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Cachorros são bons companheiros para praticar corrida

18/10/2019 15:05

Correr traz diversos benefícios para o ser humano, e quando a atividade física é feita ao lado do seu melhor “AUmigo”? O médico veterinário das rações premium especial Max, Marcello Machado, afirma que tutores que correm com cachorro, também ajudam o animal no combate à obesidade, redução do estresse, aumento da resistência respiratória e o fortalecimento da musculatura. Além dos benefícios para a saúde, a corrida estimula o cão a explorar novos lugares, cheiros e melhora o relacionamento com o tutor.

            De acordo com o médico veterinário, a prática de exercícios físicos faz parte da fisiologia e comportamento natural do pet, mas alguns cuidados devem ser tomados. O treino (distância e intensidade) deve ser gradual, iniciando bem baixo e aumentar aos poucos. “O cão precisa de descanso para se recuperar do esforço e não é recomendado treinar todos os dias. O cachorro pode correr de duas até três vezes por semana, mas essa quantidade varia e antes de começar os treinos, consulte um veterinário de confiança para saber se o pet está liberado para fazer atividades físicas e quais são seus limites.”, alerta Machado.

            É importante ficar atento à disposição do seu cachorro antes de fazer exercícios. Se ele parecer desanimado, deixe-o descansando. Quando for realizar a atividade, o tutor deve se atentar em algumas dicas para não prejudicar, conforme orientações do médico veterinário:

  • Leve uma garrafinha de água e/ou uma tigela para colocar água e hidratar seu cão antes, durante e após os treinos;
  • Evite fazer os treinos nos horários mais quentes do dia (entre 10h e 16h) e após as refeições do seu animal. Além do calor que pode machucar a pata do cão, ele pode sentir desconforto, fadiga e ter vômitos;
  • Monitore seu cão durante o exercício. Se ele ficar ofegante ou deitar bruscamente no chão, pare e ofereça água. Não ultrapasse os limites do seu pet e retorne caminhando para sua residência ou carregue o animal no colo;

·       Fique atento às características do seu cachorro: peito grande, pernas longas, corpo esguio e aerodinâmico, como cães das raças Border Collie, Galgo, Pastores e Saluki. Se um “vira-lata” possuir essas características descritas, ele pode ser também um bom corredor. Mas, não são todas as raças de cães que têm perfil de corredor. Cachorros com focinho achatado possuem características genéticas que atrapalham na hora da atividade física.

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Houve um silêncio quase total de parte da imprensa,

15/10/2019 19:27

Houve um silêncio quase total de parte da imprensa,  a respeito da monumental manifestação a favor de Lula em São Paulo.

A continuar assim, dentro de pouco tempo, alguns jornais só merecerão crédito na previsão do tempo.

Se o jornal disser que vai chover, deveremos sair de guarda-chuva.

João Baptista Herkenhoff, Juiz de Direito aposentado (ES) e escritor

Email - jbpherkenhoff@gmail.com




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A velha forma de fazer política não tem fim

03/10/2019 18:51

A Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 120 mil na casa do deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE) em operação realizada, com autorização do ministro do STF Luís Roberto Barroso, envolvendo o parlamentar e o pai dele, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Casos de corrupção da espécie precisam ser devidamente apurados e não acobertados ou blindados pela corporação política do Congresso Nacional. Tanto  o presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre, quanto o presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia, devem envidar esforços para a moralização dos membros do Congresso.

Pois bem, aqui está a velha forma de se fazer política no Brasil, lamentavelmente: roubar, roubar, roubar a nação e a esperança de melhorar as condições de pobreza dos desassistidos.

Não é à toa que muitos optam pela vida política, pois as recompensas (ilícitas) são tão gratificantes que vale a pena arriscar para engordar  os seus patrimônios. 

Certa feita o jornal espanhol El País escreveu que ser político no Brasil é um grande negócio, uma dádiva caída do céu, visto as grandes recompensas de toda a ordem obtidas pelos políticos

Poucos vão para a política por patriotismo. A maioria abraça a política apenas para tirar proveito da coisa pública, como a sociedade vem testemunhando com o rol de políticos envolvidos em processo de corrupção. Inclusive, temos hoje um ex-presidente da República condenado e preso por corrupção e lavagem de dinheiro.

Se filtrar o Congresso Nacional, ou o Legislativo em geral,  pouquíssimos parlamentares sairão ilesos das garras do Fisco e da Justiça, tal é a podridão de caráter de nossos políticos.

É muito vergonho e preocupante viver em um país, que se diz carente de recursos para atender  às áreas da educação, saúde, segurança, habitação, saneamento básico de cidades onde o esgoto ainda corre a céu aberto, tendo atualmente mais de 13 milhões de pessoas desempregadas e endividadas, enquanto políticos (pai e filho) pilham, esbulham, roubam, saqueiam o Erário, escondendo o dinheiro dos contribuintes em malas, meias, cuecas, em pastas, envelopes e tudo adredemente planejado de forma descarada.

 

Júlio César Cardoso

Servidor federal aposentado

Balneário Camboriú-SC

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Verdadeiro ou Falso

01/10/2019 17:05

Especialista em nutrição explica a eficácia dessa técnica já disseminada popularmente que promete controlar os níveis de glicemia dos pacientes


Entre os supostos tratamentos milagrosos para diabetes, um dos mais disseminados popularmente é o consumo de água morna com limão, principalmente pela manhã, para controlar os níveis de glicemia no organismo. Mas afinal, será que esse consumo é de fato eficaz no controle da doença e benéfico para o paciente?

A nutricionista Daniela Lopes Gomes, doutora em Nutrição Humana pela Universidade de Brasília (UnB) e membro do Departamento de Nutrição da SBD, explica que não há comprovação científica de que o efeito isolado do consumo de limão com água morna sozinho seja capaz de controlar o diabetes. “O limão é uma fruta com baixa quantidade de carboidratos, rica principalmente em vitamina C e pode, sim, ser usado de diversas formas na alimentação, como suco, temperando saladas e proteínas animais, na água saborizada ou mesmo in natura. Mas a simples inclusão deste alimento, sem aliar a outras estratégias alimentares, não tem comprovação de que possa impactar de forma expressiva a glicemia”, explica.

Segundo a nutricionista, a água com limão ou mesmo o suco de limão são ideias para serem utilizados como substitutos a sucos com maior quantidade de carboidratos, de forma a reduzir a quantidade de açúcar a ser consumida no dia. “O simples fato de ingerir a água saborizada (com limão cortado ao fundo do copo, por exemplo) já pode estimular o maior consumo de água e beneficiar a pessoa com diabetes na hidratação, que é uma das orientações principais nos casos de hiperglicemia”, afirma.

De modo geral, não há um alimento específico que isoladamente consiga promover o controle da glicemia. Por isso, a SBD recomenda adequar a qualidade da alimentação como um todo, sempre orientado por um nutricionista, para alcançar benefícios significativos.

Sobre a SBD
Filiada à International Diabetes Federation (IDF), a Sociedade Brasileira de Diabetes é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1970, que trabalha para disseminar conhecimento técnico-científico sobre prevenção e tratamento adequado do diabetes, conscientizando a população a respeito da doença e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Também colabora com o Estado na formulação e execução de políticas públicas voltadas à atenção correta dos pacientes, visando a redução significativa da doença no Brasil.
Conheça nosso trabalho: www.diabetes.org.br

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Mais uma criança morreu na guerra

26/09/2019 17:24

A lamentável morte da menina Ágatha deu origem a inúmeras matérias às quais não pareceu importante mencionar:

  • as infinitas culpas do crime organizado, principal causador de tais situações;
  • as simétricas responsabilidades de sucessivos governos tolerantes com a formação desses estados paralelos, criados pela covardia de bandidos que usam como escudo humano bairros inteiros das nossas cidades;
  • a cumplicidade de tantos, nos poderes de Estado, a fazer da tolerância com a criminalidade o gatilho ideológico que dispara sua utopia revolucionária;  
  • o falso humanismo que discursa do alto da torre de uma imaginária superioridade moral enquanto faz vítimas na vida real;
  • o lamentável papel desempenhado continuada e historicamente, nos meios de comunicação, pelos que soluçam em textos histéricos a cada bandido morto;
  • o criminoso mercado das drogas, das armas, dos veículos furtados, das cargas roubadas, que faz prosperar o crime, seus agentes e seus protetores.

A GloboNews, durante horas diárias de programação, conta bandidos afastados para sempre do serviço ativo, soma policiais mortos e abalados por problemas psicológicos, ouve familiares de vítimas. No fundo de tudo, a personagem errada das cenas é a autoridade policial, com o modo imperfeito ou impróprio de atuação. E o crime? Ora, o crime e a criminalidade devem ser parte da vida; e a polícia e a segurança pública, parte da morte.

É triste, muito, muito triste a perda de vidas inocentes! Estou inteiramente solidário com os familiares dos que comparecem às estatísticas dessa guerra.O que eu solenemente dispenso é o ataque frontal que alguns meios de comunicação estão promovendo à Polícia, instituição que sequer existiria se não houvesse a criminalidade e, especialmente, em nosso país, o crime organizado. Muito estranho o jornalismo zarolho, que ataca o efeito e não vê a causa. A Polícia não cometeria um único erro se não tivesse contra quem agir. Ou tantos contra quem agir, enxugando o gelo da permissividade processual penal.

O mundo do crime declarou guerra. É uma guerra assimétrica e multiforme. Ele dissemina o vício que debilita a sociedade e faz prosperar os criminosos. Não contente, mata. Mata na dependência, mata na guerra pelo ponto, mata para mostrar poder. Mata pelo valor de um telefone celular, pela cheirada de logo mais, porque o tremor não controla o dedo no gatilho. Mata 60 mil por ano. Organizado, dispõe de recursos incalculáveis e confronta a miséria do Erário.

De que modo entender matérias jornalísticas que, ou trabalham pelo avesso da verdade, ou são incapazes de arranhar a superfície dos fatos, como se, deliberadamente, pretendessem ocultá-los ao discernimento da opinião pública? Raspe a matéria, leitor. Faça uma “raspadinha” no conteúdo que lhe é apresentado e verá que diariamente, em todo país, milhares de homens e mulheres, a serviço da sociedade, saem de suas casas sem saber se vão voltar. Saem para enfrentar criminosos ante cuja conduta os adjetivos, as repreensões e as penas são tragados por certo jornalismo e por incerta justiça.

Tome, agora, o elevador social. Suba vários andares no edifício do banditismo. Desça lá no topo, nos grandes salões acortinados com seus sofás de couro, periodicamente redecorados à sua custa. Verá que ali, outro tipo de crime engravatado, a toda hora encobre pegadas, limpa digitais, toma dinheiro seu para pagar advogados; faz acordos, achaca o governo, extorque a nação. Observe como as notícias a respeito são frias como ata de assembleia de cotistas de fundo de investimento. Não há nelas um único adjetivo. Não revelam nem suscitam qualquer emoção. Raspe, então, a notícia. Veja como querem, agora, impropriamente, valer-se de Ágatha para destruir o pacote anticrime de Moro e restaurar a abstenção anterior. Conjugue os fatos e perceba o quanto tudo serve para serem escondidos os verdadeiros culpados e tenha curso a inculpação dos inocentes.

 

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* Percival Puggina (74), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

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Primeira Edição © 2011