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Câncer de mama também atinge os homens

21/11/2018 12:20

Neste Novembro Azul, a Sociedade Brasileira de Mastologia alerta que os homens também podem ser acometidos pelo câncer de mama. Apesar de a doença atingir, principalmente, mulheres, nos homens ocorre em menor quantidade – um caso diagnosticado para cada 100 casos em mulheres. A falta de informação e o preconceito são os principais inimigos da doença, já que os homens têm menor propensão a procurar médicos, e quando procuram encontram dificuldade de acesso.

Estudos mostram que a média de idade dos homens que apresentam a doença varia de 50 a 70 anos. Na maioria dos casos, a detecção é feita em estágio avançado, o que pode dificultar o tratamento e haver metástase. “O principal motivo dessa demora no diagnóstico é o preconceito. Pelo fato do câncer de mama ter as mulheres como alvo, há uma falta de conscientização sobre a importância dos exames de rotina. Entre as principais causas da doença nos homens estão as alterações genéticas e hormonais, alimentação rica em gorduras, excesso de álcool ingerido, além do uso de anabolizantes ou de hormônios”, esclarece o presidente da SBM, Antonio Luiz Frasson.

Segundo ele, a melhor maneira de combater a doença é a informação orientando os homens quanto à possibilidade de também terem câncer de mama, assim como manter hábitos saudáveis de vida, como alimentação balanceada, atividade física regular, redução do consumo de álcool, abolição do tabagismo, controles do diabetes e peso, além de procurar o médico regularmente. Quando existe a queixa de um nódulo, o diagnóstico é feito por meio do histórico do paciente e de exames como mamografia, ultrassonografia e biópsia do tumor. O tratamento dependerá do estágio do tumor, podendo ser feito através de cirurgia, radioterapia ou quimioterapia.

 

O tratamento do câncer de mama masculino assemelha-se ao feminino. A cirurgia está indicada para praticamente todos os casos. No homem, devido ao pequeno volume mamário, a cirurgia consiste na retirada da mama e na realização de biópsia de um gânglio axilar, para avaliar a extensão da doença. Na presença de comprometimento axilar, realiza-se também a retirada de linfonodos axilares. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, menor a extensão da cirurgia e menor a necessidade de receber quimioterapia e radioterapia.

 

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Gestão de trade marketing: como ter uma equipe de alta performance?

13/11/2018 17:05

Um dos desafios da gestão de trade marketing é se dividir entre as estratégias de aumento das vendas e a gestão de pessoas. Isso porque, contar com uma equipe de alta performance é essencial para garantir que as ações traçadas no back office sejam colocadas em prática com eficácia pelo pessoal em campo.

Tudo isso exige uma gestão atenta, já que os orçamentos são cada vez mais apertados, e é preciso ter um direcionamento muito claro de todas as ações para otimizar os recursos, inclusive de mão de obra.

Confira então algumas dicas para formar uma equipe de alta performance.

Mantenha uma boa comunicação com a equipe

A atual geração de trabalhadores possui uma necessidade muito grande de estabelecer diálogos com todos os níveis hierárquicos de uma organização. Nesse sentido, muitos esperam que as relações profissionais entre líderes e liderados sejam abertas. Para auxiliar nessa, você pode contar com o suporte da tecnologia, como um aplicativo de trade marketing, por exemplo.

Com a ferramenta, é possível estabelecer  comunicação em tempo real com a equipe de campo, tirar dúvidas, dar informações importantes para as estratégias no PDV, corrigir rotas de forma muito mais rápida, e ainda receber e oferecer feedbacks.

Uma comunicação eficiente gera mais comprometimento e favorece o desempenho da equipe, além de fortalecer a relação de confiança entre colaboradores e a empresa.

Invista em treinamentos

Para formar uma equipe de alta performance é preciso garantir que as pessoas dominem suas atividades. Por isso, é importante oferecer treinamentos e capacitá-los de forma contínua. Invista em cursos, treinamentos online, workshops, palestras e parcerias para ter um time preparado para os desafios diários. Quanto mais capacitada a sua equipe, melhores serão as entregas para a empresa.

Encontre as pessoas certas

Podemos considerar que a formação de uma equipe de alta performance começa na contratação das pessoas certas, ou seja, com a escolha do perfil adequado para o cargo.

É importante avaliar os critérios técnicos, pelo menos em um primeiro momento, mas atentar-se também às competências socioemocionais como resiliência, capacidade de lidar com situações de estresse e de grande pressão por resultados.

Defina metas inteligentes e desafiadoras

Definir metas e estratégias a serem seguidas é importante para que a equipe saiba exatamente onde a empresa deseja chegar e qual o papel de cada profissional nesse processo.

Assim, é importante que as metas sejam alinhadas com a realidade da organização, sendo mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazos bem definidos.

Ofereça feedbacks constantes

Quando um profissional sabe exatamente quais são seus pontos fortes e os de melhoria, ele consegue se desenvolver de forma mais estruturada e constante, oferecendo melhores entregas. Portanto, reserve um tempo na agenda para oferecer feedbacks individuais e coletivos. Essa atitude influencia diretamente no aumento do desempenho e da motivação dos colaboradores.

Conte com a ajuda de um sistema de trade marketing

Aliar em uma mesma ferramenta comunicação, informação e estratégia  é possível com a ajuda de um sistema de trade marketing. Investindo nesse recurso é possível acompanhar e monitorar a equipe em campo por meio de um aplicativo instalado em um disposto móvel, seja tablet ou smartphone.

Além de manter uma comunicação online com a equipe, softwares como o da Agile Promoter ainda permitem fazer o acompanhamento das rotas, checar se a equipe está cumprindo o cronograma.

Ter uma equipe de alta performance exige habilidades em gestão de pessoas, domínio das estratégias de trade, e também requer contar com os recursos tecnológicos para facilitar a comunicação e o monitoramento das atividades dos colaboradores de campo.

 

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Novembro Azul mês de conscientização do Câncer de Próstata

12/11/2018 18:27

 

 

 
 
 


Neste #NovembroAzul, doutor Adriano Fregonesi, urologista do Hospital Santa Elisa, afirma que as campanhas para detecção precoce do câncer de próstata são necessárias para que haja o diagnóstico deste tipo de câncer ainda na fase inicial da doença.

O câncer de próstata é o câncer mais comum entre os homens (após o câncer de pele), mas na maioria das vezes, pode ser tratado com sucesso. Se você tem câncer de próstata ou conhece alguém que tem, saber o que esperar pode ajudar a lidar com a situação.

Neste post você pode descobrir tudo sobre o câncer de próstata, incluindo fatores de risco, sintomas e tratamento.
 
O que é a próstata?

Só os homens têm próstata. A próstata geralmente é do tamanho e da forma de uma noz e cresce à medida que a pessoa envelhece. Fica embaixo da bexiga e envolve a uretra.

Sua principal função é ajudar a produzir sêmen - o fluido que transporta espermatozoides. E, os problemas mais comuns da próstata são: o aumento da próstata, prostatite e o câncer de próstata.
 
O que é câncer de próstata?

O câncer de próstata pode se desenvolver quando as células da próstata começam a crescer de forma descontrolada.

Geralmente, cresce lentamente e pode não causar problemas. Mas alguns homens têm câncer de próstata com maior probabilidade de se espalhar e precisa de tratamento para impedir esse crescimento para fora da próstata.
 
Sinais e Sintomas

O câncer de próstata que está contido dentro da próstata (chamado de câncer de próstata localizado ou câncer de próstata precoce) geralmente não causa nenhum sintoma. É por isso que é importante saber sobre o seu risco.

Mas alguns homens podem ter alguns problemas urinários. Estes podem ser leves e acontecem ao longo de muitos anos e podem ser um sinal de um problema benigno de próstata.

A maioria dos homens com câncer de próstata precoce não apresenta sinais ou sintomas. Mas existem alguns fatores que podem indicar que você tem mais chances de ter câncer de próstata, como por exemplo:

  • Se você tiver 50 anos ou mais;
  • Se alguém na família teve câncer de próstata como o seu pai, avô ou irmão.
Você normalmente só terá sintomas se o câncer crescer perto do tubo da urina (através da uretra) e pressioná-lo, mudando o modo como você urina. Mas como o câncer de próstata geralmente começa a crescer em uma parte diferente da próstata, o câncer precoce geralmente não pressiona a uretra e causa sintomas.

“Se você notar mudanças na maneira como urina, é mais provável que seja um sinal de um problema não-canceroso muito comum chamado aumento da próstata, ou outro problema de saúde. Mas ainda a melhor conduta é procurar seu médico e fazer os exames de rotina” afirma dr. Adriano Fregonesi.

Possíveis alterações incluem:
  • Dificuldade em começar a urinar ou a esvaziar a bexiga;
  • Um fluxo fraco quando você urina;
  • Uma sensação de que sua bexiga não se esvaziou adequadamente;
  • Precisar urinar com mais frequência, especialmente à noite;
  • Um desejo súbito de urinar - às vezes você pode vazar antes de ir ao banheiro.
Se o câncer de próstata irrompe da próstata (câncer de próstata localmente avançado) ou se dissemina para outras partes do corpo (câncer de próstata avançado), pode causar outros sintomas, incluindo:
  • Dor nas costas, dor no quadril ou dor na pelve;
  • Problemas para obter ou manter uma ereção;
  • Sangue na urina ou sêmen;
  • Perda de peso aparentemente sem explicação.

Esses sintomas também podem ser causados ​​por outras coisas, como prostatite (infecção e inchaço da próstata), diabetes ou alguns medicamentos.
 
E se eu não tiver nenhum sintoma?

Você pode falar com seu médico se tiver mais de 50 anos, tiver histórico familiar de câncer de próstata - mesmo que não tenha nenhum sintoma. Estes são os fatores mais comuns que podem aumentar o risco de câncer de próstata.

Esta simples informação confirma que não tem hora certa para ir ao urologista. Pasme, vencer o preconceito é uma das principais barreiras. O exame da próstata regular é muito importante. Não espere ter dores e doenças mais graves para ir ao urologista.

A recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia-SBU, é de que o exame periódico seja realizado mesmo na ausência de sintomas.

Incidência

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma).
Em valores absolutos e considerando ambos os sexos é o quarto tipo mais comum e o segundo mais incidente entre os homens. A taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de 3/4 dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

Estima-se que em 2018 68.220 novos casos sejam diagnosticados (INCA).
 
Tratamento

Se você foi diagnosticado com câncer de próstata, sua equipe médica discutirá as opções de tratamento com você. É importante pesar os benefícios de cada opção de tratamento contra os possíveis riscos e efeitos colaterais.

Para a maioria dos homens diagnosticados com câncer de próstata, o câncer é encontrado enquanto ainda está em um estágio inicial - é pequeno e não se espalhou além da próstata. Esses homens geralmente têm várias opções de tratamento a considerar.

Nem todo homem com câncer de próstata precisa ser tratado imediatamente. Se você tem câncer de próstata em estágio inicial, há muitos fatores, como sua idade e estado geral de saúde, e a probabilidade de o câncer causar problemas para você considerar antes de decidir o que fazer. Você também deve pensar sobre os possíveis efeitos colaterais do tratamento e a probabilidade de incomodá-lo. Alguns homens, por exemplo, podem querer evitar possíveis efeitos colaterais, como incontinência ou problemas de ereção pelo maior tempo possível. Outros homens estão menos preocupados com os efeitos colaterais e mais preocupados em remover ou destruir o câncer.

A escolha entre as opções deve ser amplamente discutida com o médico responsável pelo o tratamento do tumor localizado e pode ser feito com cirurgia ou radioterapia.

 

Fonte: Dr. Adriano Fregonesi, urologista do Hospital Santa Elisa - Jundiaí

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Você sabe como um analgésico funciona no organismo?

09/11/2018 12:07

A dor pode ser um aviso do nosso corpo de que alguma coisa não está funcionando bem, ou uma reação quando temos uma lesão.  Embora a dor possa nos proteger, forçando-nos a descansar ou parar de fazer algo, a experiência de sentir dor é desconfortável e pode ter um efeito negativo na qualidade de vida. A dor pode aumentar o estresse, interromper o sono e causar ansiedade, por isso os objetivos do tratamento são a redução da dor e melhora da função da área afetada. Dessa forma, é preciso ser criterioso para escolher a melhor solução para acabar rapidamente com a dor, seja ela de cabeça, nas costas, muscular ou cólica menstrual.

Quando uma região está dolorida, um alerta percorre o sistema nervoso até chegar ao cérebro, que responde com a sensação de dor. Assim, sabemos que algo errado aconteceu. É importante, porém, perceber a intensidade do incômodo (leve, moderado ou intenso) e ficar atento ao tempo de duração, que determina se a dor é aguda ou crônica. A dor aguda começa de repente e geralmente não dura muito tempo.

“Se a dor for intensa ou persistir por mais tempo, é importante procurar um médico para pesquisar as causas. Já as dores agudas podem ser tratadas com analgésico que aja rapidamente no foco da dor, com bom perfil de segurança e que seja suave para o estômago[1],[2],[3]”, explica o gerente médico da Pfizer Consumer Healthcare, Andres Zapata.

Em ação

Entenda o que acontece quando você utiliza Advil para combater dores na cabeça, nas costas, musculares e cólicas menstruais.

- Passo 1: ao chegar ao estômago, a cápsula líquida se desintegra, liberando o princípio ativo do medicamento (ibuprofeno). O analgésico é absorvido rapidamente a partir de 10 minutos.

Já outros analgésicos, em formato de comprimidos convencionais, precisam de mais tempo para ser dissolvidos, com o início da ação analgésica um pouco mais demorado.

Passo 2: o princípio ativo é, então,  direcionado para os lugares onde a dor está sendo gerada, dessa forma, atua exatamente no local do incômodo.

Passo 3: a ação do ibuprofeno, princípio ativo de Advil, bloqueia o envio de “alertas” ao cérebro e a resposta com a sensação de dor. Assim, o incômodo é cessado por um período prolongado, de até 8 horas,transformando a dor em uma memória distante.

Analgésicos são uma solução importante para aliviar rapidamente a dor. “É normal que um consumidor procure um analgésico rápido, eficaz, que age diretamente no local da dor, duradouro e seguro sendo suave com o estômago. Além disso, é essencial ler sempre a bula e respeitar as doses máximas diárias e o tempo do tratamento”, finaliza Zapata.

 

Sobre Advil

Analgésico mais vendido do mundo[4], Advil é indicado para o alívio rápido das dores, como de cabeça, nas costas e musculares. Há dez anos no mercado brasileiro, o produto se diferencia nesse segmento pela avançada tecnologia da sua cápsula líquida, que proporciona um alívio rápido e é suave para o estômago.

Pfizer

A Pfizer Consumer Healthcare, divisão de consumo do grupo Pfizer, atua em mais de 90 países e comercializa produtos isentos de prescrição médica que promovem saúde e bem-estar para mais de 4 bilhões de consumidores em todo o mundo. No Brasil, a empresa atua nas categorias de analgésicos, antiácidos e multivitamínicos, representados pelas marcas Advil, Centrum, Caltrate, Clusivol, Magnésia Bisurada e Stresstabs. Hoje, o crescimento da PCH é impulsionado por três marcas globais: Centrum, o multivitamínico número 1 do mundo; Advil, o analgésico mais vendido globalmente, e Caltrate, a marca número 1 no mundo entre os suplementos de cálcio. Fundada em 1849 e instalada no Brasil desde 1952, a Pfizer está comprometida em fazer o melhor para colaborar para a qualidade de vida das pessoas em todas as etapas da vida, oferecendo opções terapêuticas para prevenção e tratamento de uma variedade de doenças. A companhia também mantém e acompanha projetos sociais voltados para educação, saúde e sustentabilidade no país.

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Novembro Diabetes Azul – Nordeste recebe ações de conscientização sobre a doença

31/10/2018 15:12

O azul de novembro também lembra a necessidade de conscientizar a população sobre o diabetes, doença que acomete mais de 778 mil pessoas na região Nordeste do Brasil, de acordo com último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde (2013). A campanha mundial organizada pela International Diabetes Federation (IDF) tem como mote para este ano “Família e Diabetes”, a fim de evidenciar o papel do núcleo familiar para prevenção e controle da doença.
 
No país, a ação é promovida pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), instituição responsável pela reinserção do Novembro Diabetes Azul no Calendário de Eventos do Ministério da Saúde. “Foi um avanço importante da Advocacy da Sociedade com a ADJ Brasil e a FENAD, além de mais um grande passo para a integração com o staff técnico-político do Ministério da Saúde”, comenta Hermelinda Pedrosa, médica endocrinologista e presidente da SBD.

No Ceará, a regional da SBD prepara atividades como Pedal Azul, Mutirão de “Olho no Olho”, Fórum Multidisciplinar e Sessão Clínica da Sociedade Brasileira de Diabetes com a de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Já a regional pernambucana promove a divulgação de material educativo em serviços de saúde e campanha de detecção e orientação no Shopping RioMar.  Rio Grande no Norte receberá palestras, caminhadas e ações em shopping. Em Sergipe, a estadual organiza campanhas na capital e no interior.

*A SBD também está em ações conjuntas com as regionais da SBEM na Paraíba, onde haverá palestras e eventos em praças públicas e shoppings. No Piauí, ocorrerão: Mutirão Nacional da Saúde, palestas de advocacy, iluminação na ponte Estaiada, palestras e aferições de glicemia no SESC, aula no auditório do CRM sobre contagem de carboidratos, caminhada, piquenique azul, e campanhas nos ambulatórios de diabetes dos Hospitais Universitário, Getúlio Vargas e Lineu Araújo*.

Veja a agenda completa das atividades no Novembro Diabetes Azul clicando aqui.

SAVE THE DATE – 1º de Novembro 

O lançamento da campanha está agendado para 1º de novembro, durante uma Sessão Solene na Câmara de Deputados, presidida pela deputada Carmen Zanotto, que coordena a Frente Parlamentar Mista pela Causa do Diabetes.

Estimativa da IDF aponta que, em todo o globo, 425 milhões de pessoas convivem com o diabetes, das quais mais de um milhão são crianças e adolescentes com o tipo 1. No Brasil, o número aproxima-se dos 13 milhões. Regionalmente, os dados brasileiros serão atualizados também em 1º de novembro, quando o Ministério da Saúde divulgará o boletim epidemiológico.

Apoio familiar impacta diretamente o manejo do diabetes

De acordo com a especialista, o tema da campanha chama atenção para influências comportamentais e clínicas da família, que representa o grupo primário de relacionamentos e é capaz de impactar a saúde de seus integrantes. “O diabetes é uma doença crônica e exige mudanças efetivas nos hábitos cotidianos do paciente e da família, inclusive na relação com alimentos e exercícios físicos. É um processo educacional contínuo”, afirma.

Tal questão é ainda mais presente quando o diabetes acomete crianças e adolescentes. Isso porque as atitudes familiares repercutem na aceitação ou não dos mecanismos de enfrentamento da doença. Assim, Pedrosa destaca que todo o núcleo familiar deve estar envolvido, já que no diabetes tipo 1 é dos pais a responsabilidade dos cuidados.

“O manejo da doença é complexo e demanda integração com todas as atividades diárias. O ambiente no qual a pessoa está inserida tem papel fundamental na forma como ela lida com o diabetes, e isso impacta o sucesso ou a falha do tratamento”, avalia a presidente da SBD.

Cuidado específico para cada tipo de diabetes

O diagnóstico do diabetes tipo 1 acontece geralmente na infância e adolescência, o que aumenta a responsabilidade familiar. Aqui, englobam-se alimentação saudável, controle da glicemia, condução da insulinoterapia, identificação e ação perante episódios de hipoglicemia. “A atenção especial da família ao processo de transição, conforme a criança cresce e chega à adolescência, é fundamental para que a conscientização e o autocuidado se ampliem naturalmente”, reforça Pedrosa.

Já o diabetes tipo 2 surge, em geral, na fase adulta e está ligado à resistência à ação e diminuição da produção de insulina no pâncreas, ação deficiente de hormônios intestinais, dentre outros. A obesidade, dislipidemia (elevação do colesterol e triglicerídeos), hipertensão arterial, histórico familiar da doença ou de diabetes gestacional, e o processo de envelhecimento são os principais fatores de risco. O tratamento demanda mudanças no estilo de vida – ao receber o diagnóstico do diabetes, as adaptações da rotina devem ser intensificadas, sobretudo na eliminação de alimentos inadequados e do sedentarismo.  Principalmente nesse caso, a família também pode ter impacto tanto positivo quando negativo na qualidade de vida.

“O envolvimento proativo da família aumenta o comprometimento de quem recebeu o diagnóstico, seja criança, adolescente, adulto ou uma pessoa idosa, e motiva um seguimento com mais chance de êxito resultando em melhor controle, mais qualidade de vida e menor frequência de complicações. Além disso, favorece o engajamento a associações de pessoas com diabetes, para buscar melhorias para o tratamento nas esferas governamentais e, claro, em campanhas de alerta para prevenção”, afirma a presidente da SBD.

Sobre a SBD
Filiada à International Diabetes Federation (IDF), a Sociedade Brasileira de Diabetes é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1970, que trabalha para disseminar conhecimento técnico-científico sobre prevenção e tratamento adequado do diabetes, conscientizando a população a respeito da doença e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Também colabora com o Estado na formulação e execução de políticas públicas voltadas à atenção correta dos pacientes, visando a redução significativa da doença no Brasil.
Conheça nosso trabalho: www.diabetes.org.br
 

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Primeira Edição © 2011