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Fim do horário de verão pode desregular o sono

12/02/2019 13:26

Neste fim de semana, a partir das 00h do dia 17, chega ao fim o horário de verão. Os relógios devem ser atrasados em uma hora, nas regiões, Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Com a mudança, é comum que muitas pessoas estranhem e demorem para se acostumar, o que pode atrapalhar o sono e causar desconforto na hora de dormir.

De acordo com a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, o corpo é regulado pelo ciclo circadiano, uma espécie de relógio interno que identifica a duração dos períodos luminosos e não luminosos (dia e noite) e é responsável por ajustar as funções fisiológicas no período de 24 horas, aproximadamente. “Nosso relógio biológico está acostumado com horários regulares para dormir e acordar. Quando essa rotina é quebrada, o organismo leva um tempo para se adaptar. Por isso, é possível sentir oscilações de sonolência e energia em determinados períodos”, explica Renata.

Essa alteração pode causar irritabilidade, estresse e baixa produtividade. Cansaço, fraqueza muscular, dores de cabeça, mau humor, alteração do apetite e diminuição na capacidade de concentração são outros sintomas muito comuns.

Nesta mudança o relógio atrasa, ou seja, “ganhamos” uma hora e por isso as pessoas muitas vezes vão dormir mais tarde. Para que o indivíduo não sofra com os distúrbios citados é aconselhável organizar a rotina aos poucos. A consultora sugere que essa “hora extra” deve ser usada para descansar. “Duas semanas antes do fim do horário de verão, tente também ir para cama 5 minutos mais cedo a cada dia. Esta mudança gradual vai ajudar na adaptação quando o relógio atrasar uma hora.”

Além disso, é apropriado evitar refeições muito pesadas no dia da mudança, principalmente no fim do dia. Alimentos muito pesados para a digestão e bebidas energéticas, como café e alguns chás, podem prejudicar o sono. Aproveitar a luz do dia para praticar exercícios é ideal. Nesse período de adaptação é mais adequado optar por atividade mais leves, como yoga ou pequenas caminhadas. Caso faça exercícios mais pesados, é indicado praticar, no máximo, até três horas antes de ir para a cama, para que a liberação de endorfina não prejudique o sono.

Para se acostumar aos relógios adiantados, a “higiene do sono” também pode ajudar. O termo consiste na organização ou mudança de alguns hábitos para melhorar a qualidade do sono. Ingerir bastante líquido, manter o ambiente silencioso, arejado e escuro, e escolher um travesseiro adequado ao biótipo e a postura ao dormir, também são importantes para um sono relaxante.

“O travesseiro deve preencher o espaço entre a cabeça e o colchão, em um ângulo de 90º no pescoço, mantendo a coluna cervical e lombar sempre alinhadas. O recomendado é dormir de lado com as pernas semiflexionadas com um travesseiro baixinho entre elas para evitar a rotação da coluna e os atritos entre os joelhos e os tornozelos”, orienta a consultora da Duoflex.


 Sobre a Duoflex
Empresa 100% nacional e referência mundial em tecnologia do sono, a Duoflex está presente há mais 25 anos no mercado, totalmente focada na produção de travesseiros de espumas especiais de alta qualidade e performance, voltados para a saúde e o bem-estar de seus usuários. Lançou, com exclusividade no Brasil, a espuma especial viscoelástica NASA, além de ter sido a primeira empresa da América do Sul a fabricar travesseiros de látex natural, extraído da seringueira. Dentre os diversos modelos, desenvolveu e patenteou o mais avançado sistema de molas em travesseiros, o Spring Case, que garante conforto e sustentação ideais para o sono. Criou também o inovador travesseiro Altura Regulável, o original e refrescante travesseiro GELFLEX NASA e o recém lançado travesseiro BEAUTY FACE, que ameniza a formação de rugas durante o sono, reforçando assim sua imagem como empresa inovadora. Site: www.duoflex.com.br

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Vale, triste momento atual

06/02/2019 10:16

Vamos falar da ação da Vale? Neste momento a abordagem é simplesmente técnica, uma vez que temas éticos e morais devem ser tratados em outros fóruns. São tantas vidas que se perderam que não haveriam palavras para dissertar por esta abordagem ... muito, muito triste mesmo.

A pergunta é: qual será o comportamento dos papeis da Vale nos próximos dias? Difícil tentar uma previsão, mas certo é que os mercados punirão estes papeis, por considerar que as incertezas aumentaram e que a companhia tem vários riscos novos no ar. Com certeza as punições acontecerão e multas pesadas virão, mas, ninguém consegue definir o tamanho. As medidas judiciais de bloqueio aconteceram, mas em caráter liminar e não ainda definitivo. As licenças de operação da Vale foram suspensas nestes complexos, mas o que acontecerá com os outros? Vale lembrar que o complexo Ferteco, localizado no lindo município de Brumadinho e região responde por 6 a 7% da produção total da Vale.

E o que falar da reincidência da empresa? Quanto custará isto para uma das maiores empresas do país?

E no exterior, como os clientes da Vale irão se comportar? Deixariam eles de comprar minério da empresa por conta do acidente e da perda acentuada de vidas? Vale lembrar que reconhecidamente a produtividade do minério da Vale é bem acima de seus concorrentes. Interessante que na sexta-feira (25), após divulgação do acidente no mercado internacional, as ações de empresas concorrentes tais como Rio Tinto e BHP subiram.

E os principais acionistas da Vale tais como Mitsui e Bradesco, como enfrentarão este momento? Quanto custa para implementar um plano de contingência nestas barragens, para realmente colocar fim a riscos destes e por que não foi executado? É viável?

Também é incerta qual será a profundidade na punição da empresa pelo governo do presidente Bolsonaro e do Governador Zema.

Por ser uma das maiores empresas pagantes de impostos no país e em Minas Gerais, manter a solidez da empresa também deverá ser de consenso aos governos. Neste momento de aperto fiscal e necessidade de manter as arrecadações, o impacto de uma redução no tamanho de uma empresa como a Vale seria desafiado. Mas até clarificar este horizonte de incertezas, uma coisa é certa: a instabilidade e volatilidade na ação serão altos.

E quem possui a ação, o que fazer?

É complexo dizer, mas quem carrega o papel visando longo prazo e recentemente teve impacto destas quedas acentuadas, pode ter uma oportunidade de melhorar um preço médio em algum momento. A dúvida é qual seria o fundo do poço e a que nível o papel atingiria o menor nível. O preço está relacionado ao lucro e é totalmente impossível prever com exatidão qual o impacto do acidente no lucro da Vale e a futura projeção.

Quem estava comprado no papel visando ganhos de curto prazo e agora tem perdas fortes, o menor prejuízo é aquele que você sabe qual é, vender e realizar as perdas seria recomendável neste momento.

Com certeza comprar o papel agora é precipitado diante de um número muito grande de incertezas.

As ações da Vale vinham bem por conta do potencial de distribuição de dividendos, mas atualmente como pensar em distribuição se a prioridade do management da cia será mitigar todos os impactos que virão e garantir a continuidade da empresa?

Enfim muita coisa pra vir e definições a serem tomadas. Fatores como apetite de risco e tempo no horizonte devem ser fundamentais para determinação sobre como posicionar as carteiras de cada investidor.

Por Julio Lage, sócio e CEO do grupo Belvedere 

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O grande engodo

30/01/2019 17:57

Assistimos a cada dia, a cada semana, a cada mês, há mais de dois anos, capítulos de uma novela que não termina, como tantas outras, sobre as mudanças que salvarão o Brasil da miséria, da fome, do desemprego, da violência, do sucateamento da saúde, da precariedade da educação básica e superior, das polícias, dos presídios.

Lamentavelmente as mudanças parecem se resumir em uma só: “Reformar a Previdência Social”.

A declaração é atribuída a entidade fantasma: o mercado, seja os que tem muito dinheiro e aplicam em ações e títulos públicos e privados.

Ora, meus senhores, já vimos esse filme várias vezes, com Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma, Temer e agora Bolsonaro, querendo usar a reforma “Frankenstein” de Michel Temer. Brincadeira!

FHC, Lula e Dilma fizeram reformas em nome de reduzir privilégios e déficit e nada disso aconteceu. Só ampliaram o favorecimento de um mercado que não quer saber de programas sociais, só de lucros em aplicações financeiras.

Não há no mundo civilizado uma linha sobre o Brasil, a economia brasileira.

Dizer que as bolsas de Nova Iorque, Paris, Frankfurt, Xangai, Hong Kong, Tóquio, exigem a reforma da Previdência é uma farsa do engodo que dimensiona a tragédia nacional.

Ninguém fala em reduzir a dívida pública que suga a poupança nacional beneficiando justamente total mercado de um neoliberalismo perverso e não tem paralelo em economias capitalistas modernas.

Ninguém fala que o problema principal da Previdência Pública (RGPS) está no seu financiamento e não fiscalização e cobrança dos que se beneficiam como o agronegócio (que deixa de pagar R$ 100 bilhões/ano), bem como os as renúncias, (principalmente de filantrópicas, agronegócio, Supersimples e Mei), as desonerações, os Refis e os subsídios, com contribuição de 50% e benefícios dede 100%.

É certo que a Previdência da União, estados e Municípios (os chamados regimes próprios) está no fundo do poço, mas os militares nunca pagaram. Estados e Municípios recolhem dos servidores e não pagam o INSS ou transferem por seus fundos.

Preocupo-me, como previdenciário há 40 anos, com o RGPS, com o INSS.

Todos que fizeram a reforma da reforma da Previdência não economizaram um tostão. Pelo contrário, escancararam os ralos com os Refis e mais Refis para honrar seus compromissos com os financiadores de seus partidos e políticos os caloteiros públicos (mais de R$ 100 bilhões para estados e municípios, uns R$ 500 bilhões para indústria, comércio, transformação e serviços, e R$ 20 bilhões para o agronegócio.

O novo ministro fala que a inadimplência é de 40%. Por que não cobra deles, primeiro. Por que não cobra a dívida ativa que cresce exponencialmente e ainda entrega a PGFN, que deveria cobrar a dívida ativa, a parasitas e incompetentes?

O novo ministro fala em 40 milhões de informais. Porque não buscar mecanismos para que paguem corretamente se sonham em se aposentar?  Que paguem 50% e tenham um benefício de 50%. É correto. Não como fizeram Lula e Dilma que em nome da inclusão previdenciária criaram seis novos funrurais que, se não forem revistos com urgência, vão implodir o RGPS mais adiante?

O ministro fala em ralos. Por que que não acabar com renuncias, desonerações, Refis.  Benefícios criados sem o devido custeio, para agradar a base política na base do toma lá dá cá?

O modelo previdenciário brasileiro é ímpar, no mundo contemporâneo. O ministro não fala nos R$ 1,5 trilhão dos ativos da previdência complementar aberta dos planos e fechada dos fundos. Nenhum país como nosso tem ativos que financiam 100% a dívida pública a paga 31 milhões de aposentados e pensionistas; 4,5 milhões de benefícios assistenciais e financia quase 70% dos municípios e ainda é a maior redistribuidora de renda.

O novo ministro fala em copiar o modelo chileno totalmente falido e com os aposentados na miséria. Modelo criado pelo irmão do atual presidente na ditadura chilena e que ele está revendo. Lembremo-nos que o Chile não tem 20% da população do Brasil (são 18.5 milhões para 205 milhões!).

O novo ministro fala em instituir o regime de capitalização, mas na realidade é instituir a previdência sem contribuição patronal, (sonho de todo empresário é deixar que o trabalho se vire) o que inexiste no mundo. Se existe diga onde.

Fala em mudar o modelo alemão, modelo perverso, um sistema orientado somente pela remuneração, privilegiando somente os de alta remuneração, sem o regime de solidariedade. Os alemães pobres, com remuneração baixa dependem na velhice de ajuda social do governo. 

O ministro erra redondamente quando acha que o regime de repartição simples está superado. Nem a Escola de Chicago acha!

O grande engodo foi nos enganar que fariam a reforma necessária, com quem entende de Previdência, os previdenciários, mas me parece que já vem um prato feito e requentado para atender os interesses de banqueiros   e de seguradoras e de investidores ávidos e sequiosos pelos rendimentos de ações.

Nosso novo presidente pregou durante sua campanha esperança, mudanças, doa a quem doer, acabar com as desigualdades, acabar com a violência, sem roubar e sem mentiras.

Prefiro admitir que quem mente também rouba, corrompe, pois rouba o direito de se saber a verdade do que está por trás da reforma da Previdência, RGPS e Regimes Próprios.

(*) Paulo César Régis de Souza é vice-presidente Executivo da Associação Nacional dos Servidores Públicos, da Previdência e da Seguridade Social - Anasps.

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Distribuição de tarefas impacta produtividade de escritórios de advocacia

24/01/2019 17:41

Gerir escritórios de advocacia é sempre desafio para os profissionais da área que se propõem a empreender. A dificuldade de fazer o negócio dar certo exige muito mais do que o conhecimento técnico do Direito.

Um problema comum na gestão das equipes é o acúmulo de trabalho. Se não forem bem administradas, as atividades advocatícias - burocráticas e exigentes intelectualmente, por natureza - podem causar diversos transtornos às pessoas e às próprias empresas.

Profissionais sobrecarregados costumam fazer horas extras e levar trabalho para casa, mas engana-se quem pensa que isso seja sinônimo de produtividade. Em geral, o impacto se reflete em um ambiente insalubre e de baixa qualidade dos serviços prestados.

Esse cenário não é favorável à prospecção de novos clientes, nem mesmo garante bom atendimento aos atuais, por isso, também traz consequências à performance das finanças do escritório.

Entre as diversas estratégias de gestão que podem contornar a sobrecarga sobre funcionários, está o ato de delegar e distribuir adequadamente as tarefas.

Por se tratar de uma ação considerada simples, talvez não seja dada a ela sua devida importância e a responsabilidade por gerar prejuízos. No entanto, se bem executada, garante resultados surpreendentes, especialmente quando aliada a tecnologias voltadas especificamente ao mercado jurídico, como o software para escritório de advocacia.

Sobrecarga, inimiga da produtividade

Quando gestores delegam as funções com estratégia, a tendência é a produtividade aumentar. É importante identificar o profissional que melhor se adapta às especificidades de cada tarefa. Também é fundamental dividir as demandas de maneira equilibrada entre os componentes da equipe.

O perfil ideal para desempenhar atividades mais elaboradas, que demandam minuciosidade, é alguém observador e detalhista. Um advogado mais rápido e desembaraçado atende melhor às situações emergenciais que requerem unir eficiência e objetividade.

É preciso, portanto, conhecer as características individuais de cada profissional para transformar habilidades em retorno direto para o negócio.

Como dito anteriormente, há funcionários ágeis, capazes de absorver mais demandas do que outros. Isso pode fazer com que seja tentador para a gerência, mesmo que não intencionalmente, sobrecarregar uma ou outra pessoa.

Certamente, todo profissional altamente produtivo desempenha o que lhe for delegado com o intuito de dar o seu melhor. Porém, se estiver sobrecarregado, nem muita boa vontade pode deixá-lo imune às falhas, transformando-o em ineficiente e insatisfeito.

Para que haja alta sinergia e produtividade em uma equipe, é essencial que se faça justa divisão de tarefas.

Softwares jurídicos otimizam a rotina

Outra maneira de contribuir para o crescimento dos escritórios de advocacia é se livrar de tarefas que só fazem os advogados perderem tempo.

Muitas demandas de rotina podem ser executadas mais rápido e com maior acerto por meio de um software para advogados, liberando tempo para melhor direcionar a equipe.

A organização e retenção de dados, que anos atrás era obrigatoriamente feita de forma manual, também ganha agilidade com a utilização dos sistemas automatizados, que ainda facilita o trânsito de informações digitalizadas.

Dessa forma, a rotina do escritório se mantém sob controle, mesmo quando seus integrantes estão em atividade externa.

Se o gestor do escritório está em uma audiência, pode receber alertas de atualização dos outros processos e delegar, do próprio celular, a redação de uma peça, exemplo.

Essas e outras facilidades estão disponíveis em ferramentas como o Astrea, da Aurum e permitem acompanhar a rotina do escritório de qualquer lugar, a qualquer momento.

Manter a equipe alinhada e organizada de maneira diversa, mas com o mesmo propósito, não é simples para um gestor. No entanto, é gratificante ver o resultado de uma eficiente delegação de tarefas.

Com profissionais bem alocados, com tempo para se dedicar ao que sabem fazer de melhor, é mais fácil atingir uma performance superior e a tão almejada excelência.

 

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Aprenda a preencher suas sobrancelhas com maquiagens e dicas simples

22/01/2019 17:04

"Há quem diga que a sobrancelha é a moldura do nosso rosto, porém é bem diferente, ela não é a moldura e sim a obra de arte, que é desenhada, ficando dentro da moldura que é o nosso rosto, por isso a busca por sobrancelhas perfeitas", afirma Luzia Costa, fundadora da Sóbrancelhas, rede de embelezamento do olhar e da face.

Com todo esse cuidado, a busca por sobrancelhas bem definidas é algo diário, e pode ser realizado na hora de fazer aquela maquiagem. Pode até parecer complicado ter o desenho ideal, mas com alguns truques, você terá o aspecto natural, volumoso e ainda valorizar a sua make.

Confira algumas dicas que a Luzia separou:

1. Manter o design de sobrancelhas em dia.

Nada de "limpar" ou tentar "desenhar" as sobrancelhas em casa. Essas tentativas são os erros mais comuns na hora de cuidar delas, correndo o risco de tirar pelos desnecessários e cometer falhas.

Aconselho de realizar o procedimento de 15 a 30 dias.

2. Cuide dos fios diariamente.

Cuidar dos fiozinhos das sobrancelhas é tão importante como cuidar dos cabelos. Por isso, sempre penteie com aquela escovinha própria para sobrancelhas. Além disso, use um produto específico para nutrir os fios, e deixá-los mais resistentes e fortes.

3. Desenhe suas sobrancelhas com maquiagens.

É possível preencher com lápis, máscaras e até sombras próprias para elas. Fique atenta a cor que você utilizará para não ficar artificial e desenhe suavemente o contorno das sobrancelhas, esfumaçando após o a técnica.

4. Ilumine as sobrancelhas.

Neste passo, utilizando o lápis branco próprio para iluminar, você irá realçar ainda mais o olhar. Como? Passe no contorno das sobrancelhas e esfumace com a escovinha própria.

Confira abaixo os produtos certos para as sobrancelhas:

SÉRUM NUTRITIVO

O Sérum Nutritivo Sóbrancelhas é ideal para pessoas que possuem os fios das sobrancelhas e cílios com falhas e até mesmo com poucos pelos nessas regiões. Este produto irá nutrir os fios, deixando-os mais resistentes e fortes. Contém princípios-ativos nanotecnológicos que facilitam a absorção mais rápida pelos fios e, com isso, em poucos dias você verá resultados. Valor: R$ 95.

EYEBROW FIX GLOSS

O Eyebrow Fix Gloss Sóbrancelhas é o produto que faltava para ter suas sobrancelhas desenhadas. Ideal para corrigir e uniformizar as sobrancelhas, colore nutre e modela seus fios. Valor: R$ 38,90.

LÁPIS UNIVERSAL

O Lápis Universal Sóbrancelhas é versátil, ideal para todo tipo de sobrancelha e pele. Utilizado para desenhar, uniformizar as sobrancelhas de forma natural sem prejudicar o crescimento dos seus fios. Valor: R$ 33.

LÁPIS BRANCO

Com o Lápis Branco Sóbrancelhas você terá em suas mãos um complemento para sua maquiagem. Este produto tem efeito iluminador e deixará seu olhar ainda mais bonito. Valor: R$ 33.

LÁPIS PRETO

O Lápis Preto Sóbrancelhas é um produto versátil e multiuso, pois além de ser utilizado para desenhar sobrancelhas para quem adora um desenho mais marcado, também pode ser utilizado para valorizar a região dos olhos. Valor: R$ 33.

LÁPIS MARROM

O Lápis Marrom Sóbrancelhas é um produto que deixará seu olhar mais leve com um toque natural, sendo uma ótima opção para pessoas que preferem maquiagens mais suáveis ou também makes para usar durante o dia. Valor: R$ 33

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Primeira Edição © 2011