seta

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Quando se trata de estaleiro", em boca fechada não entraria mosca".

26/06/2012 05:33

Um velho ditado que acaba dando razão aos mais antigos.

Não se pode alardear demais as prováveis vitórias, porque, sem dúvida, os contrariadores de plantão irão sempre fazer o possível para que as coisas não dêem certo.

É exatamente o que está acontecendo com a novela do Estaleiro Eisa, o que vinha, deixou de vir e ainda promete que vai chegar.

O problema é que o governo do Estado dava tanta certeza que talvez não contasse que o IBAMA e o governo de Dilma não estão para muitas brincadeiras.

Ora, agora, depois do leite derramado, querem começar tudo de novo escolhendo um outro local com base nas referências dos laudos do IBAMA.

Não era para tudo ter começado assim?

Mas a pressa em se divulgar um grande investimento para Alagoas precipitou os pensamentos, as notícias, as pseudo-certezas e, obviamente mexeu em algumas credibilidades intocáveis.

Que pena! Vamos esperar!

Por quem? Ou...pelo que mesmo?
 

seta

Mortos a céu aberto!

23/06/2012 15:45

Absurdo dos absurdos, o IML de Alagoas continua sendo o cenário macabro, sob medida, para os mais desagradáveis filmes de terror.

Dentro dele, artistas vivos que nada podem fazer porque tiraram-lhes os instrumentos, porque não os ouvem há décadas, porque precisam ganhar seus cachês, ainda que se lhes imponham situações que jamais deveriam fazer parte dos “scripts”.

Ainda que gritem, que berrem, que protestem.

Ainda que vejam o diretor sair correndo de cena denunciando o que de pior acontece naquela produção.

Falamos assim porque custamos a crer que o IML de Alagoas não seja um cenário montado.

É triste ver que a instituição que deveria tratar dos mortos, saber do que se foram, prepara-los, de certa forma, para o pranto de seus entes que ainda ficaram, ao contrário, os vê em geladeiras arcaicas e o que é pior, no chão de salas fétidas e imundas.

Não é possível que não se dê um fim a tudo isto; não é possível que o novo IML não saia do papel.

Porque, fiquemos certos de que a situação atual, com funcionários  recusando-se a trabalhar e com o que lá vem acontecendo, sem dúvida, será mais uma das notícias ruins que se divulgam sobre Alagoas em rede nacional.

Enquanto isso, as suspeitas em todas as áreas se acumulam, os projetos faraônicos surgem, mas construir e equipar o Instituto Médico Legal vai ficando para último plano.

Mas, gente! Acho que matei a charada!

Morto não vota!

seta

Os incômodos telefonemas das operadoras e bancos

17/06/2012 08:25

Alguém precisa fazer alguma coisa e gritar para essas operadoras de telefonia que elas não têm o direito de ficarem ligando para as residências ou para celulares, nas horas mais inconvenientes, para venderem suas promoções.

Até porque, elas têm o privilégio de terem nossos telefones, saberem nossos nomes e, por conta disso, se darem ao desfrute de ligarem a hora que bem entendem

O mesmo ocorre com alguns bancos que, agora, passam nossos telefones para empresas que comercializam os mais diferentes serviços e os tele marketings não respeitam sequer nossos horários de descanso e de paz, o que, obviamente, buscamos no recesso de nossos lares.

Outro dia, um desses telefonemas para minha casa insistia em falar com meu filho e dizia que era do Banco tal e que só falaria a ele o que desejava, ainda que eu insistisse em dizer que era seu pai.

Preocupado, dirigi-me ao gerente do banco no dia seguinte e foi quando descobri que eles não tinham nenhum assunto com meu filho, mas que deveria ser alguma empresa de vendas de serviços.

Claro que mostrei minha indignação, o que quero mostrar agora publicamente e pedir a Anatel, por exemplo, que tome providências diante dessa verdadeira invasão de privacidade.
 

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A IMPORTÂNCIA DO VICE

08/06/2012 14:08

A IMPORTÂNCIA DO VICE

Numa eleição majoritária poucos são os eleitores que se preocupam com o vice da chapa em que decidiram votar.

Poucos são os que se dão ao trabalho de analisar que o vice será o substituto legal do principal e que, dependendo da sua linha e do seu perfil poderá ser tão importante quanto ele

Por isso é fundamental que a escolha do vice tenha, além dos parâmetros políticos aquele algo mais que o faça ativo diante da chapa que vai se submeter ao voto popular.

Vices que caem de paraquedas ou que são pinçados por poderio econômico normalmente não se dão bem, comportam-se como figuras de retórica e não vão além de uma outra substituição protocolar.

Agora, quando o vice escolhido vem de uma batalha positiva, consolida uma experiência, tem o que falar, o que mostrar, o que somar, aí sim, a chapa que concorre ou a que ganha terá o que mostrar em termos de responsabilidade cívica diante do povo que tem o voto como a sua principal arma de defesa.

Daí acharmos que o vice deveria passar pela vontade do povo também e, se não é possível através do voto, que sejam mostradas, exibidas e ditas suas qualidades para o exercício de um cargo que, por motivos os mais diversos, poderá contribuir ou não para o futuro daquela cidade, daquele estado, daquele país.

Até agora, só temos, para essas eleições, o exemplo prático do vice de Ronaldo Lessa, o engenheiro Mozart Amaral.

Limpo, trabalhador, eficiente, o tocador de obras da administração de Almeida, um presente colocado para Lessa nesses tempos difíceis de eleição.

Que o seja com os demais candidatos porque o povo inteligente haverá de julgar também seus respectivos vices.
 

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SEGURANÇA É PARA TODAS AS CASTAS SOCIAIS

02/06/2012 07:51

Vamos logo esclarecer antes que digam que este colunista não aceita a revolta da população com o assassinato do médico José Alfredo.

Movimento justíssimo que já leva a grande vantagem de ter levantado da cadeira as autoridades responsáveis pela segurança em Alagoas.

O governador não só se levantou da cadeira como foi a Brasília buscar reforços e reconhecer que a política de segurança de seu governo, definitivamente não funciona.

O que não se pode aceitar é que uma pessoa da sociedade tenha que ter sido assassinada para que providências fossem tomadas em clima de quase desespero.

Diariamente pessoas estão sendo mortas em Alagoas; os índices já são os maiores do país e sempre ficamos ouvindo que o problema é nacional.

Ora, se o problema é nacional lavam-se as mãos e espera-se que o governo federal saia na frente resolvendo situações que são de cada estado da federação?

Não é por aí.

Buscar auxílio, tudo bem! Pedir reforços, tudo bem!

Mas a situação chegou a tal caos porque os braços foram cruzados no que diz respeito à melhor educação, a uma política mais bem pensada de saúde ou a melhores projetos sociais.

E, também, em função da própria máquina de segurança que continua há dez anos com o mesmo efetivo.

Agora, depois do leite derramado fala-se em concurso público, por exemplo. E quantas vidas já se foram, incluindo a do médico?

Muitas!

Mas, quantas ainda serão ceifadas?

Só espero que não precisem que mais médicos, engenheiros, autoridades  sejam mortos por aí para que os responsáveis não voltem a dormir em Alagoas.

Os anônimos da vida também querem viver.
 

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