14/02/2012 10:38
Olá,
Do modo como as pessoas se referem aos negócios e ao mercado de trabalho nos dias de hoje, parece que esta afirmação é verdadeira. Você não pensaria assim? Será que para obtermos sucesso, necessariamente, outros terão que fracassar?
A atualidade tem mostrado que estamos tão preocupados em vencer e em competir, que muitas pessoas passam por cima de tudo e de todos para chegar a realizar suas metas e objetivos. Será que é assim que as coisas funcionam?
O negócio e o mercado de trabalho visto como uma guerra levam-nos a pensar sempre numa relação de perde-ganha. Como sabemos, há poucos vencedores, quando os negócios e a carreira profissional são vistos de uma forma competitiva exagerada, sempre um querendo ser o melhor em relação ao outro, quando poderiam ser melhores em relação a si mesmos. Essa inversão de valores compromete a ética nas organizações e promove estados de stress, tanto nos empresários, como nos demais integrantes da empresa.
A relação praticada pelo empresário e pelo profissional atual deve ser uma relação ganha-ganha, e isso não tem nada a ver com guerra. Temos que ouvir os fregueses para entendê-los melhor e poder oferecer produtos e serviços compatíveis com suas necessidades; trabalhar em perfeita sintonia com os fornecedores; criar equipes e estabelecer sociedades estratégicas, inclusive com os concorrentes.
Na verdade, a maioria das empresas só é bem sucedida se outras também o forem. Da mesma forma, acontece com o profissional. Não conheço nenhum profissional de sucesso que se mantenha no mercado sem a ajuda de outros profissionais.
Temos que cooperar, temos que nos preocupar com as pessoas quando estamos concorrendo no mercado de trabalho. É imprescindível a adoção de uma atitude ganha-ganha, de modo que, na maioria esmagadora das vezes, é possível estabelecer uma relação vencedora, sem deixar pelo caminho, perdedores.
Lembremo-nos sempre que indivíduos poderosos ou empresas poderosas não existem sozinhos, isolados. Indivíduos livremente associados, em cooperação, produzem uma comunidade em um nível mais elevado, pois afinal, cada individuo faz parte de uma última comunidade: A humanidade.
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22/01/2012 09:34
Olá,
Gerentes são profissionais que conseguem resultados através dos empregados que comandam.
Essa é a realidade de muitas organizações ainda hoje, mas vejam o que é que já está ocorrendo em diversos segmentos da economia em virtude do crescimento do país: Uma competição muito forte por talentos humanos, não é mesmo?
E como então reter talentos nas empresas se os gerentes os tratam como simples empregados, que estão ali para vender um dia de trabalho por uma remuneração acertada?
Esses gerentes que ainda estão na era industrial, em torno do inicio do século passado, época em que a preocupação com as pessoas era quase nenhuma, o negócio era produzir, produzir e pronto, já não interessam ao mercado. Aquele gerente cujo lema é MANDA QUEM PODE E OBEDECE QUEM TEM JUIZO, não serve para administrar as empresas da chamada era do conhecimento, nem os talentos humanos de hoje em dia.
A atual era do conhecimento e da informação – que sucede à era industrial- está alterando profundamente a própria essência da atividade empresarial. Uma das principais manifestações dessa mudança é, certamente, a passagem do capital financeiro para o capital humano como base da força competitiva das empresas.
Daí a importância desta visão do quadro gerencial. Se competimos por talentos humanos, se as empresas estão buscando se diferenciar das concorrentes através dos seus talentos , os atuais gerentes têm que ter claro que seu grande papel será administrar esses talentos humanos, já que o resultado da empresa advêm do trabalho das pessoas, e essas devem estar motivadas e, principalmente, comprometidas com a organização.
Esse comprometimento em grande parte é conseguido através do trabalho das lideranças na empresa.
Lembram-se daquela música que do Geraldo Vandré, interpretada por Jair Rodrigues?
“Porque gado a gente marca, tange, ferra, engorda e mata. Mas com gente é diferente…Se você não concordar, não posso me desculpar. Não canto pra enganar; vou pegar minha viola, vou deixar você de lado, vou cantar noutro lugar.”
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06/01/2012 18:10
Olá,
Esta frase pronunciada por um turista e repercutida na imprensa local, nos faz refletir e voltar a questões que nos últimos anos temos repetido nos mais diferentes meios de comunicação: Não nos preparamos para receber bem os nossos visitantes; nos falta ainda absolutamente tudo, o que ainda temos, não sei até quando, são as riquezas naturais.
É bom frisar que este é um problema nacional, mas este fato não serve de desculpa, ou não pode servir para encobrir a nossa costumeira “incompetência” quando se trata de planejamento.
Esses problemas apontados pelos turistas que visitam o nosso estado são recorrentes: Comerciantes e Camelôs que exploram; sujeira, lixo nas ruas; atendimento deficiente dos transportes públicos; falta de programação cultural na cidade, principalmente à noite; falta de capacitação da mão de obra voltada ao atendimento dos turistas; e por aí vai.
E o que temos feito? Se é que estão fazendo alguma coisa no sentido de resolver essas questões, não está surtindo efeito, claro.
Com planejamento cuidadoso, participativo e efetivo poderemos sim, transformar este pedaço de paraíso em um destino turístico respeitado.
Só para citar um exemplo: se criarmos um certificado de qualidade para: bares, restaurantes, empresas de turismo, barracas de orla, taxis, inclusive camelôs que vendem na praia. Para adquirir este selo o equipamento turístico seja ele qual for, teria que se submeter a uma rigorosa auditoria geral que atestasse todos os aspectos relevantes daquele estabelecimento.
Depois, a propaganda oficial do governo das secretarias e órgãos ligados ao turismo, recomendava que o turista desse preferência a esses estabelecimentos certificados, pois ali eles estariam seguros em todos os aspectos, inclusive preços.
Garanto que com três anos de um programa bem feito estaríamos muito bem preparados: Comerciantes preocupados em certificar o seu estabelecimento e não perder o certificado, camelôs identificados com coletes e números para reclamação dos turistas, e por aí vai..
Desculpem, é só um desabafo de quem forçosamente tem ficado de expectador a presenciar a “incompetência” prosperar, aqui e alhures.
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27/12/2011 10:27
Olá,
No último dia 17 de dezembro, eu e mais cinco palestrantes nos deslocamos à cidade de Boca da Mata, interior de Alagoas para participarmos de um circulo de palestras.
No intervalo para o almoço fomos convidados pelo prefeito, para visitarmos uma escola municipal que, segundo ele, tinha instalados equipamentos de última geração.
Confesso que esperava encontrar algo normal, afinal o que se esperar de uma escola municipal no interior do nosso querido nordeste?
Qual não foi a nossa surpresa, fomos apresentados à escola Municipal Major José Tenório, que abriga 1.800 alunos.
Logo na entrada, o prefeito do Município, José Maynart Tenório, nos apresentou o ponto eletrônico. Todo aluno ao chegar à escola coloca o dedo indicador no dispositivo e sua presença é computada, com isso os pais, se desejarem, podem acompanhar pela internet se os filhos chegaram à escola, e quando um aluno falta à aula, o pai ou responsável recebe uma mensagem de texto no celular informando o ocorrido.
Em seguida fomos a uma das salas e lá encontramos: lousa digital, caneta eletrônica, data show, microfone facial sem fio, sistema de som, notebook, câmeras de monitoramento e aparelhos de ar condicionado, tudo instalado e funcionando perfeitamente.
Realmente, para nós educadores encontrarmos um exemplo desse no interior de Alagoas é digno de nota, é motivo para sairmos bradando aos quatro cantos – Alagoas tem jeito – é possível termos esperança que a educação neste Estado possa ser tratada de uma forma diferente do habitual descaso e descompromisso.
Vocês podem fazer o que outros estados estão fazendo, visitar a escola e constatar o que escrevo. Através deste vídeo é possível ter uma ideia: http://www.youtube.com/v/gYviKGaQ4Ms –
E se você gosta de apoiar bons exemplos, divulgue, repasse para os seus contatos este post, vamos multiplicar a ideia, vamos dar crédito a quem realmente faz.
Muitos falam de um Estado de Alagoas no fundo do poço, eu prefiro falar e isso me faz muito bem, de um Estado de Alagoas na “BOCA DA MATA”, a vislumbrar novos tempos, novas possibilidades, desde que haja vontade e determinação política, infelizmente este caso foge à regra é uma exceção.
FELIZ 2012
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16/12/2011 21:10
Olá,
Nestas últimas semanas tive a oportunidade de está em diversas cidades brasileiras e fiquei encantado. Já no meio de novembro as luzes do natal estavam iluminando várias delas.
Escrevo este texto hoje, dia 14 de dezembro de 2011, às 10h31m, e Maceió? – nenhuma luz! Apagada!, só alguns prédios privados estão com a sua decoração linda, a nos mostrar que é natal, que está chegando a hora da confraternização universal.
Custo a acreditar que seja uma política de governo não investir no natal de Maceió, sinceramente, conhecendo o prefeito como conheço um festeiro de carteirinha, tenho a certeza que não é do seu agrado, deve ser algum problema com algum dos seus colaboradores, que não tem visão.
O natal, o final de ano, é na verdade um momento excelente para passarmos mensagens de paz, de harmonia, de convivência, de solidariedade à nossa população.
Os nossos visitantes chegam a nossa cidade nesse período e esperam encontrá-la, faceira, iluminada, sorridente, trazendo-os para o clima de festa, de férias, de descanso. E o que encontram?
Encontram uma cidade apagada, que não comunica o momento festivo do natal, do final de ano, parece está em outra constelação.
Ainda dá tempo. Espero que o poder público faça a sua parte e ilumine, literalmente, nossa querida Maceió e os corações de todos que a habitam e que nos visitam.
Muita Paz!
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01/12/2011 19:25
Olá
Um conceito que está fazendo a diferença na vida de muitas pessoas de sucesso. O conceito de Proatividade.
A nossa cultura latina tem um aspecto muito peculiar, ou um tipo de comportamento que temos combatido muito nos últimos anos: o Comportamento Reativo, que se caracteriza pelo fato de apenas reagirmos aos estímulos e aos acontecimentos. Por exemplo: Fui roubado. Há! então, agora, vou me prevenir, comprando uma fechadura mais segura. Ou, então, da seguinte forma: - fui excluído na seleção que participei porque não sabia inglês, agora vou estudar para que isso não venha acontecer mais.
Esse tipo de comportamento deve ser combatido desde os primeiros passos da nossa vida profissional. É típico da pessoa que acha que o que acontece fora determina o que acontece dentro da pessoa. Já vimos aqui que é o contrário, o que acontece dentro de você determina o que acontece fora.
Então, o comportamento que devemos desenvolver ao longo de nossas vidas e nossas carreiras profissionais é o comportamento proativo, que se caracteriza pelo fato de nos anteciparmos aos acontecimentos, ou seja, antes que aconteça o fato, já tomamos a iniciativa preventiva.
Para usarmos os exemplos acima, a pessoa de comportamento proativo, sabendo da enorme possibilidade de ser roubada, não se descuida da fechadura, e a outra, sabendo da necessidade de dominar, no mínimo, outra língua para alcançar postos melhores de trabalho, cuida de fazer um curso paralelo à sua graduação.
Em resumo, ser proativo é ver o mundo como uma grande e infinita possibilidade, enquanto que ser reativo é ver o mundo como ameaça.
Pense Nisso
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