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Vale o voto obrigatório?

07/10/2012 03:35

Uma nova batalha pode estar a caminho na democracia brasileira que é a questão do voto obrigatório, ou não.

Vejam, por exemplo, os Estados Unidos da América, onde as campanhas eleitorais são vigorosas, a participação da opinião pública é grande, mas ninguém é obrigado a votar.

Participar do sistema eleitoral tem que ser algo espontâneo, ato de cidadania voluntário, algo que faça bem à personalidade e aos desejos de cada um.

Desde cedo sabemos que nada obrigado é bom.

Aprendemos que, quando nos dispomos a fazer algo que queremos e desejamos o fazemos de maneira muito mais sadia e convincente.

Portanto, a grande jogada para o futuro, sem dúvida será arrancar de vez os cabrestos do eleitor e deixa-lo à vontade para fazer o que quiser, escolher sua doutrina política, acreditar um pouco mais na ideologia partidária, enfim, decidir politicamente os rumos do seus país.

Claro que, para isso, intensa reforma política terá que acontecer, incluindo aí esse estúpido sistema pluripartidário brasileiro que permite a presença de 33 partidos inventados, criados, verdadeiros partidos de aluguel para as horas de interesses os mais escusos.

Mas, fiquem certos de que, com 3 eleições sem obrigação, o voto será depurado, entendido e melhor utilizado.

Para o bem do Brasil.
 

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"Voto limpo" e / ou "justiça limpa".

05/10/2012 17:59

Na sua fala, em frente à imprensa, na hora de anunciar o candidato que o iria substituir na eleição para prefeito, Ronaldo Lessa disse em alto e bom som que o STE havia colocado um filme na midia pedindo que houvesse um "voto limpo". E que, ele, Ronaldo, a partir dalí, com o seu PDT, faria a campanha de uma "justiça limpa".

Não me cabe analisar se ele está certo ou errado, mas podemos dizer que o momento que vivemos é absolutamente histórico e único.

Acompanhamos a história de um candidato sempre bem nas pesquisas, apoiado por um prefeito com 82% de aprovação e que se viu sangrando, dia a dia, por conta de um processo judicial que apenas lhe cobrava uma multa paga fora de hora.

É a lei. Mas até que ponto a lei pode mudar a história de uma eleição importante de uma capital da federação?

Pode. Claro que pode.

Mas o momento em que esse mesmo candidato, há 24 horas da eleição é obrigado a apresentar um substituto, o futuro a Deus pertence. E não se sabe qual será.

O povo pode acatar, mas na sua imensa sabedoria pode também vitimizar o renunciante.

E aí, o domingo, 21 horas, dirá.

Se o pleito teve como protagonista uma injustiça ou se... sei lá!

O resultado dirá.

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Agonia na eleição para ficar na história

05/10/2012 09:00

Há pouco mais de 24 horas da eleição para prefeito em Maceió e ainda não está totalmente definida a chapa que vai substituir a de Ronaldo Lessa impedido que foi de disputar pelo TSE.

Mais para mais o nome de Mozart Amaral lidera e, agora, falta a definiç,ão do vice que precisará ser do PDT - uma justa reivindicação do ex-candidato Lessa.

A imprensa toda esteve no comitê da campanha aguardando às 11 horas a definição.

No entanto, foi comunicado que somente às 17 horas viria o anúncio final com a presença dos dois senadores da coligação.

Uma grande perda de tempo para colocar, não o bloco, mas os blocos todos na rua, nesta sexta e sábado.

Dá tempo para alguma coisa?

Dizem os "experts" e eu até concordo que, se conseguirem criar um ambiente para uma comoção, uma solidariedade pela perda de Ronaldo Lessa na justiça, pode haver uma virada no sentido de se chegar a um quase improvável segundo turno.

No entanto, como tudo é possível, vamos aguardar para  ver no que vai dar até lá.

Ùltimas notícias dão conta de que o vice poderá ser Juranyr Boia, o coordenador da campanha do ex-governador.

Esperar, esperar, esperar, parece ser a sina do chapáo nesta eleição.

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Um debate besta!

01/10/2012 22:00

O debate promovido pela TV Pajuçara ficou muito aquém do que se poderia esperar.

O esquema para que candidatos fizessem perguntas entre si fez com que eles ficassem em dois temas: educação e saúde.

E é evidente que os temas de Maceió são tantos outros que não mereciam ficar relegados a um segundo plano.

Claro que alguns candidatos gostariam de ter falado sobre outros assuntos, mas ficaram cerceados por perguntas, respostas, réplicas e tréplicas infrutíferas.

O pior também aconteceu e frustrou alguns telespectadores que estavam na companhia deste colunista quando ao final perceberam que os dois principais candidatos, Ronaldo Lessa e Ruy Palmeira não fizeram perguntas entre si empobrecendo o debate.

Aliás, fica a pergunta aos organizadores: Por que?

E acrescentada do comentário: Foi combinado para beneficiar o candidato do governo estadual?

Quem assistiu que comente.

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Fico feliz com a revogação da falência

01/10/2012 15:43

O presidente do Tribunal de Justiça de AL revogou a falência do Grupo JL até que seja julgado o mérito da medida cautelar acatada pelo Juiz Marcelo Tadeu.

Então, nosso artigo anterior fica com o dito pelo não dito também.

E torcendo para que João Lyra por tudo que tem sido como empresário consiga superar os obstáculos, preservando importante segmento de nossa economia e, sobretudo, os empregos existentes.

Jamais gostei de noticiar coisas ruins ou negativas.

Portanto, sinto-me inteiramente à vontade para dar resposta a mim mesmo.

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