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O turismo em alta

06/02/2020 09:04

            Já existe uma unanimidade e nesse caso especificamente ela não é burra. O turismo alagoano está em alta e subindo cada vez mais graças a um trabalho integrado entre governos estadual e municipais e o “trade” turístico de um modo geral. Uma união que sempre se cogitou e esperou e que alcança agora os seus melhores índices. Esta semana foi a posse dos novos dirigentes de instituições que compõem o Conselho Curador da Fundação para o Desenvolvimento do Turismo e que  nos deu a honra de a ele pertencermos agora na qualidade de presidente da ABRAJET AL – Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo. Muito se espera, muito se quer e não tenham dúvidas de que juntamente com as outras associações e sindicatos como MCV&/B, ABIH, ABAV o trabalho continuará a ser desenvolvido de maneira eficiente e produtiva estimulando a todos entre si a se ajudarem e colaborarem para que este crescimento seja ratificado a cada ano. Como disse o Glênio Cedrim no seu discurso de posse à frente do Maceió Convention, “ninguém do turismo pode se dar ao luxo de não trabalhar, de ficar parado. É preciso uma constante atividade buscando, buscando e buscando”. É o que desejamos a nós todos para este próximo biênio que nos diz respeito.   

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Depende...

31/01/2020 16:50

                Se você vai ler este artigo até o fim depende... Depende de ter vontade, depende de se interessar pelo tema...depende! Este país é o país do depende! Vivemos na dependência do depende desde há muito tempo e ainda que o Pedro I tenha declarado a independência o reconhecimento do ato até hoje depende de muita coisa, de muito esclarecimento, de muita vontade. E tudo na vida depende. Para se criar bem um filho depende. Do dinheiro que você tenha, da vontade que ele tenha, do tipo de pais que são vocês...depende. Para se fazer um país melhor, mais igual depende. Depende do seu voto, de quem recebeu seu voto, depende do voto alheio e depois depende dos votos do Congresso porque aprovar um projeto depende e depende de tanta coisa que para ser um governante neste país do depende, depende de muita gente. Para ter saúde por aqui depende da sorte, do médico que lhe atendeu ou depende de onde você nasceu que para ter médico depende de outras coisas que entre si dependem umas da outras e numa corrida avassaladora contra o tempo o desenvolvimento depende até do tempo, das tempestades, das enchentes, dos furacões e depois para consertar o que a natureza destruiu depende de quem está lá, depende da solidariedade, depende da seriedade e se eu for continuar nessa lista de depende você vai verificar que ninguém é independente e que para um dia tentar ser juro pra você que...depende!

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Pinheiro & Cia. Ninguém se entende.

24/01/2020 08:57

                 Sabem o samba do crioulo doido onde ninguém se entende nem sabe o que quer? É assim que acontece hoje no caso do Pinheiro agora estendido para o Mutange, Bebedouro e etc. Fala-se muito, a Braskem assumiu em parte o seu erro e está investindo pesado no problema; no entanto não ficou definido quem indeniza quem e com quanto e como os moradores deixam suas casas. Um empurra-empurra que não termina envolvendo a própria Braskem, a Caixa Econômica, Seguradoras e etc enquanto os moradores se vêm na qualidade de joguetes como personagens de um jogo de vídeo game cujo tema é o de suas próprias vidas. E numa situação que não pediram nem provocaram. Uma guerra onde entraram e onde não precisariam estar como soldados desprotegidos, praticamente sem armas para lutar. Não adianta procurar culpados em cada estágio do processo, o que parece que só vai acontecer quando a tragédia – Deus nos livre – for maior. Mas também não é justo que os inocentes na questão que são os moradores sejam desprotegidos e alijados do processo com propostas indecentes que não resolverão a continuidade de suas vidas. Pensem bem, todos vocês que fazem parte da cadeia de atendimento! Pensem bem!

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Paciência também se esgota

09/01/2020 09:08

                      Às vezes fico pensando que o brasileiro é um cidadão muito paciente. Até demais. Se formos fazer uma análise de tudo o que o Brasil precisa, em termos de administração pública, sobretudo no que se refere à saúde, à educação, à segurança das cidades iremos também constatar que a este cidadão muito pouco é dado com exceção para algumas douradas de pílulas que vão sendo realizadas e colocadas goela abaixo por legisladores e executivos deste país. Os planejamentos estratégicos que possam ser eficientes em vários setores, dificilmente são realizados ou cumpridos em suas metas, principalmente pela falsa democracia ávida de voto que não deixa que sejam continuados os trabalhos começados por antecessores. E exatamente aí os projetos se perdem, as obras ficam inacabadas, as pessoas ficam revoltadas e a sociedade acaba por perder até porque é dela e dos seus impostos que saem os prejuízos dos mal feitos. A política e os políticos precisam mudar exatamente na maneira com que conduzem-se em seus cargos. O ano atual é de eleições. Para prefeitos e vereadores. Prefeitos que devem mudar seus comportamentos e mostrar uma nova conceituação em suas administrações. E vereadores que precisam ficar melhor inteirados do executivo e seus projetos, além de cumprirem seus mandatos sabendo fiscalizar em nome de seus eleitores. Eleitores que estão concordando que paciência também se esgota.   

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"Pare Pra Pensar"

13/12/2019 14:56

              Foi pensando que coloquei o título de meu novo livro como "Pare Pra Pensar". Num momento em que a pressa da vida por muitas vezes nos tira do pensamento, nos tira da necessidade de avaliar a vida, seja ela a própria, seja a generalizada, dei-me ao trabalho de usar as Redes Sociais e durante 180 dias escrever pensando um pensamento por dia. Pensamentos próprios do que eu realmente acho que deva ser a vida sob o aspecto comportamental, sociológico, filosófico e pessoal. Nada que seja tão profundo que ninguém possa analisar nem nada que possa ser tão banal que não tenha profundidade. E foi assim que nasceu o "Pare Pra Pensar"  cujo lançamento acontecerá hoje, segunda-feira, dia 16 de dezembro, a partir das 18 horas no restaurante Bodega do Sertão. O livro tem um "que" de diferente, sim. Porque é o primeiro livro interativo. Um livro que tem espaços vazios para você criticar cada pensamento, aceitar, retrucar, estender, fazer o que bem lhe entender completando a obra do autor. E ainda pode me enviar pelo meu e-mail. Ou não. Quem sabe seus comentários não sejam a  complementação para que uma segunda edição surja com você, leitor, de co-autor. Experimente. Vá lá na Bodega do Sertão. Quem sabe você começa uma nova maneira de ler? Espero você.

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Primeira Edição © 2011