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A exploração sem "zona azul" e o perigo das ruas.

22/11/2012 16:28

A época  de festas se aproxima e, como de resto, Maceió é uma cidade festeira e os eventos vão acontecendo a cada noite.

No entanto, ir de carro a qualquer evento representa um grande perigo, uma vez que os “guardadores” e exploradores de plantão estão em todos os lugares e lá não estão para fazer graça pra ninguém.

Você encosta o seu carro e eis que surge o dito cujo entregando um pequeno papel onde se lê: “Guardamos o seu carro com total segurança. PAGAMENTO ANTECIPADO. R$10,00. ESTACIONAMENTO”.

Primeira questão: pagar ou não pagar antecipado?

Optei da primeira vez a não pagar antecipado. Na volta, lá estava ele, “o guardador” esperando o seu pagamento e eu o fiz.

Diga-se de passagem, explorando a via pública.Não se tratava de estacionamento particular em qualquer terreno.

Ao chegar em casa, a surpresa: O limpador do parabrisa estava todo envergado, trabalho feito à mão, o que me custou aproximadamente uns 60 reais para a reposição.Isto porque eu não quis pagar antecipado.

Aí chegamos à questão que diz respeito a sua segurança nas ruas.

Onde está o policiamento, seja ele qual for, para impedir este tipo de comércio que, além de explorar as pessoas, as ameaçam com estragos ao seu patrimônio, caso não aceitem as suas regras?
E quem disse que somos obrigados a “pagar” ao invés da velha e tradicional gorjeta que nos permitia dar o que bem nos aprouvesse?Um crime está sendo cometido nas ruas por esses “guardadores” e ninguém está vendo?

Somos obrigados a agüentar isto porque providências cabíveis não são tomadas? Mais um poderzinho paralelo ditando as ordens nas vias públicas?

Seria muito bom que pensássemos no que está acontecendo e cortássemos o mal pela raiz.
A denúncia está feita. Vou continuar gritando. Não pelos 10 reais. Mas pelo ato incorreto.

Mas aí, vale a pena pensar na proposta da volta da “zona azul”, desde que implantada para 24 horas e com total apoio da Guarda Municipal.
 

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Não quero ver uma OAB destroçada.

21/11/2012 05:19

É profundamente lamentável o que se vê acontecer na OAB, nos bastidores, na luta entre seus membros por conta da eleição de sua diretoria.

Não dá para entender como uma instituição que conseguiu ser referência nacional pelo combate à corrupção eleitoral, da noite para o dia tenha sua imagem maculada, ainda que nada se prove sobre as acusações que pesam sobre sua atual diretoria.

Não me cabe, até porque não sou advogado, muito menos magistrado, querer julgar essa ou aquela ação que vem sendo imputada à chapa situacionista, mas me cabe, isto sim, o direito como cidadão e como jornalista de me revoltar por sentir que, pedra a pedra começa a ruir um castelo de esperanças que é a OAB.

Uma construção bem feita, sólida, agora enlameada por acusações que não condizem com os homens e mulheres que a ela pertencem.

Claro está que, se culpa houver em algum momento, inocentes também existem, pessoas sérias e comprometidas ali estão, mas o que mais pesa é que a última imagem é a que sempre fica e dela é difícil se desgarrar. Portanto, vença quem vencer, situação ou oposição, o trabalho de reconstrução terá que ser muito trabalhoso e lento.

O brasileiro acostuma-se facilmente às acusações e ao mal feito e demora a absorver as defesas e o bem feito.

O erro, o grande erro está em ter se deixado de lado a ética e se partido para uma campanha altamente destrutiva.

No mais, não quero ver uma OAB destroçada.

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Em Natal, dezesseis anos depois.

17/11/2012 07:45

Quando eu morava em João Pessoa e apresentava o “Bartpapo”, também incursionei por Natal e, paralelamente, o apresentava também na TV Potengi daquela cidade.

Foram dois anos inesquecíveis e conhecendo a cidade nos seus mínimos detalhes.

Depois disso vim para Maceió e minha história daqui vocês conhecem.

Agora, 16 anos depois volto a Natal e me deslumbro.

A cidade verticalizou de uma maneira encantadora, os turistas tomaram conta, a hotelaria bombou, a gastronomia melhorou cada vez mais e a carne de sol virou ainda mais uma atração turística.

A tapioca da Redinha ficou mais próxima com a espetacular ponte que cruza o Rio Potengí saindo da conhecida Praia do Forte.

Mas o bom mesmo, no passeio que fiz com meu amigo Mourão foi me lembrar de cada lugar, comparar e sentir o desenvolvimento, lembrar de estórias e de amigos feitos.

O bom da vida, quando se vive com decência e galhardia é poder voltar.

Voltar, viver lembranças, sorrir para a vida.

Foi o que fizemos, Vanessa e eu, neste magnífico fim de semana.

Revivemos e vivemos,

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O grande perigo dos presídios

10/11/2012 14:41

Sem dúvida alguma o maior perigo dentro dos presídios está na possibilidade de comunicação que certos presidiários têm de se comunicarem com o mundo exterior.

Claro e provado está que muitos deles, traficantes, senhores de grandes negócios com drogas e armas continuam a manipular suas “empresas” de dentro dos presídios, primeiro a partir de uma comunicação verbal eficiente com membros da sua guarda que ainda se deixam levar pelas propostas de facilitação.

Segundo, pela obtenção de celulares que os colocam em contato com o mundo exterior numa facilidade absurda e que não se consegue entender.

Vivemos em um mundo de alta tecnologia e não conseguimos criar barreiras que tirem do ar os sinais de celulares ao redor e dentro de um presídio?

Contem esta para outro porque nós não queremos e não podemos acreditar nessa história da carochinha.

Porque, vamos e venhamos, se bloquearmos os sinais podem entrar quantos celulares quiserem porque não valerão absolutamente nada.

Então, autoridades deste país, precisamos baixar as cabeças para a realidade, termos a certeza de que nos presídios convivem os bandidos condenados e os bandidos de farda e que a comunicação externa é somente do que todos precisam para que o crime continue em suas mãos do lado de fora daquelas “inexpugnáveis” paredes.
 

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Um puxão de orelhas em motoristas também.

27/10/2012 14:56

O trânsito está caótico, sim.

Não há dúvida alguma sobre isto.

Mas, nem sempre a culpa cabe à engenharia, aos cálculos errados, aos semáforos dessincronizados.

Na maioria, o motorista sem cautela, o que tem cautela demais, o que não respeita faixas, o que impede o fluxo normal, o que avança o que deveria ser a via dos coletivos, tudo isso implica em muito para que tenhamos dificuldades em nossa locomoção.

Mas quando dois profissionais da direção resolvem atravancar uma rua e discutirem às 8:40h de uma sexta-feira, aí é demais!

Foi exatamente o que aconteceu em frente ao Mercado do Jaraguá, na R. Comendador Leão, quando dois ônibus, um da Viação Cidade de Maceió e outro da Real Alagoas resolveram disputar espaço para ver quem fazia a curva primeiro.

Dilema encontrado partiram para a discussão e todos os passageiros passaram a ser espectadores de uma cena entre a comicidade e a dramaticidade.

Depois de muito tempo, uma companheira nossa, jornalista, resolveu descer do seu veículo, impediao que estava de continuar e entrou na contenda dos dois, ameaçando chamar a TV e outras coisas mais.

Aí, sim! Parece que os motoristas acordaram do sonho matinal e resolveram se entender para destravar o mal feito que ali estava.

Resultado foi a perda de tempo de todos, a caoticidade no trânsito e o desrespeito de dois motoristas para com a população que só queria trabalhar.
 

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