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5 cachoeiras brasileiras para conhecer no Carnaval

05/02/2016 18:58

Se você é daqueles que não curte a agitação das escolas de samba nem as praias lotadas, mas também não quer ficar em casa durante o feriadão de Carnaval, as cachoeiras brasileiras são excelentes opções. A bióloga e amante das cachoeiras, Marion Bartolamei, destaca cinco opções de quedas d’água brasileiras para conhecer no Carnaval:

Véu da Noiva (MT)

Para quem curte natureza, a região do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é um prato cheio: cavernas, lagoas e o Circuito das Cachoeiras precisam de mais de um dia para ser conhecidos. Cartão postal da Chapada, a cachoeira Véu da Noiva impressiona com 86 metros de queda livre. Após a entrada do parque é preciso andar cerca de 300 metros até o mirante onde é possível visualizar a cachoeira. E o visual não desaponta. Vegetação deslumbrante, paredões enormes e barulho característico convidam à contemplação. Mais informações: http://www.chapadamt.com.br/veudanoiva.asp

 

Crédito: divulgação

Cachoeira do Buracão (BA)

Localizada no município de Ibicoara, na Chapada Diamantina, a cachoeira desce pelas rochas e forma uma grande piscina natural, na qual é possível nadar. Para chegar até lá é preciso caminhar por cerca de uma hora acompanhando o leito do rio. Quando se atinge o cânion, onde é possível ver a queda d’água por cima, pode-se atravessar por uma ponte, andando por caminhos bem estreitos ou descer nadando. Não importa a forma, o atrativo vale a pena. Mais informações: http://bahia.com.br/atracao/cachoeira-do-buracao-0/

Crédito: divulgação

Cachoeira Almécegas (GO)

Essa cachoeira, na verdade, são duas. As Almécegas I e II localizam-se entre os municípios de Alto Paraíso e São Jorge, dentro da Chapada dos Veadeiros. Nesse caso, é preciso pagar uma taxa de R$15 para entrar na Fazenda São Bento. Do portão de entrada até o início da trilha são aproximadamente três quilômetros. A trilha é bem sinalizada e possui 1,5 km até Almécegas I. A queda de 45 metros é lindíssima e, para os amantes de rapel, é uma oportunidade imperdível de praticar o esporte. Já para chegar até Almécegas II são cerca de 400 a partir do estacionamento. Ali, o visitante encontra uma queda menor (de 15 metros), mas pode entrar na água e se refrescar. Mais informações: http://www.altoparaiso.go.gov.br/Cachoieras.php?Cat=%

Crédito: Pedro Alves

Salto Morato (PR)

A Reserva Natural Salto Morato esconde a maior queda d’água dessa lista. Com 100 metros, o Salto Morato está localizado no litoral do Paraná e esconde paisagens preservadas e cenários lindíssimos. A partir do Centro de Visitantes, a trilha de 1,5 km é leve e bem sinalizada. Os últimos 600 metros são de subida que, aos poucos, vão desvendando uma cachoeira belíssima e impressionante. Também é possível nadar com os peixes em um aquário natural de água cristalina. Imperdível! A reserva oferece estrutura de banheiros, lanchonete e é bem organizada. A entrada custa R$10. Mais informações: http://www.fundacaogrupoboticario.org.br/pt/o-que-fazemos/reservas-naturais/pages/reserva-natural-salto-morato.aspx

Crédito: Haroldo Palo Jr

Cachoeiras da Estância Mimosa (MS)

Fechando essa (pequena) lista estão as oito cachoeiras da Estância Mimosa – Água Doce, Sol, Salto, Desejo, Saí-Andorinha, Mutum, Surucuá e Sinhozinho – localizada em Bonito. Conhecida mais pelos passeios de flutuação em rios, a cidade está cheia de oportunidades para os amantes das quedas d’água. Na Estância é preciso contratar os pacotes para fazer os passeios (existem várias opções, sendo que algumas não visitam todas as cachoeiras), pois não é permitido andar nas trilhas sem guia. As cachoeiras variam de tamanho, mas são todas belíssimas com direito a ‘hidromassagem natural’ na Cachoeira Saí-Andorinha. Mais informações: http://www.estanciamimosa.com.br/

Crédito: Divulgação

Enfim, boas opções não faltam. Agora, basta decidir para onde ir, arrumar a mochila e cair na estrada... e na água!

Quem dá a dica é a bióloga e amante das cachoeiras, Marion Bartolamei.

 

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05 /02 Dia Nacional da Mamografia

04/02/2016 19:04

Patrícia Pillar, Elba Ramalho, Arlete Salles, Joana Fomm, Sheryl Crow, Shannen Doherty, Brigitte Bardot, Jane Fonda, Costanza Pascolato e Joyce Pascowitch são alguns exemplos de profissionais que se destacam nas carreiras de atriz, cantora, apresentadora, jornalista ou ícone da moda. Entretanto, mais do que a fama, estas mulheres têm uma luta em comum: todas elas foram diagnosticadas com câncer de mama e venceram a batalha contra a doença.

Para muitas delas, o grande fator que contribuiu para o bom desempenho do tratamento foi o diagnóstico precoce da doença, que pode ser feito através de mamografia. O autoexame também é importante, mas não substitui a mamografia. Muitas mulheres ainda não criaram o hábito de fazer o acompanhamento anual com o ginecologista. Foi justamente para realçar a importância de realizar o exame para a detecção precoce do câncer de mama que um Projeto de Lei da Senadora Maria do Rosário (PT-RS), instituído há dois anos, estabeleceu o dia 5 de fevereiro como o Dia Nacional da Mamografia.

Muitos podem ser os fatores que fazem com que as mulheres tentem evitar o exame: desde o receio de sentir dor na hora da mamografia até o medo de receber um diagnóstico positivo em relação à doença. Esses motivos as levam a retardar ou ignorar o exame, que é fundamental para o rastreamento do câncer de mama.

Para os especialistas, a questão da dor na hora de fazer a mamografia é relativa. “Existem mulheres que não sentem nada, nem dor nem desconforto. Já outras sentem apenas uma rápida pressão nas mamas; e ainda há aquelas mais sensíveis que podem sentir um pouco de dor”, explica a ginecologista Lilian Fiorelli. “Mas, esta dor é passageira e suportável. Mais do que isso: no caso das mulheres mais sensíveis, é importante ressaltar que é um pequeno desconforto que pode salvar a vida. E é isso que as mulheres precisam entender para superar o medo de realizar o exame”, complementa.

Ter um diagnóstico positivo em relação à doença é outra causa que amedronta. “Por mais assustador que seja receber esta notícia, em muitos casos, a doença é detectada no início, o que beneficia muito o tratamento. Ademais, a medicina está avançada e os casos de cura completa têm sido cada vez mais frequentes”, destaca Lilian.

Ressaltar a prevenção é importante uma vez que o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, depois do de pele não melanoma. Eles correspondem a cerca de 25% dos casos novos de câncer diagnosticados a cada ano. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que, em 2013, mais de 14 mil mulheres morreram por conta da doença no País. Para este ano, a estimativa é de 57.960 novos casos. “O trabalho ainda é grande para desmistificar algumas informações e reforçar a importância da prevenção, que deve ser feita de forma contínua”, avalia a ginecologista.

A especialista explica que a doença é mais rara antes dos 35 anos. “Acima desta idade, sua incidência cresce de maneira progressiva, especialmente após os 50 anos”, diz. Mas, mesmo fazendo parte do grupo de risco, muitas mulheres ignoram a prevenção. Segundo informações da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada no segundo semestre de 2015, quase 40% das mulheres entre 50 e 69 anos não fizeram mamografia em 2011 e 2012. O índice é maior quanto menor é o grau de escolaridade: entre as que não têm qualquer instrução ou têm o ensino fundamental incompleto, 49,1% deixaram de fazer o exame, já entre as que têm ensino superior completo, a taxa caiu para 19,1%.

A indicação é que mulheres a partir dos 40 anos comecem a fazer a mamografia todo os anos. “Mas as que têm histórico de câncer de mama na família, em parentes de primeiro grau (mãe, irmã e/ou filha), devem realizar o exame antes dessa idade, pois o risco de câncer de mama pode ser maior”, explica Lilian. Vale ressaltar que antes dos 35 anos a ultrassonografia de mamas pode ser mais indicada, já que a densidade das mamas dificulta a visualização de lesões na mamografia.

Para a realização do exame, existem dois tipos de aparelhos de mamografia: o convencional e o digital. Ambos utilizam o raio-X para a produção da imagem da mama. A diferença está na forma como ocorre a captação da imagem mamográfica. No primeiro, a imagem é armazenada em um filme e caso haja algum problema técnico com o filme, este terá que ser refeito. Já na digital, usa-se um detector que transforma o raio-X em sinal elétrico e transmite a informação para um computador. Assim, a imagem mamográfica pode ser armazenada e recuperada eletronicamente, além de permitir ao radiologista ajustar as imagens, no próprio monitor da estação de trabalho, realçando ou ampliando alguma área, para melhor analisá-la.

Lilian alerta também que o câncer de mama não é exclusividade das mulheres. “Embora representem apenas 1% do total de casos da doença, os homens também podem desenvolver o câncer. Para ambos casos, a melhor prevenção é fazer acompanhamento rotineiro com seu médico”.

 

www.aliraclinica.com.br 

 


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04/02 - Luta Mundial contra o câncer

03/02/2016 18:28

O crescimento da obesidade no Reino Unido poderá desencadear, nas duas próximas décadas, centenas de milhares casos de câncer associados ao excesso de peso. Estudo comandado pelas entidades Cancer Research UK e UK Health Forum prevê que em 2035 a obesidade será o principal biotipo dos britânicos adultos, com mais de ¾ da população sofrendo de sobrepeso. O quadro aumentará em milhões os casos de Diabetes Tipo 2, Doenças Coronarianas e em 700 mil os diagnósticos de neoplasias.

Não são poucos os estudos que ligam o elevado índice de massa corporal ao desenvolvimento de neoplasias. Uma pesquisa global mostrou que o excesso de peso pode favorecer o risco para câncer de ovário. De acordo com o relatório do American Institute for Cancer Research and World Cancer Research Fund (AICR/WCRF), esse tumor é a quinta maior causa de morte nos Estados Unidos, sendo que a maioria dos casos é diagnosticada em estágio avançado e em mulheres com elevado índice de massa corporal.      

Para o resultado, os pesquisadores revisaram 25 estudos envolvendo 4 mil mulheres, sendo que 16 mil tiveram câncer de ovário. De acordo com o relatório, para cada cinco pontos acrescentados no índice adicional de massa corporal (IMC) nas mulheres acima do peso (IMC 25 ou mais), houve um aumento de 6% no risco de desenvolver o tumor.

O estudo indicou ainda que a obesidade é coadjuvante não apenas para o desenvolvimento do câncer de ovário, mas também dos cânceres de mama pós-menopausa, colorretal, de endométrio, de esôfago, de rim, de vesícula biliar e de pâncreas. Juntos, cerca de 585.600 casos desses oitos tipos de câncer são diagnosticados nos Estados Unidos a cada ano.

Com base nas evidências apresentadas no estudo, o instituto de pesquisa estima que estar com um peso saudável pode ajudar na prevenção de um em cinco desses casos. Outros fatores primordiais podem ajudar na prevenção da doença: evitar o uso do tabaco, praticar atividades físicas regularmente e realizar check upsespecíficos para sexo, idade e histórico de saúde.   

 

Centro de Câncer de Brasília - Cettro

Cettro - Hospital Dia

SMH/N Quadra 02 Bl. "A" Ed. de Clínicas 12º Andar - Brasília

Tel: (61) 3429 2900 e 3429 2902

Cettro Petit - Hospital Dia Pediátrico

SMH/N Quadra 02 Bl. "A" Ed. de Clínicas 2º Andar - Brasília

Tel: (61) 3429 2926

Cettro - Unidade Ceilândia

Setor N - QNN 28 Módulo C Área Especial - Ceilândia - DF

Tel: (61) 3429 2900

Cettro - Unidade Taguatinga

QNC 11 Lote 07 - Taguatinga Norte (próximo ao Hospital Anchieta)

Tel: (61) 3429 2900

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Como conseguir um novo emprego em 2016?

22/01/2016 11:26

O desemprego está em alta e as perspectivas é que não haja uma melhora em curto prazo, além disso, se observa um crescente desânimo no mercado profissional com a insatisfação dos profissionais por motivos variados, criando uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de procura de emprego ou mesmo de mudança.

É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível.

Desemprego é motivo de desespero?
Pode parecer difícil manter a calma diante o desespero e as informações negativas do mercado que vemos diariamente, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.
Para e repare como sempre a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, por isso se controle. Além disso, agir por impulso de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional ou poderá deixar vulnerável a golpes existentes no mercado, por trás de oportunidade milagrosas de ganhos. Assim, primeiro ponto que ressalto, mantenha o raciocínio lógico. 

Passos para se reposicionar
A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:
1.    Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;
2.    Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;
3.    Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;
4.    Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;
5.    Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;
6.    Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.
7.    Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.

Estou empregado, mas insatisfeito!
O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.

Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.
Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.
  

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Conheça as novas regras para a sua aposentadoria

12/01/2016 16:12

O ano já começou com medidas austeras do governo federal em diversas áreas. Em um café com jornalistas promovido dia 7 de janeiro, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que pretende garantir a solvência do país, combater a corrupção e trabalhar junto com a sociedade e trabalhadores a reforma da Previdência Social, que em 2015 ficou sob suspeita de rombo em seus orçamentos.

Em relação a este tema, o gabinete do Executivo nacional implantou novas regras para aposentadoria, que causou repercussão em seu projeto desde sua apresentação. O intuito do projeto é o de aumentar a idade para que o trabalhador possa se aposentar, o que resultou em críticas até no próprio PT. Entretanto, de acordo com Dilma “não é possível que a idade média de aposentadoria das pessoas no país seja de 55 anos”.

De acordo com a advogada do CENAAT – Centro Nacional de Apoio e Trabalhador, Marceli Silva, a medida do governo deve criar uma regra de transição para preservar direitos adquiridos, como foi em 1998 com a EC 20/1998 e em 1999 com a lei 9.876/99 que instituiu o Fator Previdenciário. Segundo o governo a sociedade está envelhecendo, e a previdência está “quebrada” e a médio e longo prazo teremos mais pessoas dependendo da Previdência do que trabalhadores contribuindo ativamente para a Previdência, sendo necessárias medidas para sanear em parte o problema.

“Com isso foi criada a MP 676/2015 convertida na lei 13.183/2015, instituindo a regra 85/95 de forma progressiva, de acordo com a expectativa de vida dos brasileiros”, declara a advogada. Marceli defende que o mais adequado, para quem estiver entrando no RGPS, seria planejar a velhice, uma opção são os planos de previdências privadas.

Entenda as novas regras

A presidente Dilma Rousseff vetou o fim do fator previdenciário, mas manteve como base para uma nova regra, criada pela Medida Provisória nº 676/2015, a Fórmula 85/95 progressiva. A fórmula ou regra 85/95 representa o resultado que deve ser obtido da soma de idade e o tempo de contribuição para definir o valor do benefício.

Diante desse cenário temos hoje duas regras para fins de cálculo da aposentadoria por tempo de contribuição:

  • A regra normal, que aplica o fator previdenciário nos casos em que o segurado tenha o tempo de contribuição mínimo exigido, mas ainda não alcançou a idade; e
  • A nova regra de pontuação 85/95 que viabiliza a aposentadoria com o valor integral do benefício nos casos em que a pontuação 85/95 (soma da idade e do tempo mínimo de contribuição) for atingida.

Importante ressaltar que para a regra 85/95 a soma sempre tem que levar em consideração o tempo mínimo de contribuição exigido, ou seja, 30 anos (mulher) e 35 anos (homem). “Na prática representa benefício para quem começou a trabalhar cedo e ainda não atingiu a idade mínima exigida pela lei para se aposentar de forma integral porque com a incidência do fator previdenciário o segurado perde em média até 30% do valor do seu benefício, com esta regra (lei 13.183/2015) o segurado (a) consegue se aposentar de forma integral sem a incidência do fator previdenciário”, comenta a advogada do CENAAT, Marceli Silva.

A regra 85/95 progressiva trazida pela Medida Provisória nº 676/2015 que, ainda pode sofrer alterações no Congresso Nacional, inicia com a pontuação 85/95 vigente até 2016 e chegará em 2022 com a pontuação máxima de 90/100.

Entenda pelo infográfico como ficam as novas regras de aposentadoria.

Figura 1 - Regra 85/95 progressiva - Fonte: JusBrasil

Para saber mais sobre as novas regras para aposentadoria, entre em contato com o setor jurídico do CENAAT, em uma de nossas unidades: Rio de Janeiro: Rua Teófilo Otoni, 52 – Sala 1105, Centro – Rio de Janeiro. Telefone (21) 3554-6601; Espírito Santo: Rua Clovis Machado, 176, ED. Conillon, sala 702, Enseada do Suá – Vitória. Telefone: (27) 3029-7888.

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Primeira Edição © 2011