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Franquias: Uma excelente oportunidade para empreendedores.

13/04/2015 14:03

Ter um negócio próprio é o sonho de muitos brasileiros. As franquias são uma boa ideia para quem quer começar com esse perfil de empreendedor. Este modelo de negócio totaliza hoje no mercado brasileiro 56,5 mil unidades, cada dia uma nova marca é adquirida para abrir em um novo local, assim, o Brasil se tornou o país com um dos maiores mercados de franquias, perdendo apenas para os EUA e o Japão.

Especialistas dizem ainda que a possibilidade de haver aumento no numero de franquias em 2015 é grande, visto que novas marcas estão chegando ao mercado brasileiro nos ramos de alimentação, educação e vestuário e isso se transformará em mais franquias para a população.

O grande diferencial de uma franquia hoje em dia é que há a personalização do serviço, todos oferecem um serviço bem executado e totalmente profissional, também, as marcas já estão consolidadas no mercado o que gera lucros cada vez maiores para os franqueados.

Como abrir uma franquia

Ficou com vontade de abrir uma franquia? Ótimo, para abrir uma dessas você primeiro deve escolher um ramo e se informar muito bem sobre para saber as vantagens e os riscos que tem escolhendo aquilo e ai pense em um plano de negócio, por último procure um local ideal para a instalação e ai assine o contrato.

Antes de iniciar o seu negócio, é importante ter um gerenciador financeiro online para não se perder nas contas e conseguir obter o lucro correto no seu modelo de negócio. Para abrir a franquia você deve saber que pode se tornar um processo caro ou barato, tudo dependerá de sua escolha de marca e do ramo que deseja atuar. Para te ajudar nessa empreitada, vamos disponibilizar aqui uma lista das franquias mais baratas do mercado:

·         DISK MANICURE: franquia fundada em 2007 oferece oportunidade para quem deseja investir no público feminino. A Disk Manicure leva uma manicure para a casa da pessoa para realizar o trabalho de pedicura e manicure.

O investimento inicial gira em torno de R$5.000,00 a R$30.000,00.

·         LIGHT DEPIL: franquia fundada em 2010 e traz a inovação de oferecer serviços de depilação à luz pulsada no conforto de casa.

O investimento inicial parte de R$ 9.900,00 e o retorno que se tem do valor é em 6 meses.

·         CARRINHO CHOPP BRAHMA: a franquia da Ambev foi a primeira a ter franquias no ramo de bebidas do Brasil, foi criada em 1999. Atualmente a marca trabalha com 6 modelos de franquias, a Nosso Bar, Chopp Brahma Móvel, Quiosque Chopp Brahma, Seu Boteco, Loja Chopp Brahma Express e oferece todo o apoio ao franqueado.

O investimento inicial é de R$27.000,00 a R$400.000,00 e tem-se um faturamento médio mensal de R$45.000,00.

·         AMIGO DO COMPUTADOR: é uma franquia que pode ser instalada na casa do franqueado para realizar reparos em computadores. A franquia foi fundada em 2008 e o investimento inicial é de R$12.000,00.

·         DOUTOR FAZ TUDO: franquia pioneira na realização de pequenos reparos em residências. Foi fundada em 2008 e tem um investimento inicial de R$ 20.000,00 a R$30.000,00.

·         AUTO SPA EXPRESS: esse modelo de franquia oferece serviços de estética automotiva atendendo os veículos nas residências. Foi fundada em 2010 e o investimento inicial é de R$9.900,00.

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O DOM DA FELICIDADE

17/04/2015 16:36

Para alguns falta dinheiro, para outros falta amor, e para muitos, esses são os motivos que justificam faltar a felicidade. Desde minha infância em terras mineiras, penso sobre como e o que as pessoas fazem para irem de encontro a esse estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico.

A maioria de nós costuma desperdiçar as oportunidades de ser feliz apenas porque, de frustração em frustração, a alma humana, cansa, se inibe, correndo o risco de se fechar para o novo. Lembro-me de ter visto pessoas reduzirem a própria existência a uma interminável lista de obrigações, por se julgarem incapazes de alcançar a realização pessoal, ou por não se considerarem merecedoras das coisas boas que poderiam viver. Esse tipo de mal estar continua mais comum do que pode parecer.

Adiar decisões que podem fazer a vida valer a pena é um dos grandes erros humanos. Muitas vezes despertamos somente após uma doença grave, um divórcio ou uma demissão, o que é pior ainda. Coragem e espírito livre para abraçar os desafios fazem a vida ter sentido e movimento.

Em minha vida, encarei muitas batalhas. Já adulta fiz de tudo um pouco. Fui cabeleireira, vendedora de roupas e vendedora de Seguros. Tornei-me mãe e novamente lidei com a necessidade de mudança, de renascimento e de reinvenção. O ser humano tem o impulso de buscar a felicidade e não se conforma em ter menos do que isso. E por que comigo seria diferente?

Passei por dificuldades em Carangola, no interior de Minas.  Um dia, o que era ruim ficou pior e eu me vi sem perspectivas, não restavam nem R$ 0,50 para comprar leite para minha filha. Esse foi o fato decisivo que me convenceu a partir para o Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa onde nasci em busca de trabalho para proporcionar a vida digna que eu sonhava para minha família. Vivia naquele instante um momento decisivo. Eu precisava acertar. Era tudo ou nada.

Quando olhei para trás, o que vi, não foi o lugar onde cresci, mas um estilo de vida onde eu não cabia mais, que não tinha nada a ver com minha alma em expansão. Confesso que senti angústia assim que cheguei ao Rio, pois o desconhecido sempre nos amedronta.

Focada em acertar e em poder sustentar minha filha, comecei a organizar armários e agendas de pessoas sem tempo, planejei viagens e roteiros de amigos e de amigos destes amigos. Reinventei-me, como uma espécie de “concierge”. Pensando em desenvolvimento pessoal, investi na carreira acadêmica. Passei pelos cursos de Jornalismo, Direito e Publicidade. Movida pela minha paixão de escrever diálogos e roteiros, me encontrei como produtora audiovisual.

Penso que pessoas que não se arriscam dificilmente sofrem, mas em contra partida também não vivem. Por medo, algumas optam por uma vida “morna”. Para os que se “atrevem”, vale a frase do ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt: "É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota”.

No meu primeiro livro “O que falta para você ser feliz?”, convido o leitor a mergulhar em uma jornada rumo a uma nova realidade, plena de significado e prazer. Mudar pode ser incomodo e até doloroso inicialmente, mas ficar preso à rotina, delegando ao destino ou aos outros a responsabilidade pela nossa própria felicidade, vai machucar muito mais ao longo do tempo. 

 Sobre a Dominique Magalhães:

De origem simples, Dominique Magalhães, empresária com forte foco no social, nasceu no Rio de Janeiro, mas viveu dos oito aos vinte e seis anos em Carangola, município localizado em Minas Gerais. Saiu do interior com objetivo de trabalhar seu talento e vocação. Em busca da profissão dos sonhos, desempenhou várias funções que foram de cabeleireira à vendedora. Em 2005, movida pela paixão de escrever diálogos e roteiros, montou a Dom Produções Criativas, uma produtora audiovisual independente. Atualmente, é autora do método “Dom” e “Projeto Social Dom – Qual é o seu dom?” – cujo objetivo é levar as pessoas a compreenderem, capacitarem e compartilharem seus dons, para obterem uma vida plena e feliz. Escreveu também o livro “O que falta para você ser feliz?” e é idealizadora do projeto audiovisual & plataformas SE

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Reflita sobre a infelicidade no trabalho

22/04/2015 11:47

No próximo mês, é celebrado o Dia do Trabalho, tarefa essa que desde os primórdios nos fornece o sustento material e a possibilidade de conquistar o sucesso. Todavia, nem todos consideram essa data uma ocasião para comemorar. A insatisfação, a frustração e a infelicidade muitas vezes tomam conta do ambiente onde passamos a boa parte do nosso tempo, causando sérios problemas ao corpo e principalmente à alma.

A lista de fatores que pode causar esse mal estar na área profissional é imensa! Acredito que o pior motivo seja o fato de não estarmos na profissão correta. Não ter afinidade com aquilo que se realiza todos os dias leva milhares de pessoas ao sofrimento. Muitos profissionais entram no mercado de trabalho exercendo uma função que não lhes dá nenhum prazer, tornando suas tarefas diárias uma grande tortura.

Se nos encontramos infelizes no trabalho, é possível que essa adversidade prossiga conosco além do horário comercial. Algumas pessoas tornam-se amargas, apáticas e descontam seus sentimentos de frustração em familiares, amigos ou fogem, mergulhando em vícios: cigarro, comida, bebida, o que traz uma sensação de alento apenas passageira, agravando a tristeza.

A maioria de nós costuma desperdiçar pequenas oportunidades de felicidade apenas porque de frustração em frustração a alma cansa, se inibe, correndo o risco de se fechar para o novo.

Lembro-me de ter visto pessoas reduzirem a própria existência a uma interminável lista de obrigações, por se julgarem incapazes de alcançar a realização profissional, ou por não se considerarem merecedoras das coisas boas que poderiam viver.

O que pode ser feito para mudar esta situação? Penso que quando você percebe que sua vida profissional não lhe agrada, seja a hora de considerar a busca por seu verdadeiro dom.

A resposta para a simples pergunta “Qual é o seu dom?” tem um poder revelador. Em geral, ao serem indagadas sobre esta qualidade inata, as pessoas deixam de lado a expressão de desânimo e seus olhos brilham. Algumas ficam confusas, pois nunca se sentiram dotadas de um talento, ou apenas não haviam pensado sobre isso.

Somos induzidos a ter dinheiro e sucesso através de uma ocupação, e muitas vezes abandonamos algo que temos de especial quando escolhemos nossos caminhos profissionais, sem levarmos em conta a dádiva que recebemos ao nascer.

Encare o desafio de conhecer a si mesmo, de viver e assumir seu dom, de superar obstáculos e de ser reconhecido por isso. Procure dentro de si aquele sonho que dá sentido à sua existência. Descarte as aspirações que são dos outros e faça questão de perseguir e viver aquelas que são realmente suas. Você merece ter uma vida feliz. Viva seu dom!

 

*  Dominique Magalhães - De origem simples, Dominique Magalhães, empresária com forte foco no social, nasceu no Rio de Janeiro, mas viveu dos oito aos vinte e seis anos em Carangola, município localizado em Minas Gerais. Saiu do interior com objetivo de trabalhar seu talento e vocação. Em busca da profissão dos sonhos, desempenhou várias funções que foram de cabeleireira à vendedora. Em 2005, movida pela paixão de escrever diálogos e roteiros, montou a Dom Produções Criativas, uma produtora audiovisual independente. Atualmente, é autora do método “Dom” e “Projeto Social Dom – Qual é o seu dom?” – cujo objetivo é levar as pessoas a compreenderem, capacitarem e compartilharem seus dons, para obterem uma vida plena e feliz. Escreveu também o livro “O que falta para você ser feliz?” e é idealizadora do projeto audiovisual & plataformas SEM MALAS.

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Liguem seus celulares, a aula vai começar

24/04/2015 14:36

Abram os livros e desliguem os celulares. Tal imposição parece estar com os dias contados dentro das salas de aula. O tempo tem se encarregado de ensinar professores e alunos a tirarem melhor proveito dessa tecnologia, que antes era vista apenas como uma ameaça à disciplina dos alunos, pela tentadora distração que os aparelhos são capazes de provocar com todas suas funções, aplicativos e encantos que exercem especialmente sobre os jovens. Mas, de uns tempos para cá, muitos professores estão sabendo tirar proveito disso, usando as tecnologias disponíveis como atrativo para passar conteúdo e ensinamento aos alunos. De dentro ou fora da sala de aula.

Este avanço já pode ser verificado em algumas escolas pelo país. Basta uma rápida pesquisa sobre este tema pela internet, especialmente em sites de notícias, que é possível encontrar vários casos sobre o uso do celular em sala de aula, que podem servir de exemplo. Não é que a nova metodologia esteja sendo adotada nessas escolas por todos os professores, em todas as disciplinas. Mas o fato de alguns educadores já aliarem o uso do celular com a aprendizagem dos alunos é bastante significativo e positivo também, especialmente pelos resultados observados até aqui, de acordo com o relato desses professores.

Vale ressaltar que essa mudança cultural se deve também porque muitos professores em atividade, especialmente os que atuam na educação não universitária, pertencem à essa geração tecnológica. Logo, dominam as novas tecnologias tão bem quanto seus alunos, pondo fim à resistência que era notavelmente observada entre os professores mais veteranos. Com isso, a ideia de que nenhuma tecnologia ou modernidade é capaz de substituir a capacidade dos livros de ensinar já não é mais tão forte como antes. Está entendido que uma forma não substitui a outra, mas que as diferentes maneiras podem ser agregadoras, complementares.

E o que se nota no ambiente virtual é que esse universo não para de crescer. Estima-se que, hoje, existem mais de 80 mil aplicativos educacionais. Muitos deles gratuitos, o que fomenta ainda mais seu uso pelos professores em sala de aula, mas motivando também os alunos a explora-los fora das escolas. Fascinados pelas novas tecnologias, os jovens aprendizes se rendem inconscientemente aos estudos, aprofundando-se nos temas abordados pela escola e até compartilhando conhecimento com os colegas de classe. Sem perceber, esses alunos acabam aprendendo de maneira intuitiva, inconscientemente.   

Não há como retroceder. A educação está em pleno processo de transformação com o uso de novas tecnologias. O aprendizado atravessou as paredes das escolas com todos os dispositivos móveis que temos disponíveis nos dias de hoje. E é justamente essa nova realidade que tem levado países mais desenvolvidos, como Estados Unidos e Inglaterra, por exemplo, a elevarem seus gastos públicos em tecnologia. No Brasil, infelizmente, a expectativa é de que os investimentos não sejam tão significativos, tanto em tecnologia como em educação. Mas, pelo que vimos, não será pela falta de vontade de muitos educadores que deixaremos de avançar nesse sentido. Estamos ligados!

 

(*) Francisca Romana Giacometti Paris é pedagoga, mestre em Educação e diretora de serviços educacionais da Saraiva

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27.04 - Dia da Doméstica

27/04/2015 12:51

Dia 27.04 é comemorado o dia da Empregada Doméstica, que apesar de ser uma das profissões mais antigas do país foi regulamentada apenas em 1972.

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil é um dos países com o maior número de empregados domésticos do mundo, e após a regulamentação da PEC, que consolidou os direitos dos trabalhadores, a rede de franquias de multisserviços Maria Brasileira registrou um aumento de 40% na procura de diarista.

Uma das razões desse aumento é o serviço qualificado e seguro que a rede oferece. “Condomínios e empresas ainda possuem dificuldades em encontrar pessoas confiáveis e capacitadas para limpeza e conservação dos ambientes”, declara o sócio fundador da Maria Brasileira, Eduardo Pirré. Outro diferencial é o treinamento constante que a empresa oferece aos colaboradores. “Com a crise da água, conscientizamos os prestadores de serviço a reduzir o consumo de água nas tarefas”, ressalta o diretor.

Para os profissionais de limpeza ter a garantia de trabalhar numa empresa também é mais seguro. Os colaboradores da Maria Brasileira passam por um processo de recrutamento que garante qualidade e confiabilidade ao serviço prestado ao cliente. De acordo com Aparecida Donizete Maria, que está um ano na rede, a satisfação em trabalhar 44 horas semanais e ser reconhecida são os grandes diferenciais. “Sou feliz no meu trabalho porque gosto do que faço e sou tratada com respeito. Isso para mim é essencial”, ressalta a diarista.

As discussões sobre o futuro da forma de contratação dos serviços são frequentes, porém a opinião de muitos especialistas é que os serviços de diaristas tendem a ser cada vez mais requisitados.

Sobre a Maria Brasileira

Para quem deseja ingressar no mundo do franchising, a Maria Brasileira oferece oportunidade de investimento a partir de R$ 55,8 mil, com previsão de retorno em até 18 meses. O faturamento médio por unidade é de R$ 30 mil.

Vale lembrar que a rede trabalha com valores de investimento inicial competitivos, além da taxa de royalties não ser estimada com base no faturamento mensal, é um valor fixo que equivale a dois salários mínimos. Outro diferencial, é que não existe o pagamento da taxa de publicidade na rede, algo que gira em torno de 3% a 5% nas demais franquias.

Outras informações em www.mariabrasileira.com.br.

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Primeira Edição © 2011