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Cleptocracia: forma de governo que atinge todo Ocidente

25/03/2015 16:51

Sem sombra de dúvida podemos citar o petrolão (do PT, PP, PMDB, PSDB, PTB, SD, PSB etc.) e otrensalão (do PSDB-SP) como expressões da cleptocracia brasileira, que significa, desde logo, "Estado governado por ladrões". Se cleptocracia é um conceito vinculado à governança do Estado (aos que governam, aos que contam com acesso privilegiado à divisão do Orçamento público), não é certo afirmar que toda ladroagem dentro do poder público pertença a essa categoria. Se um agente fiscal ou um policial vem a ser corrompido, isso não significa cleptocracia. A corrupção da oclocracia (das classes dominadas, subordinadas) não é cleptocracia. Por quê?

Porque a cleptocracia, em sentido estrito, é, dentre outras manifestações, (1) a corrupção ou roubalheira institucionalizada praticada pelas bandas podres das classes sociais dominantes/reinantes (financeiras, industriais, comerciais, agrárias, políticas ou administrativas), para a acumulação ilícita de riqueza; é também (2) o gerenciamento patrimonialista da coisa pública (gerenciamento dela como se fosse coisa privada) com o propósito de preservar no poder (no comando do Estado) um determinado grupo hegemônico; é ainda (3) a cooptação do poder político pelo poder econômico-financeiro (verdadeiro dono do poder) que, dessa forma, "compra" o primeiro, sobretudo por meio do financiamento empresarial da sua campanha. Corrompe-se, assim, o processo eleitoral (desmentindo o mito igualitário do "cada cabeça um voto") e rouba-se a democracia cidadã, que garante e amplia, conforme Marshall, os direitos políticos, civis e sociais das pessoas (materializando o que disse Pierre Mendès France: "todo indivíduo contém dentro de si um cidadão").

Inspirado em um texto de Dalmacio Negro Pavon (La cleptocracia: veja http://www.conoze.com/doc.php?doc=2147), que é professor na Universidade Complutense de Madri, não há como não subscrever (com alguns reparos e adequações, é certo) a sua tese de que a cleptocracia (Estado governado por ladrões) está se convertendo (ou já se converteu definitivamente) numa forma de governo generalizada, que se implantou em praticamente todas as democracias ocidentais, que se caracterizam ou se transformaram (salvo raríssimas exceções, como seria talvez o caso dos países escandinavos, por exemplo) em meras democracias eleitorais (não cidadãs), submetidas ao jugo do dinheiro dos poderosos econômicos e financeiros que, como donos do poder, sempre se entendem com todos os partidos e governos, pouco importando se são ditatoriais ou democráticos, de direita, de centro ou de esquerda.

Diferentemente do que acontece nas ditaduras, no entanto, que são ostensivas, não se trata de uma forma "estabelecida" de governo (ela não vem declarada, obviamente, nas constituições). É camuflada, invisível, mas se tornou, como afirma H. E. Richter, em seu libro Die hohe Kunst der Korruption ("A refinada arte da corrupção" - citação de Dalmacio Negro), inseparável das atuais democracias, que convivem com a cleptocracia praticada pelas bandas podres das classes dominantes/reinantes, que governam o Estado e conformam o sistema de domínio e exploração das classes dominadas.

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6 dicas para criar hábitos de alimentação saudável nos filhos

24/03/2015 13:10

Oferecer uma alimentação equilibrada e variada nos primeiros anos de vida do seu filho é importante para o desenvolvimento e rendimento na maturidade física e psicológica da criança.

A formação dos hábitos alimentares começa muito cedo, portanto esta fase é fundamental para educar comportamentos e criar uma relação saudável com os alimentos para a vida toda.

Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 6,5 milhões de crianças e adolescentes estão acima do peso e já lutam contra a balança no Brasil.

Desde cedo a criança deve acostumar-se a comer alimentos variados garantindo as quantidades adequadas de vitaminas e minerais que necessita para o crescimento, desenvolvimento e manutenção da saúde.

O controle do que é oferecido nas refeições é extremamente fundamental, o ideal para ensinar as crianças a comer direito é uma mistura de exemplo e informação. Veja 6 dicas de como estabelecer uma relação saudável entre a criança e o alimento:

  • Paciência: seja paciente, muitas vezes o que pode parecer rejeição aos novos alimentos é resultado de um processo natural da criança de conhecer novos sabores e texturas, é comum a criança aceitar novos alimentos apenas após algumas tentativas e não nas primeiras.
  • Variedades no prato: ofereça uma alimentação variada, é importante que os pais tornem familiar aos seus filhos uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, cereais, grãos, leites e derivados, carnes e, principalmente, a ingestão de água.
  • Controle: limite alimentos ricos em açúcar, sal e frituras, pois o seu excesso pode trazer problemas futuros à saúde, além de promover maior dificuldade de aceitação dos alimentos saudáveis, pois quanto mais sal e açúcar se consome, mais deles é necessário para deixar a comida palatável, e o resto parece ruim.
  • Surpreenda: faça apresentações diferentes e variadas dos alimentos. Cabe aos pais se preocuparem com o que servir na mesa na hora das refeições, lanches para a escola, em passeios e finais de semana.
  • Autonomia: envolva a criança no mundo dos alimentos, deixe-a se alimentar sozinha, manipular e conhecer os alimentos.
  • Dê o exemplo: seja modelo e exemplo, procure fazer sua própria reeducação alimentar e com isso garantir a qualidade de vida de sua família e os futuros bons hábitos alimentares de seus filhos.

O início pode mostra-se desafiador, mas ensinar hábitos saudáveis de alimentação às crianças é importante para a busca da qualidade de vida.

 *Tamiris Gaeta é nutricionista do Programa Mente Leve Corpo Leve da Clínica Sintropia

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Mulheres: como evitar as doenças cardiovasculares?

24/03/2015 06:42

Nas últimas décadas, houve um aumento significativo da incidência de doenças cardiovasculares na mulher, em especial na doença arterial coronariana (DAC). Dados recentes apontam que essa é a causa de 36,9% das mortes de mulheres. A faixa etária do aumento da mortalidade cardiovascular da mulher ocorre, em média, dez anos após a do homem e isso se explica, parcialmente, pelo papel protetor do hormônio estrogênio, que se mantém presente até a época da menopausa.

A hipertensão arterial é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares, tanto nas mulheres pré-menopausa quanto pós-menopausa. Durante o período fértil, a mulher é menos hipertensa que o homem, devido aos elevados níveis de estrógeno ou pela menor viscosidade e menor volume sanguíneo associadas às perdas menstruais mensais.

Além disso, neste mesmo período pré-menopausa, a hipertensão na gravidez é relativamente frequente e a pré-eclâmpsia é uma das principais causas de mortalidade materna quando evolui para formas mais graves. Em contrapartida, após a menopausa, há um declínio nos níveis de estrogênios, associados com alterações no metabolismo lipídico, aumento da adiposidade central e desenvolvimento de obesidade, aumentando assim a hipertensão arterial nas mulheres, de tal forma que a sua prevalência se torna maior que as dos homens da mesma idade.                                                                                                

A mudança do padrão de vida das mulheres talvez explique, em parte, a ocorrência de dados tão alarmantes: ao lado das responsabilidades tradicionais com a casa, filhos, marido e parentes idosos, as mulheres adquiriram as responsabilidades que antes se destinavam aos homens, como o trabalho fora do lar.

Ao mesmo tempo, as mulheres adquiriram alimentação irregular, com o aumento da ingestão de gorduras, carboidratos, álcool, falta de atividade física regular e aumento do tabagismo.    Os riscos de doenças cardíacas associadas à hipertensão arterial, podem ser reduzidas nas mulheres seguindo medidas não-farmacológicas, como:

- Perca peso: essa é a maneira mais efetiva para controlar a pressão e mesmo pequenas reduções diminuem significativamente a pressão, bem como riscos cardiovasculares graças à melhora do perfil lipídico e da tolerância à glicose, melhorando também a resposta à terapia de drogas anti-hipertensivas.

- Cuidado com o sódio: o excesso de sódio eleva a pressão arterial por aumento da volemia e, consequentemente, aumento do débito cardíaco. Posteriormente, por mecanismos de auto-regulação, há aumento da resistência vascular periférica, mantendo elevados os níveis de pressão arterial.

- Evite alimentos processados: enlatados, embutidos, conservas, molhos prontos, caldos de carne, temperos prontos e defumados também são ricos em sódio e devem ser evitados. Uma boa opção nesse sentido é introduzir o uso de salgante para o preparo das refeições. Composto à base de cloreto de potássio, salga os alimentos, sendo totalmente livre de sódio. A ingestão deve ser monitorada nos quadros clínicos de insuficiência renal crônica e indivíduos em tratamento hemodialítico.

- Consuma alimentos ricos em potássio: o potássio tem efeito anti-hipertensivo e exerce ação protetora contra danos cardiovasculares. Para isso é recomendado consumir alimentos ricos em potássio, como frutas (amora, abacate, banana), leguminosas (feijão, ervilha, grão-de-bico) e vegetais (beterraba, cenoura, espinafre) e muitas outras.

- Evite bebidas alcoólicas: o consumo excessivo de álcool eleva a pressão, além de ser uma das causas de resistência terapêutica anti-hipertensiva.

- Faça exercícios físicos: o exercício físico regular reduz a pressão arterial, além de produzir benefícios adicionais, como a diminuição do peso corpóreo, ação coadjuvante no tratamento das dislipidemias, diminuição da resistência à insulina e auxílio no controle do estresse.

Seguindo essas dicas, as mulheres tem muito mais chances de se manter longe da hipertensão arterial e, consequentemente, dos problemas cardiovasculares. Sem dúvida, são medidas que compensam.

Bruna Mello é nutricionista e consultora do Bio Salgante, primeiro sal sem sódio do Brasil.

Sobre o Bio Salgante:

www.biosalgante.com.br / (11) 4858 0507

O Bio Salgante é o primeiro sal sem sódio do Brasil. O produto, que foi testado pela Unifesp, é um importante aliado na luta contra a hipertensão, já que sua fórmula é à base de cloreto de potássio. Com um paladar agradável e extremamente próximo ao do sal, muitas vezes seu uso nem foi percebido em testes cegos. Sua única restrição é que não deve ser submetido a temperaturas superiores a 180 graus ºC.

 

 

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Qual a quantidade ideal de sono para cada idade?

23/03/2015 16:05

Estudo feito pela Universidade de Loyola, nos Estados Unidos, revela novas diretrizes sobre a medida certa do descanso saudável em cada faixa etária

O mundo moderno, com todas as suas atribulações, é responsável por um fenômeno interessante: os dias parecem mais curtos e temos a impressão de que as horas passam muito mais rápido do que no passado. Com isso, como conciliar tantos compromissos? Como lidar com agendas lotadas e a necessidade de estarmos 24 horas por dia conectados?

Muitas pessoas dizem ter a receita para lidar com tantos dilemas: dormir menos. "O sono acumulado" é realidade na vida de muitos. Mas será que adotar tal hábito pode afetar o bom funcionamento do nosso organismo? A resposta é simples e direta: sim. Pessoas que dormem menos do que o necessário podem vir a sofrer com o estresse contínuo, aumento de peso, alterações hormonais, dentre outras doenças.

Mas há uma quantidade ideal de sono? As "8 horas" pregadas por muitos especialistas são factíveis e realmente adequadas para todos? De acordo com a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, cada faixa etária tem uma necessidade específica de horas de descanso. A melatonina, hormônio responsável pela regularização do sono, tem o seu pico máximo de produção no ser humano aos 3 anos de idade e, com o envelhecimento, a sua formação vai diminuindo. Uma pessoa de 60 anos possui a metade de melatonina de um indivíduo com 20”, explica. Já aos 70 anos, os níveis são bem mais baixos, chegando, inclusive, a serem nulos em alguns casos. 

Segundo um estudo recente, divulgado pela Universidade de Loyola, em Chicago, há novas diretrizes nesse universo, que mudaram as perspectivas de sono para cada idadeAs orientações mudaram principalmente para crianças abaixo de um ano. Agora, a indicação é de que recém-nascidos precisam dormir de 14 a 17 horas. Antes a recomendação ficava entre 12 e 18 horas. “Um recém-nascido precisa dormir mais, pois nessas horas também são consolidadas as funções orgânicas fundamentais para o seu pleno desenvolvimento”,explica a especialista. Do quarto ao décimo primeiro mês de vida, os bebês já têm uma melhor organização dos ciclos de atividade e repouso, e a quantidade de horas varia entre 12 a 15. A indicação anterior era de no mínimo 14 horas.

Depois do primeiro ano de idade, a necessidade de sono diminui. Crianças com idades entre um e cinco anos precisam dormir entre 10 e 14 horas. Dos seis aos treze anos, a quantidade cai para 9 a 11 horas e adolescentes de 14 a 17 anos precisam descansar entre 8 e 9 horas diárias. As diretrizes continuam as mesmas para os adultos entre 18 e 64 anos de idade, cuja a recomendação é de 7 a 9 horas de sono. Já acima dessa idade, a quantidade cai para 7 a 8 horas diárias. A pesquisa foi divulgada no periódico Sleep Health: Journal of the National Sleep Foundation e foram revisados 320 trabalhos para chegar às novas recomendações. 

Quantidade x Qualidade

Apesar da pesquisa, a consultora ressalta que o principal não é somente a quantidade de horas dormidas ou o tempo em que se permanece na cama, mas sim, a qualidade. “Muitas pessoas acreditam que, porque dormem menos, estão dormindo mal, mas nem sempre uma coisa está relacionada à outra. Algumas pessoas chegam a ter as 8 horas diárias de sono que necessitam, mas ainda assim se sentem cansadas quando acordam, mau humoradas ou com dores no corpo”, esclarece

Para uma boa noite de descanso, é indispensável que alguns hábitos sejam preservados,para que todas as fases do sono sejam cumpridas, dentre eles, a posição lateral de descanso, a utilização de um travesseiro adequado a postura e ao biótipo da pessoa, ambiente escuro e silencioso, dentre outros. “Durma, de preferência, de lado, com um travesseiro que preencha completamente o espaço existente entre a cabeça e o colchão, formando um ângulo de 90 graus no pescoço, mantendo coluna cervical e lombar sempre alinhadas. E mantenha as pernas semiflexionadas, com um travesseiro baixinho entre elas, a fim de evitar a rotação da coluna e os atritos entre os joelhos e os tornozelos”, indica Renata.

Sobre a Duoflex

Empresa 100% nacional, a Duoflex está presente há 25 anos no mercado, totalmente focada na produção de travesseiros de alta tecnologia, voltados para a saúde do sono. Lançou com exclusividade no Brasil a espuma especial viscoelástica NASA, além de ter sido a primeira empresa da América do Sul a fabricar travesseiros Natural Látex e a única a produzir os travesseiros de Altura Regulável. Recentemente colocou no mercado os travesseiros Gelflex e Nasalátex, reforçado sua imagem como empresa inovadora. 

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A crise chegou, as vendas caíram. E agora?

23/03/2015 07:13

“Quando escrito em chinês a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade.” (John Kennedy)

Um momento de instabilidade econômica assola nosso país, mas quais providências podem ser tomadas caso os resultados positivos desapareçam? O que fazer, em 3 passos, para não deixar a crise abalar suas vendas e a sua empresa?

Primeiro passo: reunir a equipe, jogar aberto e ser o mais transparente possível podem auxiliar a entender qual é o verdadeiro problema. Um diálogo franco ajuda, afinal, participação gera comprometimento. Isso cria um ambiente favorável e todos perceberão que precisam estar empenhados para reverter a situação.

Esse bate papo colabora, ainda, na diminuição das conversas de corredor e fofocas sobre o período que a organização enfrenta e ainda tende a gerar um maior engajamento das pessoas diante das dificuldades.

Procure também blindar o pessoal contra o pessimismo, pois o bom humor e o otimismo colaboram (e muito) para manter a calma e promovem assertividade nas decisões a serem tomadas.

Segundo passo: propor mudanças. É hora de sair da zona de conforto, mudar para melhor, quebrar paradigmas e, neste momento, a criatividade deve ser a palavra-chave. Uma fase de turbulência pode também ser o tempo certo de descobrir novas ferramentas para focar no alvo certo, atender de forma mais personalizada os clientes atuais, além de implementar novas práticas para vender mais e melhor.

Trata-se de um período adequado para unir ainda mais o grupo, tempo de substituir a competição por colaboração interna. Se quiser competir que seja com a concorrência.

Terceiro passo: algo a mais. Talvez, esta seja a etapa mais importante. Em tempos difíceis, é hora do líder pedir um extra e de cada colaborador se dispor a dar um algo a mais. Tenha em mente que, se você deseja vencer a crise, será preciso fazer mais do que já tem feito até agora, um esforço extra que valerá a pena logo à frente.

Se está difícil vender, não adianta ficar reclamando da vida e culpando a crise. Reflita o que você tem feito além do normal para não deixá-la influenciar suas metas.

Por exemplo, se o vendedor tem o hábito de visitar 10 clientes por dia, é melhor que comece a fazer pelo menos 12 visitas. Ou, se costuma realizar 25 ligações por dia, é hora de fazer 30 para possíveis compradores. Repare: 5 ligações a mais por dia podem significar por volta de 750 novas e diferentes oportunidades no semestre. Se, normalmente, surgem 2 ou 3 clientes novos por semana, mire 5 como objetivo. Quem sabe sair do trabalho meia hora mais cedo ou 20 minutos mais tarde todo dia pode render um novo e grande contrato? Ou seja, aumente suas possibilidades!

Pense e responda: Qual tem sido o meu algo a mais ou novo diferencial nessa fase?

Quando o vento está a favor e tudo segue fácil, qualquer um vende ou executa o serviço proposto.

É muito motivador saber que, nos momentos difíceis, poderemos encontrar verdadeiros talentos preciosos em nossa organização e que são períodos assim que propiciam oportunidades de aprendizados e crescimento pessoal e profissional.

Portanto, aja com calma. Não adianta o empresário se desesperar e jogar tudo para o alto, como também não é hora do vendedor na primeira dificuldade abandonar o barco. Lembre-se, são os mares mais bravos e agitados que costumam formar os melhores marinheiros e marinheiras.

Mãos à obra, o momento é agora! Não adianta nada ficar chorando depois pela redução nas comissões ou perda do emprego. Antecipe-se e faça a diferença já!

* Erik Penna é especialista em vendas, consultor, palestrante e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender” e “Motivação Nota 10”. Site:www.erikpenna.com.br


Sobre Erik Penna

É especialista em vendas, consultor e palestrante. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender” e “Motivação Nota 10” e co-autor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”. Site: www.erikpenna.com.br

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