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Veja celulare em que o APP vai parar de funcionar em 2018

28/12/2017 11:23

Se você é daqueles que mantém um celular antigo, vale a pena conferir bem a versão atual do seu sistema operacional para não ficar sem o WhatsApp em 2018.

O serviço de mensagens mais popular do mundo deixará de funcionar em alguns smartphones a partir do dia 1º de janeiro. A razão é que ele já não desenvolve suporte operacional para essas plataformas, o que faz com que elas não sirvam mais.

Sistemas operacionais, assim como aplicativos, costumam ter diversas atualizações pequenas durante todo o ano, e pelo menos uma grande, em que a versão do programa muda.

De acordo com o site do WhatsApp, os sistemas que já não serão compatíveis a partir do novo ano são aqueles que operam nos sistemas BlackBerry OS 10 e no Windows Phone 8.0.

"Apesar de esses telefones terem feito parte da nossa história, eles não oferecem a capacidade necessária para expandir as funções do nosso aplicativo no futuro", disse a empresa.

Esses sistemas operacionais se somam à lista daqueles em que o WhatsApp já não opera: versões do Android anteriores à 2.3.3, Windows Phone 7, iOS 6 (nos iPhones 3GS e abaixo) e Nokia Symbian S60.

Funções limitadas

A empresa alerta também que já não faz suportes para outras plataformas como os Nokia S40 ou os sistemas operacionais Android 2.3.7.

Casal de jovens no celular: WhatsApp começou a funcionar em 2009 e ainda é o principal aplicativo de mensagens do mundo, apesar da ascensão do Telegram© Getty Images WhatsApp começou a funcionar em 2009 e ainda é o principal aplicativo de mensagens do mundo, apesar da ascensão do Telegram

Isso significa que, mesmo que no momento esses telefones consigam continuar mandando e recebendo mensagens instantâneas, algumas funções podem parar de funcionar a qualquer momento.

Por exemplo, não será possível criar uma conta nova, nem voltar a verificar uma já existente, se esses telefones não tiverem o aplicativo já baixado.

A empresa encoraja os usuários do aplicativo a adquirir um novo modelo de celular com sistema Android 4.0 ou superior, Windows Phone 8.1 ou superior ou um iPhone com iOS 7 ou superior.

O WhatsApp hoje tem mais de 1 bilhão de usuários ativos, segundo dados da própria empresa, que pertence ao Facebook.

É sem dúvida o serviço de mensagens instantâneas mais popular do mundo, seguido pelo multitarefas chinês WeChat. Outros, como o Telegram, não superam os 100 milhões de usuários, de acordo com dados recolhidos em fevereiro deste ano.

"Queremos concentrar nosso esforço nas plataformas que a maioria das pessoas usam e, apesar de às vezes termos que tomar decisões difíceis, temos que dar às pessoas a melhor forma de se comunicarem com os seus", afirma o WhatsApp em seu blog.

 

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Por que usamos branco no Réveillon e em outros países não existe a tradição?

20/12/2017 14:52

Com o Ano-Novo logo aí, já está na hora de começar a pensar no look da virada e não é segredo para ninguém que os visuais brancos são os mais cotados. Mas você sabia que não é bem assim em outros países? Isso porque, no Brasil, temos uma grande tradição herdada das religiões de matrizes africanas, como o Candomblé e Umbanda, que costumam usar branco em certos rituais. 

Origem africana

Aqueles que têm fé em religiões africanas têm o costume de ir até a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, (foi nessa praia que a tradição começou a ficar evidente no Brasil, mas hoje todas as praias do país estão lotadas de gente adepta) para comemorar a chegada do novo ano e fazer oferendas a Iemanjá, rainha do mar, vestindo branco. Essa tradição, na verdade, tcomeçou lá na África, onde as tribos usam branco na passagem do ano para serem purificadas espiritualmente. Em outros países, que não tem uma história tão próxima da África, o uso do branco não é tão frequente.

Símbolo da paz

Além dessa proximidade cultural que existe aqui no Brasil, o branco também simboliza a paz em diversas culturas. Portanto, usar branco na passagem de um ano para o outro representa o desejo por um ano harmônico e super paz e amor. Tudo que a gente mais que, né? Algumas pessoas ainda dizem que a roupa precisa ser nova para que traga novas energias para o próximo ano.

Seja vestindo branco ou qualquer outra cor, o importante é se sentir linda e confortável para comemorar muito a chegada de 2018

ano novo branco

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Alguém precisa falar o óbvio: não faz o menor sentido um celular custar R$ 7 mil

18/12/2017 15:09

Os telefones já não são mais aqueles trambolhos com discos e botões que ficavam na casa da sua avó quando você era uma criança (certamente) pentelha. Também não são mais aqueles Motorolas "tijolo", o primeiro celular que eu vi alguém ter – e que custava US$ 1.000, o que fazia total sentido na década de 1990. Lembre-se, gastar US$ 1.000 naquilo, então, era a diferença entre estar conectado o tempo todo ou só falar com as pessoas em casa ou no trabalho.

Agora, telefone é esse aparelho que liga para as pessoas, manda mensagens, recebe emails, acessa a internet, joga, tira fotos, mede seu ritmo cardíaco e por aí vamos. Acontece que todas essas tecnologias evoluíram em um ritmo desembestado e hoje os aparelhos se tornaram muito mais acessíveis. Porém, surgiu um celular de US$ 1.000. Ou, para nós, 7 mil reais.

Eu não sou muito bom em previsões, por isso não faço muitas. Nem sou especialista em Apple ou em gadgets. Mas se tem uma coisa que me chamou a atenção na apresentação do iPhone X foi a “família”. Note: você não tem mais um iPhone com três diferentes especificações de armazenamento e o modelo do ano anterior.

Agora você tem modelos de US$ 350 a US$ 1.000 nos EUA. Como a Samsung, a LG, a Motorola. Do ponto de vista do negócio, faz total sentido, é até óbvio. Criou-se uma marca com alto valor agregado, desejada por todos. Se você oferece essa marca a pessoas de todo tipo de poder aquisitivo – ou pelo menos a uma gama maior de poderes aquisitivos –, vai ganhar mais dinheiro; aula 1 de Economia 101: o objetivo de toda empresa é gerar valor ao acionista.

Pois bem: há aí uma armadilha gigantesca. O iPhone é desejado porque era algo único, exclusivo. Porque se você tinha um iPhone a única pergunta era se era o desse ano ou o do ano passado – no máximo o do ano anterior. Se, porém, isso é acessível a todos, perde-se o fator exclusividade. E é aí, acho, que alguém teve a idéia brilhante de dizer: “A não ser que a gente cobre mil doletas por um deles!” Mil doletas lá, aqui: sete mil reais.

Não é que não possa dar certo. Existem impérios no mundo da moda que vendem bolsas e sapatos por dezenas de milhares de dólares, sendo que o custo de produção não chega à centena de dólares e o design às vezes não tem absolutamente nada de especial. As pessoas compram status, e qualquer marqueteiro sabe disso. Só que há tipos diferentes de status. Um cara que comprava um MacBook Air quando ele saiu não fazia isso porque ele era caro, embora ele fosse, como tudo o que a Apple faz, injustificadamente mais caro, mas sim porque aquilo representava uma diferença conceitual em design, tecnologia e usabilidade.

A primeira vez que eu tive um MacBook o que me encantou foi simplesmente que, ao contrário de todos os PCs que eu tinha usado antes, ele funcionava muito bem! Eu tive um Vaio que era lindo, fininho, só que o sistema operacional dele era o mesmo Windows que não me apetecia e que também estava nos laptops da Dell, HP etc.

Voltamos então aqui pro mundo do iPhone. Eu não tive o iPhone original – em vez disso, tomei a brilhante decisão de comprar um celular Palm… Quando saiu o iPhone 3G, porém, eu embarquei. Era mais caro? Claro que era, mesmo que a gente se enganasse que era “de graça” (com o contrato de fidelidade da operadora). Mas fazia uma diferença monstruosa. Era um combo de aparelho com funcionalidades que não havia igual. Com o tempo, outras coisas foram entrando na minha conta: integração com o Mac, iCloud, as músicas e filmes que eu comprei na plataforma.

Hoje, quando meu telefone começa a ratear, eu não vou na loja da minha operadora, vou direto na Apple. Não é porque eu ache que um Samsung ou um Motorola não pode me servir, é porque o que eu tenho eu já conheço e uso, e eu tenho uma baita de uma preguiça de pensar em mudar de “sistema”. Só que começam a aparecer as primeiras fissuras nessa lealdade, e certamente não só na minha.

Ano passado, por motivos familiares complexos, eu queria trocar de telefone e estava nos Estados Unidos quando saiu o iPhone 7. Minha mulher tinha um, mas eu não conseguia enxergar qualquer vantagem dele para o da minha filha, que era um 6S. Câmera melhor? Sério? Não, não muda minha vida. Mais “rápido”? O que é exatamente um celular “rápido”? O meu é suficientemente rápido, obrigado. Para completar, eu tenho uns 20 fones de ouvido que não iam entrar no 7. Então eu comprei um 6S, mesmo. Garanto, funciona perfeitamente bem, como funcionaria. Como, diga-se, o SE da filha mais nova continua funcionando até hoje para quem não exige tanto.

O iPhone SE custa R$ 1.999. Eu consigo entender porque alguém pode preferir comprar um 6S, um 7. Há, nesse caso, uma diferença de câmera e de processador que em alguns casos pode fazer diferença, além do tamanho da tela. Eu consigo até entender porque alguém pode achar que as diferenças incrementais entre o 7 e o 8 valem R$ 800 a mais, nem todos os consumidores são velhos ranzinzas com diversos fones de ouvido antigos, afinal. Mas eu não consigo, e acho que não conseguirei nunca, entender porque alguém pagaria R$ 7.000 por um celular cuja principal novidade é ele reconhecer a sua cara, além de uma tela que ocupa toda a parte frontal e uns emojis animados.

Não, não estou dizendo que a Apple lançou um celular qualquer de 7 mil reais, não é isso. O telefone reconhecer a sua cara pode não ser revolucionário no seu dia a dia, mas pode trazer uma camada extra de segurança para os seus dados. Além disso, o DisplayMate considerou a tela do iPhone X a melhor em um smartphone, com uma pontuação mais alta até mesmo que alguns monitores profissionais, o que pra muita gente é importante, e para todo mundo é uma vantagem perceptível. O problema é o que se paga por essas melhorias. Com R$ 7.000 você pode comprar:

Um MacBook Air de 13 polegadas à vista
Dois Samsung Galaxy S8
Um notebook bom o suficiente para jogar títulos recentes
Um laptop para games mais barato E AINDA um iPhone SE
Uma Honda CG125

Entende? Não faz muito sentido.

Tudo isso que eu escrevo pode se mostrar uma enorme bobagem a hora que o X chegar às nossas mãos... Evidente: a diferença entre ter um botão ou não pode se revelar revolucionária. Mas alguém realmente acredita que isso pode acontecer?

No frigir dos ovos, você vai pagar quase o dobro do valor por um telefone porque ele – nem sempre – vai destravar quando você olhar para a tela. Parece que Apple mudou de aposta. Parou de apostar em quem gosta de coisas bem feitas para apostar em quem quer ter coisas caras e exclusivas. Eu não faço nenhuma questão. Fico com o meu 6S por enquanto. Ano que vem, quem sabe, troco por um 8. Ou por um Motorola. Achei o design do novo bem interessante. Mas R$ 7 mil por um telefone só porque ele sabe – às vezes – que eu sou eu e não o Brad Pitt (pareço muito) ou o Will Smith? Não, obrigado.

 

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O que acontece com seu corpo quando você está com o coração partido

15/12/2017 14:42

Existe uma razão para você se sentir esgotado e enjoado após o término de um relacionamento: um coração partido traz um custo físico para seu corpo.

Infelizmente, isso é normalmente ignorado, diz Ronald A. Alexander, um psicoterapeuta que atende na California e no Colorado, e autor de Wise Mind, Open Mind: Finding Purpose and Meaning in Times of Crisis, Loss, and Change. (Mente esperta, Mente aberta: encontrando propósito e significado em tempos de crises, perdas e mudanças.)

"Você não está sozinho se você leva para sua cama e se sente excluído do mundo", diz Alexander. "Um coração partido pode fazer a pessoa se sentir como se tivesse perdido o rumo. Chorar e soluçar é comun, assim como sentimentos de melancolia, mas há sintomas físicos também."

Lidar com um coração partido, pelo menos nos estágios iniciais, geralmente causa estragos em seu cronograma de sono. Problemas para dormir como insônia são comuns para os recém solteiros, diz Alexander. O estresse de um término pode levá-lo ao limite, interferindo nos processos biológicos que normalmente te ajudam a pegar no sono ao final do dia.

"Quando você está sofrendo com um coração partido, pode ser muito difícil de aquietar sua mente, fazê-la calar e descansar", disse ele.

Ansiedade e crescentes palpitações normalmente vêm acompanhadas de um coração partido, adicionou Alexander.

"É importante saber que a tristeza e o luto de um coração partido podem aumentar o fluxo do sistema nervoso", disse ele. "É muito comum que esse estado de hiperestimulação desencadeie sentimentos de perda de controle".

E, em alguns casos, um término de relacionamento pode desencadear sintomas de um infarto. A síndrome do coração partido - ou miocardiopatia Takotsubo, como foi inicialmente descrita na literatura médica japonesa nos anos 90 - é uma condição cardíaca temporária que parece com um infarto e normalmente é despertada por situações de estresse, como a morte de alguém querido ou o término de um relacionamento.

Harmony Reynolds, cardiologista da universidade New York University Langone Medical Center, disse ao HuffPost que a síndrome do coração partido é diagnosticada em aproximadamente 1 a 2 por cento dos pacientes que chegam ao hospital com sintomas de infarto.

Ela explicou que os sintomas, as mudanças no eletrocardiograma e os testes de sangue de pessoas com a síndrome do coração partido são similares aos dos pacientes que infartam, apesar das artérias coronárias permanecerem desobstruídas. (Em um infarto, as artérias estão obstruídas.)

"Pacientes com a síndrome do coração partido também têm anormalidades da função muscular do coração durante o episódio", disse Reynolds. "A disfunção do músculo do coração se recupera completamente em semanas ou meses nos sobreviventes. Infelizmente, pacientes que tiveram a síndrome do coração partido continuam a ter um risco elevado de doença cardíaca e eventos de infarto."

Recentemente, Reynolds conduziu um estudo de 20 anos que demonstrou que essa condição atinge mais mulheres mais velhas.

"Pelo menos 6.000 casos da síndrome ocorrem anualmente nos Estados Unidos e até 90% dos pacientes são mulheres, geralmente no período de pós-menopausa", disse ela ao HuffPost.

Como é o tratamento para a síndrome do coração partido? Jeanine Romanelli, cardiologista na clínica Lankenau Medical Center, na Pensilvânia, diz que os médicos têm que descartar outras causas potenciais, como doença cardíaca, coágulos ou obstruções, antes de diagnosticar e tratar a síndrome do coração partido.

"Nós abordamos o tratamento praticamente da mesma maneira que abordamos o tratamento para insuficiência cardíaca, utilizando anticoagulantes, inibidores ECA (enzima conversora de angiotensina) e betabloqueadores", disse ela. "E, porque 10% dos pacientes que experienciam um episódio de síndrome do coração partido têm um segundo episódio, é importante monitorarmos o progresso do paciente com ultrassom."

O que fazer se você tem os sintomas

Infelizmente, você vai precisar de mais que um pote de sorvete para te ajudar a superar seu (sua) ex. Romanelli recomenda que você pense sobre as atividades que te ajudam a desestressar e praticar mais dessas atividades.

"Técnicas não saudáveis para lidar com o problema, como beber ou comer demais, podem colocar seu coração em risco, então tente encontrar saídas que aliviem e ajudem a combater o estresse", disse ela. "Meditação, técnicas de respiração, yoga ou até mesmo dar um tempo das redes sociais para sair com um amigo ou ler um livro podem ajudar."

E, apesar de soar básico, o simples fato de lembrar-se de respirar profundamente e reparar no ambiente pode ajudar quando você sente que está perdendo o controle.

"Respire, peça ajuda para um amigo, busque aconselhamento profissional ou saia para uma caminhada", disse Alexander. "Se puder, vá andar pelas margens de algum lago; quando seu coração está partido, assistir à água passar por você pode levá-lo a perceber, inconscientemente, que tudo muda e nada permanece igual. Os corações partidos e você vão sofrer, mas tente se lembrar: Isso também passará."

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26 sinais de que você é uma pessoa boazinha DEMAIS

14/12/2017 11:06

Bondade será sempre uma característica ótima, seja em quem for, mas às vezes podemos acabar deixando que as pessoas abusem, por não percebermos o momento de impor limites.

Alguém já chegou a te dizer que você está sendo boazinha demais? Você acha que isso é verdade? Confira alguns sinais básicos que podem indicar que você é, de fato, uma pessoa boazinha em demasia.

1- Você nunca arrisca ser grosseiro, por isso jamais interrompe um tagarela, por mais atrasado que esteja.

2. O atendimento é péssimo, mas você opta sempre por não reclamar.

3. Você sempre se controla, nunca se exalta com atendentes telefônicos. Mesmo que a empresa esteja te sacaneando muito.

4. Você pediu o seu prato favorito no restaurante, mas ele veio errado, e você não fala nada para garçom e come do jeito que veio.

5. Você dá papo para bêbados na rua.

6. Você costuma dar esmola sempre, caso contrário fica se sentindo mal.

7. “Pisam no seu pé”, mas é você que pede desculpa.

8. Esbarram em você, mas você pede as desculpas.

9. Você pega todos os folhetos na rua, ainda que não sejam do seu interesse, “pra ajudar o cara a ir pra casa mais cedo”.

10. Se você fica muito tempo numa loja, passa a sentir medo de que achem que você vai roubar algo.

11. Você tem uma extrema dificuldade em dizer “não”.

12. Você diz muito “pode ser”.

13. E “você que sabe”.

14. E “você que manda”.

15. É meio fácil te sacanear, e você sabe disso.

16. Uma pessoa te pede um favor absurdo e abusivo, mas você diz que tudo bem. Ela ri de você e diz: “Tô brincando!!! rsrsrs”

17. Você confunde “ser sincero” com “ser agressivo”.

18. Nunca consegue dizer que não gostou. “E aí, o que você achou da minha banda?” “Nossa, muito boa!”

19. “Gostou da comida?” “Tava ótima!”

20. Você faz favores pros outros no trabalho ainda que isso vá atrapalhar o seu trabalho.
21. Você não lembra da última vez em que brigou com alguém.

22. Você nunca gritou com ninguém.

23. Você opta por evitar conflitos a qualquer custo.

24. Você gosta de ser assim, não tem problemas com a bondade.

25. Mas às vezes é ruim.

26. Ah, mas é bom!

 

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Primeira Edição © 2011