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Estreou em 1973 como repórter do Diário de Pernambuco, do qual foi redator e editor setorial. Foi editor-geral do Diário da Borborema-PB, Jornal de Hoje e Jornal de Alagoas. Foi colunista político e editorialista de O Jornal. Exerceu os seguintes cargos: Coordenador de Comunicação da Assembleia Legislativa de Alagoas, Delegado Regional do Ministério do Trabalho, Secretário de Imprensa da Prefeitura de Maceió e Secretário de Comunicação de Alagoas. Atualmente é editor-geral do PRIMEIRA EDIÇÃO.

O Datafolha e a credibilidade jogada na lata do lixo

15/09/2019 11:40

Pesquisas políticas – sejam de opinião ou de intenção de voto – perderam totalmente a confiança do eleitorado brasileiro. O motivo é simples: elas não refletem a realidade. Os números são distorcidos ou pela forma como as perguntas são postas ou mesmo pela inversão de dados graças à ‘margem de erro’.

Vejamos um exemplo: o Datafolha (ligado ao jornal Folha de S. Paulo) decide ouvir a população no exato momento em que o presidente Bolsonaro estava no meio de uma controvérsia, com reflexos ruins para o governo, como o das queimadas na Amazônia. O que a pesquisa vai dizer? Na sondagem mais recente, o Datafolha se superou, em ridicularia: “Se a eleição fosse hoje, Fernando Haddad venceria Bolsonaro”. Anedótico. Será que, amanhã, se o apoio ao capitão crescer, o Datafolha fará uma divulgação mais ou menos assim: ‘Se a eleição fosse hoje, Bolsonaro voltaria a vencer Haddad’? Será?

Ora, todo brasileiro sabe que a Folha de S. Paulo age como inimiga do atual governo. Foi assim desde a campanha eleitoral, quando criou ‘fatos’ para atrapalhar Bolsonaro. Então, em sendo assim, por que o cidadão deve confiar na Folha?

Tudo que o jornal dos Frias divulga sobre o governo tem um mesmo objetivo: descontruir Bolsonaro. Vale, por exemplo, ‘trabalhar’ matérias para jogar Sérgio Moro contra o presidente, e vice-versa. Não há isenção, não há imparcialidade. No que concerne ao governo e a Bolsonaro, o material informativo da Folha e Uol é cicuta puríssima. No que vai dar? O tempo dará a resposta. O que se sabe, e não de agora, é que o outrora respeitável dístico ‘Folha, um jornal a serviço do Brasil’ foi posto de lado, esquecido, virou marketing do passado.

Pois bem. A pesquisa Datafolha explode em manchete: ‘Se a eleição fosse hoje, Haddad venceria Bolsonaro’. A resposta veio

instantânea, na bucha, implacável: “O Datafolha também disse que Haddad venceria a eleição presidencial no segundo turno”.

A frase do presidente fulminou a pesquisa e expôs porque não se deve dar crédito nenhum ao Grupo Folha. Aliás, a pesquisa Datafolha divulgada no dia 28 de setembro do ano passado dizia que Bolsonaro perderia para Haddad, Ciro Gomes e Alckmin.

E, qual foi mesmo o resultado?

 

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O desespero da 'grande mídia' sem 'dinheiro fácil' do governo federal

02/09/2019 09:27

A mídia desmantelada

No enfrentamento com Bolsonaro, a chamada ‘grande mídia’ assumiu um discurso arriscado, pondo à prova o princípio básico de sustentação dos veículos de comunicação: a credibilidade.

O que antes, durante a campanha, podia parecer ‘divergências naturais’, com a vitória do capitão virou oposicionismo radical. A questão é que, sem verba de publicidade e sem nenhum aceno do presidente quanto à liberação, a mídia emite sinais de pânico.

Hoje, não se trata apenas de criticar o governo, de apontar erros do presidente. Vai muito além. Folha, Estadão, Veja, Globo rasgam a todo instante o manual de isenção e equilíbrio que deveria balizar a conduta de seus profissionais de informação.

Bolsonaro, por seu turno, não tem o menor preparo para lidar com a imprensa. Com recorrente boa vontade, responde a toda hora questões postas pelos repórteres com um único fito: arrancar comentários que possam ser usados contra o próprio presidente.

É um exercício vil e deletério ao organismo democrático. A agenda jornalística se compõe de picuinhas, de bobagens que, na redação, se transformam em doses de veneno expostas ao público (cada dia menor) para atingir o governo e seus agentes.

Nessa ânsia louca voltada à desconstrução da imagem presidencial, os jornalistas de opinião viram as costas para o essencial e, sintonizados com a orientação dos empresários, dimensionam o acessório. Incrível que, para atingir o ministro Moro os articulistas midiáticos se posicionem contra a Lava-Jato, conspirem mesmo contra um dos maiores processos de combate à corrupção da história do Brasil e do mundo.

E o pior, o mais penoso, é que o presidente, com seu jeito aberto e franco de ser e de dizer, ele próprio alimenta os espaços movediços dos meios, não se dando conta do óbvio: cada resposta sua a um repórter é manipulada para expô-lo e desgastá-lo. Ninguém questiona Bolsonaro sobre a realid

rombo orçamentário – legado da gestão petista – sobre a luta do governo para reduzir o desemprego que voltou a crescer a partir de 2014... O que interessa ao jogo da mídia desorientada – e o presidente teima em não prestar atenção – é saber se quem manda na Polícia Federal é o presidente ou o ministro...

 

CENÁRIO SEM ALIANÇA DE CUNHA COM JHC

A recente declaração de Rodrigo Cunha, de que não assumiu nenhum compromisso com o deputado JHC para a sucessão em Maceió, está sendo vista como um sinal – ainda que tênue – de possível reaproximação de Renan Filho e Rui Palmeira. Por enquanto, sem mapa desenhado para as eleições de 2022.

 

DEPUTADO NÃO INSISTIR EM CANDIDATURA

Para militantes do PSB, entretanto, dificilmente João Henrique Caldas abrirá mão de concorrer à Prefeitura de Maceió no próximo ano. Lembram que, sem alianças, ele chegou em terceiro, na corrida sucessória que, por muito pouco, não desbancou Cícero Almeida e o colocou na disputa final com Rui Palmeira.

 

A CANTILENA DO ‘BLOCO DO DESESPERO’

Com meios cada vez mais limitados, sem eco, o ‘bloco do desespero’ faz qualquer coisa para criticar e expor Renan Filho, sem resultados práticos. Uma coisa é o discurso envenenado dos inimigos políticos do governador; outra, é a avaliação que a maioria da população alagoana faz sobre o atual governo.

 

MISSA MARCARÁ UM ANO DA MORTE DE SILVÂNIO

Uma celebração litúrgica, às 19h30m da próxima sexta-feira, seis de setembro, no Ginásio do Colégio Fantástico, no Benedito Bentes, vai marcar um ano do brutal assassinato do vereador Silvânio Barbosa, maior líder comunitário de Maceió. A missa é uma iniciativa do Instituto Silvânio Barbosa, criado pelo atuante vereador e liderado por sua irmã Marcela Barbosa, já considerada “uma sucessora à altura” do político trucidado no ano passado.

 

O ‘JÚPITER’ NADA ENTENDE DE AMAZÔNIA

As queimadas na Amazônia são recorrentes, historicamente repetitivas. O espanto de Emmanuel Macron, presidente da França, tem explicação simples: ‘Júpiter’ não entende patavina de Amazonas. Por aqui, a esquerda estrilou, teatral, como se Bolsonaro tivesse tacado fogo na mata. Anedótico.

 

 

UMA CPI PARA INVESTIGAR ORIGEM DOS INCÊNDIOS

A Rede propôs a criação de uma CPI para investigar os incêndios na Amazônia. Ótimo. A bancada governista deveria apoiar. Seria interessante identificar a origem das queimadas e, ao final, divulgar o período em que se registrou o recorde de incêndios na maior floresta do mundo...

 

CRISE BOLSONARO-MORO É INVENÇÃO DA MÍDIA

Não existe crise entre Bolsonaro e Moro. A mídia se esforça em criar um entrevero para forçar a saída do ministro. O objetivo é enfraquecer o governo e, por tabela, o próprio presidente. Nos bastidores, contudo, o capitão Bolsonaro e o xerife Moro comentam a rede de intriga às gargalhadas.

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Projeto desmerece Pelé, constrange Marta, afronta Constituição e ridiculariza Alagoas

22/08/2019 13:47

Marta não merece isso

Ao propor a pena de banimento ao título Rei Pelé, retirando-o do Estádio da Av. Siqueira Campos para substituí-lo pelo de Rainha Marta, a Assembleia Legislativa comete um sacrilégio. Mais que isso, perpetra um atentado à história do futebol. Não por Marta, que merece homenagens, mas pelo maior de todos.

A atribuição do nome Rei Pelé ao estádio alagoano honra tanto o maior atleta de todos os tempos quanto o próprio estado de Alagoas. Não se sabe o porquê, mas a Assembleia insiste em mudar algo que, pela mais primária ótica da sensatez, deveria ser imutável. Rei Pelé não é Edson Arantes do Nascimento. Rei Pelé é o fenomenal, o extraordinário, o inigualável, o insuperável. Rei Pelé é a lenda, a marca do legendário futebolista que nenhuma proposta mesquinha, aqui ou em qualquer parte, jamais apagará.

Os deputados estão colocando menos no lugar de mais. Foram quatro Copas do Mundo com três títulos; mais de 1.200 gols; dois títulos mundiais de clubes; recordes de artilharia na Seleção e no Santos. O Craque Café, a Pérola Negra ‘fundou’ o futebol nos Estados Unidos, jogando pelo Cosmos. Antes de defender o indefensável, ‘Tonho’ Albuquerque poderia ao menos se dar ao ‘trabalho’ de assistir ao ‘Pelé Eterno’. Talvez acordasse para a realidade histórica e, quem sabe, abandonasse o despropósito.

Como ‘justificativa’, o autor invoca a ‘ausência de laços de Pelé com o Estado de Alagoas’. Por essa razão, deveria retirar também os nomes de São Miguel (dos Campos), São Sebastião, São José (da Laje) por sabida falta de laços... Marta, a alagoana de Dois Riachos que maravilhou o mundo com seu futebol vibrante, também merece homenagens. Mas, já recebeu a maior de todas quando ouviu o próprio Rei do Futebol, elegante e simples, com a humildade que somente os grandes possuem, afirmar em tom sublime e carinhoso: “Marta é Pelé de saia”.

Não, Marta não merece tamanho vexame. Isso na ALE não é homenagem, é desarranjo. Estupidez. Obsessão patológica. Contra a lei, afrontando a Constituição. Tudo bem, querem um tributo dimensional, superlativo, ótimo. Deem o nome de Marta a Dois Riachos, sua terra natal. ‘Cidade Rainha Marta’! E então?

Mas - é oportuno lembrar - somente no devido tempo...

Marta, você não precisa disso. Põe um fim a essa agonia. Como? ‘Respondendo’ a Pelé e ao mundo com um gesto superior...

 

RENAN INDIGNADO COM ATUAÇÃO DO MPF

Coberto de razão, o senador Renan Calheiros ficou pra lá de indignado ao saber que, segundo mensagens hackeadas e divulgadas, procuradores da Lava-Jato agiram para impedir sua eleição à presidência do Senado. No final, deu no que deu: Davi Alcolumbre, alvo da insatisfação de gregos e troianos.

 

O DESESPERO DA OPOSIÇÃO NA ASSEMBLEIA

Na Assembleia Legislativa, a oposição cata motivo para criticar Renan Filho. Como não encontra por omissão – por falta de ação e trabalho – se esforça para minimizar o que o governo tem feito. Soa risível, por exemplo, ouvir um deputado dizer que a gestão de RF não concluiu 21%, mas 19% de saneamento.

 

O SUPREMO ACIMA DE TUDO E DE TODOS

A República precisa ser redefinida. Já não existe harmonia nem equilíbrio entre os poderes. O Supremo está acima de todos. Ministro do STF ataca procuradores do Ministério Público, e ninguém estrila. Mas o procurador que criticou alguns ministros virou alvo de inquéritos e interpelações. A República faliu.

 

CESMAC CONQUISTA MESTRADO EM DIREITO

Complexo de ensino superior que mais cresce em Alagoas, o Centro Universitário Cesmac acaba de obter aprovação do Mestrado em Direito. Não é para qualquer instituição. Uma conquista altamente meritória, nota máxima para o trabalho operoso da dupla João Sampaio/Douglas Apratto (reitor e vice-reitor). Com gestão de alto nível, dinâmica, o Cesmac  vive um momento áureo de sua longa trajetória formando alagoanos.

 

O SITE QUE VIROU REFERÊNCIA DA MÍDIA NACIONAL

O site ‘O Antagonista’ virou referencial da mídia brasileira. Com equilíbrio e independência, notícia tudo e fala de todos. Por isso, cresce e conquista mais e mais leitores. Diogo Mainardi e CIA dá um banho de jornalismo nos desfigurados Globo, Folha, Veja, Estado e outros menos votados.

 

MAIA REPELE USO DISTORCIDO DE FRASE SUA

No Roda-Viva (TV Cultura), Rodrigo Maia rebateu o uso de frase sua explorada pela mídia para atingir o presidente: “Bolsonaro é produto dos nossos erros”. Maia disse que a expressão foi descontextualizada. E culpou o PT, sobretudo Dilma, pelo caos econômico que levou o povo, desacreditado, a assumir um rumo imprevisto na campanha presidencial de 2018.

 

 

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Fernando Collor x Renan Filho - o grande e previsível duelo

13/08/2019 13:21

A eleição para o Senado, com uma vaga disponível em 2022, deverá confrontar Fernando Collor, tentando a reeleição, e Renan Filho, liderança emergente com imagem bem avaliada em Alagoas e no cenário nacional. O quadro pode mudar? Sim: Collor, que desistiu de encarar RF, na sucessão estadual do ano passado, poderá desistir do Senado e buscar um mandato de deputado federal. Não seria desonra, é um caminho. Aécio Neves fez essa opção, Gleisi Hoffmann também seguiu essa rota.

É possível, aliás, que o ex-presidente já esteja avaliando tal possibilidade. Na sua condição, importa mais preservar um mandato federal do que disputar liderança. Claro que a corrida à Câmara não será um ‘passeio’, mesmo para alguém com seu currículo. São nove vagas, mas a luta por cada uma tem sido dramática. Ronaldo Lessa, com brilhante trajetória, governador duas vezes, não se reelegeu federal na eleição mais recente.

Mas, na política, ninguém joga a toalha antes da hora. E Collor não seria uma exceção. Antes de qualquer mudança de rota, tentará viabilizar meios que lhe assegurem a renovação do mandato. E a estratégia que parece já estar pondo em prática é a de forçar o desgaste do provável adversário. Tarefa fácil? Não.

Missão dificílima. Alagoas tem, hoje, os mesmos problemas de 20, 30, 40 anos atrás. Mas, no essencial, todos minimizados. Por mais que alguns canais vinculados ao senador tentem negar, o fato inconteste, a realidade palpável exibe um cenário excepcional. O governador executa um formidável conjunto de importantes obras e transforma – com números irrefutáveis – o desempenho da saúde, da educação e da segurança. Não cabe aqui descrevê-las. São muitas obras, muitas ações e  numerosos projetos sociais.

Tudo isso, porém, tem um fundamento: o ajuste fiscal. Alagoas é um dos poucos estados com as finanças ajustadas. O que destoa – isso mesmo – é o gasto com servidores batendo o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Salários. Portanto, soa inócuo o discurso de que o quadro financeiro não é estável. Isso agride a realidade.

Collor deve insistir no esforço para tentar desconstruir a excelente imagem política de Renan Filho, mas sabe tratar-se de um desafio  hercúleo. Sabe, também, que essa tática tem um limite, uma linha separando o bom senso da insensatez: além do ‘razoável’, vira agressão intolerável contra a própria opinião pública.

 

LENTE DE GRAU PARA QUEM NÃO ESTÁ VENDO

Há 40 anos, a crescente população alagoana convive com o mesmo escasso atendimento hospitalar. Está mudando agora, com três novos hospitais em Maceió, dois novos hospitais regionais –no Sertão e na Região Norte – UPAs funcionando e o Hospital Geral do Estado com estrutura operacional reforçada.

 

MUDANÇA NA SEGURANÇA COMEÇOU COM GASPAR

A segurança pública de Alagoas mudou com Alfredo Gaspar no comando. Com nova mentalidade e respaldo do governo, o sistema policial enquadrou a bandidagem e deu início ao declínio da criminalidade. Trabalho sequenciado com vigor pelo coronel Lima Júnior, egresso do comando da Polícia Militar.

 

ALAGOAS LONGE DO TOPO DA VIOLÊNCIA

Os números da violência impressionam: caíram os ataques a bancos, os assaltos a ônibus, as invasões a domicílios, os roubos de cargas, as saidinhas de banco. Caíram, não acabaram... Um dado ilustrativo: em 2018, a cidade de Murici registrou 103 homicídios. Em 2019, até agora, apenas 2. Quase ontem, Alagoas ocupava o topo da violência no Brasil.

 

PSDB PODE ATÉ EXPULSAR DEPUTADA TEREZA NELMA

O PSDB, do senador Rodrigo Cunha, vive dias difíceis. Confusos. O partido teima em conviver com políticos transformados em réus da Lava-Jato, como Aécio Neves, mas ameaça expulsar a deputada Tereza Nelma. Seu crime: votar contra a reforma da Previdência. O comando tucano fechou questão e teve papel importante na aprovação da PEC na Câmara dos Deputados. Mas, em se tratando de PSDB, a expulsão deve virar um simples carão.

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O ataque inaceitável aos novos hospitais de Alagoas

06/08/2019 11:48

A saúde pública de Alagoas vem recebendo um tratamento excepcional. No passado, governantes davam pouca ou nenhuma atenção a questões como quantidade de leitos, condição precípua, porém, para se proporcionar atendimento digno à população.

Renan Filho fixou-se nessa prioridade e o resultado está aí: três grandes hospitais somente na Grande Maceió – Hospital da Mulher, Hospital Metropolitano e Hospital do Coraçãozinho (especializado em cardiologia infantil). Três novos hospitais, um funcionando e dois prontos para início de operações. Um show.

No interior, o atual governo decidiu construir Hospitais Regionais no Sertão e na Região Norte (em Delmiro Gouveia e Porto Calvo), restaurando e ampliando, também, a Unidade de Emergência do Agreste. Com recursos do Estado, Renan Filho pôs em funcionamento e resgatou da inércia duas Unidades de Pronto Atendimento, no Trapiche e no Tabuleiro.

Novos hospitais significam, também, mais emprego e mais renda. Agora mesmo está começando a seleção para servidores que atuarão no Hospital da Mulher. O processo é dinâmico, salvando vidas e assegurando, com renda, a sobrevivência de milhares de alagoanos. Em perspectiva, mais Unidades de Pronto Atendimento para suprir carências no interior.

O incrível nessa história de vitórias amplamente reconhecidas – as pesquisas estão aí revelando e confirmando um índice recorde de aprovação popular ao governo – é que há quem critique Renan Filho pelo que ele faz. Não é crítica direta, dizendo que o governador não trabalha, nada constrói. É a crítica mesquinha, em tom de inveja, de quem procura cabelo em casca de ovo.

De origem conhecida, os ataques com motivação política não conseguem, contudo, surtir o efeito esperando pelos instigadores. E não surtem porque o povo sabe quem é quem nessa história, e também porque a realidade se impõe. Pode-se enganar o povo por algum tempo, não o tempo todo, já dizia Lincoln.

Penoso é saber que, no terreno da saúde pública, Alagoas poderia ter avançado muito, lá atrás, quando os críticos de hoje ocupavam o governo do Estado e até a presidência da República. E nada deixaram como legado de obras para o povo alagoano.

 

RENAN SOBRE BOLSONARO: “INACREDITÁVEL”

Solidário com o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, após a declaração polêmica do presidente da República, o senador Renan Calheiros disse que Bolsonaro insultou o líder da Ordem: “O presidente cada vez mais perde a noção do respeito”. Renan qualificou de “inacreditável” a frase infeliz de Bolsonaro.

 

PRECIPITAÇÃO DA CAMPANHA ELEITORAL

Engajada na campanha para desgastar a imagem de Renan Filho, cujo governo detém quase 80% de aprovação popular, o espaço da Gazeta, na internet, divulgada diariamente matérias produzidas com críticas ao governador, mas não noticia nada sobre os avanços de Alagoas na segurança, saúde e educação.

 

BOLSONARO NÃO AMEAÇA PEC DA PREVIDÊNCIA

O péssimo desempenho verbal de Bolsonaro tem causado reação até entre os aliados, mas nada que ameace mudar na Câmara o clima favorável à 2ª votação da reforma da Previdência. Os deputados, mesmo os críticos do presidente, sabem que eventual mudança de oposição os colocaria contra a maioria do povo.

 

DESGASTE DO PSDB PERSEGUE RODRIGO CUNHA

Rodrigo Cunha tem um projeto político: ser governador. Mas sabe que ainda é cedo, falta-lhe bagagem para aspirar o cargo a curto prazo. Sabe também que não será fácil, na próxima disputa eleitoral, sensibilizar o eleitor ostentando a bandeira tucana...

Cunha sabe, ainda, que qualquer aspiração voltada para o governo, em 2022, terá de passar pela sucessão do prefeito Rui Palmeira na batalha eleitoral do próximo ano.

 

FONTAN E A ELEIÇÃO COM VOTO MAJORITÁRIO

Mesmo ante a perspectiva aberta com o fim das coligações partidárias – e do famigerado voto de legenda – o ex-presidente da Câmara de Maceió, Arnaldo Fontan, dificilmente atenderá à convocação de eleitores, amigos e aliados para disputar um mandato nas eleições do próximo ano. A maioria acha que, com o voto majoritário, Fontan tem bala para atingir o alvo.

 

COMO BOLSONARO DEVE ENTRAR PARA A HISTÓRIA

Incorrigível criador de polêmicas, o presidente Bolsonaro poderá entrar para a história de forma um tanto inusitada: como um presidente falastrão, que entende pouco de governar, mas com uma gestão afirmativa, graças à competência de sua equipe. Assim; o presidente é ruim, mas o governo é bom.

 

PT NÃO FAZ MAIS DO QUE O SEU PAPEL

Os seguidores de Bolsonaro se irritam com as ações do PT contra o governo, o presidente e Sérgio Moro. Mas é o papel da legenda. Os petistas sabem – e os governistas, também – que o futuro do partido depende da volta de Lula. E isso exige artilharias contra a Lava-Jato, o Moro, o MPF e tudo que possa ser usado como prova de que o ex-presidente foi vítima de uma armação.

 

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Primeira Edição © 2011