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Quem sabe faz a hora...

12/07/2018 08:45

                  ...não espera acontecer. A frase musical do grande Geraldo Vandré, ainda ecoa nos ouvidos de brasileiros que souberam lutar pela nova independência do Brasil. E independência tem várias traduções e interpretações. Na atual fase do país ela é analisada aqui como uma necessidade que o povo tem através de sua principal arma, o voto, fazer valer os princípios constitucionais que nos regem e tirar da lama uma nação que tem, de um modo geral, um povo ordeiro e família e que não pode continuar a sofrer com os desmandos dos que têm o mando.

                  Como revolução é uma palavra que já não cabe no vocabulário do brasileiro usemo-la com o voto tentando começar um reposicionamento daqueles  que têm o poder de mudar as leis, de exigir que elas sejam cumpridas e de moralizar o país tão desmoralizado. Não é fácil e nem é missão para pouco tempo. Mas é preciso começar. E começar ensinando o povo a escolher seus candidatos ao executivo e ao legislativo. Parar com essa história de que ele não sabe votar e acreditar que a ele não foi dada a oportunidade de saber escolher. E é aí que os mais esclarecidos podem ajudar e muito. Mostrando a ele, povão, quem é quem na política brasileira; quem já foi bem e quem não foi; quem está sendo processado e quem não está; onde estão os principais erros dos que exercem o poder e, quem sabe assim, poder mostrar aos menos avisados quem deve e quem não deve merecer o seu voto que até então ele usava mecanicamente.

                  Trabalho árduo, sem dúvida, mas um começo. Usando a persuasão corpo a corpo, as redes sociais, as entrevistas nas rádios mais humildes e, mais do que nunca, o olho no olho na entrega da verdade.

                  Pois é..."quem sabe faz a hora, não espera acontecer". E "pra não dizer que não falei de flores"...boas sementes nesta eleição em outubro de 2018.

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A comoção do mundo

10/07/2018 10:53

                                   O mundo em que vivemos já deu inúmeras provas de comoção e de solidariedade com fatos que aconteceram, com o desaparecimento de filhos ilustres em todos cantos do planeta, enfim, com as tragédias e dramas do dia a dia, a maior parte terminando da maneira que ninguém gostaria. Mas, agora, exatamente agora, o mundo levantou-se em preces de todos os credos, em participação de todos os povos pedindo aos entes superiores que salvassem os 12 meninos tailandeses, pequenos jogadores de futebol e também o seu valoroso técnico. Todos encontravam-se em uma caverna inundada a mais de 1 km do solo e por ali permaneceram por longos e intermináveis 18 dias. E aí sob as preces de tantos, sob a coragem de muitos, sob a perseverança de mergulhadores treinados e numa desesperada busca de resgate que às vezes parecia impossível, todos, um a um, tempo a tempo, foram sendo retirados com vida para gáudio de todo o planeta que voltou seus olhos e pensamentos para a Tailândia e agora respira aliviado com o resultado final. Não temos muito a dizer ou a descrever porque tudo foi incansavelmente mostrado. Mas, temos, isso sim, o orgulho de dizer que a solidariedade ganhou espaço e que os bons exemplos devem ter marcado muitos corações. Nada como podermos agora levantar as mãos aos céus e agradecer ao nosso Senhor, assim como outros povos do mundo estão agradecendo aos seus Senhores, todos igualmente importantes para a manutenção da fé. Esqueçamos nossos pequenos problemas e juntemos nossas forças para solidários acreditarmos em nós e no próximo porque o mundo em que vivemos, cada vez mais globalizado é um só. De todas as raças, de todos os credos e de uma só fé. Sejam bem vindos, meninos corajosos e valentes, de volta à vida.    

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Mas o sonho continua...

07/07/2018 09:09

                 Acordamos no sábado despertados de mais um sonho de vermos o Brasil Hexacampeão mundial de futebol, a paixão nacional. Tudo bem já que competir é um privilégio. E competir dentre as maiores seleções do mundo aumenta em muito esse desafio que sempre ativou os neurônios de todos os  brasileiros. Mas, competição é exatamente isto. Ganhar ou perder. Perdemos mais uma vez e ganhamos por cinco vezes. Somos os únicos "penta" do universo. Queremos mais? Claro! É do espírito humano querer sempre mais e isso é muito bom. No entanto, precisamos saber o que queremos mais. E, obviamente não será só futebol. O Brasil enfrenta uma enorme crise institucional, política, de valores os mais variados e torna-se necessário que façamos um exame de consciência, uma avaliação de todo um quadro e que cada um de nós faça parte de um grande planejamento de recuperação visando ganhar um campeonato valiosíssimo dentre tantos concorrentes mundiais. Podemos sim sermos uma das grandes potências se soubermos trazer para nós as melhores influências, as mais objetivas e claras idéias de reposicionamento e uma conscientização de que as gerações novas que aí estão poderão ser responsáveis por uma renovação que mudará o país com muito esforço e num espaço de tempo que só virá a beneficiar as duas próximas gerações. Porque o problema é grande e a solução ainda maior. O sonho continua, sim. Na Copa do futebol e, sobretudo na Copa da vida.    

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Você sabe dizer não?

29/06/2018 08:48

               Conheci de perto, bem de perto mesmo, o ex-governador Ronaldo Cunha Lima. Uma pessoa fantástica, como político, como administrador, como amigo. Uma figura que não sabia dizer não e que sofria quando precisava já que o cargo que ocupava o exigia. Pai do atual senador Cássio Cunha Lima e que também foi governador, deles costumávamos dizer que a grande diferença era que, enquanto Ronaldo não sabia usar a negativa, Cássio o fazia com tranquilidade. A vida é uma sequência de nãos e de sims. Quantas vezes precisamos dizer não a um filho e quantas vezes nem precisávamos negar, mas a vida nos dizia que não era bom para a educação quando para tudo se dissesse um não. apesar de nos lembrarmos da quantidade de nãos que talvez tivéssemos levado no decurso da vida. No entanto é preciso dosar. Saber exatamente quando cabe o não e quando, graças a Deus, cabe o sim e você pode ser útil e solidário para com outro ser humano igual a você e ávido - quantas vezes! - por um tão esperado sim. A negativa é sempre frustrante para quem a usa e para quem a recebe. A não ser - e isso existe - para pessoas que riem da desgraça alheia, que são incapazes de ver o seu vizinho como deveria ser visto, mas são sempre olheiros do seu próprio umbigo. Esses dizem não com a maior das facilidades. Nunca esquecer no entanto que o não é de importância fundamental na hora de se negar peremptoriamente participar de atos fraudulentos, de drogas, de vícios, de crimes. Aí, sim. Um grande não a tudo e a todos os mal envolvidos.  No mais, sinceramente, só digo não quando não tenho saída. E você? Sabe dizer não?    

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Brasil de todos os climas.

26/06/2018 11:16

         Conhecer o Brasil antes de se espraiar pelo mundo, sem dúvida deve ser o melhor conselho que se possa dar ao turista que deseja aprontar as malas e sair por aí.

         O dinheiro é nosso e é o que temos sem precisarmos de câmbios, flutuações de moedas e outras coisas mais.

         E o país é uma maravilha distribuída em milhões de metros quadrados que podem dar oportunidade em todas as áreas da diversão e do conhecimento seja por sua enorme quantidade de arte popular e convencional, seja pelas belezas naturais que se dividem entre praias paradisíacas, pantanais, serras surpreendentes, cachoeiras e cascatas surpreendentes, além de cidades modernas e tecnologicamente apreciáveis.

         O Brasil é uma verdadeira enciclopédia mesclada por uma miscigenação fantástica mostrando culturas que vão dos índios aos negros, à enormes  concentrações de todas as nacionalidades; imigrantes incríveis que trouxeram pedaços de seus países e de seus costumes para aqui e nos ensinam até hoje parte de suas culturas e de suas raízes hoje absolutamente entranhadas e mescladas com a maior parte dos brasileiros.

         Talvez seja este o país mais miscigenado do mundo e uma das maiores oportunidades de se conhecer todas as vidas e todos os climas da terra.

         Por isso, sempre digo, eu que muito andei pelo mundo, muito andei por este outro mundo que é o Brasil. Aproveite-o. Do calor intenso ao cortante frio; da seca à neve; das praias aos pântanos.

         O Brasil é nosso!

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Primeira Edição © 2011