Professor de inglês, cinéfilo, colecionador de quadrinhos e leitor compulsivo.
16/10/2011 16:55
Ok Ok Ok, eu sei, e você também sabe, que o gênero comédia romântica não vai acabar nunca, pelo menos enquanto existirem namorados no planeta, o que vem acontecendo é uma modificação radical do gênero, não há mais aquela inocência, os diálogos são mais ágeis e a temática sexual é muito mais presente, ou seja o gênero se modernizou, não creio que caiba aqui julgamento de mérito, simplesmente aconteceu e, exatamente como antes, teremos bons e maus filmes nesta nova safra assim como na anterior, acho que um ponto positivo desta nova safra seja agradar um pouco mais aos marmanjos afinal , como eu disse antes, o conteúdo sexual aumentou :) . Alguns dias atrás assisti Amizade colorida (Friends with Benefits) que é um ótimo exemplo do que eu estou falando, além de um ótimo filme (especialmente se você tem menos de 35 ou 40) embora, na minha opinião, não tão bom quanto Amor a Toda Prova (Crazy, Stupid, Love.), talvez eu seja suspeito para falar pois normalmente gosto dos chamados chick flicks (“filme de mulherzinha”, numa tradução livre, e rude:). Amizade colorida ainda está em cartaz e merece uma ida ao cinema, com a(o) namorada(o) é claro.
Fui ontem ao cinema assistir Gigantes de Aço (Real Steel), levei meus dois filhos Gui tem 10 e EL tem 9, fiquei meio cismado pois achei que talvez a tônica do filme fosse mais adulta, não era, mas isso não quer dizer que o filme seja ruim, na verdade o filme é surpreendentemente bom, não, não há surpresas aqui, apenas uma sucessão de clichês muito bem realizados, todo o filme pode ser deduzido pelo trailer ou mesmo pelo combo pôster-sinopse, mas e daí! Quase todos os filmes hoje em dia podem ser deduzidos com maior ou menor grau de acerto, certo. Gigantes de aço é um filme família, apesar de apelar mais ao gosto dos garotos, e prega bons valores afinal é um filme Disney, então pegue a molecada e vá ao cinema tenho certeza que vocês vão se divertir bastante, ah! E depois da sessão lembre-se de levar seu pacote de pipoca e copo de refri para o lixeiro, é assustadora a quantidade de pessoas incapazes de fazer um ato tão simples, ser educado não dói, eu juro.
Assista ao trailer.
Sugestão de hoje: A partida (Okuribito, 2008), em inglês, Departures. Foi o filme ganhador do Oscar de filme estrangeiro em 2009. Num breve resumo a estória é a seguinte, Daigo perde o emprego de violoncelista e resolve voltar para sua cidade natal onde busca emprego em uma empresa que promove “partidas” acreditando se tratar de uma agência de viagem, porém descobre que empresa prepara corpos para serem enterrados. Lendo assim de chofre, como eu espero que você tenha lido, parece uma comédia de erros americana típica, nada poderia estar mais distante. Há alguns momentos leves, divertidos até, mas o que predomina é o estoicismo de Daigo em realizar sua tarefa com o máximo de perfeição possível enfrentando as adversidades que se apresentam. Mais uma vez minha limitada capacidade de escrever falha em expressar tudo que o filme é, então acredite em mim e vá alugar o DVD, não sei se tem em Blu-Ray por aqui
Assista ao trailer:
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E como sempre, comentários são bem vindos.
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11/09/2011 10:08
Vou chover no molhado, e o pior, com vários dias de atraso. Amor a Toda Prova ( Crazy, Stupid, Love) é excelente! Muito acima da média das últimas comédias românticas que chegaram as telas, e o que mais me chamou a atenção é que eu li muito material sobre este filme, a crítica da Isabela Boscov está ótima, e o estava aguardando com certa ansiedade (tenho uma queda por comédias românticas, mas por favor não usem isso contra mim:). Eu sei que: muita informação + antecipação + boas críticas é uma receita quase fatal para diminuir o prazer em ver um filme. Surpreendentemente isso não aconteceu, grata surpresa.
Talvez isso aconteça pelo fato do filme não ser exatamente uma comédia romântica típica, onde normalmente a carga dramática é muito superficial e serve apenas para, hora atender a comédia e hora atender ao romance, aqui o drama tem peso um pouquinho maior e é suficiente para elevar este filme a um outro patamar. Ah! É claro que os atores estão afinadíssimos, temos Steve Carrel (marido), Julianne Moore (esposa), Ryan Gosling (conquistador), Emma Stone (amor verdadeiro do conquistador) entre outros.
Para quem não sabe do que se trata aqui vai um resuminho: mulher abandona marido após 25 anos, depois de traí-lo, ele pira e conhece um conquistador em um bar que o mostra as “delícias” de ser solteiro e o ajuda a se tornar um conquistador também, para logo depois sucumbir ao amor verdadeiro, bastante óbvio até agora não? E ainda continua, o filho do casal é apaixonado pela baby-sitter que por sua vez é apaixonada pelo marido, que agora está solteiro, tchanram! Há ainda mais umas sub-tramas típicas. Como eles fizeram um filme tão bom com uma trama tão comum é um mistério, preste atenção que eu disse trama comum, trama, o roteiro é fora de série. Dê uma olhada no trailer, logo aí embaixo, e depois, se ainda não foi, vá correndo ao cinema.
Sugestão do dia: Duelo de titãs (Remember the Titans, 2000) Dir.: Boaz Yakin, com: Denzel Washington, Will Patton, Ryan Hurst, Wood Harris, Ryan Gosling. Dá para ver que, tirando o Denzel (e agora, talvez, o Ryan Gosling) o filme não tem estrelas de primeiríssima grandeza. É um filme de nicho, neste caso esportes, mais especificamente futebol americano, o que talvez reduza o interesse de algumas pessoas, tudo que eu posso dizer é: vença o preconceito e assista a um dos filme-família mais legais que eu já vi, especialmente se você tem adolescentes ou pré-adolescentes em casa. Não me entenda mal, é um filme da Disney então todos os clichês possíveis do gênero vão estar lá, você não vai ver nada novo, “apenas” muito, muito bom.
O filme conta a história verídica de um treinador negro (Denzel) que em 1971 assume o cargo de treinador chefe de uma escola recém-unificada para acomodar brancos e negros, o preconceito racial inflama os ânimos não só dos atletas, mas também da comunidade, e é nesse caldeirão que aos poucos o time se torna um símbolo de unificação não só para a escola, mas para toda a região. Uma pena que eu não consegui por em palavras toda a grandiosidade emocional do filme. Se você já foi ou é atleta assista com um lenço na mão, pois você provavelmente vai chorar.
Assista ao trailer, infelizmente, sem legendas mais uma vez.
Como sempre, se tiver críticas ou sugestões, comente.
Twitter: @alexlimol
Até o proximo.
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21/08/2011 22:20
No post passado eu falei de remakes, mas há uma tendência um pouco diferente e que vem ganhando momento (foi muita física?) nos últimos anos; são as sequências e em especial as prequels , não achei similar em português, mas é uma “prequêcia” ou seja, se passa antes do original (OK eu sei que não existe essa palavra, mas não achei outra melhor:), essa tendência já atingiu até a TV, um exemplo recente foi a minissérie Spartacus: Sangue e Areia que não rendeu, como era de se esperar uma segunda temporada “normal” e sim uma prequel chamada Spartacus: Deuses da Arena, porém talvez a principal motivação tenha sido o afastamento do ator principal (Andy Whitfield) por razões de saúde. A produção é do Starz, um canal que que vem no rastro da “liberdade de expressão” conquistada pelo HBO, ou seja, muito palavrões e nudez, mas a série é legal.
No campo do cinema, nos temos uma “prequência” (se eu escrever mais umas dez vezes eu acabo me acostumando) estreando na próxima sexta, Planeta dos Macacos: A origem, já falei dele alguns posts atrás, mas já tivemos muitas outras, o último Star Trek (2009) por exemplo e mais recentemente X-Men: Primeira Classe, mas isso não é coisa muito nova não, vale lembrar que O Poderoso Chefão II tem boa parte de sua ação acontecendo em uma linha do tempo anterior ao primeiro filme. Não podemos esquecer também de Indiana Jones e o Templo da Perdição que se passa antes de Caçadores (para os íntimos:) mas a verdadeira motivação para escrever sobre “prequências “ (só faltam 9:) é o seguinte:
Os fãs de cinema receberam uma bomba no último dia 18, Ridley Scott divulgou que faria uma “prequência”( agora só 8:) do seu mais cultuado filme, há quem diga –o mais cultuado filme de todos os tempos- Blade Runner , eu mesmo já assisti dezenas de vezes, eu disse dezenas mesmo, e já assisti às cinco versões do filme (viva a edição especial em Blu-ray) sou fá incondicional e não sei o que esperar deste novo filme, é um misto de ansiedade e receio. Li um comentário meio lúgubre de um fã que dizia ser impossível replicar a aura do filme, pois muito do que aconteceu nos sets influenciou, senão o script, pelo menos o “espírito” da obra e que o diretor se renderia aos efeitos digitais roubando assim a veracidade deste clássico da ficção científica (eu achei esse final meio paradoxal, não?) bem, deu para sentir que ele vai mexer em um vespeiro.
Sugestão do dia: Boogie Nights: Prazer sem limites (Boogie Nights,1997) Dir.: Paul Thomas Anderson, com: Mark Wahlberg, Burt Reynolds, Julianne Moore, Philip Seymour Hoffman e muitos outros. O filme se passa no final da década de 70 e começo de 80 e mostra a transição na indústria de cinema pornô do “glamour” da película e das exibições em cinema para o mundano mundo (?) do videocassete, e faz isso através de um passeio pela vida de um garoto (wahlberg) que descobre que tem um “grande talento” para o cinema. É um grande filme de um diretor que não se entregou a comprometimentos e nos presenteou com uma obra de múltiplas camadas que pode ser vista e revista. Atenção à representação da época, simplesmente espetacular, Ah! Não deixe as crianças na sala, pois tem o filme tem cenas quase explícitas.
Como sempre. Para reclamações, sugestões, criticas e comentários, Comente! Simples, não?
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Trailer de Boogie Nights, infelizmente sem legendas
Ah! Quase me esqueci das “prequências” (só 7:) clássicas: Star Wars I, II, III. Até mais.
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16/08/2011 22:23
Qual é o apelo dos remakes (refilmagens)? Por que temos tantos remakes “na agulha” para serem lançados nos próximos meses/anos? Será falta de criatividade, insegurança ou outro fator. Eu, particularmente, estou inclinado a acreditar que é uma soma dos seguintes fatores ganância, insegurança, ganância e estupidez (é isso mesmo, ganância duas vezes, afinal estamos falando de hollywood:) só assim para justificar alguns dos remakes que já chegaram ou estão chegando por ai, exemplos: Footloose-11.2011 (ganância e insegurança), Juiz Dreed- 09.2012(ganância e estupidez), Assassino a preço fixo-03.2011 (ganância, ganância e estupidez), Sob o domínio do medo(Straw dogs)-09.2011 (ganância, ganância e estupidez x 2) esse é um clássico do Sam Peckinpah com ninguém menos que Dustin Hoffman no papel principal e vai ser refilmado com James Marsden em seu lugar, PELAMORDEDEUS!!!
Vale a pena mencionar uma boa, porém desnecessária, refilmagem, Deixe-me entrar (Let me in, 2010) que é uma refilmagem do ótimo filme sueco Deixe Ela Entrar (Låt den rätte komma in,2008), é praticamente uma cópia, porém de boa qualidade, vale a pena ver os dois de preferência com um intervalo pequeno entre eles para melhor apreciar as semelhanças e diferenças.
Mas nem tudo é tristeza, há algumas refilmagens interessantes no horizonte, Nicolas Winding Refn (lembra do post anterior?) pode refilmar Logan’s Run, com o mesmo Ryan Gosling de Drive (post anterior de novo), o filme se passa no século 23 em uma sociedade na qual as pessoas só podem viver até os 30 anos, e é nesta situação que um dos policiais que ajuda a manter este sistema se revolta, a medida que ver chegar sua data de extermínio. Se não me engano o título em português é Fuga do século 23, criativo, não?
Outra refilmagem interessante dirigida por David Fincher é: A Garota com o dragão tatuado, que é uma refilmagem do filmaço. também, sueco Män som hatar kvinnor que se traduz como “Homens que odeiam mulheres”, e deve estrear por aqui em dezembro deste ano,o trailer indica que está muito bom, apesar de ser um caso de ganância aliada a ignorância, pois o filme sueco é excepcional e esta refilmagem só aconteceu por que o grande público americano não gosta de ler legendas, então o filme original não deu tudo que poderia dar nas bilheterias. Vale lembrar que este filme é baseado no livro de mesmo nome do autor Stieg Larsson que faleceu logo após publicar o ultimo livro da trilogia. Vou discutir isso em um post específico no futuro próximo (mesmo!) pois tanto os filmes quanto os livros merecem um comentário mais longo.
Assista aos trailers da versão sueca legendada e logo depois da versão americana, esta infelizmente sem legendas.
E como sempre, se tiver sugestões ou críticas, comente!
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Sueca
Americana
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13/08/2011 13:59
Salto para o futuro próximo, Drive estreia em 16 de setembro no EUA (e se deus quiser, aqui também), salto para um passado também próximo, O diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn ganha o prêmio de melhor diretor em Cannes por seu trabalho em Drive. Nicolas Winding Refn (daqui para frente só Nicolas) é um diretor autoral, seja porque imprime seu estilo e em tudo que dirige seja porque só dirige aquilo que escreve ou adapta, ambas as acepções são válidas para mim, e é aí que Drive se distingue pois não foi nem escrito nem adaptado por Nicolas, é baseado no livro homónimo de 2005 de James Sallis,( comprar no Amazon,check!) mas pelo que pude ler sobre o livro parece que caiu como uma luva para o estilo do diretor que já tem 10 filmes no currículo mas só começou a aparecer no cenário internacional com Bronson (2008), único filme dele que vi (recomendo com ressalvas), mas me interessei pelos filmes de início de carreira do diretor, chamados de “Trilogia Pusher” vou tentar assisti-los e comento assim que conseguir, mas deixe-me voltar ao Drive, a crítica (inclusive a europeia) e os felizardos que já tiveram a chance de assistir tem rasgado elogios, com vários críticos dando nota 10 (ou nove, o que para mim é dez se vem de um crítico). A crítica do brasileiro Rafael Ciccarini está bem legal.
O filme trata de um dublê de Hollywood que faz bicos como piloto de fugas para assaltantes nas horas vagas. Como não poderia deixar de ser, seu “hobby” vai coloca-lo em contato com pessoas e situações cada vez mais perigosas e por vezes surreais (alguém falou Tarantino! e alguém também disse,Não! Vai entender.) , Odeio fazer resumo, até porque ainda não vi o filme só li bastante sobre ele, mas tenho medo de contar demais. veja o trailer lá embaixo, ou leia crítica mencionada lá em cima.
O astro do filme é Ryan Gosling que desde 2001 com Tolerância Zero (The Beliver) vem surpreendendo em (quase) todos os seus filmes, vale a pena mencionar Diário de Uma Paixão (the Notebook) para os mais romântico, Half Nelson-Encurralados (pelo qual foi indicado ao Oscar e ganhou o Independent Spirit Award) para quem curte mais o drama, A garota Ideal (Lars and TheReal Girl) para aqueles que preferem uma comédia esperta com toques dramáticos e que foge do óbvio, e mais recentemente dividiu a tela com Michelle Williams em Namorados Para Sempre (tradução ridícula de Blue Valentine).
OK! vou colocar o Trailer de Drive agora mas não deixe de ler a sugestão do dia logo depois, se bem que todos os filmes acima são sugestões.
Sugestão do dia: Taxi Driver (Taxi Driver,1976) Dir.: Martin Scorcese, com: Robert DeNiro, Jodie Foster, Harvey Keitel e Cybill Shepherd. O filme conta a história deTravis Bickle (DeNiro) um taxista que cruza Nova York, e está a disposição “em qualquer hora, em qualquer lugar” e neste processo cruza também com seus demônios particulares, na forma do caos urbano, principalmente. Sua busca por redenção é dolorosa de assistir e vale cada minuto em frente a TV. Assista mesmo que seja apenas para dizer que ouviu o Robert DeNiro dizer “Are you talking to me?”. Valeu e até o próximo.
Não canso de dizer, trailer antigo as vezes assusta, mas você tem que vencer esses medos:)
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10/08/2011 18:00
Depois de certa ausência, estou de volta! (por alguma razão me veio a mente uma música de Roberto Carlos:) . Dias atribulados me fizeram pôr o Blog de lado, por um tempinho apenas, e me impediram de ver Melancolia, que era minha primeira escolha esta semana, mas consegui assistir Quero Matar Meu Chefe (minha segunda escolha), excelente comédia que cumpriu muito bem sua função, me distrair depois de uma semana difícil, recomendo mesmo! Só me resta esperar que Melancolia não saia de cartaz para que eu possa assistir no fim de semana.
Imaginei que o Post anterior iria suscitar troca de ideias, sugestões e também críticas, e assim foi. Marcio Andrade comentou, com razão, a ausência de filmes nacionais, estou devendo, fica para a próxima. Ele (o Post anterior) também me deu a ideia de fazer uma sugestão de filme(s) a cada nova postagem, vou tentar.
Alguns dias atrás disse que falaria de Super 8 quando estivéssemos mais perto da estreia, bem, como a estreia se aproxima então lá vai. Há muita expectativa e uma certa ansiedade geral pela chegada de Super 8 aos cinemas nesta sexta feira próxima (12.08), os críticos profissionais já puderam fazer a festa pois o filme saiu no circuito internacional a muito tempo e, como sempre, nós nos deparamos com aqueles que não gostaram e com aqueles que gostaram, até aí tudo bem e muito natural, contudo; li as críticas nos semanários e na internet e o que me chamou a atenção foi o seguinte: o motivo dado por aqueles que não gostaram foi basicamente o mesmo dado por aqueles que gostaram (???), isso mesmo, quem não gostou disse que o filme é só uma refilmagem, com cara nova, de alguns clássicos populares (leia-se aí, alguns filmes do Spielberg, que é produtor do longa) que não traz nada de novo, que fala, ainda que de modo moderno, de uma época que não existe mais (tem gente que chama isso de nostalgia!:) e quem gostou disse que o filme revisita clássicos contemporâneos (leia-se aí, alguns filmes do Spiel.....) que fala de uma época que não existe mais, ainda que de um modo mais moderno para o agradar ao público de hoje (nostagia, mesmo assim). Eu acho que vocês devem tirar suas próprias conclusões indo ao cinema, comentários serão bem vindos.
Sugestão do dia: antes de começa quero dizer que estas sugestões serão absolutamente (e absurdamente) aleatórias, é impossível agradar todo mundo, mas mesmo que você não goste do(s) filme(s) eu espero que ao menos ele(s) possa(m) proporcionar uma experiência diferente. Amargo pesadelo (Deliverance,1972), Dir.: John Boorman ,com: Jon Voight Burt Reynolds e Ned Beatty. O filme mostra o conflito de classes de uma forma violenta e primitiva quando 4 amigos, executivos da cidade, decidem fazer um passeio de barco por um rio e se veem repentinamente em conflito com moradores da região. Situações extremas, reações extremas, e personagens que são tudo menos bidimensionais, fazem deste um filme forte e imperdível. Atenção especial a cena, famosíssima, do duelo de banjos.
O trailer não tem legendas, a qualidade é sofrível e não tem o “ritmo” dos trailers de hoje em dia o que talvez seja um tiro no pé e faça você perder a vontade de assistir, mas eu coloquei assim mesmo, só não descobri ainda porquê? Até o próximo.
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Primeira Edição © 2011
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