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1º DE MAIO – DIA DO TRABALHO

30/04/2015 19:18

Desde o fim do século XIX, nos Estados Unidos da América, no Brasil e em vários outros países ocidentais, o dia 1º de maio é tido como o Dia do Trabalho ou o Dia do Trabalhador. Tal data foi escolhida em razão de uma onda de manifestações e conflitos violentos que se desencadeou a partir de uma greve geral. Essa greve paralisou os parques industriais da cidade deChicago (EUA), no dia 1º de maio de 1886. Para compreendermos os motivos que levaram os trabalhadores a tal greve e o porquê da escolha desse dia como marco de memória, é necessário conhecer um pouco do contexto do período.

Sabemos que, durante o século XVIII, ocorreu, em solo inglês, um dos acontecimentos mais importantes da história da humanidade: a Revolução Industrial. Da Inglaterra, o processo de industrialização alastrou-se, inicialmente, pela Europa e, depois, para outros continentes, como o americano. Uma das consequências mais patentes da Revolução Industrial foi a formação de grandes centros urbanos, fato que gerou, consequentemente, uma grande concentração de pessoas em seu entorno, sobretudo de operários, cujo trabalho nutria as indústrias.

A formação da classe operária demandou uma série de necessidades que nem sempre era efetivamente cumprida pela burguesia industrial. As horas trabalhadas eram, muitas vezes, excessivas e a relação entre empregado e empregador nem sempre era amistosa. Nesse contexto, surgiram os sindicatos e os movimentos de trabalhadores, orientados por ideologias de esquerda, como o anarquismo (anarcossindicalismo) e o comunismo.

A principal forma de ação das organizações de trabalhadores com vistas à exigência de direitos era a greve. A greve geral tornou-se um instrumento de pressão frequentemente usado. Entretanto, às greves também se juntavam outras práticas, como a ação direta, que consistia em manifestações violentas. A greve geral de 1º de maio de 1886, em Chicago, resultou em forte repressão policial. Tal repressão estimulou ainda mais manifestações que transcorreram nos dias seguintes.

No dia 04 de maio, em uma manifestação na praça Haymarket, na cidade referida, uma bomba explodiu matando sete e ferindo dezenas de pessoas, entre policiais e manifestantes. A explosão de tal bomba provocou o revide dos policias com tiros sobre os manifestantes. Outras dezenas de pessoas morreram na mesma praça. Esse conjunto de eventos, desencadeados a parir de 1º de maio, tornou-se símbolo para as manifestações e lutas por direitos trabalhistas nas décadas seguintes em várias partes do mundo.

No caso específico do Brasil, a menção ao dia 1º de maio começou já na década de 1890, quando a República já estava instituída e começava um processo acentuado do desenvolvimento da indústria brasileira. Nas duas primeiras décadas do século XX, começaram a formar-se os movimentos de trabalhadores organizados, sobretudo em São Paulo e no Rio de janeiro. Entre esses movimentos, também figuravam ideologias como o anarcossindicalismo, de matriz italiana, e o comunismo.

Em 1917, a cidade de São Paulo protagonizou uma das maiores greves gerais já registradas. A força que o movimento dos trabalhadores adquiriu era tamanha que, em 1925, o então presidente Arthur Bernardes acatou a sugestão que já ventilava em várias partes do mundo de reservar o dia 1º de maio como Dia do Trabalho no Brasil. Dessa forma, desde esse ano o 1º de maio passou a ser feriado nacional. Na época do Estado Novo varguista, a data era deliberadamente usada para eventos de autopromoção do governo, com festas para os trabalhadores e muitos discursos demagógicos.

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Milhares de aposentados e pensionistas terão seus benefícios bloqueados no fim de maio

29/04/2015 16:04

No fim do próximo mês de maio, os aposentados e pensionistas que não realizaram a prova de vida terão seus benefícios bloqueados. Mais de 474 mil aposentados e pensionistas não realizaram sua renovação até o momento.

O recadastramento que é obrigatório teve o prazo para realização da atualização da senha até o dia 30 de dezembro do ano passado. Os aposentados e pensionistas que tiverem os benefícios bloqueados só poderão sacar seus devidos valores no fim do mês que vem e no começo de junho, após concretizarem o processo de prova de vida.

 Conforme informações do Dr. Willi Fernandes, advogado da APABESP - Associação Paulista dos Benefíciários da Seguridade e Previdência o pagamento seguirá com código de bloqueio. “O dinheiro ficará bloqueado e são os bancos que vão informar ao aposentado sobre o bloqueio na hora do saque. Assim, o segurado só poderá sacar seu benefício quando validar seus dados. A prova de vida é feita por meio da renovação da senha utilizada para recebimento do benefício” disse.

 Para realizar o recadastramento basta comparecer a qualquer momento na agência bancária em que recebem os benefícios, munido de documento de identificação com foto.  Contudo, apesar de ser um procedimento simples, a não realização causa a cessação do benefício e caso isso ocorra, o segurado deverá se submeter a todos os procedimentos para requerimento de um novo benefício.

 “O recadastramento para prova de vida é muito importante para o segurado, uma vez que é uma arma importante contra fraudes. Contribui com a diminuição do contingente de crimes de fraude previdenciária, como recebimento por parente de benefício de segurado já falecido” alerta.

 Nos casos dos aposentados e pensionistas que não puderam fazer a prova de vida por diversos motivos, é necessário fazer uma procuração para que seu representante realize a atualização dos seus dados.

Para sanar mais dúvidas a respeito da prova de vida entre em contato com Associação Paulista dos Benefíciários da Seguridade e Previdênciapelo telefone(11)3113 - 5165  ou acesse o site www.apabesp.org.br

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Cinco passos para evitar as dívidas

28/04/2015 14:53

Qual a maior preocupação da população, o consumo excessivo e a aquisição de bens supérfluos ou as dívidas feitas em longo prazo para obtê-los? Sabemos que ainda há muitos que gastam mais do que ganham e essa prática tem se agravado.

Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em março, 37,5% da população (54,7 milhões de pessoas) estava negativada – com o nome inscrito no SPC. Neste mês, houve aumento de 3,76% de consumidores inadimplentes na comparação do mesmo período de 2014. Para fugir dessa realidade, mesmo em tempos de crise, confira cinco dicas que o ajudarão a conter o orçamento neste ano e a ter mais tranquilidade na hora de realizar seus desejos:

1 - Compre à vista, não parcele

No momento da compra, sempre é oferecida a forma de pagamento com o cartão de crédito, mas fuja dele. Prefira quitar suas despesas à vista, pois, além de estar criando uma dívida a prazo, ao utilizar o crédito você corre o risco de se enrolar e cair nos juros e taxas que estão cada vez mais abusivos.

 2 - Coloque todas as despesas na ponta do lápis

O ideal é fazer uma relação de gastos contendo qual a despesa, o valor, a data e o grau de necessidade (utilize o nível de 1 a 5, por exemplo, sendo o 1 aquilo que pode ser descartado e o 5, o mais necessário). Recomendo que as despesas sejam relacionadas a cada semana, para que, no final do mês, você tenha um relatório completo e visualize facilmente o que poderia ter poupado ou qual será a sobra de dinheiro para o próximo mês.

3 - Não abuse das compras, adquira somente o necessário

Acredito que todos já tenham ouvido a famosa frase: “Você gasta mais do que pode”. É exatamente isso que grande parte da população faz, o que resulta num mar de dívidas em que se tampa e destampa buracos no orçamento constantemente. Se você se identificou com essa situação, tome cuidado, pois é bem possível que já esteja no vermelho há algum tempo.
Para mudar esse cenário, compre com consciência. Analise o que realmente está precisando e evite tristezas na hora da conferência da conta corrente.

4 - Pense no futuro, poupe

Ainda é pequeno o número de brasileiros que possuem algum tipo de poupança ou formas de investimento de longo prazo. A baixa taxa de rendimento e os baixos salários são sempre citados como os maiores motivos de quem não consegue poupar, mas também há fatores comportamentais envolvidos nessa questão. Sendo assim, mude sua forma de pensar e veja a poupança como algo que pode se transformar na semente de um grande investimento, o que, dependendo do seu empenho e administração, pode resultar em lucro e sucesso.

 5 - Invista corretamente e veja sua economia crescer

Uma vez que tenha investido corretamente, seu dinheiro pode crescer de forma inesperada. As correções, taxa de juros e ganho de capital mostrarão mais tarde o quanto vale a pena o esforço de poupar e abrir mão de alguns gastos nos dias de hoje. O investimento bem-sucedido é sinônimo de mais dinheiro em suas economias e uma vida mais tranquila.

 

* Dora Ramos é educadora financeira e especialista em contabilidade e controladoria. Fundadora e diretora responsável pela Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial (www.fharos.com.br), atua no mercado contábil-administrativo há 24 anos

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27.04 - Dia da Doméstica

27/04/2015 12:51

Dia 27.04 é comemorado o dia da Empregada Doméstica, que apesar de ser uma das profissões mais antigas do país foi regulamentada apenas em 1972.

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil é um dos países com o maior número de empregados domésticos do mundo, e após a regulamentação da PEC, que consolidou os direitos dos trabalhadores, a rede de franquias de multisserviços Maria Brasileira registrou um aumento de 40% na procura de diarista.

Uma das razões desse aumento é o serviço qualificado e seguro que a rede oferece. “Condomínios e empresas ainda possuem dificuldades em encontrar pessoas confiáveis e capacitadas para limpeza e conservação dos ambientes”, declara o sócio fundador da Maria Brasileira, Eduardo Pirré. Outro diferencial é o treinamento constante que a empresa oferece aos colaboradores. “Com a crise da água, conscientizamos os prestadores de serviço a reduzir o consumo de água nas tarefas”, ressalta o diretor.

Para os profissionais de limpeza ter a garantia de trabalhar numa empresa também é mais seguro. Os colaboradores da Maria Brasileira passam por um processo de recrutamento que garante qualidade e confiabilidade ao serviço prestado ao cliente. De acordo com Aparecida Donizete Maria, que está um ano na rede, a satisfação em trabalhar 44 horas semanais e ser reconhecida são os grandes diferenciais. “Sou feliz no meu trabalho porque gosto do que faço e sou tratada com respeito. Isso para mim é essencial”, ressalta a diarista.

As discussões sobre o futuro da forma de contratação dos serviços são frequentes, porém a opinião de muitos especialistas é que os serviços de diaristas tendem a ser cada vez mais requisitados.

Sobre a Maria Brasileira

Para quem deseja ingressar no mundo do franchising, a Maria Brasileira oferece oportunidade de investimento a partir de R$ 55,8 mil, com previsão de retorno em até 18 meses. O faturamento médio por unidade é de R$ 30 mil.

Vale lembrar que a rede trabalha com valores de investimento inicial competitivos, além da taxa de royalties não ser estimada com base no faturamento mensal, é um valor fixo que equivale a dois salários mínimos. Outro diferencial, é que não existe o pagamento da taxa de publicidade na rede, algo que gira em torno de 3% a 5% nas demais franquias.

Outras informações em www.mariabrasileira.com.br.

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Liguem seus celulares, a aula vai começar

24/04/2015 14:36

Abram os livros e desliguem os celulares. Tal imposição parece estar com os dias contados dentro das salas de aula. O tempo tem se encarregado de ensinar professores e alunos a tirarem melhor proveito dessa tecnologia, que antes era vista apenas como uma ameaça à disciplina dos alunos, pela tentadora distração que os aparelhos são capazes de provocar com todas suas funções, aplicativos e encantos que exercem especialmente sobre os jovens. Mas, de uns tempos para cá, muitos professores estão sabendo tirar proveito disso, usando as tecnologias disponíveis como atrativo para passar conteúdo e ensinamento aos alunos. De dentro ou fora da sala de aula.

Este avanço já pode ser verificado em algumas escolas pelo país. Basta uma rápida pesquisa sobre este tema pela internet, especialmente em sites de notícias, que é possível encontrar vários casos sobre o uso do celular em sala de aula, que podem servir de exemplo. Não é que a nova metodologia esteja sendo adotada nessas escolas por todos os professores, em todas as disciplinas. Mas o fato de alguns educadores já aliarem o uso do celular com a aprendizagem dos alunos é bastante significativo e positivo também, especialmente pelos resultados observados até aqui, de acordo com o relato desses professores.

Vale ressaltar que essa mudança cultural se deve também porque muitos professores em atividade, especialmente os que atuam na educação não universitária, pertencem à essa geração tecnológica. Logo, dominam as novas tecnologias tão bem quanto seus alunos, pondo fim à resistência que era notavelmente observada entre os professores mais veteranos. Com isso, a ideia de que nenhuma tecnologia ou modernidade é capaz de substituir a capacidade dos livros de ensinar já não é mais tão forte como antes. Está entendido que uma forma não substitui a outra, mas que as diferentes maneiras podem ser agregadoras, complementares.

E o que se nota no ambiente virtual é que esse universo não para de crescer. Estima-se que, hoje, existem mais de 80 mil aplicativos educacionais. Muitos deles gratuitos, o que fomenta ainda mais seu uso pelos professores em sala de aula, mas motivando também os alunos a explora-los fora das escolas. Fascinados pelas novas tecnologias, os jovens aprendizes se rendem inconscientemente aos estudos, aprofundando-se nos temas abordados pela escola e até compartilhando conhecimento com os colegas de classe. Sem perceber, esses alunos acabam aprendendo de maneira intuitiva, inconscientemente.   

Não há como retroceder. A educação está em pleno processo de transformação com o uso de novas tecnologias. O aprendizado atravessou as paredes das escolas com todos os dispositivos móveis que temos disponíveis nos dias de hoje. E é justamente essa nova realidade que tem levado países mais desenvolvidos, como Estados Unidos e Inglaterra, por exemplo, a elevarem seus gastos públicos em tecnologia. No Brasil, infelizmente, a expectativa é de que os investimentos não sejam tão significativos, tanto em tecnologia como em educação. Mas, pelo que vimos, não será pela falta de vontade de muitos educadores que deixaremos de avançar nesse sentido. Estamos ligados!

 

(*) Francisca Romana Giacometti Paris é pedagoga, mestre em Educação e diretora de serviços educacionais da Saraiva

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Primeira Edição © 2011