônio intelectual. Com escritórios em Porto Alegre/RS, Criciúma/SC e Orlando/FL, a empresa conta com uma equipe composta por advogados, economistas, administradores, redatores de patentes, corpo administrativo e consultores, para representar qualquer pessoa ou marca. Para mais informações, acesse - https://dmk.group/  ou mande e-mail para rmonteiro@dmk.group

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Divórcios aumentam mais de 50% durante a pandemia

05/11/2020 22:16

O isolamento social imposto pela pandemia da covid-19 obrigou muitos casais a conviverem de maneira mais intensa e a passar mais tempo juntos. Essa é uma realidade que pode promover o autoconhecimento, mas que também pode gerar consequências negativas para os relacionamentos.

De acordo com um levantamento realizado pelo Colégio Notarial do Brasil (CNB/CF), os divórcios consensuais cresceram 54% entre maio e julho de 2020. Além disso, dados do Google indicam que a palavra-chave “divórcio online” teve uma busca 1.100% maior em relação ao mesmo período do ano anterior.

O psicólogo do Hapvida, Dr. Carol Costa Júnior, explica que a pandemia provocou sobrecarga emocional entre os parceiros e as incompatibilidades entre os casais ficaram mais evidentes.

“A pandemia foi a gota d´água para muitos casais. As pessoas foram obrigadas a conviver por mais tempo e isso trouxe à tona imperfeições que o outro não tolera. Um garfo que cai no chão já pode ser um motivo de briga”, diz o profissional.

“CASAMENTO É RENÚNCIA”

O psicólogo destaca que a decisão pelo divórcio não é um momento fácil e que existe a possibilidade de reverter essa escolha com diálogo e maturidade. “O casamento é uma renúncia. São dois que se tornam um”, complementa.

Dr. Carol também chama a atenção para a necessidade de exercitar o toque, o abraço e o beijo, mesmo diante dos problemas e dificuldades do cotidiano. “A atração entre duas pessoas é reprodutiva e erótica. Quando o casal perceber desinteresse e diminuição do desejo sexual, é recomendado procurar ajuda de um psicólogo”, destaca.

“O amor precisa ser cultivado todos os dias. Se a separação for inevitável, é preciso entender que a vida segue. A busca pela felicidade é um deve de cada um”, finaliza.

 

Isa Mendonça

Especialista em Assessoria de Comunicação e Marketing

Jornalista - MTB 790/AL

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Primeira Edição © 2011