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Como lidar com a ansiedade da chegada de um filho?

18/09/2015 16:15

A chegada de um filho é sempre uma etapa muito importante na vida de qualquer homem, afinal, a paternidade traz uma série de mudanças em seu cotidiano e nas suas prioridades. Esse período é marcado por muita ansiedade, expectativa, dúvidas e medos, principalmente, para os que serão papais de primeira viagem.

Sentir-se ansioso é uma reação normal que pode afetar os homens em maior ou menor intensidade. “As manifestações de ansiedade podem ocorrer com sintomas psicológicos, como apreensão, desconforto e medos diversos. E também com sintomas físicos, como taquicardia, alterações da pressão arterial e tensão muscular”, explica a gerente médica da unidade MIP Aché, Dra. Talita Poli Biason.

 A médica esclarece que esse estado emocional acontece porque o homem projeta as preocupações com o futuro no momento presente e, com isso, vive em um estado de alerta constante em decorrência do nascimento da criança e outras responsabilidades que ele terá de enfrentar a partir deste momento tão especial. “As reações variam de pessoa para pessoa. Em algumas ocasiões, ocorrem de forma tão intensa que causam sofrimento e dificuldades na capacidade de desenvolvimento de tarefas no trabalho e no cotidiano em geral”, afirma.

Lidando com a ansiedade

 Para amenizar os sintomas da ansiedade, o ideal é aderir a algumas medidas simples, porém bastante eficazes. Realizar uma caminhada de, no mínimo, 30 minutos todos os dias, por exemplo, traz benefícios para a saúde do corpo e da mente e ajudam a relaxar. “Manter o sono em dia também é importante nessa fase de novas vivências”, recomenda a médica.

 De acordo com a gerente médica da unidade MIP (Medicamento Isento de Prescrição) do Aché Laboratórios Farmacêuticos, nas situações em que o homem não consegue desenvolver de forma plena as suas atividades ou que ocorre um prejuízo na capacidade de relacionar-se com amigos e familiares, a intervenção de um profissional da saúde é o mais indicado. O tratamento da ansiedade é individualizado. Em geral, pode ser recomendado tanto o emprego de medicamentos como o da psicoterapia”, descreve.

Medicamentos fitoterápicos, como os que contêm Passiflora incarnata L., são recomendados para amenizar casos mais leves de ansiedade, pois atuam promovendo efeitos calmantes e ansiolíticos.

 

Sobre o Sintocalmy

Produzido à base de Passiflora incarnat L., que contém propriedades sedativas e ansiolíticas, Sintocalmy é um fitoterápico indicado para o tratamento de ansiedade, irritação, agitação nervosa e insônia. O medicamento é disponibilizado em gotas e comprimidos e é isento de prescrição médica.

 Sobre o Aché     

O Aché é uma empresa 100% brasileira, com quase 50 anos de atuação no mercado farmacêutico. Conta com três complexos industriais: em Guarulhos (SP), São Paulo (SP) e Anápolis (GO). São mais de quatro mil colaboradores e uma das maiores forças de geração de demanda e de vendas do segmento no Brasil. Para atender às necessidades dos profissionais de saúde e consumidores, o Aché oferece um portfólio diversificado com 303 marcas em 747 apresentações de medicamentos sob prescrição, genéricos e MIP (isentos de prescrição), além de atuar também nos segmentos de dermatologia e nutracêuticos. Ao todo, são 130 classes terapêuticas e mais de 20 especialidades médicas atendidas. Recentemente, com a criação da Bionovis, passou a atuar em biotecnologia. No mercado internacional, exporta para 12 países das Américas, África e Japão. O Aché foi o primeiro colocado do setor Farma e Life Sciences do prêmio Inovação Brasil 2015, realizado pelo Valor Econômico em parceria com a Strategy&. Em 2014, a companhia foi eleita a melhor empresa do setor farmacêutico pela revista Exame, na premiação Melhores & Maiores.

www.ache.com.br

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Chá de magnólia pode ser solução contra o Alzheimer

14/09/2015 08:12

A magnólia é uma flor nativa da China que contém diversas propriedades medicinais importantíssimas para o corpo e para a mente. Entre seus benefícios, auxilia no combate ao estresse, ajuda a controlar a ansiedade e estimula a memória; problemas comuns que afetam a grande parte da população atualmente. 

Sua casca possui duas poderosas substâncias: o magnol e o honokiol, que são antioxidantes e ricas em vitamina E. Além disso, o componente honokiol tem ação ansiolítica, ou seja, ajuda a diminuir a ansiedade e a tensão combatendo o estresse, agindo nas ansiedades relacionadas à elevação do hormônio cortisol.

O consumo regular, na forma de chá, além de controlar a ansiedade, modula os neurotransmissores cerebrais, melhora a memória, cognição, além de prevenir a doença de Alzheimer. Estudos comprovam a eficácia, pois libera a acetilcolina (molécula neurotransmissora que atua na passagem do impulso nervoso dos neurônios para as células musculares) e inibe a acetilcolinesterase.

A magnólia também é uma grande alternativa terapêutica de ansiolítico natural, principalmente nos pacientes idosos com início de demências. Outro ponto diferencial é que utilizada em doses habituais, não há efeitos de sonolência.

 

* Dra. Sylvana Braga (www.sylvanabraga.com.br) – Nutróloga, reumatóloga, fisiatra e especialista em prática ortomolecular, também autora do livro “Dieta Ortomolecular – dieta natural para emagrecimento saudável e evitar definitivamente o efeito sanfona", que traz mais de 100 receitas para se manter saudável de forma natural.                                               

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Como as mulheres podem trabalhar o tempo a seu favor usando técnicas de negociação e organização do tempo?

11/09/2015 16:31

 

Uma das piores reclamações nessa era da informação tem sido a falta de tempo, mesmo com a aparição de novas tecnologias que ajudam e facilitam a realização de algumas tarefas. Cada vez aparecem mais compromissos e deveres que tiram o tempo de lazer e que pioram a qualidade de vida de cada um. As mulheres que os digam.

A mulher cada vez mais aparece em todos os cenários da sociedade. Se antes a obrigação era só cuidar da casa, agora a obrigação é cuidar do mundo. Advogadas, médicas, empreendedoras, vendedoras... Elas estão em todos os lugares e parece que o lugar que a mulher menos fica é em casa.

Com tantas obrigações, muitas reclamam que estão perdendo tempo de se sentir mulher. Atividades como ir ao salão, sair com as amigas e fazer compras não estão mais fazendo parte do cotidiano de várias mulheres. É o que observou uma pesquisa encomendada consultora empresarial Mariana Boeira para a Engaje Pesquisas, onde 37,5% das mulheres se caracterizaram como “sobrecarregadas”.    
Para Mariana Boeira, idealizadora da pesquisa, técnicas de negociação e gestão do tempo, trabalhadas na consultoria empresarial, são possíveis soluções para o problema de falta de tempo. “Com encontros periódicos, são planejadas ações que entrem no dia a dia destas profissionais, para as mesmas conseguirem se organizar e saber priorizar ou delegar atividades”, revela.

Ainda de acordo com a pesquisa, 65,5% das mulheres afirmam que gostariam de ter mais tempo para elas mesmas e cuidar de fatores como alimentação, atividades físicas e estéticas, enquanto 31,1% gostaria de curtir mais a família e a casa e 20,1% dedicaria mais tempo ao trabalho.

Mariana afirma então que para ajudar no planejamento e conciliar todas as obrigações, também deve-se aprender a dizer “não”. “Para que se tenha mais tempo e consiga se organizar melhor, é necessário saber o que é essencial e o que pode ser deixado de lado”, conclui.

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Uma noite em Belo Horizonte

08/09/2015 13:07

O ódio é a escuridão. A ausência de luz. Por isso irracional, incompreensível. Quando se joga luz, ele some, desaparece, dissipa-se. Indecifrável, vive e morre em trevas; imutável, além do tempo, arrastando seu corpo sem rosto pelos séculos.

Era o Brasil pós 64, e o ódio grassava em solo pátrio. Seixas Dória era governador de Sergipe, da UDN, partido que apoiou a intervenção militar. Seixas era da UDN e da democracia. Consumado o Golpe, Seixas e alguns outros que eram da democracia foram cassados; outros escanteados pelos militares, como muitos dos líderes civis que apoiaram o Golpe. Aqui em Minas, o deputado federal José Aparecido de Oliveira, da UDN, também foi cassado.

Perseguido, preso em Fernando de Noronha, Seixas contou todo o seu martírio em livro: “Eu, réu sem crime”, e lançou em uma noite no Rio, era janeiro de 1965. O lançamento foi um comício silencioso no centro da antiga capital federal. A edição se esgotou na mesma noite. Foi um tumulto nacional, gente do Brasil inteiro. José Aparecido decidiu que o próximo lançamento seria em Belo Horizonte. Não foi. Aqui a polícia e manifestantes não deixaram a noite de autógrafos acontecer. Primeiro ameaçaram bombardear a livraria em que seria o lançamento. Desde o anúncio do evento, os telefonemas e ameaças não pararam mais e a livraria Itatiaia desistiu. Ainda assim, Seixas Dória, José Aparecido e outros jornalistas vieram para Belo Horizonte, sendo ameaçados já no desembarque do avião. Seguiram em frente. O hotel em que se hospedaram estava tomado por manifestantes que agrediam verbalmente os que a pouco beijavam a mão. Decidiram ir para a sucursal do jornal Correio da Manhã e fazer o lançamento lá. Os manifestantes, liderados pelo movimento que se intitulava de a Tradicional Família Mineira, subversivo dos valores mais nobres da mineiridade, cercaram a sucursal do jornal, com palavrões e agressões de toda ordem. Para me ater ao fato, transcrevo o registro do jornalista Joel Silveira, que cobriu o evento, quando o grupo deixou a sede do jornal: “Um grupo mais afoito e mais bilioso, no qual se destacavam furiosas senhoras de rosário na mão, tentou impedir que o carro se movesse. Mas quem o dirigia foi forçando a barreira humana que nos cercava. Com seus rosários, verdadeiros látegos, as furiosas madames chicoteavam nossa viatura, e estrugiam: ‘Fora filhos do diabo! Comunistas sem vergonha! Viva Cristo-Rei!’. E os sacros chicotes, com suas continhas abençoadas, batiam forte, arrancando ruídos atonais, na mil vezes cuspida lataria do carro. Um verdadeiro concerto de rosário e cuspe. Lá dentro nos apertávamos uns aos outros, sem saber ao certo o que nos reservava o próximo minuto. Meio hora depois, conseguimos finalmente deixar para trás a turba ululante e cuspidora”.

Meu Deus, o que o pequeno Sergipe e seu destemido governador fizeram a Minas Gerais e ao seu povo?

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Os pais modernos e a participação na vida dos filhos

02/09/2015 14:14

Há anos atrás, muitos consideravam que o papel do homem na hora do nascimento dos seus filhos era na sala de espera, distribuindo charutos para seus amigos, enquanto sua mulher dava à luz. Mesmo anos depois, com os homens podendo entrar na sala do parto, não era incomum ter a noção de que a função do pai era a de prover dinheiro para o lar, deixando sua esposa com as responsabilidades domésticas.

Segundo Carla Ribeiro, psicóloga clínica e hospitalar voltada à saúde do homem, atuante do Rio de Janeiro, atualmente, os pais contemporâneos tem indicado uma mudança de postura dentro do lar. "Principalmente nos novos pais, com idades até 40 anos, é mais comum perceber uma grande participação na vida dos filhos e, também, uma maior separação das atividades domésticas, auxiliando sua parceira no dia a dia e dividindo o papel da educação dos seus filhos", afirma.

Carla comenta que isso possui uma grande ligação com o fato de que as mulheres possuem maior independência financeira atualmente. "Há 40 anos atrás, uma boa parte das mulheres não possuía empregos ou, então, não eram 'permitidas' a trabalhar por seus maridos. Atualmente, mesmo que muitos casamentos ainda possuam uma diferença gritante nas relações de poder entre homem e mulher, as mulheres possuem uma liberdade maior, o que permite que os homens não sejam incumbidos apenas ajudar a pagar as contas, mas, também, de possuir uma participação mais ativa no lar", explica.

A psicóloga lembra que, atualmente, não é raro ver homens auxiliando suas companheiras fazendo compras, cuidando da saúde dos filhos e do seu processo de crescimento, em geral. "Isso não só mostra como a sociedade está mudando, como, também, que a figura paterna passa a ter uma importância ainda maior na vida dos pequenos. O que antes poderia ser analisado como um pai distante que estava lá para pagar as contas e jogar algum jogo no final de semana, agora passa a buscar e levar na escola, ajudar na lição de casa, etc. Ou seja: funções que antes eram, prioritariamente, atribuídas às mães", observa.

Ela finaliza, lembrando que, para ser um pai bom, é preciso ser presente na vida de seus filhos. "Desde a chegada do bebê até a formatura da faculdade, é sempre necessário que os pais 'estejam ali' para seus filhos, para os momentos bons e ruins", conclui.

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Primeira Edição © 2011