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Estreou em 1973 como repórter do Diário de Pernambuco, do qual foi redator e editor setorial. Foi editor-geral do Diário da Borborema-PB, Jornal de Hoje e Jornal de Alagoas. Foi colunista político e editorialista de O Jornal. Exerceu os seguintes cargos: Coordenador de Comunicação da Assembleia Legislativa de Alagoas, Delegado Regional do Ministério do Trabalho, Secretário de Imprensa da Prefeitura de Maceió e Secretário de Comunicação de Alagoas. Atualmente é editor-geral do PRIMEIRA EDIÇÃO.

O que salvou Alagoas do caos econômico

08/01/2018 18:05

Nos últimos 20 anos, Alagoas experimentou dois momentos raros de estabilização econômica: em 1998, depois da grave crise enfrentada pelo terceiro governo de Suruagy, e a partir de 2015, com a política de contenção do governador Renan Filho.

Mas são momentos absolutamente distintos. No final do governo Suruagy, vencida a turbulência que começou antes, com epicentro na gestão de Gerado Bulhões, o Estado reentrou nos trilhos por imposição do governo central. Não houve intervenção política, mas Brasília decidiu só liberar socorro financeiro condicionado a um ajuste fiscal extremamente rigoroso.

Os poderes, que até então gastavam o que queriam e mandavam a conta para o Executivo, passaram a sobreviver com duodécimos, como manda a Constituição. Para se ter uma ideia: a despesa mensal da Assembleia Legislativa era de sete milhões e oitocentos mil reais. Caiu para quatro milhões e duzentos mil reais.

A estabilidade, porém, durou até 2011, quando se iniciaram os desmandos do governo Dilma. Em resumo: a política errática da sucessora de Lula desmantelou a arrecadação federal, afetando drasticamente os repasses aos estados e municípios. E a renúncia fiscal deliberada – o preço de sua reeleição – armou a bomba que explodiria nas mãos dos governadores eleitos em 2014.

Renan Filho, apesar de muito jovem, teve visão e pressentiu a hecatombe financeira que os outros julgaram desnecessário fazer: cortou gastos, fechou secretarias, desativou órgãos. E, com ingente esforço, somado à eficiência de George Santoro, secretário da Fazenda, passou a otimizar a arrecadação estadual.

Foi a combinação perfeita: menos gastos e mais receita. O resultado não poderia ser outro: nunca o governo alagoano investiu tanto em segurança, saúde, educação, sistema viário, abastecimento de água e em ações sociais, como a urbanização das grotas de Maceió. Graças a essa política previdente, racional e dinâmica, Alagoas vem atravessando a crise sem sofrer os efeitos dramáticos que assolam diversos unidades federadas.

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O protesto tardio de Rui e o troco do Tribunal de Contas

02/01/2018 14:30

Assunto grave, sério, a denúncia de Rui Palmeira contra a presidente do Tribunal de Contas, Rosa Albuquerque, deve ser analisada sob duas vertentes: o objeto da acusação e a circunstância em que veio a conhecimento do público.

O prefeito acusa a conselheira de reter uma certidão de que a Prefeitura precisa para anexar a um processo visando à obtenção de empréstimos externos. A denúncia é grave, exige o devido esclarecimento de Rosa Albuquerque, mas o prefeito também deve explicação à sociedade maceioense.

Ao acusar a presidente da Corte de Contas, Rui disse que fez o pedido há oitenta dias, sem resposta, e ressaltou que uma certidão dessas se emite em até 48 horas. Depois, irônico, desculpou a conselheira-presidente afirmando que quem manda no Tribunal de Contas é um deputado – Antônio Albuquerque, irmão da acusada.

Bom, compreende-se que o prefeito esteja angustiado, sem recursos e sem meios de cumprir as promessas de campanha.

Mas, se a certidão invocada pode ser expedida em dois dias, por que Rui esperou quase três meses para protestar? Não seria o caso de, já no terceiro dia, diante do atraso, o gestor subir o tom e levar o impasse para a instância competente – o Judiciário?

Para complicar, ao revidar o ataque, a conselheira denunciada fez uma revelação igualmente grave: a Prefeitura estaria se utilizando de certidões emitidas sem trâmite regular e aprovação do TCE, situação que já estaria sendo investigada. Nesse caso, a presidente do Tribunal, de acusada, passou à condição de acusadora.

O protesto público pode ter sido um desabafo do prefeito, que vive seu pior momento na chefia da Municipalidade, mas tanto a acusação, quanto a réplica da conselheira, precisa de explicação cabal e transparente. Resta saber quem deve intervir em busca de uma solução: o Ministério Público ou o Tribunal de Justiça?

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Servidores de Alagoas recebem três salários em trinta dias

11/12/2017 13:39

O governo de Alagoas libera na próxima sexta-feira, 15 de novembro, a folha do 13º salário. Mais de 74 mil servidores públicos poderão sacar a gratificação natalina. Trata-se de ‘simples obrigação’ do Estado, mas no atual contexto de crise e dificuldades financeiras, soa como um privilégio raro.

Poucos estados pagarão o 13º salário dentro do prazo. Apenas alguns depositarão os valores integralmente na conta bancária dos funcionários. E os mais apertados, como Rio de Janeiro, sequer concluíram até agora o pagamento do 13º do ano passado.

Alagoas, projetando-se como uma ilha de exceção no vasto oceano sacudido pela turbulência econômica, dá um exemplo poucos vezes visto na história: o governo cortando despesas e gastando apenas o que arrecada. O nome disso é ajuste fiscal, nome técnico para designar ‘equilíbrio financeiro’.

Poucos se dão conta, mas em apenas 30 dias o governo está pagando três folhas salariais: a de novembro, a de dezembro e a do 13º salário. Algo em torno de 850 milhões de reais.

A gratificação natalina, paga de uma só vez, injetará no mercado quase 300 milhões de reais. Dinheiro que se destinará ao pagamento de dívidas e compras de final de ano. Bom para o servidor, que quita seus débitos, bom para os credores, que recebem seus haveres, e bom para o comércio que vende mais, beneficiando-se inclusive da antecipação do 13º para o dia 15.

E não se trata de um lance ocasional. No ano passado, Renan Filho pagou os salários em dia ao longo dos meses e também antecipou a liberação do abono natalino. Não se tem notícia de que isso tenha ocorrido, aqui em Alagoas, nos últimos 30 anos.

Esse quadro único de equilíbrio e estabilidade tem nome: responsabilidade fiscal. O governo gasta o que tem, o que pode gastar. E só. Quando o governador age assim, o Estado avança e todos se dão bem. É uma lição de Alagoas para o Brasil.

 

FIM DO IMPÉRIO

O leilão da massa falida da Laginha marca o fim de um império. O Grupo João Lyra, com cinco usinas (três em Alagoas e duas em Minas), sucumbiu no abismo de uma crise sem fim.

 

NOVA ECONOMIA

O fato é que o setor sucroalcooleiro deixou de ser o suporte da economia alagoana há muito. Daí porque a derrocada setorial não está produzindo efeitos devastadores. Alagoas mudou.

 

 

DEPUTADOS PRETENDEM MUDAR DE CASA

São três os deputados estaduais que disputarão vaga na Câmara federal: Sérgio Toledo (PSC), Rodrigo Cunha (PSDB) e Severino Pessoa (PSC). Marcelo Victor (PSD) poderá ser o quarto, mas ainda não bateu o martelo. Bom para a prata de casa, que disputará a reeleição livre de uma fortíssima concorrência.

 

TUDO OU NADA

A reforma da Previdência será votada nesta semana, com ou sem voto para aprová-la, por uma questão matemática: se ficar para o ano das eleições, a PEC não terá a menor chance de passar.

 

NÃO ADIANTA

Nem o fechamento de questão garante apoio unânime de partido aliado à PEC da Previdência. A punição máxima ao ‘infiel’ seria a expulsão, isto é, apelação de siglas moralmente decompostas.

 

HELOÍSA PRONTA PARA O GRANDE DESAFIO

A empreitada é difícil, mas o objetivo é plenamente alcançável: Heloísa Helena disputará uma das nove vagas de deputado federal e terá como grande suporte o apoio da presidenciável Marina Silva. Será o grande teste para a dupla que, na eleição passada, não pôde concorrer pela Rede Sustentabilidade, o partido que Marina criou mas, à época, não obteve registro no TSE.

 

COMO ESTOPIM

Induzido por Henrique Meirelles, Temer deve adiar o reajuste do servidor federal para 2019. Não tem nada definido, ainda, mas setores do funcionalismo já discutem paralisações em 2018.

 

DUODÉCIMOS

O governo estadual propôs reajuste de 4,8% no reajuste dos duodécimos dos poderes, mas, com negociação em curso, o valor pode subir para 6%, isto é, abaixo do reajuste dos servidores.

 

O QUE O PSDB GANHARÁ VOTANDO COM TEMER?

Fora do governo, por que o PSDB haverá de fechar questão a favor da reforma da Previdência? Para trombar com a grande maioria da população? A moeda válida seria a liberação de emendas orçamentárias (como na votação das denúncias contra Temer), mas essas já se esvaziaram. Ao menos as dos aliados.

 

GANHOU PERDENDO

Inácio Loiola perdeu a eleição de 2016, mas ganhou. Ganhou porque, se eleito, assumiria uma Prefeitura falida. Em Piranhas, sua terra, e em Marechal Deodoro, onde pensou em concorrer.

MAIS JOGOS

A Prefeitura deve melhorar a mobilidade no Trapiche. Isto porque, no próximo ano, duplicará o número de jogos da Série B, no Rei Pelé, agora com o CSA disputando ao lado do CRB.

 

SEGURANÇA ATRAI MAIS TURISTAS A ALAGOAS

Alagoas volta a viver um boom turístico como na década de 1980. Hotéis lotados, cruzeiros ancorando no Porto de Jaraguá e um número cada vez maior de turistas desembarcando no Aeroporto Zumbi dos Palmares. Tudo isso tem uma explicação: os turistas estão se sentindo mais seguros em Alagoas. O Estado, como se sabe, deixou de liderar o ranking da violência nacional.

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Huck não é bobo - o caldeirão rende bem mais do que o Alvorada

04/12/2017 09:11

Luciano Huck não é um aventureiro político. Poderia, sim, no vácuo de lideranças, no profundo desgaste da classe política, lançar-se candidato à presidência da República. Sairia do nada político para o máximo político. Seria catapultado pelas maquinações dos oportunistas de plantão. E até poderia chegar ao Planalto criando expectativas de salvação nacional. Poderia.

Ao desistir do projeto presidencial em pleno nascedouro, a despeito dos afagos e estímulos vazados nas pesquisas de opinião, Huck fez suas contas e concluiu pelo óbvio: é mil vezes mais lucrativo apresentar seu caldeirão na TV Globo.

A presidência confere fama e poder, mas o salário é ínfimo. Huck embolsa todo mês algo em torno de 1 milhão de reais. Já o salário de Temer não passa de 33 mil, sem descontos. Huck não tem poder, mas vai continuar com fama e dinheiro. Muito dinheiro.

Sua decisão, portanto, não é um gesto de nobreza, nem de sensatez. É mera manifestação de interesse pessoal. O apresentador da TV Globo não é um herói, nem mesmo líder popular. Por isso, não há porque reprová-lo. Sua escolha foi racional: preferiu ficar com o salário milionário a exercer o poder com direito a uma poupança mínima mensal.

Collor recebia uma mesada da Organização Arnon de Mello, além do subsídio de governador. Fernando Henrique era professor e ganhava como senador. Lula vivia como sindicalista. Para esses, portanto, a presidência representava fama, poder e até um meio de ganhar mais, durante e depois. Com palestras, por exemplo.

Luciano Huck, um assistencialista televisivo, que fatura audiência ajudando algumas pessoas carentes e deixando milhões na ‘saudade’, agiu corretamente. Pois não estaria bem intencionado se abrisse mão de um salário milionário simplesmente em troca de ser chamado de Sua Excelência, o presidente Huck.

 

À ESPERA DE RUI

Rui Palmeira vai analisar três posições antes de decidir se disputará ou não o governo em 2018: a dos prós, a dos contras e a dele próprio. E esta última é a que vai prevalecer, obviamente.

 

NONÔ TEM CACIFE

Se Rui optar por continuar na Prefeitura, o nome de Thomaz Nonô pode surgir como alternativa para o governo. Lembrando que Nonô já foi secretário da Fazenda e vice-governador.

 

TUDO TEM COMEÇO E, DEPOIS, FIM

A Lava-Jato está na reta final, e quem admite isso é Sérgio Moro, o juiz que conduz o rumoroso processo, na primeira instância, e tem total autoridade para falar do assunto. O resto é conversa de um ou outro procurador do Ministério Público querendo aparecer. Aliás, a Lava-Jato deu projeção a muita gente, e não apenas aos denunciados por desvios de dinheiro público.

 

DISCURSO AFINADO

Pensando nas eleições, os deputados federais tucanos engrossam o discurso pró-rompimento com Michel Temer, o presidente que também se notabiliza pelo recorde de reprovação popular.

 

E A REFORMA?

Daí surge a questão subsequente: se os deputados tucanos já não querem saber de Temer, porque razão votariam a favor da reforma da Previdência, condenada pela maioria da população?

 

MARCOS BARBOSA, O GRANDE CREDOR DO CRB

Os contras – os azulinos, em especial – apostaram tudo na queda do CRB, no justo momento em que o CSA ascendia à Série B, mas o eficiente comando de Marcos Barbosa manteve o Galo em seu devido patamar: a Segundona do Brasileiro. Aliás, quando, na reta final, os rivais apostavam 10 por 1 como o Regatas cairia, o deputado Marcos Barbosa foi categórico: “O CRB não cai”. Falou, disse e provou. Já o Náutico e o Santa Cruz...

 

NOVOS FILÕES

Com o comércio em baixa, os empreendedores investem na fundação de igrejas e criação de partidos. Aliás, o investimento é irrisório, se comparado com o lucro que podem proporcionar.

 

FARRA SEM FIM

E a farra partidária não tem fim. No centro de Maceió não falta adepto coletando assinaturas para criar o Partido Militar do Brasil. O poder fica distante, mas o fundo partidário está bem ali...

 

ENSINANDO COMO CUIDAR DO DIABETES

O cirurgião vascular Josué Medeiros, do HGE, deveria ser escalado pela Secretaria de Saúde para dar palestras nas escolas da rede estadual abordando um assunto da maior relevância: o diabetes, um dos grandes males do século. Poucos dominam tão bem o tema quanto o médico Josué Medeiros.

 

FAXINA GERAL

O governo federal fez uma economia de R$ 2,7 bilhões com a faxina no Bolsa Família. O cruzamento de dados excluiu milhares de pessoas que não tinham direito, mas recebiam o benefício.

 

PAGAMENTO NA ALE

A Assembleia Legislativa liberou a folha salarial dos servidores na quarta-feira (29). A expectativa agora é de que o provento dos aposentados e pensionistas seja liberado nesta segunda-feira (4).

 

MUDANÇA NA EMISSÃO DE PASSAPORTE

O governo está anunciado mudanças para facilitar aquisição de passaporte. Assim, documentos exigidos na entrevista poderiam ser consultados diretamente pela Polícia Federal. Seria providencial, também, que o governo revisse, para baixo, a taxa de R$ 250 que se paga para obtenção do passaporte.

 

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Se R$ 320 bi resolvem o rombo, por que o governo queria R$ 700 bi?

27/11/2017 08:55

Michel Temer não é ingênuo, incompetente ou despreparado. Muito pelo contrário. Um homem vivido, experiente, traquejado no exercício da política e na gestão pública. A menos que alguém seja usado como massa de modelagem ou manipulado por líder popular poderoso, não se chega à presidência da República sem méritos e sem predicados. E acontece que Temer chegou.

Agora, o currículo não confere a Michel o direito de achar que os demais são tolos, incapazes de perceber truques e desvendar manobras. Candidato a ‘reformista histórico’, Temer acha que será distinguido por impor igualdade entre trabalhador do setor privado e servidor público, limitando o teto da aposentadoria.

No texto finalizado da reforma previdenciária, pronto para ir à votação, está prescrito que o tempo mínimo de contribuição, para alguém se aposentar, continua sendo de 15 anos, mas apenas para o trabalhador do regime geral. Desmentindo o princípio da igualdade alardeado por Temer e seu ministro Henrique Meirelles, a versão definitiva da reforma exige 25 anos de contribuição para o servidor público ter direito a requerer aposentadoria.

Não é justo e não faz sentido. A reforma não beneficia o trabalhador do setor privado e castiga o servidor público, justamente o indivíduo que estudou e se preparou para ingressar no serviço público através de concurso. A reforma despreza o mérito, sem que isso, de algum modo, ajude aos que labutam na iniciativa privada e vão se aposentar pelo INSS.

A reforma de Temer, mesmo desidratada, não deve ser aprovada pelo Congresso. Quando nada, porque o governo não joga aberto e usa argumentos conflitantes em defesa da mudança: diz que existe um rombo descomunal na Previdência, mas afirma, ao mesmo tempo, que a reforma atual tem por fim evitar o colapso do sistema no futuro.

Tem mais: lembra que o ministro Henrique Meirelles dizia que a reforma tinha que economizar R$ 700 bilhões, em 10 anos, para evitar a falência da Previdência? Pois bem, agora, ele diz que R$ 320 bilhões resolvem o impasse do ajuste fiscal. Ora, se 320 resolvem, por que ele queria 700?

 

VOTO CONTRA

Se depender do senador Renan Calheiros, a reforma da Previdência não terá nenhuma chance de aprovação, no Senado, mesmo que saia da Câmara completamente desidratada.

 

POR ETAPAS

Renan não é contra reformas, mas sempre pondera que, em momento de crise como o atual, não se deve impor mudanças que, racionalmente, poderiam ser adotadas por etapas.

 

DECISÕES QUE NINGUÉM CONSEGUE ENTENDER

A Justiça do DF condenou Renan Calheiros à perda dos direitos políticos e pagamento de multa, no processo envolvendo Mônica Veloso. Mas, como pode? Esse caso não já rejeitado pelo Supremo Tribunal Federal, por ausência de provas, como lembra a defesa do próprio parlamentar alagoano?

 

FINANÇAS DE AL

O equilíbrio financeiro de Alagoas se deve ao ajuste fiscal feito por Renan Filho e à redução dos juros cobrados ao Estado nas parcelas de pagamento mensal de sua dívida com a União.

 

DE 21% PARA 6%

O próprio Renan Filho lembra que, no governo de Ronaldo Lessa, a taxa era de 21%, no governo Teotonio Vilela caiu para 11% e, depois para 7,5% e, agora, está em 6% da receita corrente.

 

ROSTAND LANVERLY NA ACADEMIA DE LETRAS

A Academia Alagoana de Letras tem novo presidente: o escritor Alberto Rostand Lanverly acaba de assumir os destinos da tradicional Casa de Cultura, com o compromisso de, conjugando esforços, trabalhar pelo seu soerguimento. Com humildade e bom senso, Rostand admite que, sozinho, pouco poderá fazer para imprimir nova dinâmica às atividades da instituição acadêmica.

 

A VEZ DO JAIR

Com a desistência do prefeito João Doria, que agora foca a sucessão em São Paulo, o deputado Jair Bolsonaro se fortalece como líder da direita e de muitos segmentos de centro.

 

SEM DIÁLOGO

Analistas políticos avaliam que, se eleito presidente, Bolsonaro terá grandes dificuldades para governar por falta de diálogo com o Congresso, tal como aconteceu com Fernando Collor de Mello.

 

RUI SÓ ESTÁ COMEÇANDO; JÁ O BENEDITO...

Ouvido em um gabinete da Assembleia Legislativa:

- Quem tem mais bagagem, que tem mais currículo, quem tem mais experiência e capital político – o senador Benedito de Lira ou o prefeito Rui Palmeira? Então, por que Biu não quer sair candidato ao governo, mas quer que Rui entre nessa?”.

 

MARCELO VICTOR

Um dos mais experientes integrantes do plenário da Assembleia Legislativa, Marcelo Victor ainda não decidiu se disputará a reeleição ou se parte para concorrer a um mandato de federal.

 

RODRIGO CUNHA

Outro deputado estadual, visto com chances de chegar a Brasília, Rodrigo Cunha não parece seguro de seu potencial para disputar uma vaga na Câmara, ao contrário do que acham seus eleitores.

 

PT E PMDB JUNTOS RUMO ÀS URNAS DE 2018

Para ‘tormento’ da oposição, o PT já está novamente composto com o PMDB, em aliança desenhada com vistas às eleições do próximo ano. O espaço da legenda petista no governo será de primeiro time, como já adiantou Renan Filho. O resto é conversa fiada de quem tenta à força plantar cabelo em casca de ovo.

 

 

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Primeira Edição © 2011