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28 de maio: Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher

27/05/2015 15:10

Reposição de minerais oriundos de algas marinhas é a descoberta mais eficaz de suplementação alimentar de mulheres na idade adulta e na velhice, quando surgem sintomas de menopausa e osteoporose

 

28 de maio é o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. A data marca a luta pela conscientização e tratamento de distúrbios de saúde inerentes ao sexo feminino, tais como a menopausa e a osteoporose. Mas como prevenir e combater esses problemas?    

A osteoporose, por exemplo, afeta principalmente mulheres na pós-menopausa, e é caracterizada por uma fragilidade nos ossos, trazendo riscos maiores de quedas e fraturas. Uma alimentação balanceada é suficiente para evitar esse mal?

A suplementação por meio de nutrientes vegetais orgânicos, como os das algas marinhas, é a mais nova descoberta no auxílio à saúde da mulher, segundo apontam estudos científicos. Além de serem 100% naturais, a absorção deles no organismo é bem maior do que se verifica em outros compostos. Em relação ao cálcio, por exemplo, essa absorção é de quase o dobro.

“Na maioria das vezes, somente a alimentação não supre as necessidades diárias da mulher de ingestão de cálcio, criando no longo prazo problemas como a osteoporose. A alternativa está na suplementação de cálcio e minerais essenciais, que deve começar aos 35 anos, quando tem início o processo de quedas hormonais. E, neste aspecto, o cálcio proveniente das algas marinhas é o mais indicado. A suplementação com cálcio orgânico, que possui absorção de quase 100%, é fundamental na prevenção e tratamento da osteoporose.”, afirma a nutricionista Camila Prata, do Departamento de Nutrição da Phosther Algamar.

No caso da menopausa, muitas vezes os médicos recomendam a reposição hormonal, mas há que se ter cuidados, como afirma a especialista:

“Não há dúvidas sobre o valor da reposição hormonal, nos casos de necessidade comprovada. O problema é como fazer essa reposição e com qual tipo de hormônio. A utilização de hormônios ‘sintéticos’ já demonstrou que ele traz mais malefícios que benefícios, segundo estudo realizado no Reino Unido. Daí a importância da reposição com hormônios ‘naturais’ ou ‘Bio-idênticos’, cuja estrutura molecular é idêntica aos hormônios produzidos pelo organismo, não causando assim efeitos negativos. É por isso que é fundamental a suplementação com minerais orgânicos naturais, já que os minerais são cofatores para a formação dos hormônios. E o litoral brasileiro é muito rico na mais completa e natural fonte de minerais, que são as algas marinhas”, complementa.

Estudo sobre suplementação de cálcio publicado na revista científica francesa Agro-Food-Industry Hi-Tech constatou que o cálcio proveniente de algas marinhas, de origem vegetal, tem 96% de absorção no organismo, contra 67% de cálcio da dolomita, de origem mineral, e 61% do cálcio de ostra, de origem animal. Estudo idêntico foi feito pela Universidade Federal de Minas Gerais.

“A deficiência de minerais no solo e nos alimentos – causada pelo uso sem controle da terra e a adição de agrotóxicos - mostra que a suplementação de cálcio pode e deve ser feita. Porém, lembro que o mais importante no processo de suplementação de minerais é saber a sua origem. Cálcio e outros minerais isolados inorgânicos, moleculares ou quelados podem provocar alergias e eventuais depósitos nas artérias e articulações, com prejuízos cardíacos. Por isso, é importante que esses minerais sejam de origem vegetal, como são os das algas”, explica o químico José Celso Guimarães, responsável técnico da Phosther.

Já é produzido no Brasil um suplemento de minerais a base de algas marinhas, o Vitalidade, que oferece ao organismo da mulher todos os minerais necessários para a formação dos hormônios, desde a idade adulta até a velhice, retardando ou enfraquecendo as pausas hormonais, prevenindo doenças e mantendo o organismo saudável.

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Como convencer um dependente químico a se tratar?

25/05/2015 06:46

“Posso parar quando eu quiser”. Para algumas famílias, esta é a frase mais ouvida quando há uma tentativa de convencer um ente querido de que ele precisa fazer um tratamento para a dependência química. E aí vem uma grande dúvida: como convencer uma pessoa de que ele precisa de tratamento?

Para o psicólogo Marcelo Parazzi, da Clínica Terapêutica Viva, a primeira coisa que a família precisa ter em mente é uma abordagem carinhosa, ou seja, sem agredir o dependente químico, pois agressões físicas ou verbais só prejudicam na hora de conversar. “É interessante que a conversa aconteça após a pessoa ter conseguido minimamente repousar e, se possível, não estar sobre efeito de alguma substância psicoativa.”

Quando um dependente percebe que o familiar está sendo amigável e que tem a intenção de ajudar fica mais fácil abordar sobre o tratamento. “A família pode demonstrar para a pessoa algumas perdas presentes na vida dela depois das drogas, assim como os ganhos que poderão surgir a partir do tratamento. Em vez de acusações, usar frases ou citar situações que faça a pessoa refletir sobre seus atos e dê espaço para ela falar também”, afirma Parazzi.

Mas e quando já houve várias tentativas de conversar amigavelmente e não foi possível convencer o dependente químico? Parazzi explica que deve ser considerada a gravidade do caso.  “É imprescindível ter ao lado da família um profissional que possa avaliar o caso, para ajudar nas orientações e nas tomadas de decisões. Levamos em consideração o nível de dependência de cada paciente para indicar o melhor tratamento. Em alguns casos, quando o nível de dependência é grave, a família pode optar pela internação involuntária”.

 

10 anos de Clínica Viva

Proporcionar saúde, bem-estar e qualidade de vida faz parte da essência da Clínica Terapêutica Viva desde 2005, ano de fundação. A organização oferece tratamento especializado para a dependência química (álcool, tabagismo e drogas ilícitas) e para os transtornos do espectro obsessivo-compulsivo através de uma metodologia terapêutica atualizada e eficaz, desenvolvida e aplicada por profissionais de saúde especializados. Para saber mais, acesse www.ctviva.com.br.

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Como evitar a traição financeira entre os casais

22/05/2015 07:35

A transparência é procedimento fundamental para manter o orçamento familiar equilibrado. Porém, esse assunto ainda parece um tabu presente em muitos casamentos, inclusive aqueles de décadas, e deve ser derrubado.

O casal precisa conversar para definir como administrar as contas, ao colocar na ponta do lápis ou em uma planilha as despesas comuns, como gastos certos de todo mês, prestações do cartão de crédito, possibilidades para poupar e preços dos itens menos essenciais na rotina.

Depois, é preciso levar em conta os salários para definir qual a contribuição que cada um terá para as contas, seja em valores brutos ou em percentual. No caso de profissionais liberais, isso pode variar a cada mês, porém o planejamento com o outro e o diálogo também podem evitar brigas.

Uma conta e cartão de crédito conjuntos também são opções para os casais. Nesse caso, a sugestão é semelhante: muita conversa para definir se a melhor alternativa é uma conta para os dois, uma para cada ou contas individuais e outra para o casal. Não há uma regra, mas é preciso identificar se há um desconforto em compartilhar as informações de todos seus gastos.

Dispensar as despesas que não são necessárias, contar com a ajuda do parceiro, confiar no outro, dividir as contas de forma justa e, acima de tudo, o diálogo constante são fatores que garantem um orçamento planejado e uma vida financeira saudável ao casal.

 

* Dora Ramos é educadora financeira e especialista em contabilidade e controladoria. Fundadora e diretora responsável pela Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial (www.fharos.com.br), atua no mercado contábil-administrativo há 24 anos

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8 dicas para abrir seu negócio online

15/05/2015 07:39

Atualmente, o mercado de vendas online encontra-se em constante crescimento, tanto no mundo, quanto, especialmente, no Brasil. Em 2014, o comércio eletrônico no país foi extremamente forte na área de informática, eletrônicos e roupas ligadas à seleção brasileira de futebol, por estar perto da Copa do Mundo FIFA.

Em 2015, espera-se que haja um grande crescimento em lojas de nicho, especializados em roupas ou consumo de comida em restaurantes locais, por exemplo. A tendência, para este ano, é que o e-commerce seja focado em itens de necessidade básica, sendo que boa parte das rendas online serão feitas por meio dos dispositivos móveis, como smartphones e tablets, já que, em 2014, cerca de 7% das vendas pela internet foram realizadas via mobile, e esse número tende a crescer.

Com informações como estas, fica claro que investir em lojas online, já possuindo lojas físicas ou não, é uma boa opção. Entretanto, é preciso ter um mínimo de conhecimento básico antes de desbravar esta nova área, pois toda a preocupação que pode existir em uma loja física precisa ser lembrada em um e-commerce. Por exemplo, assim como uma loja física precisa ser organizada e limpa para agradar os olhos do cliente, é preciso ter o mesmo cuidado com a loja online, pensando no design, por exemplo.

Segundo Jonathan Souza e David Nudelman, criadores da Agência Publicidade Popular, de Porto Alegre, muitas pessoas pensam que, porque o ambiente é online, algumas preocupações, como a apresentação dos produtos, não são tão importantes, quando, na verdade, é muito pelo contrário, já que o cliente precisa sentir confiança na qualidade dos produtos ao acessar o site.

Os fundadores listaram 8 dicas importantes para quem quer abrir um e-commerce, confira:

1.   Imagem dos produtos

Segundo os empresários, pensar na imagem dos produtos que serão vendidos online é essencial, pois eles são o "cartão de visita" do seu negócio;

2.   Estoque de Produtos

"Venda apenas o que você pode produzir, vender e não entregar prejudica muito a reputação da sua loja online", explica Souza;

3.   Noções de Informática

De acordo com os sócios, para administrar suas vendas online, é preciso ter o mínimo de conhecimento sobre sua plataforma de vendas. "Ter ajuda de uma equipe para manter seu site sempre funcionando bem é fundamental, mas é preciso que o proprietário saiba, de maneira básica, mexer na sua própria página, para caso aconteça alguma emergência", diz Nudelman;

4.   Divulgação

Quem não faz propaganda, não possui clientes e nem faz sucesso. Para isso, sua loja precisa ser divulgada e campanhas na web, o que ajudará nas vendas;

5.   Atendimento

" Ter uma pessoa que seja responsável por sua loja online é importante para respostas rápidas aos seus clientes", afirma Souza. Ou seja, como a Internet funciona 24h por dia, é preciso ter alguém para dar suporte ao atendimento de seus clientes por boa parte da jornada diária;

6.   Identidade Visual

Assim como eu uma loja física, a aparência da loja online precisa transmitir credibilidade, confiança e transparência para seus clientes;

7.   Logística

"Pense na melhor estratégia de entrega dos seus produtos. Prazos e qualidade de entrega são fundamentais para sua loja ser um sucesso, afinal, ninguém gosta de quem não cumpre o que foi prometido", pontua Nudelman;

8.   Conta Bancária

Para melhor controle das contas da empresa, o recomendado é que o proprietário faça uma conta bancária empresarial, separando o pessoal do profissional;

Serviço: Publicidade Popular

Sites: www.publicidadepopular.com.br

 

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Três passos para se antecipar ao cliente e oferecer as melhores soluções

14/05/2015 09:05

Recentemente, um estudo divulgado pela empresa de pesquisas Loudhouse, em parceria com a SAP, mostrou uma realidade cada vez mais comum no universo das vendas. Entre dez empresas pesquisadas, 75% dos compradores sentem que estão à frente do vendedor na hora da negociação.

Apesar de não ser o ideal, é muito comum que os clientes saibam mais que o profissional de vendas quando eles são abordados em termos de informação sobre o mercado e o produto. Esse fato é facilitado porque a população tem se especializado em consumo. Além disso, o auto-serviço tem ganhado a atenção do consumidor e, consequentemente, deixado ele cada vez mais autônomo em suas decisões.

A tecnologia também colabora para essa independência na hora de comprar, com a facilidade ao acesso de informações relevantes de cada segmento. Atrelada a isso, está a escassez de inovação que deixa os itens e serviços ofertados semelhantes. O cliente passa a não ver diferença entre os produtos de empresas concorrentes.

Por outro lado, com as demandas da rotina, o profissional de vendas acaba se preparando menos que o comprador, que está sim mais atento em relação às tendências e possibilidades de seu mercado. Ao chegar à reunião, o cliente sabe tudo sobre o produto que será oferecido, às vezes, até mais que o próprio vendedor.

Porém, ainda é possível se diferenciar em um mercado saturado pelas mesmas ideias e compradores mais espertos! Veja abaixo três passos que podem mudar o rumo de uma venda e a opinião do consumidor:

1-   Repertório adequado - O vendedor profissional precisa, de fato, se preparar mais. Com uma abordagem específica, ele deve ir para uma reunião com um case de sucesso daquele segmento. Para falar com o cliente, é necessário ter uma história relacionada ao mundo dele. Se não, fatalmente, o consumidor vai se sentir mal atendido.

2-   Credibilidade – É necessário ouvir a necessidade no momento da abordagem. Em vez de falar do produto logo no início e correr o risco do cliente saber mais do que você, pergunte qual o problema que ele enfrenta e como acha que o seu produto pode ajudá-lo. Dessa forma, você vai conquistar sua confiança e deixar uma porta aberta para que ele fale das suas reais necessidades.

3-   Diferenciação – Depois da “consulta investigativa” sobre o que o cliente realmente precisa, é possível oferecer algo a mais. Dessa forma, você consegue se destacar em relação ao concorrente e evita demonstrar falta de conhecimento. É necessário oferecer uma solução e ainda se diferenciar para garantir a preferência!

Com esses três passos, você conseguirá o que todo mundo busca: vender uma solução. E se você não propõe solucionar um problema, oferece aquilo que todo mundo já proporciona. Quer correr o risco de demonstrar que as únicas diferenças entre o seu produto e o do concorrente são o preço e disponibilidade? Fuja disso! Ouça o seu cliente e faça uma proposta diferenciada!

*Mário Rodrigues é diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas)

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Primeira Edição © 2011