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Picada de escorpião: saiba os cuidados e o que fazer em caso de acidente

15/01/2019 10:04

Os animais peçonhentos, como os escorpiões, aranhas e lagartas, estão cada vez mais presentes no meio urbano, adaptados ao ambiente do homem devido ao crescimento acelerado dos grandes centros. Por isso, é preciso que toda a população, inclusive das grandes cidades, saiba quais medidas adotar para evitar acidentes e mortes por envenenamento.

O período do verão, de dezembro a março, exige maior cuidado em relação aos acidentes com escorpiões, pois o clima úmido e quente é ideal para o aparecimento destes animais, que se abrigam em esgotos e entulhos. Os escorpiões que habitam o meio urbano se alimentam principalmente de baratas, portanto são comuns também em locais próximos a áreas com acúmulo de lixo. A adoção de hábitos simples é fundamental para prevenir acidentes.

No ambiente urbano, para evitar a entrada dos escorpiões nas casas e apartamentos, a recomendação é de usar telas em ralos de chão, pias e tanques, além de vedar as frestas nas paredes e colocar soleiras nas portas. Outra medida é afastar as camas e berços das paredes, e ainda vistoriar as roupas e calçados antes de usá-los.

Nas áreas externas, as principais dicas são manter jardins e quintais livres de entulhos, folhas secas e lixo doméstico. Também é importante manter todo o lixo da residência em sacos plásticos bem fechados para evitar baratas, que servem de alimento e, portanto, atraem os escorpiões. Nas casas que possuem gramado, ele deve ser mantido aparado. Outra recomendação é não colocar a mão em buracos, embaixo de pedras ou em troncos apodrecidos e usar luvas e botas de raspas de couro para realizar atividades que representem certo risco, como manusear entulhos e materiais de construção, e nas atividades de jardinagem.

Nas áreas rurais, além de todas essas medidas, é essencial preservar os inimigos naturais dos escorpiões, como lagartos, sapos e as aves de hábitos noturnos, como a coruja. Estes são os principais predadores dos escorpiões.

O Ministério da Saúde não recomenda a utilização de produtos químicos (pesticidas) para o controle de escorpiões. Estes produtos, além de não possuírem, até o momento, eficácia comprovada para o controle do animal em ambiente urbano, podem fazer com que eles deixem seus esconderijos, aumentando a chance de acidentes.

Saiba quais são as espécies de escorpiões mais comuns nas regiões brasileiras

POPULAÇÕES MAIS EXPOSTAS

Os grupos considerados mais vulneráveis são os trabalhadores da construção civil, crianças e pessoas que permanecem maiores períodos dentro de casa ou nos arredores e quintais. Ainda nas áreas urbanas, estão sujeitos os trabalhadores de madeireiras, transportadoras e distribuidoras de hortifrutigranjeiros, por manusearem objetos e alimentos onde os escorpiões podem estar alojados.

A grande maioria dos acidentes com escorpiões é leve e o quadro local tem início rápido e duração limitada. Os acidentados apresentam dor imediata, vermelhidão e inchaço leve por acúmulo de líquido, piloereção (pelos em pé) e sudorese (suor) localizadas, cujo tratamento é sintomático.

As crianças abaixo de sete anos apresentam maior risco de apresentar sintomas longe do local da picada, como vômito e diarreia, principalmente nas picadas por escorpião-amarelo, que podem levar a casos graves e requerem a aplicação do soro em tempo adequado.

O QUE FAZER EM CASO DE ACIDENTE?

A recomendação é ir imediatamente ao hospital de referência mais próximo. Se possível, levar o animal ou uma foto para identificação da espécie, permitindo assim uma avaliação mais eficaz sobre a gravidade do acidente.

Acesse a lista de hospitais referência para utilização do soro antiescorpiônico

É importante lembrar que não é em todo caso de acidente que o soro será indicado, e apenas o profissional de saúde poderá fazer essa avaliação. O antiveneno é indicado em casos moderados ou graves. Limpar o local da picada com água e sabão pode ser uma medida auxiliar, desde que não atrase a ida ao serviço de saúde.

ONDE ENCONTRAR O SORO

Os casos leves, que não necessitam da aplicação do antiveneno, representam cerca de 87% do total de acidentes. Desta forma, o soro antiescorpiônico é disponibilizado apenas nos hospitais de referência do Sistema Único de Saúde (SUS). As ampolas são enviadas pela pasta aos estados, que são responsáveis pela distribuição aos municípios e pela definição estratégica das unidades de referência para o atendimento destes casos. Essa logística deve ser feita de acordo com a situação epidemiológica de cada região e os estados possuem também autonomia para remanejar o soro de uma cidade para outra quando necessário. Os soros também não são disponibilizados na rede particular de saúde.

CASOS E AÇÕES DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

No Brasil, a espécie de escorpião que causa mais acidentes, Tityus serrulatus, tem se expandido para um número maior de cidades, onde até então não era encontrada. Esta espécie possui facilidade para se reproduzir e colonizar novos ambientes.

Os acidentes escorpiônicos ocorrem em todo o Brasil. Desde 2009, o Ministério da Saúde realiza capacitações de identificação, manejo e controle de escorpiões nos estados brasileiros, em cooperação com as secretarias estaduais de saúde. O objetivo é que cada estado multiplique as informações recebidas a todas as suas regionais de saúde e municípios.

O Ministério da Saúde registrou, em 2018, 141,4 mil casos de acidentes com escorpiões em todo o país. Em 2017, foram 125 mil registros de acidentes. Esses dados ainda são preliminares e serão revisados, portanto estão sujeitos a alteração. Em 2016, foram 91,7 mil casos. Em relação às mortes, em 2016 foram registrados 115 óbitos em todo o país e, em 2017, 88.

 

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Aposentadoria: nova regra para benefício integral

09/01/2019 15:01

Os trabalhadores brasileiros estão sujeitos a novo regulamento para se aposentarem. Desde o fim do ano passado, quem pretende se aposentar e receber os seus ganhos integrais precisa estar encaixado na Regra 86/96, resultado de soma mínima de idade mais tempo de contribuição com a Previdência para poder não sofrer reduções em seus salários de benefícios.

Não é de agora que o governo federal fala sobre a necessidade de programar uma reforma na Previdência Social. Para isso foram criados dois regulamentos. Um deles, o chamado fator previdenciário, é para quem não a idade mínima de contribuição para a aposentadoria (35 anos para homens ou 30 anos para as mulheres), sendo que isso implica em alteração na remuneração depois da inativação do trabalhador.

A outra regra, que alia tempo de contribuição e idade para se tornar apto à aposentadoria foi a alternativa para que o colaborador tenha acesso mais rápido às condições mínimas para receber seus benefícios sem reduções. Criado em 2015 como a regra 85/95 (idade + contribuição), atualmente foram somados mais um ponto e transformou-se em regra 86/96, com validade até 30/12/2020. E esta regra será alterada periodicamente até 2026, onde as somas deverão ser iguais a, no mínimo 90 para mulheres e 100, para os homens.

Como receber integralmente a aposentadoria

Para o advogado e integrante do departamento de consultoria jurídica da Associação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas (ASBP), Dr. Willi Fernandes, a implementação desta regra, especificamente foi um plano alternativo para as mudanças propostas anteriormente e que não deram certo.

“É intenção do Governo promover Reforma na Previdência, inclusive quanto à imposição de idade mínima para se aposentar, o que não obteve êxito anteriormente. Então, esta foi uma forma para atingir este objetivo. O que não se pode é colocar em questão a saúde dos trabalhadores, que, quando idosos, passam a produzir trabalho de uma outra forma, o que muitas vezes não é aceito pelo mercado e acabam sendo marginalizados e impossibilitados de obter sua aposentadoria por não terem idade mínima para obter o benefício desejado”, comenta o especialista.

Ainda de acordo com o consultor jurídico da ASBP, as regras para as aposentadorias neste novo estágio precisam do ajuste de alguns pontos delicados. “Precisamos discutir junto aos Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, bem como as diversas bases da sociedade sobre os rumos da reforma previdenciária, sem considerar o suposto déficit da Previdência, pois faremos com que os trabalhadores que aguardam cumprir os requisitos para se aposentarem sem terem as remunerações reduzidas. Estabelecer uma regra de transição mais coerente com nosso quadro social seria um excelente marco para iniciar um bom e justo debate para preservar nossos direitos e garantias fundamentais”, finalizou o advogado.

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2019 vai ser um Ano Bom

03/01/2019 17:17

O ano novo começa e o que mais desejamos é que ele seja feliz, que consigamos fazer nossos projetos acontecerem, que consigamos fazer um ano bom. Não espero que tudo seja perfeito, mas o  que tenho, de concreto, é esperança, abençoada esperança que me empurra pra frente, pro futuro. Esperança, fé e determinação é o que me movem. Isso me ajudará a lutar por um ano novo melhor, por um ano novo feliz.

Então,é precisamos fazer tudo ao nosso alcance para sermos felizes. E ser feliz é fazer o outro feliz, fazer alguma coisa, sempre que possível, para que as pessoas a nossa volta sejam felizes. Se as pessoas que estão perto de nós estiverem bem, se as nossas pessoas queridas estiverem bem, estaremos bem também.

De maneira que felicidade é um substantivo coletivo. Não podemos ser felizes, não conseguiremos estar felizes se nossos amigos, nossa família, as pessoas que de alguma forma participam da nossa vida, não estiverem felizes.

Então, incluamos em nossos projetos para 2019 o seguinte pensamento, a seguinte meta, a seguinte conscientização: “Não posso ser feliz sozinho”. E se não posso ser feliz sozinho, alguém terá que ser feliz comigo, alguém terá que ser feliz para que eu possa ser feliz também.

E se cada um de nós tentar fazer alguma coisa para que alguém se sinta bem, o mundo pode ficar melhor. Não pode? Então, mãos à obra. Não é preciso fazer coisas mirabolantes, não. Conversar com alguém, dar um sorriso, escutar alguém, dar um beijo, um abraço, ajudar alguém a realizar alguma coisa, até uma coisa pequena que seja importante para alguém.

Vamos lá? O ano está começando. Não deixe para amanhã, que o mundo não pode esperar, a vida não pode esperar. E melhorar o mundo é vital. Feliz 2019, Brasil, Feliz 2019 Mundo.

 

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor, Cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras – Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 38 anos de trajetória. http://lcamorim.blogspot.com.br – http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br

 

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6 dicas para evitar manchas na pele no verão

02/01/2019 12:14

Ninguém pode escapar do processo natural do envelhecimento. Mas é possível prevenir algumas situações que podem acelerar o surgimento das marcas de expressão, rugas e manchas na pele. Isso é ainda mais importante no verão, estação em que os raios solares ficam mais incidentes e perigosos.
 
Segundo o cirurgião plástico Dr. Luiz Philipe Molina Vana, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a prevenção deve começar desde cedo. “A falta de proteção da pele contra os raios solares é o principal fator de risco para o surgimento de manchas, rugas e marcas de expressão. Além disso, também aumenta o risco de desenvolver câncer de pele, o tipo mais prevalente no Brasil. Por isso, o uso diário de um protetor facial é mandatório, inclusive na juventude”.
 
Com a ajuda do Dr. Molina, elaboramos uma lista com 6 dicas para proteger sua pele dos efeitos deletérios do sol e aproveitar ao máximo o verão. Confira:
 

  1. Cuidado com cicatrizes cirúrgicas: quem fez uma cirurgia plástica, há pelo menos seis meses, deve redobrar a atenção com a cicatriz. A recomendação é usar protetor solar e não tomar sol diretamente na região da incisão para prevenir manchas ou piora do aspecto cicatricial.  
  2. Tratamentos faciais: Pessoas que passaram por sessões de laser de CO2 fracionado, peeling químico ou qualquer outra terapia abrasiva, devem evitar o sol por no mínimo 30 dias. Depois disso, é mandatório o uso de um protetor facial com fator de proteção 60 a 70. Alie ao protetor óculos de sol, chapéus ou bonés e evite ao máximo expor a região facial diretamente aos raios solares.
     
  3. Uso de ácidos: Para quem usa ácidos em casa, a recomendação é planejar a suspensão do produto no mínimo um mês antes de se expor ao sol. O ideal seriam dois meses. Todos os cuidados recomendados acima para os tratamentos faciais servem para quem faz uso de ácidos em casa.
     
  4. Evite esfoliantes: A pele fica mais sensível quando exposta ao sol, mesmo com o uso de protetor solar. Portanto, no verão não é recomendado usar esfoliantes, principalmente na face. O ideal é manter a pele bem hidratada e limpa. Usar água termal para refrescar é uma boa pedida.
     
  5. Fique longe do limão: Quem nunca ganhou de presente uma mancha na pele causada pelo limão? Embora não seja uma mancha permanente, pode ser esteticamente desconfortável. Portanto, ao manusear a fruta ou até mesmo ao consumir bebidas com limão, lave bem as mãos, a boca e reforce o uso protetor nessas regiões.
     
  6. Lembre-se dos pés e das mãos: Embora a face seja a região mais delicada quando o assunto é sol, é preciso também lembrar de passar protetor solar nos pés e nas mãos.

 
Quando retomar os tratamentos?
“No verão, é possível realizar alguns tratamentos faciais, como aplicação de toxina botulínica e preenchimento com ácido hialurônico. Ainda assim, é preciso evitar a exposição ao sol e usar protetor sempre, reaplicando a cada quatro horas ou quando molhar/lavar o rosto. Em caso de transpiração excessiva, também é preciso reaplicar o protetor solar. A limpeza de pele também pode ser feita, desde que não sejam usadas substâncias abrasivas no procedimento”, ressalta Dr. Molina.
 
“Já o laser de CO2 fracionado, aplicação de ácidos e peeling químico são tratamentos estéticos que, idealmente, devem ser feitos entre o outono e o inverno para prevenir possíveis inconvenientes, como manchas e queimaduras”, finaliza o especialista.
 

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Como fazer videos incríveis de suas viagens de fim de ano

21/12/2018 11:57

Fim de Ano está chegando, e com ele vem férias escolares, alguns tiram férias também do trabalho, e esta é a época em que muitos viajam, sozinhos ou em família, para aproveitar o recesso nas atividades.

O filmmaker Gabriel Queiroz traz dicas para você fazer vídeos incríveis das suas viagens, sozinho ou em família, mesmo que você só tenha o seu smartphone, e assim consiga registrar os seus melhores momentos com máxima qualidade, pra arrasar nas redes sociais, partilhando seus vídeos e memórias

1- Limpe a lente

Essa dica pode parecer besteira, mas se você reparar agora na câmera do seu telefone, ela pode estar suja ou engordurada, fazendo com que a imagem não fique tão nítida. Antes de filmar ou tirar fotos, limpe a lente para garantir a melhor imagem

2- Grave nos melhores horarios

Filmar ao amanhecer e ao entardecer são as melhores opções, onde a luz do sol é mais baixa e mais suave fazendo com que as cores e as sombras fiquem muito mais bonitas.

Nos horários entre 11 horas e 14 horas, a luz do sol que vem de cima faz com que o nosso rosto fique com muitas sombras ruins, como embaixo dos olhos e no nariz

3- Filmar na horizontal não é mais uma obrigação

Se você quer que as pessoas vejam o seu vídeo em tamanho real no monitor de um computador ou em uma TV, mantenha o seu smartphone na horizontal enquanto grava. 

Agora, se você pensa em já postar no seu feed do instagram, grave com o telefone na posição vertical para evitar os cortes laterais e manter mais qualidade no seu filme.

4- Use as duas mãos

Para gravar um vídeo mais suave e estável, use as duas mãos para segurar o smartphone. Para aumentar ainda mais a estabilidade, tente manter os cotovelos na lateral do seu corpo. Firmar bem os pés no chão e mover toda a parte superior do corpo — e não apenas a câmera — também pode resultar em movimentos mais suaves.

5- Aproveite a  luz

A luz é uma parte importantíssima na hora de conseguir uma boa imagem. No entanto, ela pode ser sua amiga ou inimiga durante uma filmagem. É preciso saber trabalhar com a luz disponível e usá-la a seu favor. Ao ar livre, por exemplo, tente encontrar uma posição onde o sol está iluminando uniformemente a cena que você deseja gravar.

Se algumas partes da cena estão muito claras ou muito escuras, adquira o hábito de mudar sua posição até encontrar outro ângulo que ainda permita o enquadramento desejado, mas onde a luz esteja melhor.

Brinque com a luz, gerando contornos e sombras, deixe a luz do sol entrar na câmera formando os famosos (flare) que são raios de sol entrando na imagem.

6- Ajuste manualmente

Nem todos os aplicativos de câmera permitem ajustar manualmente a exposição e o foco, mas tente pressionar e segurar alguma área da tela do dispositivo para ativar o modo de bloqueio AE/AF (exposição automática/foco automático).

Isso vai evitar que o foco da imagem fique mudando enquanto você grava. Definir o foco manualmente pode ser uma ótima opção na hora de filmar algum objeto bem de perto e destacar alguns detalhes específico.

7- Acessórios

Hoje em dia existem diversos estabilizadores de imagem para smartphone, o estabilizador faz com que você consiga gerar imagens cinematográficas com movimentos muito mais suaves, deixando sua criatividade fluir e pensar em cenas incríveis.

8- Edição

Não é preciso perder horas editando seus vídeos. Muitas vezes, apenas cortar o início e o fim de uma gravação e organizar as imagens obtidos em uma ordem lógica já são o suficiente para um resultado legal.

Escolha uma trilha sonora que combine com as imagens e seja preciso nos cortes com o ritmo da musica. Isso fará toda diferença no resultado final.

Na maioria dos casos, é possível fazer essas pequenas alterações no próprio aplicativo nativo do smartphone, mas o que não falta por aí são aplicativos de edição de vídeo que abrem mais possibilidades para melhorar suas imagens.

Existem uma infinidade de apps de edição de videos para smartphone ( alguns exemplos): iMovie /  AndroMedia HD / Lapse It Pro / Viddy / VidTrim Pro

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Primeira Edição © 2011