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15 de maio Dia do Combate à Infecção Hospitalar

15/05/2020 11:55

No Brasil, o dia 15 de maio é o Dia do Combate à Infecção Hospitalar. Em 1846, o médico-obstetra Ignaz P. Semmelweis observou que as maternidades em que os obstetras lavavam as mãos antes do parto tinham uma menor taxa de mortalidade materna. A partir do dia 15 de maio daquele ano, o médico defendeu e incorporou a prática da lavagem de mãos como atitude obrigatória para todos os profissionais da saúde que entrassem em enfermarias.

Nessa data, o Ministério da Saúde e os serviços de saúde, especialmente os hospitais, conscientizam a população e os funcionários da área sobre a importância do controle de infecções hospitalares. Atualmente, o termo “infecção hospitalar” foi trocado por “infecção relacionada à assistência”, visto que o segundo é mais abrangente.

Em 2020, essa data tem um significado ainda mais importante: o mundo está em um cenário de pandemia devido ao coronavírus. Isso significa que as medidas de proteção e segurança devem ser mais rigorosas, principalmente em um hospital de saúde mental, como o Hospital Santa Mônica.

Neste artigo conversamos sobre o que é o Dia do Combate à Infecção Hospitalar, quais são os riscos em um hospital de saúde mental e o que está sendo feito no Hospital Santa Mônica para resguardar os pacientes e seus familiares. Para elaborá-lo, tivemos a ajuda da Dra. Rebecca Saad, médica infectologista e responsável pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Santa Mônica. Acompanhe!

O Dia do Combate à Infecção Hospitalar

Como falado, atualmente a denominação “infecção hospitalar” foi trocada pelo termo “Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (IRAS)". Assim, é possível abranger não só as ações e os fatos ocorridos no ambiente hospitalar, mas em todas as ocorrências de internação e pós-internação ligadas ao paciente.

Por definição, a infecção hospitalar é caracterizada por qualquer infecção adquirida após a internação do paciente. Isso significa que ela não foi contraída na comunidade, mas dentro do ambiente hospitalar. Os sintomas podem se manifestar durante o período que a pessoa se encontra dentro do estabelecimento ou até mesmo após a alta.

O dia 15 de maio serve para lembrar a todas as Instituições de Saúde a importância das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar. Esse tipo de serviço tem como responsabilidade planejar e implantar ações de biossegurança, ou seja, a adoção de procedimentos e normas que têm como objetivo a manutenção da saúde dos colaboradores, pacientes e seus familiares.

As ações mais importantes nesse contexto são a correta higienização das mãos dos profissionais de saúde, o uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI) — como máscaras, face shields, luvas e aventais —, o controle do uso de antibióticos, bem como a limpeza e desinfecção de objetos e superfícies.

Os riscos de infecção em um hospital de saúde mental

Segundo a Dra. Rebecca, a ação que mais surte efeito na prevenção da infecção hospitalar é a lavagem das mãos: "isso ocorre porque as mãos são a principal via de transmissão de micro-organismos durante a assistência à saúde". A mão é o principal vetor de infecção tanto hospitalar quanto comunitária.

Essa medida simples e menos dispendiosa, que é feita com água e sabão, pode prevenir a propagação dos germes multirresistentes e das infecções hospitalares.

No contexto da pandemia, toda a população foi orientada a realizar a correta lavagem das mãos. Isso se dá porque o coronavírus não consegue penetrar na pele, mas pode permanecer na superfície, esperando a oportunidade de entrar no organismo por lugares mais vulneráveis, como os olhos, nariz e boca. Ao lavar as mãos, é possível destruir o vírus, já que o sabão solta o vírus da pele e faz com que o seu envelope se dissolva, matando-o.

"A diferença para um hospital de saúde mental é o tipo de paciente que ele abriga. Frequentemente, as doenças psiquiátricas que acometem os pacientes internados nessa instituição tornam os hábitos de higiene inadequados e mais escassos, o que pode contribuir para a disseminação de infecções", afirma a Dra. Rebecca Saad.

Com os cuidados redobrados da equipe, no entanto, é possível contornar a situação. No Hospital Santa Mônica há pouquíssimos casos de infecção relacionada à assistência, pois a política de cuidados é seguida com rigor.

As medidas de segurança tomadas pelo Hospital Santa Mônica

Em um hospital psiquiátrico, as infecções relacionadas à assistência mais comuns são a pneumonia e a infecção do trato urinário, principalmente em pacientes acamados, assim como a gastroenterite e a escabiose. Nesse contexto, as medidas de segurança incluem a rápida detecção e o tratamento dos quadros clínicos, assim como medidas de prevenção para evitar o seu surgimento, como:

  • a higienização das mãos e a proteção dos funcionários, visto que eles são responsáveis pelo cuidado de todos os pacientes, isso ocorre por meio do uso de máscaras, face shields (protetores faciais);

  • o diagnóstico precoce de infecções;

  • a limpeza das mãos dos pacientes, principalmente antes das refeições e após usar o banheiro.

Em relação à pandemia do coronavírus, o Hospital Santa Mônica tomou algumas medidas específicas. No momento, as visitas estão suspensas devido ao risco de familiares e amigos levarem o vírus para dentro do estabelecimento.

Para evitar a disseminação do vírus, a Dra Rebecca, que é especialista em doenças infecciosas, tomou algumas medidas. Segundo ela, "os pacientes que estão na primeira admissão, ou seja, pacientes novos que vieram da comunidade, são isolados por um período antes de poderem circular pelo Hospital Santa Mônica como os demais. Geralmente a observação dura cerca de 6 dias, visto que o período médio de incubação da doença varia entre 5 e 5 dias e meio. O ideal seriam 14 dias, mas esse prazo se torna inviável, devido ao risco de piora do quadro psiquiátrico dos pacientes."

No Hospital Santa Mônica realizamos o exame PCR para detecção do vírus pelo Laboratório Fleury que é nosso parceiro nesta área, o resultado saí em até 48 horas.

Contamos com uma área de isolamento para pacientes que apresentarem sintomas respiratórios, estes serão encaminhados para um hospital geral para tratamento, ou em caso de inviabilidade de transferência, permanecerão no isolamento.

Após a resolução do quadro, eles podem ser admitidos e ficarão em observação por 6 dias como os demais. Com essas medidas é possível controlar a disseminação do vírus dentro do hospital de saúde mental.

Para conscientizar os pacientes, a Dra Rebecca instruiu a sua equipe a realizar palestras de orientação sobre a importância da higiene das mãos e de manter o distanciamento, evitando o contato físico. Além disso, a médica frisa que as oficinas que antes eram realizadas com muitas pessoas tiveram o seu número de alunos reduzidos, a fim de evitar a aglomeração em sala de aula.

Entendeu como é possível combater a infecção relacionada à assistência, inclusive em hospitais de saúde mental? O Hospital Santa Mônica leva o Dia do Combate à Infecção Hospitalar a sério, e aproveita para reforçar as medidas de segurança durante todo o ano.

Hospital Santa Mônica dispõe de uma área de 83 mil m², sendo 50 mil m² de mata nativa preservada e o restante de instalações confortáveis para pacientes com doenças mentais agudas e dependentes químicos. 

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O futuro do mercado de trabalho

12/05/2020 10:42

Para o Headhunter, especialista em recolocação executiva e sócio da OPTME RH, com 12 anos de experiência no mercado de capital humano, Marcelo Arone, toda crise acelera os processos de transformação, seja ela na sociedade, na vida dos indivíduos (pessoal + profissional) ou nos pequenos detalhes do dia a dia: “estamos em pleno processo de transformação no mercado de trabalho. São mais de 50 dias de isolamento social e já podemos observar que as mudanças, ao menos a maioria delas, são definitivas”.

Segundo ele, é preciso começar, isso para quem ainda não se deu conta, a pensar de uma outra forma. “Nós temos muitos exemplos positivos, já, de empresas que se adaptaram rapidamente ao sistema home office, por exemplo, ou que se adequaram para não precisar demitir. Mas a verdade é que tem muita gente esperando que a vida volte ao normal. Um “normal” que já não existe mais”, explica ele.

Marcelo lembra que já estávamos vivendo uma transição, se pensarmos em mudanças de carreira que aconteceram nos últimos tempos: “No caso da mão de obra, temos exemplo muito recentes de profissionais de diferentes indústrias que migraram para áreas de Tecnologia. Engenheiros, Economistas, Administradores que eram disputados por áreas, em teoria, mais “glamourosas”, como bancos, consultorias ou grandes empresas de consumo, trocaram a gravata pelos startups, fintechs e empresas de inovação”.

Vagas que já vinham crescendo e foram “turbinadas” pelo distanciamento social, em sua maioria, estão ligadas a área digital e ao consumo básico. São áreas clássicas de necessidade humana que Maslow nos ensinou no século passado: alimentos, segurança e saúde. Empresas que já tinham plataforma online de vendas largaram na frente, mas muitas se adaptaram em menos de 10 dias. Seguradoras, empresas de telemedicina, EAD, streamings, empresas que oferecem ferramentas de trabalho remoto e e-commerce tiveram que contratar com urgência pessoas em diferentes níveis no epicentro da crise, entre março e abril.

O especialista lembra que os setores que entraram em “quarentena” junto com as pessoas, mas não são itens de primeira necessidade, acabaram sofrendo uma quebra maior. “Esses mercados certamente vão demorar um pouco mais para voltar, dependendo mais da flexibilização das regras de distanciamento e à diminuição do pânico inicial do consumidor, como serviços de beleza, roupas, acessórios, eletrodomésticos e varejo em geral”, enfatiza.

O maior risco fica por conta dos setores que juntam fatores de risco para uma contaminação direta ou em massa: eventos ou shows com aglomeração, empresas aéreas que levam 200 / 300 / 400 pessoas num espaço fechado por algumas ou muitas horas e restaurantes com pouco espaço. “Por mais que as pessoas possam retomar a normalidade de “ir e vir”, o instinto de proteção será maior”, lembra ele, que segue: “ainda mais quando você corre o risco de chegar em casa e transmitir pra sua família. Antes que uma vacina ou imunização em massa seja efetivamente liberada, esses segmentos irão esperar um tempo maior de retomada”.

A grande questão é: o modo como as empresas estão encarando as mudanças trazidas pela pandemia vão falar muito sobre essa retomada. Observar esse período como de transição, muito mais do que apenas como um hiato no seu modo antigo de ser pode ser um indício de que há coisa boa vindo por aí, apesar dos pesares.

 

Quem é Marcelo Arone?

Marcelo Arone é Headhunter, especialista em recolocação executiva e sócio da OPTME RH, com 12 anos de experiência no mercado de capital humano. Formado em Comunicação e Marketing pela Faculdade Cásper Líbero, com especialização em Coach Profissional pelo Instituto Brasileiro de Coaching, Marcelo já atuou na área de comunicação de empresas como Siemens e TIM, e no mercado financeiro, em empresas como UNIBANCO e AIG Seguros. Pelo Itau BBA, tornou-se responsável pela integração da área de Cash Management entre os dois bancos liderando força tarefa com mais de 2000 empresas e equipe de 50 pessoas. Desde então, se especializou em recrutamento para posições de liderança em serviços, além de setores como private equity, venture capital e empresas de Middle Market, familiares e brasileiras com potencial para investidores. Já entrevistou em torno de 8000 candidatos e atendeu mais de 100 empresas em setores distintos.

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Sobremesa para adoçar o paladar no Dia das Mães

08/05/2020 14:24

O Dia das Mães, uma das datas mais especiais do ano, será celebrada de uma forma um pouco diferente no próximo domingo. Mas quem disse que é preciso comprar um presente para agradá-las? Uma receita feita com carinho e ingredientes selecionados pode ser uma ótima forma de expressar esse amor. A Kitano, que sempre ajuda com inspirações para dar mais sabor na vida dos consumidores, sugere a “Pêra em calda com cravo” como sobremesa para marcar esse momento único.

Com um sabor picante e adocicado, o cravo é bastante utilizado em doces brasileiros como o sagu, doces em calda e até arroz doce. Para evitar que a especiaria assuma um protagonismo exagerado, a dica é retirá-lo da panela depois de alguns minutos de cozimento.

 

PÊRA EM CALDA COM CRAVO

Rendimento: 4 porções

Tempo de preparo: 30 minutos

Ingredientes:

4 peras médias

1 colher (sopa) de suco de laranja

1 xícara (chá) de açúcar

2 xícaras (chá) de água

5 Cravos-da-Índia KITANO

1 colher (chá) de raspas de laranja

2 colheres (chá) de conhaque

Modo de preparo:

Corte as peras ao meio e retire as sementes. Misture com o suco e reserve.

Em uma panela, junte o açúcar, a água e leve ao fogo médio por 10 minutos ou até obter ponto de calda leve.

Acrescente as peras reservadas, os Cravos-da-Índia KITANO, as raspaso conhaque e cozinhe em fogo baixo até que estejam macias e a calda mais espessa.

Sirva quente ou fria.

DICAS KITANO

Sirva quente com sorvete de creme ou de chocolate.

Substitua o suco de laranja por suco de limão siciliano.

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A verdade por detrás das fake news sobre o Covid-19

08/05/2020 14:04

As fake news só tem de novidade o nome. As notícias falsas já percorriam a sociedade nazista antes mesmo da invenção da internet. Os boatos falsos já se propagavam no mundo antes mesmo de Hitler nascer. O grande problema desse fenômeno de espalhar informações falsas é o que elas promovem na mentalidade coletiva de uma população, principalmente agora com a pandemia do Covid-19.
 

Informações falsas de descobertas de tratamento, vacinas, até aquelas que negam o vírus, além de irem contra a Organização Mundial de Saúde (OMS), corroboram com intenções unicamente econômicas, podendo promover um afrouxamento no combate ao coronavírus, o que significa diretamente morte da população.
 

As fake news, notícias falsas ou os boatos, como queira chamar, conseguem ser aceitas pela população com rapidez, pois apesar do fato ser falso, a intenção ideológica que a notícia carrega é muito verdadeira e cria uma identificação mental com parte da população, podendo ela chegar até a um estado de delírio coletivo, ou seja, a crença em outra realidade que não é a atual.
 

Por criar tal identificação, ela também se espalha mais rápido. O Massachusetts Institute of Technology (MIT) apontou que notícias falsas se espalham 70% mais rápido do que qualquer outra notícia. Psicologicamente, isso se dá pois a ideologia que está por detrás das fake news faz os indivíduos que se identificam com ela sentirem-se corretos, entendidos e parte de um grupo. Como diz Carl Gustav Jung, psicoterapeuta e médico, o indivíduo prefere o "estado de massa", pois ele é mais confortável e traz uma sensação de pertencimento e segurança. Portanto, quem compartilha fake news esquece a própria consciência.
 

Enquanto o ser humano não entender a real situação do mundo e das possíveis consequências (e da lição) que o coronavírus já está trazendo, as fake news continuarão, porque elas estão a serviço de ideologias que pouco se importam com os cidadãos e não admitem ter menos lucro trimestral.

*Leonardo Torres, Professor e Palestrante, Doutorando em Comunicação e Pós-graduando em Psicologia Junguiana

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Dia do Oftalmologista - 7 de maio

07/05/2020 17:20

O mundo que conhecemos já não é mais o mesmo. Há alguns meses, a pandemia do coronavírus mudou a vida de todos e acendeu o alerta sobre higienização das mãos e o cuidado de evitar tocar a região dos olhos (além do nariz e boca). Neste dia do Oftalmologista, porém, o alerta vai além deste cuidado básico. A oftalmologia evoluiu durante os anos, com avanços em diagnósticos, exames, tratamentos e cirurgias, focados na necessidade de cada paciente e merece atenção também durante este período de isolamento social.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 285 milhões de pessoas em todo o mundo estão prejudicadas visualmente. No Brasil, o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que 45,6 milhões de brasileiros sofrem de algum tipo de deficiência visual, mas grande parte desses problemas podem ser tratados ou evitados, se diagnosticados com antecedência. A saúde dos olhos é de muita importância, pois 85% das informações processadas pelo cérebro vêm da visão.

E neste período que estamos passando, por conta do coronavírus, os cuidados devem ser redobrados. Como já sabemos, devemos evitar levar as mãos aos olhos, principalmente se estivermos fora de casa. É importante destacar que esta medida não evita apenas o contato com o novo vírus, mas também outros tipos de infecções, que podem ser transmitidas por germes e bactérias presentes nas mãos, quando não estão devidamente higienizadas.

Além disso, é preciso orientar que consultas de manutenção pós-cirúrgicas, como de miopia, catarata, entre outras, ainda precisam ser realizadas, mesmo neste período, para garantir os cuidados e a conclusão adequada do tratamento. Nestes casos, procure a orientação direta do seu médico com alternativas para evitar a exposição e respeitar as medidas de isolamento. Uma das opções é o atendimento via telemedicina, para que o médico possa passar as orientações e tomar conhecimento da evolução do tratamento e/ou de eventuais complicações.

Também  não se deve ignorar nenhum sintoma de outras doenças oculares: dores, irritações, vermelhidão, visão dupla tremor nos olhos, visão embaçada, dificuldades a se adaptar à luz ou qualquer tipo de desconforto, são alguns sintomas que podem indicar que algo não anda bem com sua saúde visual. Por isso é importante o contato com o oftalmologista, para diagnosticar desde um quadro de estresse a possíveis anormalidades na visão ou até algum distúrbio mais sério. Com essa prevenção, é possível deter possíveis complicações na visão,

Outros cuidados diários também devem ser respeitados dentro de casa: evitar exposição direta ao sol; evitar exposição excessiva à TV, celular ou computador; evitar coçar os olhos, pois pode causar irritações e, não menos importante, manter uma alimentação saudável. Importante também o cuidado de não tocar os olhos com a mão higienizada com álcool, que pode causar irritações.

Não só hoje, mas diariamente, cuidemos ao máximo de nossa saúde e valorizemos os profissionais que tanto buscam por melhorias e evoluções para o bem-estar da população. Se cuide, sempre.

 

Dr. Alexandre Misawa, oftalmologista do Hospital HSANP e da Clínica IMUVI, que faz parte do mesmo grupo.

 Sobre o Hospital HSANP: produto de investimentos de um grupo de médicos e gestores especializados na área de saúde que possuem mais de 15 anos de experiência. Busca ser referência na Região Norte da Grande São Paulo e um dos melhores hospitais de toda a cidade e servir à densa população dessa região, profissionais da área de saúde e operadoras de assistência médica com toda comodidade, evitando deslocamentos arriscados

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Primeira Edição © 2011