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Estreou em 1973 como repórter do Diário de Pernambuco, do qual foi redator e editor setorial. Foi editor-geral do Diário da Borborema-PB, Jornal de Hoje e Jornal de Alagoas. Foi colunista político e editorialista de O Jornal. Exerceu os seguintes cargos: Coordenador de Comunicação da Assembleia Legislativa de Alagoas, Delegado Regional do Ministério do Trabalho, Secretário de Imprensa da Prefeitura de Maceió e Secretário de Comunicação de Alagoas. Atualmente é editor-geral do PRIMEIRA EDIÇÃO.

Peleja da mídia com Bolsonaro é guerra sem vencedor, mas com muitos perdedores

12/04/2021 19:08

Bolsonaro não se entende com a mídia, trata-a como inimiga visceral e recebe, em troca, um tratamento marcado por retaliações. São posições sistemáticas – ataques de parte a parte – uma guerra diária. Os dois lados faltam com a verdade, agridem-se de todas as formas, e nenhum pode invocar a condição de vítima. A vítima é a sociedade cada vez mais indefesa. 

Ao longo da pandemia – aqui se repete o que ocorreu nos Estados Unidos na era Donald Trump – a imprensa age sem nenhum compromisso com a nação. Não interessa, por exemplo, dizer que as vacinas estão chegando, que a imunização aqui avança mais rápido do que na Europa ou que a vacinação, um pouco mais adiante, ensejará a plena reativação da economia. 

Globo, Estadão, Folha – os grandes veículos, na versão impressa e online, não atuam em prol da nação, e sim contra Bolsonaro. O noticiário está totalmente politizado, senão partidarizado. Claro que a pandemia, os efeitos da tragédia, têm que ser divulgados, mas a mídia repercute a desgraça como certo ar triunfal. 

As empresas de comunicação sabem que a transmissão do vírus mortal decorre das aglomerações, dos inconsequentes eventos festivos, da rejeição ao uso de máscara facial, enfim, da falta de cuidados e de prevenção da própria população, mas o noticiário sempre encontra um pretexto para responsabilizar o governo. 

A essa altura, não adianta o presidente se corrigir, abandonar convicções errôneas e tomar novo rumo. A mídia vai espicaçá-lo do mesmo jeito. Virou um jogo e a comunicação quer vencer a todo custo, não importa o real papel que está a representar. 

Nesse sentido, a imprensa brasileira repete a ‘estratégia’ de sua congênere norte-americana. Sucede que Trump não perdeu para a mídia, perdeu para a pandemia, mas – isto é sério – a mídia que fez a campanha de Joe Biden graciosamente, para derrubar Trump, começa a perceber que Biden não é o que se imaginava... 

Em suma, aqui, a imprensa – que estava decidida a bater em Bolsonaro a todo custo, como reflexo do embate durante a campanha – acabou turbinada pelos equívocos cometidos pelo presidente em toda a trajetória da tragédia pandêmica. 

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Supremo Tribunal: o problema está na escolha dos ministros

15/03/2021 19:07

Não de agora, operadores do Direito insistem na tese de que o STF deixou de ser, faz longo tempo, um Tribunal Constitucional para atuar exercendo a função menor de um simples tribunal criminal.

É fato, a realidade prova isso, mas também é verdade que, mais do que um tribunal criminal, o STF vem agindo, cada vez de forma mais definida e recorrente, como um tribunal político.

Um tribunal supremo, com ministros partidarizados, sendo que um deles – Gilmar Mendes – sempre foi visto como um simpatizante do hoje deputado tucano Aécio Neves, o que parece colidir com os fatos, visto que, ao longo da trajetória da Lava-Jato, o atual presidente da Segunda Turma do STF tem sido identificado como ‘petista’.

Tribunal criminal, ministros politizados, o ponto crucial deste comentário, porém, concerne à composição da Corte Suprema ou, mais objetivamente, à escolha de seus integrantes.

É da competência exclusiva do presidente da República – prescreve a Constituição – indicar nomes para integrar o colegiado do Supremo. Exige-se uma sabatina no Senado, mas na prática não passa de uma provação meramente formal. Isto é, o presidente indicou, está indicado. Aos críticos, resta chorar o leite derramado.

O problema é que a escolha pessoal feita pelo presidente tende, quase que inevitavelmente, a contaminar a parcialidade que se espera de um julgador selecionado para compor uma instância tão alta. Por isso, é comum se ouvir indagação do tipo “alguém indicado ministro do Supremo terá independência para, eventualmente, tomar uma decisão grave contra o presidente que o escolheu?”.

Antes, pois, de avançar com o debate sobre a real função do Supremo Tribunal, a sociedade – ou a parte mais instruída e preparada dela – deveria questionar a forma de provimento das vagas de ministros da mais importante instância judicial do país.

Seria mais justo e isento, por exemplo, ter-se ministro da Corte Maior eleito internamente, no âmbito exclusivo da magistratura. Também poderia ser escolhida uma lista tríplice para uma decisão final do presidente da República, sempre com a recomendação expressa de a escolha recair sempre, sobre a figura do mais votado. O processo poderia, ainda, ser dimensionado e democratizado com a participação de advogados e procuradores de Justiça, e assim por diante.

Em suma, qualquer fórmula que contemple uma escolha coletiva parece mais adequada do que a velha e desgastada indicação tirada do bolso, ou melhor, da cabeça do presidente de plantão.

 

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Sem governo, sem líder e (o pior) sem vacinação

08/03/2021 19:04

A pandemia está matando mais brasileiros, o repique é mais violento do que o esperado e a situação tende a se agravar, ainda mais, se o governo federal insistir em brigar com governadores, buscando, de alguma forma, eximir-se de responsabilidade e tirar algum tipo de proveito junto, claro, às pessoas sem instrução e desinformadas.

Com apenas três por cento da população vacinada, o Brasil é o país mais atrasado na batalha da imunização contra a Covid-19, dentre os que dispõem de recursos próprios para aquisição de vacinas. Preocupa também o fato de que os grupos de risco questão sendo vacinados com prioridade – servidores da saúde e idosos – não são segmentos transmissores do corona. São, em verdade, receptores do vírus.

Falta ao país um comando, um líder capaz de guiar a nação rumo ao objetivo comum – a plena a urgente imunização. Esse líder seria o presidente da República, mas Bolsonaro se desautorizou, lá atrás, ao questionar se a vacinação deveria ser um ato voluntário ou não. Isso deu margem a uma controvérsia cujo efeito mais danoso foi incutir em muita gente a ideia de que a vacina poderia ser um malefício.

O erro do presidente é um erro de origem. Bolsonaro sempre priorizou a abertura da economia, secundarizando a relevância da saúde. Uma brutal inversão de valores. Sem saúde, sem vida, para que serve a economia? A consequência disso foi o trágico: o Brasil, do ponto de vista do governo central, nunca se preparou, jamais se organizou para a batalha contra o inimigo poderoso, devastador e invisível.

O resultado dessa ausência do governo foi a queda de dois ministros da Saúde e a ’presença’ de um terceiro que não faz diferença. Houvesse organização desde o início, ação de governo, as vacinas teriam sido encomendadas e, hoje, o Brasil estaria imunizando entre 10 e 15 milhões de pessoas por mês. Na melhor das hipóteses, teríamos cerca de 150 milhões de vacinados até o final deste ano.

O mais grave é que não há como corrigir a falta de calendário vacional. A nau segue à deriva em mar revolto, sem timoneiro. Mas Bolsonaro poderia, ao menos, convocar cadeia nacional de rádio e televisão e pedir perdão aos brasileiros. Um perdão com promessa juramentada de que não mais boicotará o instituto da vacina, por reconhecê-la como única defesa eficaz, segura contra a Covid-19.

 

 

O QUE IMPORTA, DEPUTADO, É VACINAR O POVO

O deputado Luiz Alberto Alves, o Bebeto, cobra explicações sobre o avanço da pandemia em Alagoas, mas deixa claro, sempre, o seu foco: a iminência de medidas mais restritivas, com reflexos na economia, para evitar o colapso total nos hospitais. A questão é: importa, a essa altura, saber o que provocou a nova e devastadora onda da Covid?

 

PEC DA IMUNIDADE É SENTENÇA DE ABSOLVIÇÃO

Tal como está redigido, o texto da PEC da Imunidade livra a pele de muitos parlamentares ao dispor, por exemplo, que um deputado federal não pode responder por crimes cometidos quando exercia outro mandato eletivo. Um dos beneficiários da proposta, que deve mudar, seria o alagoano Artur Lira, presidente da Câmara.

 

MANTIRA INFORMA O CONTRÁRIO DA VERDADE

É mentirosa, inventada, a versão que circula no WhatsApp dando conta de que o governo do estado pretende enviar à Assembleia Legislativa um projeto para reduzir em 20% os salários dos servidores alagoanos. Pelo contrário, Renan Filho prepara um projeto para reduzir alíquotas previdenciárias cobradas, principalmente, aos servidores que ganham menos.

 

UM EXEMPLO QUE O BRASIL DEVERIA SEGUIR

Os Estados Unidos estão fazendo de tudo para vacinar a população. O presidente Joe Biden está prometendo imunizar 100 milhões de norte-americanos ao completar 100 dias de governo. Por que o governo brasileiro não segue o exemplo do sucessor de Donald Trump e investe na única fórmula de vencer a pandemia e salvar a economia?

 

MAIS DOR-DE-CABEÇA PARA O CAPITÃO BOLSONARO

Informa O Antagonista: “Representantes de 500 entidades, entre as quais partidos de esquerda, centrais sindicais e movimentos populares, marcaram para o próximo dia 24 de março uma série de mobilizações contra o presidente Bolsonaro”. O previsível é que essas manifestações deverão se intensificar, e muito, quando o morticínio da pandemia começar a perder força...

 

REVOLUÇÃO NO SISTEMA DE SAÚDE DE ALAGOAS

Ouvido à entrada da Assembleia: “A média diária de mortes por Covid está entre 10 e 12, mas estaria muito acima disso não fossem os quatro novos hospitais construídos por Renan Filho: da Mulher e Metropolitano, em Maceió, e Regional do Norte e Regional da Mata. E vêm aí o Regional do Sertão, em Delmiro, Regional do Médio Sertão, em Santana, e um Hospital Geral em Arapiraca...

 

 

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O que estaria faltando para o impeachment?

23/02/2021 19:40

Diante de dezenas – mais de 60 – pedidos para afastar o presidente Jair Bolsonaro, por motivos os mais diversos e alguns deles configurando ‘crime de responsabilidade’, impõe-se saber: o que falta para o Congresso decretar o impedimento do capitão?

Setores da mídia repisam ultimamente a tese de que quem desencadeia o impeachment é o povo na rua, e não o peso dos segmentos que estão requerendo a abertura do processo.

Pode ser, mas antes que os movimentos populares surgissem organizados atraindo o povo às ruas, o impeachment da petista Dilma nasceu de uma iniciativa do então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que aceitou o pedido de instauração do processo subscrito por inúmeras personalidades, dentre as quais a advogada (hoje deputada estadual por São Paulo ), Janaína Paschoal.

A partir daí, a ideia de destituição de Dilma ganhou corpo, cresceu e, com crescentes manifestações populares, a presidente perdeu apoio político e a própria capacidade de sobrevivência.

Há, porém, quem insista: sem povo no asfalto, nas praças, impeachment é só um discurso retórico. Será? Ou precisamos de mais clareza para definir quem vem primeiro – o ovo ou a galinha? O processo aberto no Congresso Nacional ou o ‘grito rouco das ruas’? É ponto para uma discussão alongada.

O que prevalece – e isso não é teoria, mas uma verdade histórica – é que a desestabilização de governos, aqui e em qualquer parte do mundo – resulta, sempre, de bancarrota econômica. Déficit orçamentário, gastos em excesso, descontrole financeiro, nada disso abala o governo. O poder perde estabilidade, de fato, quando a crise financeira atinge o bolso da população.

Só para lembrar: Collor caiu, com impeachment, por causa da inflação e do descontrole inflacionário; Dilma desorganizou a economia, conteve artificialmente os preços da energia elétrica e dos combustíveis, até que o represamento estourou, deixando o povo mais pobre liso e endividado. Daí o impeachment.

Com Bolsonaro não será diferente. A agonia popular e seu transbordamento será avaliado quando não houver mais auxílio emergencial. Será o grande teste para o capitão.

 

DE FRENTE LIBERAL A ADESISTA DE OCASIÃO

De tanto fisiologismo (para ficar no mais brando), o PFL, que começou como Frente Liberal, teve de mudar de nome: virou Democratas ou apenas DEM. Agora, com o adesismo de seu presidente nacional, o herdeiro ACM Neto, o DEM começa a perder o que ainda tem de bom nos seus quadros, como Henrique Mandetta e Rodrigo Maia. E corre o risco de, mais adiante, ter que mudar mais uma vez sua nova e já desgastada denominação.

 

RENAN: “POLÍTICA NÃO COMPORTA ARRUAÇA”

O senador Renan Calheiros aplaudiu a decisão do plenário da Câmara de manter preso o deputado Daniel Silveira por ataques ao Supremo e apologia ao AI-5: “A Câmara dos Deputados fez um asseio. Lugar para elementos como Daniel Silveira não é o plenário. A votação foi um recado para outros desse tipo: tenham modos e se deem ao respeito. A política não comporta arruaça”.

 

SUPREMO TESTA NOVO COMANDO DO CONGRESSO

Já houve críticas mais pesadas a ministros do STF e apologias mais enfáticas ao regime militar, sem prisões. O que o colegiado do STF fez, nesse episódio de Daniel Silveira, foi testar o novo comando do Congresso, principalmente o da Câmara, onde um terço dos parlamentares respondem a processos na Suprema Corte, começando pelo presidente Artur Lira.

 

DEPUTADO ERROU AO ‘CONFIAR’ NOS COLEGAS

O erro fatal de Daniel Silveira foi confiar no corporativismo da Câmara.  Calculou e apostou cegamente que a maioria dos colegas o livraria da desgraça. Claro que se fiava, também, na intervenção do presidente Bolsonaro, a quem rende continência. Seu pedido de desculpa, no instante da decisão, não funcionou.

 

 

LUTO PELA MORTE DA MÃE DO SENADOR RENAN

A mídia nacional registrou, no último dia 11, o falecimento da Sra. Ivanilda Calheiros, mãe do senador Renan Calheiros e avó do governador Renan Filho. Viúva do mestre Olavo Calheiros, dona Ivanilda morreu aos 87 anos, vítima de choque séptico após infecção abdominal aguda. Deixa os filhos Renan, Remi, Olavo, Robson, Renildo, Rosa, Rosângela e Rachel.

 

ALAGOAS PERDE EX-DEPUTADO ROBERTO TORRES

A coluna também registra com pesar (e atraso, por conta de toda essa situação de pandemia) o falecimento de Roberto Torres. Líder político sertanejo, filho de Água Branca, exerceu por três vezes o mandato de deputado estadual, em um deles assumindo a presidência da Assembleia Legislativa. Também foi deputado federal de destaque participando da Assembleia Constituinte.

 

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Artur Lira, presidente da Câmara: entre o sonho e a realidade

08/02/2021 18:55

Eleito presidente da Câmara Federal, nas circunstâncias que todos conhecem, Artur Lira se incorpora indiscutível influência no plano nacional, mas cria, também, muitas expectativas em relação ao que poderá trazer ou fazer por Alagoas.

O deputado do PP, filho do ex-senador Benedito de Lira, assumiu com o presidente Bolsonaro o compromisso de mantê-lo livre de um impeachment, mas sabe que abrir ou não um processo dessa natureza dependerá menos dele, de sua vontade pessoal e de sua nova relação com o presidente, e mais da pressão popular.

No Brasil – veja-se o exemplo de Collor e Dilma – impeachment é algo que vem de fora para dentro do Congresso e, provam os casos citados, uma vez instaurado, os desfechos são fatais.

Mas essa é uma questão a ser ponderada mais adiante. Primeiro, porque Bolsonaro já consome o terceiro ano de seu mandato; segundo, porque muita gente, que antes defendia a destituição a qualquer custo, já assimila aturá-lo até o fim. Como se dissesse: “Deixa esse maluco concluir o mandato, talvez seja melhor do que criar uma nova confusão, um novo trauma no país”.

Aqui em Alagoas, não apenas os políticos, mas, sobretudo, a população, acredita que, presidindo a Câmara e, agora, amigo pessoal do presidente, Artur Lira poderá fazer muito pelo estado, melhorando as condições de vida dos alagoanos. É um sonho.

Aliás, Lira coloca o alagoano entre o onírico e o real. O sonho é pensar que ele agora pode tudo. A realidade é que a sua força, o seu poder consiste em ser igual aos demais, pois sem os outros que o elegeram, ele não pode nada. Lira tem apenas o seu voto. O pode pertence ao conjunto que decidiu elegê-lo.

Se fosse só o ‘querer’, Collor – presidente da República – teria feito de Alagoas um estado desenvolvido. E o Maranhão, de Sarney presidente da República e do Congresso, teria deixado de ser um dos estados mais pobres do Nordeste.

Em suma, o que Artur Lira intentar para Alagoas, terá de conceder a cada um que ajudou a conduzi-lo à presidência da Câmara. Se não for por aí, sua gestão entrará em parafuso...

 

CHICO TENÓRIO NA 1ª SECRETARIA DA ALE

Depois de superar longo período de turbulência em sua trajetória política, o deputado Francisco Tenório conquista posto relevante na Mesa da Assembleia Legislativa, assumindo a 1ª Secretária da Casa de Tavares Bastos, posto que vinha sendo exercido pelo colega Paulo Dantas, agora exercendo a função der 2º secretário.

 

MARCELO CONFIRMA LIDERANÇA NO LEGISLATIVO

Com capacidade para influir no processo sucessório estadual do ano que vem, Marcelo Victor consolida sua liderança no comando do Legislativo Estadual neste ano e no próximo, que é de eleição. E mantém excelente nível de relacionamento com o governador Renan Filho e o comando do Tribunal de Justiça.

 

CONGRESSO VIRA ‘ANEXO’ DO PLANALTO

Com R$ 3 bilhões distribuídos com senadores e deputados, em forma de emendas orçamentárias, Jair Bolsonaro transformou o Congresso Nacional em um anexo do Palácio do Planalto, mas também assumiu de vez sua condição de presidente chancelado pelo Centrão, o grupo que faz política negociando cargos.

 

NOVO COMANDO REACENDE PROPOSTA DA CPMF

Com a vitória de Rodrigo Pacheco, no Senado, e Artur Lira, na Câmara, Paulo Guedes, ministro da Fazenda, já se movimenta para tentar aprovar a reforma tributária incluindo, muito provavelmente, a proposta de criação de uma nova CPMF.

 

GUEDES, O DOLAR E A ONDA DE REAJUSTES

Aliás, a pandemia e a disputa no Congresso mantiveram, até aqui, Paulo Guedes imune aos efeitos da maré de reajustes de preços na economia brasileira, com inflação ameaçando sair do controle. O ministro tem culpa: estimulou a alta do dólar, uma das causas dos aumentos de preços de produtos atrelados ao câmbio.

 

ELEIÇÃO MOSTRA QUEM É QUEM NA CÂMARA

De um assessor legislativo, ao saber da vitória de Artur Lira por 302 votos contra 145 atribuídos a Baleia Rossi: “Agora, sabemos com precisão matemática quantos são os homens e mulheres de bem com assento na Câmara dos Deputados”.

 

‘ARBITRAGEM’ GARFOU ACESSO DO CSA

O CSA foi miseravelmente garfado pela arbitragem na reta final da Série B. Convém sempre lembrar: não fosse o gol legal anulado pelo bandeirinha e confirmado pelo juiz, no Rei Pelé, o Azulão teria ganho do Brasil de Pelotas por 2x1 e hoje estaria entre os quatro garantidos na Série A deste ano.

 

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Primeira Edição © 2011