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Quais São as Fontes da Felicidade?

16/07/2019 09:36

Tudo o que fazemos na vida no fundo é em busca de felicidade.

Sentir-se bem, contente, realizado.

Para isso estudamos, trabalhamos, construímos família e vamos em busca do que queremos.

Nessa jornada conseguimos nos sentir felizes algumas vezes. Mas o problema é que não conseguimos sustentar essa felicidade por muito tempo.

Têm momentos felizes, mas depois retorna um estado de insatisfação com a vida. Parece que sempre tem algo faltando.

Não é assim que funciona com você?

Caso afirmativo, quero sugerir que dê uma olhada nesta lista das minhas cinco fontes de felicidade. Espero que lhe sirva de inspiração.

1. Gratidão

Já escrevi em um outro artigo aqui do blog que gratidão faz parte da minha receita de felicidade.

Um dos principais motivos de nos sentirmos infelizes é que nunca estamos satisfeitos com o que temos. O ser humano é um ser insatisfeito. Sempre quer mais. Nunca acha bom o suficiente.

Fica infeliz porque não tem o corpo que gostaria ter, a casa que gostaria ter, o carro que gostaria ter.

Pode até ganhar na loteria. Fica eufórico logo de início, mas logo depois passa e volta a ficar insatisfeito com outras coisas que ainda não são como gostaria que fosse.

Esse é um tipo de comportamento que nos faz infeliz.

A gratidão é uma solução nesse sentido. Ser grato por cada coisa que temos.

Gratos pela comida que temos pra comer, pelo teto pra morar, pelas pessoas com quem temos a oportunidade de conviver, pelo trabalho que podemos realizar, pela saúde que nos permite ir em frente.

Especialmente quando sabemos que tem muitas pessoas no mundo que sequer possuem as condições mínimas para viver.

Caso este hábito não esteja presente na sua vida, uma sugestão é manter um diário de gratidão. Escreva diariamente pelo menos alguma coisa pela qual você é grato.

Pode ser algo bem simples que aconteceu no dia ou mesmo algo importante que aconteceu a muito tempo atrás. Qualquer coisa.

Fazer isso regularmente tem uma capacidade enorme de gerar felicidade. Você irá abrir os olhos para o que tem de bom na vida em vez de concentrar exclusivamente no que não tem.

2. Propósito

Ter um ou mais propósitos de vida.

Coisas que são realmente importantes para você e façam com que você queira levantar todos os dias para viver com vontade e alegria.

Algo que traga sentido e motivação pra sua a vida.

Por exemplo, pra mim é o meu trabalho e a minha família.

O trabalho que estou fazendo é o trabalho que quero fazer e por isso me sinto motivado a acordar cada dia e continuar fazendo.

Defino objetivos e vou tendo minhas conquistas e isso me motiva.

Também me motiva o fato de poder estar contribuindo de forma positiva para a vida das pessoas ao realizar esse trabalho.

Poder conviver com o meu filho, brincar com ele, educá-lo, oferecer pra ele o que ele precisa e ver ele crescer me deixa feliz e me faz querer acordar todos os dias.

Da mesma forma, poder conviver com os meus pais, irmã, tias, primos, amigos e todas as outras pessoas que são importantes pra mim.

Esse sou eu neste momento da minha vida.

Pra você pode ser diferente. Um esporte que goste de praticar ou alguém que esteja ajudando.

Por exemplo, outro dia vi o trabalho fantástico de um cara que recolhe cachorro de rua para cuidar e tratar.

Cada um tem as suas motivações.

Você só precisa ter as suas.

3. Bons relacionamentos

O ser humano é um ser social. Gosta de estar em contato com outras pessoas.

Um famoso estudo científico conduzido pela Universidade de Harvard analisou a vida de 724 pessoas por mais de 70 anos.

Esse estudo ficou notório pois cada um dos indivíduos participantes foi acompanhado por décadas, desde jovem até a sua velhice.

A principal descoberta depois de todo esse tempo analisando a evolução da vida dessas pessoas foi uma:

“Bons relacionamentos nos mantêm felizes e saudáveis.”

É isso. Bons relacionamentos são o principal componente da nossa felicidade segundo essa pesquisa.

Não foi dinheiro, status ou poder que trouxe felicidade para essas pessoas. Foi a qualidade dos seus relacionamentos (casamento, amigos, família etc.).

Vejo pela felicidade que é para mim quando estou brincando com o meu filho, por exemplo.

Precisa ser ressaltada a importância da qualidade do relacionamento. Não é qualquer tipo de relacionamento. Bons relacionamentos. Segundo o estudo, viver em meio a relações de conflito é péssimo para a saúde.

Por isso, a dica aqui é afaste-se das pessoas tóxicas da sua vida e conviva o máximo possível com pessoas que fazem bem para você. Pais, filhos, amigos, esposa, marido, namorado, namorada, colegas.

Fonte: https://www.evolucaopessoal.com.br/quais-sao-as-fontes-da-felicidade

 

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29 de junho dia do Papa

26/06/2019 16:54

O Dia do Papa é celebrado no dia 29 de junho e, por isso, precisamos falar do papa Francisco (1936), um religioso católico de destaque mundial, o 226º papa da história da Igreja, o primeiro pontífice não europeu em 1,2 mil anos. É o primeiro papa vindo da América Latina, sendo eleito no conclave de 13 de março de 2013. Essa marca é importantíssima devido à representatividade do cargo, que representa o máximo pontífice da religião católica.

De certa forma, o papa Francisco demonstra a quebra de um paradigma significativo na transição papal, um representante do continente latino-americano para exercer uma tarefa global e uma representação de uma das maiores religiões do mundo.

Papa Francisco, título escolhido em homenagem a Francisco de Assis por sua dedicação aos pobres, ou o nome de nascença Jorge Mario Bergoglio, nasceu no bairro de Flores, em Buenos Aires, Argentina, no dia 17 de dezembro de 1936. Filho de um casal de imigrantes italianos do Piemonte, seu pai Mario Bergoglio era ferroviário e a mãe, Regina Maria Sivoni, dona de casa. Família convencional portenha tem seu filho ilustre reconhecido no ambiente da Igreja Católica como seu representante máximo.

De vida simples e família devota, o padre Jorge Mario Bergoglio foi ordenado sacerdote no dia 13 de dezembro de 1969. Logo após graduou-se em Teologia e em 1986 foi para Alemanha, onde defendeu sua tese de doutorado. Em relação a seu modo de vida, morava sozinho num apartamento em Buenos Aires, fazia sua própria comida e se deslocava de ônibus e de metrô.

Sua atuação teológica se deu mais fortemente na 5ª Conferência do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, realizada em Aparecida (SP), durante a visita de Bento XVI. A formação e a vida acadêmica não atrapalharam a devoção às pessoas fragilizadas em todas as sociedades. Inclusive, as suas constantes visitas às favelas foram marcantes no seu ministério.

A humildade também é evidenciada em suas ações, como mostra o trecho da reportagem da Folha de S. Paulo, abaixo:

O papa Francisco almoçou nesta sexta-feira (25) com os funcionários do Vaticano no refeitório do enclave, informou o jornal "Osservatore Romano" no Twitter. Em uma visita surpresa, Francisco chegou ao refeitório dos empregados da Santa Sé e entrou na fila para pegar a bandeja onde foi servido o almoço. O papa se sentou em uma das grandes mesas do refeitório junto com uma dezena de trabalhadores, entre eles alguns operários que vestiam o uniforme oficial do Vaticano.

"Sim, o papa foi nosso convidado hoje, se apresentou normalmente, como o mais humilde dos trabalhadores. Se apresentou aqui, pegou uma bandeja, os talheres, foi para a fila e o servimos. Comeu macarrão com manteiga e merluza", afirmou o cozinheiro do refeitório, Franco Paini, em entrevista à Rádio Vaticana.

Com esse tipo de postura, de almoçar com os trabalhadores do Vaticano, o papa Francisco se identifica com todos, demonstrando não somente sua humildade, mas também evidenciando o amor cristão e se identificando com os ensinamentos de Jesus Cristo. Mostra, ainda, sua atuação no ambiente religioso católico com a ideia de integração e respeitando o pluralismo religioso dos dias atuais.

Sua identificação com os pobres e a participação social tendo em vista a igualdade e o diálogo inter-religioso são marcas importantíssimas desse papado. Num ambiente social em convulsão conforme se vive atualmente, nas diversas partes do mundo a figura papal deve exercer um papel conciliador e promotor da paz, como disse Jesus: “Paz na terra aos homens de boa vontade...”

Cicero Bezerra é professor e coordenador do curso de Teologia Bíblica Interconfessional do Centro Universitário Internacional Uninter.

Lorena Oliva Ramos

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Os donos da Universidade Pública

21/06/2019 19:18

 É paradoxal, para dizer o mínimo. As pessoas que mais apaixonadamente defendem a “universidade pública, de qualidade, para todos”, são as que, de modo mais descarado, dela se apropriam para fazê-la coisa sua e colocá-la a seu serviço. É o que chamo privatização político-ideológica da universidade pública.

          A dissimulação chega a ser grotesca, mas, para quem quer ser enganado, meia mentira basta. Se o sujeito acredita no discurso, danem-se os fatos. Usam do ambiente acadêmico. Na verdade é mais do que isso. Usam e abusam, fazem dele uma espécie de casa da sogra de genro malcriado, que não conhece limites a essa apropriação.

          Não vou chover no molhado do verdadeiro caudal de vídeos, denúncias, reportagens, testemunhos, referentes a abusos de toda ordem e, perante os quais, quem erguer a voz  recebe o adesivo de fascista. No Brasil, hoje, ser chamado de fascista é a melhor evidência de não o ser. Mas não estou tratando aqui de curiosidades da vida estudantil nem de meros arroubos juvenis. Estou falando de organizações partidárias e correntes revolucionárias que se apoderaram do espaço acadêmico causando imenso dano à sociedade brasileira.

A miríade de órgãos que aí atuam, ao não fazer ou fazer mal aquilo para o que foram concebidos e para o que recebem recursos públicos, comprometem o desenvolvimento do país. Ademais, o próprio desenvolvimento mental dos estudantes é afetado pelo hábito de submeter a busca da verdade aos credos do “coletivo”. Enfatizo esse aspecto porque ele se faz cada vez mais difícil de esconder.    

          A Universidade deveria abrir as mentes, provocar o saber, estimular os estudantes a estudar. E a estudar muito, aprender com honestidade intelectual e abertura à divergência, cultivando o conhecimento e o diálogo na exaustiva busca da verdade. Palavras de ordem, rotulagem e xingamento talvez caiam bem em reunião de sindicato.

          A pergunta que me faço é se os abusadores da universidade brasileira não se constrangem diante do contraste entre os meios que usam e os fins de tais instituições. O que diriam os grandes filósofos sobre esse aparelhamento grosseiro que acontece no Brasil, para serviço de causas particulares e “conquistas” que dependem do incansável martírio da verdade?

          O cotidiano do espaço acadêmico é tão relevante sob o ponto de vista do interesse público, que a Constituição Federal, graças àquela visão do paraíso que regeu o processo constituinte de 1988, lhe concedeu ampla autonomia. Essa autonomia sem limites favoreceu a invasão pelo corporativismo e o aparelhamento. E, na confluência dessas condições, a universidade pública virou uma casamata.

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* Percival Puggina (74), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

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Quem é contra a reforma da Previdência Social não é contra o Brasil

14/06/2019 21:22

Quem é contra a reforma não é contra o Brasil. Devagar como o andor!

Por que as causas que levaram a Previdência Social ao suposto déficit não são mostradas e os seus  responsáveis  são omitidos? Por que não abrem a caixa-preta previdenciária para a sociedade conhecer a origem do rombo e os seus responsáveis? Os responsáveis administrativamente e os governos que autorizaram o desvio de recursos da Previdência para outras finalidades vão ficar impunes? Por que os grandes devedores da Previdência Social não pagam a Previdência e contam com a benevolência das políticas governamentai

Por que o presidente Bolsonaro não se preocupa com o enxugamento das despesas públicas de Brasília, que consomem nos Três Poderes da República todo o dinheiro da nação?

Por que a Previdência Social agora é eleita a mãe de todas as mazelas do descontrole das contas públicas? Vamos falar sério e deixar de enganar a sociedade. 

O trabalhador previdenciário não pode pagar sozinho os descaminhos de políticas irresponsáveis, que administraram mal o dinheiro da Previdência Social até o presente. 

A reforma é necessária, mas tem que ser realizada em todas as áreas dos Três Poderes e não somente de solavanco na Previdência Social.

Esperava-se que o governo tivesse pronto um projeto alicerçado em plataforma de estudos a ser aplicado no curto, médio e longo prazo, mas não foi isso que vimos!

O governo deveria ter apresentado ao Congresso, como demonstração de sua seriedade,  um único pacote contemplando as reformas da Previdência civil e militar, Tributária, Administrativa, da Segurança pública, Educacional e Política, se de fato tivesse pré-elaborado um plano de governo  eficiente para presidir o Brasil.  

 

Júlio César Cardoso

Servidor federal aposentado

Balneário Camboriú-SC

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Contrato de namoro: a tendência dos tempos modernos

11/06/2019 09:58

Pouca gente ainda conhece, mas o contrato de namoro existe e é uma alternativa para evitar aborrecimentos em uma eventual separação. Trata-se de um documento registrado em tabelionatos de notas como escritura pública ou contrato particular, cujo objetivo é proteger os bens de cada um. Essa modalidade ainda é pouco conhecida no Brasil, mas, diante da modernidade e independência de homens e mulheres de forma individual (aliada com a criatividade de inúmeros golpes), este tipo de acordo tem adquirido adeptos, ainda que vagarosamente. 

Os números ainda são tímidos e não computados de forma oficial, porém, de acordo com Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo, em 2016 foram formalizados 25 contratos deste tipo em todo o país. No ano passado, foram 27. Quando este documento é assinado, os evolvidos assumem a condição de namorados, mas sem intenção de, no momento, constituir família. A ideia é ter uma prova documental de que ambos não estão em uma união estável, a qual daria direito às partes de reivindicar na Justiça o patrimônio constituído durante a relação. 

A advogada Dra. Christiane Faturi Angelo Afonso, explica que, por não existir responsabilidades entre o casal, ambos não possuem obrigações assistenciais – mesmo que venham adquirir patrimônio enquanto namorados, o outro não terá direto a qualquer parte dos bens. “Mas, se ficar caracterizado a intenção de se constituir uma família, o contrato de namoro perde a validade, tornando-se uma união estável”. 

Entende-se como união estável um relacionamento conjugal, com a finalidade de constituir família, sem a solenidade e formalidade do casamento, formada pela união de duas pessoas livres, como trata a Constituição Federal de 1988, no artigo 226 e no Código Civil. “Com a regulamentação da união estável e seus efeitos, muitos casais preferem regulamentar o namoro por meio de um contrato. Isto porque, a união estável dá direito à herança, pensão e partilha de bens”, fala a advogada. 

É sempre bom lembrar que o acordo deve ser atualizado sempre que a relação evoluir, até que chegue, no caso, à união estável. A Dra. Christiane pontua que o tema ainda causa calorosa discussão acerca de sua validade. “Há estudiosos que defendem que o contrato é inválido, outra corrente entende que é válido. A realidade é que estamos longe de um posicionamento pacífico sobre o tema. É sempre bom lembrar que o acordo deve ser atualizado sempre que a relação evoluir”, finaliza a advogada.



Segundo o Colégio Notarial do Brasil-Seção SP, em 2018 foram feitos 27 contratos (.)     

Segundo o Colégio Notarial do Brasil-Seção SP, em 2018 foram feitos 27 contratos 

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A Dra. Christiane Faturi explica como funciona o contrato de namoro (Isis Moretti/ Liberdade de Ideias) 

A Dra. Christiane Faturi explica como funciona o contrato de namoro 
(Isis Moretti/ Liberdade de Ideias)

 

 

 

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Primeira Edição © 2011