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O que foi a Queda de Jerusalém?

21/11/2017 21:53

A QUEDA DE JERUSALÉM

Liderados por Nabucodonosor 2º, soldados babilônios cercaram a cidade, destruíram o Templo de Salomão e expulsaram os judeus

Em 597 a.C., o rei babilônio, Nabucodonosor 2º, invadiu Jerusalém, deportou parte da população e colocou no trono Sedecias (ou Zedequias). Oito anos depois, o rei virou a casaca e se rebelou. Em 588 a.C., os babilônios marcharam de novo para Jerusalém e garantiram o controle da capital, ao custo de destruição, mortes e incêndios

Ponto estratégico

A queda de Jerusalém foi consequência de disputas políticas e territoriais. A pequena Judá ficava em uma região costeira, importante para o comércio, o que sempre a colocou no alvo de potências. Antes dos babilônios, os assírios controlavam a área

Defesas

Em 701 a.C., outro rei, Ezequias, preocupado com os assírios, reforçou as muralhas e as equipou com catapultas. O rei ordenou a construção de um túnel subterrâneo, que ligava um reservatório de água à cidade. Mesmo se fosse sitiada, a população não morreria de sede

Muro abaixo

Os babilônios eram experts em cercos. Para derrubar uma fortificação, usavam o aríete: a madeira pesada fazia buracos nas muralhas. Flechas davam proteção para os soldados se aproximarem com as torres de assédio (estrutura de madeira com escadas internas). Eles ainda cavavam galerias sob as muralhas de proteção das cidades

O cerco

Segundo a Bíblia, os babilônios ficaram 18 meses acampados atrás das muralhas, onde construíram rampas de ataque. Isso impediu a população de sair e os mantimentos de entrarem. Quando o povo já passava fome, o exército invadiu a cidade. O profeta Jeremias, um dos autores que descrevem o cerco no livro sagrado, foi capturado

Destruição

A devastação em Jerusalém teria sido total. O exército de Nabucodonosor, para evitar insurreição, incendiou a cidade inteira, saqueou o que pôde e mandou milhares de judeus, especialmente membros da elite e intelectuais, para o exílio na Babilônia. Gedalias foi nomeado novo governante, mas acabou assassinado dois meses depois por um membro da família real de Judá

Jeremias sabe tudo

O profeta vinha prevendo a queda de Jerusalém, que seria castigada por Deus, pois o povo persistia no pecado da idolatria. Jeremias afirmava que a fome imposta pelos babilônios seria tanta que mães comeriam seus próprios filhos. Ele foi acusado de traidor, porque disse aos hebreus que nem adiantaria resistir: era melhor se entregar logo ao inimigo

A casa caiu

Construído pelo rei Salomão em 957 a.C., o Templo de Jerusalém foi saqueado e incendiado. Segundo a Bíblia, lá estava a Arca da Aliança, que guardava as tábuas dos Dez Mandamentos. Após a invasão, a arca nunca mais foi vista

Baú perdido

Os babilônios tinham uma lista dos itens roubados, e em nenhum momento a Arca foi mencionada. A Bíblia diz que Jeremias a escondeu em um monte chamado Nebo. Porém, o arqueólogo israelense Dan Barat explica que dizer que algo foi ao monte Nebo significa que ele foi para o beleléu. A Bíblia teria sido interpretada ao pé da letra

O que a ciência diz

O episódio da queda de Jerusalém tem embasamento. O historiador romano Flávio Josefo o registrou no século 1. Além disso, um tablete babilônio menciona um oficial que também está no livro de Jeremias na Bíblia. A coleção de tabletes relata ainda o primeiro cerco feito por Nabucodonosor, mas não o segundo. Para os babilônios, outros conflitos da mesma época foram mais relevantes, como a tomada de Karkemish, na Síria

  • Jeremias provavelmente existiu. O escriba Baruque ben Neriah, a quem ele ditava seus textos no exílio, apareceu em documentos judaicos encontrados em escavações em 1975 e 1996

FONTES Bible Archaeology, Biblical Archaeology, British Museum, Jewish Virtual Library, Journal of Archaeological Science, Slinging; livros Bíblia: Uma Biografia, de Karen Armstrong, Bíblia, Deus, Uma Biografia, de Jack Miles, Excavating Jesus, de John Dominic Crossan e Jonathan L. Reed, The Mystic Past, de Thomas L. Thompson, e Jesus, Coleção Para Saber Mais, de Rodrigo Cavalcante e André Chevitarese

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Por que pessoas em relacionamentos felizes também traem seus companheiros

21/11/2017 12:16

Descobrir que seu companheiro o traiu nunca é boa notícia, mas pode ser especialmente doloroso se você achou que estava em um relacionamento feliz e não tinha razões para duvidar que seu companheiro lhe seria fiel.

Mas não se torture pensando que seu companheiro estava infeliz e estava escondendo isso de você, porque talvez não seja o caso.

"Mesmo pessoas que vivem relacionamentos de maneira geral bons podem ceder à tentação de pular a cerca", explica Martin Burrow, terapeuta dan ONG britânica Relate.

As estatísticas revelam que 20% dos adultos do Reino Unido já tiveram um caso fora do casamento ou relação estável e mais de 30% já pensaram em trair seu companheiro. Fica claro que encarar a infidelidade como problema que afeta apenas os casais infelizes seria um equívoco.

Sarah Ryan é diretora da agência de casamentos Simantov International e já fez pesquisas extensas nessa área. Ela concorda: "Se uma pessoa tem tendência a ser infiel, ela o será, por mais que possa estar vivendo um relacionamento satisfatório".

Isso pode soar preocupante, mas saiba que a traição nunca acontece a partir do nada (mesmo que seja essa a impressão) e que sempre existe uma razão por que as pessoas podem querer viver experiências extraconjugais.

1. A pessoa que trai não tem certeza do que procura em sua própria vida.

Às vezes é difícil saber o que queremos de fato. Mesmo que você esteja vivendo muito bem com seu parceiro, pode lhe parecer que a vida de solteiro é mais instigante.

Burrow explica: "Muitas pessoas procuram a segurança e estabilidade de um relacionamento de longo prazo, mas ao mesmo tempo anseiam pela aventura e emoção de um parceiro novo. Essas duas necessidades básicas podem ser sentidas como contraditórias, gerando muita confusão". E essa confusão pode levar as pessoas a trair.

2. O companheiro infiel quer ter a certeza de estar com a pessoa certa.

Seu companheiro pode sentir certeza de que se sente bem em um relacionamento, e não vivendo livre como um solteiro, mas, se for uma pessoa com pouca experiência no amor, ele pode não ter a certeza de estar com a pessoa certa.

"O romantismo quer nos fazer crer que existe lá fora um companheiro ideal que vai satisfazer todas as nossas necessidades, de modo que nunca tenhamos sequer vontade de olhar para outra pessoa de relance", diz Burrow.

"Mas a realidade é que não existe um companheiro ou um relacionamento perfeito. A perfeição não passa disso: uma ideia."

3. A pessoa que trai acha que qualquer atração sexual precisa levar à ação concreta.

Sabemos que é muito fácil mostrar ao mundo uma versão de nós mesmos que é isenta de qualquer falha. Mas isso se torna um pouco mais difícil quando baixamos a guarda e nos aproximamos mais das pessoas.

Assim, provavelmente haverá dias em que você não sinta tanta vontade de ir para a cama com seu companheiro quanto com algum desconhecido por quem sentiu uma atração. Mas isso não significa que você deva colocar seus impulsos em prática.

"É totalmente natural que nós ou nossos companheiros achemos outras pessoas atraentes de diversas maneiras, incluindo sexualmente", fala Burrow.

"Muitas vezes sentimos atração por uma pessoa porque ela traz à tona um aspecto nosso que nosso companheiro não ativa. As pessoas podem então começar a temer que não estejam com a pessoa certa e podem sentir a tentação de pular a cerca."

4. A pessoa que trai diferencia entre infidelidade sexual e falta de amor.

Existem muitos tipos de traição – emocional, física ou mesmo um caso extraconjugal de longo prazo --, mas, se seu companheiro estiver "apenas fazendo sexo" com outra pessoa, talvez enxergue o que está fazendo como algo distinto daquilo que vocês dois compartilham.

Ryan explica: "Para algumas pessoas, sexo e amor são duas coisas que não estão interligadas. Para elas, então, o lado físico não tem nada a ver com seu compromisso emocional; logo, elas podem ter um relacionamento sexual com outra pessoa fora de seu relacionamento atual."


© praetorianphoto via Getty Images

5. A pessoa que trai acha isso normal.

Algumas pessoas acham que a infidelidade é uma parte normal de todos os relacionamentos. É um comportamento que aprenderam com seus pais, familiares ou relacionamentos passados.

Ryan comenta: "Não pretendo dar uma explicação freudiana, mas, se um companheiro infiel já viu seus pais ou pares terem um caso sexual ou emocional extraconjugal, é possível que tenham ficado com a ideia na cabeça de que trair seu companheiro não tem problema. Pode ter sido condicionado a enxergar a infidelidade como uma parte aceitável da vida."

6. A pessoa que trai está entediada.

As pessoas às vezes cedem à tentação de alguma coisa emocionante e nova, mesmo que de outro modo vivam felizes.

"Vivemos em um mundo de estímulos constantes aos nossos sentidos. Na era digital, nosso tempo de atenção caiu para menos que o de um peixinho de aquário – menos que oito segundos", diz Ryan.

"Só posso imaginar como isso afeta a comunicação com nossos companheiros e nosso desejo de ter sempre mais e mais, mesmo já tendo algo que, para pessoas de fora, pode parecer um relacionamento sadio, feliz e engajado.

"Se procuramos ser estimulados constantemente, faz sentido que os relacionamentos sejam afetados. As pessoas que têm a tendência a trair podem se sentir impelidas a isso por puro tédio e o que consideram ser uma falta de emoções fortes em sua vida."

7. A pessoa que traiu teve uma oportunidade

Você talvez não queira ouvir isso, mas parece que, mesmo nos melhores relacionamentos, às vezes as pessoas não têm força de vontade suficiente para resistir a uma oportunidade.

"Hoje em dia, com toda a facilidade de contatar pessoas com mensagens instantâneas, torpedos e e-mail, nunca houve tantas oportunidades para trair. Acrescente uma dose de álcool, e o resultado é uma receita de infidelidade", diz Burrow.

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Histórico e Bravo MDB

21/11/2017 11:55

Na vida pública, notadamente na politica, ocorrem fatos trágicos e traiçoeiros daqueles que não respeitam as conquistas conseguidas através da politica descente. Nós, da família Muniz Falcão, como outros políticos, até mesmo como nossos adversários, horaram e até hoje honram, correspondendo a legitima confiança depositada pelos seus amigos.

     Na politica, existem fatos simples, mas que merecem comentários pela sua originalidade de pessoas e candidatos, por exemplo: em um comício do MDB na “Praça Moleque Namorador”, um candidato a vereador muito exaltado, prometia que se eleito iria resolver quase a totalidade dos problemas de Maceió. Falou com tanta ênfase que a dentadura soltou, ai ele com a fala tropeça exclamou:  “A DENTADURA SOLTOU,MAS A BOCA FICOU”. A risada foi geral dos demais oradores e do povo que assistia ao comício.

      Jornalista Tobias Granja, de saudosa memoria, comparecia aos comícios vestido completamente de preto: camisa, gravata, sapatos e terno evocando luto pelo regime politico da época, e em seus brilhantes e inteligentes pronunciamentos pedia a volta da plena democracia, sem com isso, levar qualquer ofensa ás autoridades.

       Nos comícios falavam também os ex- Deputados Federais Djalma e Cleto Falcão, o vereador Pedro Camucé e outros oradores também de palavras eloquentes. O MDB, com a entrada do P, perdeu prestigio popular.

                                                      Depoimento do Ex- Senador Alcides Muniz Falcão

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Carta aberta ao ministro Joaquim Barbosa

16/11/2017 18:12

Em nome de milhões de brasileiros e brasileiras insisto na solicitação para que concorra à Presidência da República, em 2018. Precisamos de alguém com capacidade de resolver conflitos e lidar com a diversidade, simultaneamente, agindo com serenidade sem frieza e firmeza sem rusticidade.

São vários os apelos para que entre na disputa. Recorro ao que, certamente, silenciosamente, ser-lhe-á mais caro. Trata-se do exemplo. Do inédito. Do mineiro, da humilde Paracatu, que venceu, que foi mais longe, atravessou oceanos.

Imaginamos as enormes intempéries que enfrentará na campanha, mas também sabemos que seus ancestrais lhe darão a devida força para os ventos que virão. Seu trunfo é a experiência dos enormes esforços que desprendeu para esculpir-se.

Vossa Excelência é referência positiva para afro-brasileiros, negros, pretos ou pardos como queiram os leitores e eleitores. Inspire-se em Milton Nascimento “mas, é preciso ter manhã, é preciso ter graça, é preciso ter sonho sempre. Quem traz na pele essa marca possui a estranha mania de ter fé na vida.”  

Ter, na urna eletrônica, um rosto, que traz as marcas e o brilho que representam milhões espalhados por este enorme Brasil será louvável e memorável para todos. Constar na página do TSE, o nome Joaquim Benedito Barbosa Gomes levará milhões às lágrimas, por terem aguardado décadas para esta oportunidade. Siga sua sina de filho primogênito.

As credenciais e os laços de cordialidade que semeou na UERJ, PUC-RJ, MPF e parte do Itamaraty lhe serão gratos. Use o talento que lhe sai pelos poros, sirva-se da agudeza analítica e outras virtudes, como ocorre aos notáveis músicos, que aprendem de ouvido.

Haverá arrazoados, decerto, para sustentar uma decisão contrária, por favor, pondere. Lembre-se: a maior parte dos eleitores vota com a emoção. Auxilie o Executivo a prestar a tempo e com eficiência os serviços públicos essenciais à população.    Não será apenas uma decisão – será um projeto. Assino, cordialmente.

 

 Ronilson de Souza Luiz, professor, palestrante e doutor em educação pela PUC-SP. (profronilson@gmail.com)

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14.11 Dia Mundial do Diabetes. Mal do século: a diabetes e seus malefícios

13/11/2017 10:31

Segundo estudos, no Brasil há mais de 13 milhões de pessoas com diabetes, número que representa 6,9% da população. E os casos não param de crescer, em alguns deles, o diagnóstico demora, favorecendo o aparecimento de complicações.

De acordo com o nutrólogo Máximo Asinelli, do hospital de Medicina e Cirurgia do Paraná e da Asinelli Clínicas, "a diabetes acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir o hormônio chamado de 'insulina' em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou também porque este hormônio não é capaz de agir da maneira adequada no organismo", explica.

A diabetes comumente classifica-se em dois grupos: Tipo 1 e Tipo 2, porém também é possível encontrar a pré-diabetes e também os de casos específicos, como a diabetes gestacional. Máximo destaca que no Tipo 1, o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em decorrência de um defeito do sistema imunológico, fazendo os anticorpos atacarem as células que a produzem. "Essa forma de diabetes é resultado da destruição das células beta pancreáticas por um processo imunológico", diz. 

O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia. "Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar", alerta. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

A diabetes gestacional é o aumento da resistência à ação da insulina na gestação, que faz aumentar os níveis de glicose no sangue diagnosticado pela primeira vez na gestação. Pode ser transitório ou não e, ao término da gravidez, a paciente deve ser investigada e acompanhada. "Na maioria das vezes ele é detectado no terceiro trimestre da gravidez, através de um teste de sobrecarga de glicose. As gestantes que tiverem história prévia de diabetes gestacional, como perdas fetais, má formações fetais, hipertensão arterial, obesidade ou história familiar de diabetes não devem esperar o 3º trimestre para serem testadas, já que as chances de desenvolverem a doença são maiores", alerta Máximo. 

A maioria das pessoas não sabe o que é pré-diabetes. O termo é usado quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas não o suficiente para um diagnóstico de Diabetes Tipo 2. Obesos, hipertensos e pessoas com alterações nos lipídios estão no grupo de alto risco. "É importante destacar que 50% dos pacientes nesse estágio 'pré' vão desenvolver a doença. O pré-diabetes é especialmente importante por ser a única etapa que ainda pode ser revertida ou mesmo que permite retardar a evolução para o diabetes e suas complicações", exalta o médico. Assim como Diabetes Tipo 2, o pré-diabetes pode chegar à sua vida sem que você perceba. 

Ter consciência dos riscos e buscar o diagnóstico é importante. Perder de 5 a 10% do peso por meio de alimentação saudável e exercícios faz uma grande diferença na qualidade de vida. Mexa-se!

Serviço: Clínica Asinelli

Dr. Máximo Asinelli

Nutrólogo
Telefone: (41) 3015-6001 / (41) 99972-1142
E-mail: contato@asinelliclinicas.com.br ​

​Site: http://www.clinicaasinelli.com.br

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Primeira Edição © 2011