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HULK - mais uma experiência eleitoral.

27/09/2019 09:00

                     Caminha a passos largos apesar de ainda ser muito cedo mais uma experiência eleitoral que, se concretizada nas urnas será uma interrogação dentro dos “mares nunca dantes navegados” na política pela pessoa em questão. Trata-se de uma reunião acontecida esta semana em São Paulo com cúpulas partidárias do PSDB e do DEM e em torno do apresentador de televisão, Luciano Hulk. A intenção é a de que Hulk aceite trabalhar uma possível candidatura a presidência da república no ano de 2022 numa tentativa de mudar o “status quo” atual do Planalto. Ora, essa tentativa já houve em 2018 e barrado pela Globo o apresentador não saiu da intenção. No entanto, segundo afirmativa atribuída a ele “desta vez enfrento o problema e saio da Globo em prol de minha candidatura”. Não sei, sinceramente até que ponto, se eleito, Luciano Hulk será proveitoso para o Brasil. As pessoas confundem popularidade em determinadas áreas com competência para ser o mais alto dignitário do país. Depois verificam que estavam erradas e o país sofre com a falta de alguém que esteja inteirado o suficiente para o comando. Há que se admitir que Hulk é um dos maiores influenciadores do Brasil, mas dentro de determinadas áreas de influência e não na política ou na administração pública. Como estamos vivendo a era da incoerência, dos mandos e desmandos, do vai e vem, pode ser que a estratégia dos partidos de centro venham a trazer resultados inesperados. É viver pra ver!

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O "imbroglio" está formado

13/09/2019 09:45

                  Não existe uma centralização planejada de comunicação no governo federal de hoje. As coisas acontecem e as notícias se espalham sem que haja um planejamento até porque o próprio presidente, centralizador e rebelde, consciente ou inconscientemente, insufla as informações erradas já que ele próprio usa o twitter e as próprias entrevistas diretas com os repórteres sem uma avaliação profissional do que diz ou do que vai dizer. O resultado disto é a incoerência quando diz que vai fazer determinada coisa e mais tarde é obrigado a voltar atrás auto desdizendo. O erro é básico. Ninguém disse ao presidente que comunicação de governo é científica, tem que ser preparada e por mais que ele queira a informalidade, em momentos mais cruciantes ela não pode acontecer. Até porque faz com que os próprios ministros e auxiliares diretos percam a noção do que é para fazer, do que o chefe vai dizer e do que podem eles próprios dizerem sem gerarem tumultos e crises inadministráveis. Aí está como exemplo disto a demissão do Secretário da Receita Federal que teve como motivo ele ter falado em volta da CPMF. Mas quem disse a ele que não podia falar, que não podia opinar, que teria que ser um ‘pau mandado” em órgão tão importante da gestão nacional? Por tudo isto e mais muita coisa, a comunicação está perdida, sem rumo, sem saber o que fazer e a quem obedecer. Um verdadeiro “imbróglio” realmente está formado. Desfazer vai ser uma guerra interna sem precedentes.

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Por que as pessoas devem ser candidatas?

31/08/2019 12:06

               A primeira questão é se devem. E aí a resposta é tranqüila quando se tratar de poder e dever exercer a cidadania em toda sua plenitude. Então, se o preparo democrático estiver presente naquela pessoa, ela deve sim, aproveitá-lo para colocar o  direito de defesa da sua comunidade num lugar de destaque e que o permita levar suas idéias para a realidade da discussão e da realização. A segunda questão deve-se ao fato de que a democracia permite a alternância no poder e que cabe ao povo usá-la, sobretudo se este poder não estiver sendo bem exercido por quem já está lá. A pessoa que sentir-se preparada para defender o povo, para mostrar a este mesmo povo que tem capacidade para exercer o cargo, deve sim, candidatar-se e brigar por uma eleição saudável e promissora. E aí, as questões sucedem-se. Uma delas é a do exercício do cargo, se for eleito. É preciso brigar com e pela instituição para mudar princípios e ações que já se tornaram comuns e em outros que moralizem o cargo e as funções inerentes a ele em e sob todos os aspectos. A coragem de se fazer confiar será o grande trunfo para uma vitória. Mas, na verdade, a coisificação das eleições foi tão grande nos últimos tempos que o verdadeiro homem de bem – ou mulher, claro – não quer expor seu nome a uma possível lama. E é exatamente aí que o buraco aumenta, os sujos tomam para si a missão de governar e legislar em terreno fértil para que o anti-desenvolvimento se faça presente e para que a democracia dê lugar a uma ditadura de métodos e de princípios. Melhor que o povo se mexa e ouça melhor os possíveis candidatos já de 2020. E por que não?  

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Alguns brasileiros não podem reclamar de nada.

15/08/2019 10:05

                  O brasileiro, nem todo, saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas, estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas, suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração, troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura, fala no celular enquanto dirige,trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento, para em filas duplas, triplas em frente às escolas, viola a lei do silêncio, dirige após consumir bebida alcoólica, fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas, espalha mesas, churrasqueira nas calçadas, pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho, faz ”gato” de luz, de água e de TV a cabo, registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos, compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto, muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas, quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20, comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes, estaciona em vagas exclusivas para idosos e deficientes, adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado, compra produtos piratas com a plena consciência de que são piratas, diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem, emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA, leva das empresas onde trabalha pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis... sem falar que usam a Xerox para coisas particulares. Como se isso não fosse roubo, comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha, falsifica tudo, tudo mesmo menos o que ainda não foi inventado, quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem, quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve,  joga lixo pela janela do carro, fica a maior parte do tempo de trabalho na internet, raramente dá um dia honesto de trabalho, assiste Big Brother como se fosse cultura...e finalmente, assiste novelas e fica torcendo pelo vilão, pelo adúltero, pelo cafajeste,  pela destruição da família. E VOCÊ PODE RECLAMAR? Tomara que possa!

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Redução da maioridade penal

09/08/2019 17:28

            Não é só com a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos que vai se resolver o crime no Brasil com a utilização de menores para que não cumpram as penas que deveriam cumprir. Afinal de contas, hoje a coisa está tão feia que não existe mais idade para a prática de delitos em todos os níveis. Quantos meninos e até meninas com 12 anos, às vezes menos, estão aí nas ruas disseminando a violência, roubos, furtos e até mesmo assassinatos sob a tutela dos verdadeiros criminosos! A rede juvenil ou infanto-juvenil está escalada e atuando em diversas áreas do crime, seja como pombo correio no tráfico seja nos crimes mais graves sob a guarda dos adultos que assim se livram de suas penas. Na verdade, acho que o menor infrator deveria ser visto como infrator, talvez com penas estudadas e distribuídas por níveis de crime, em regimes fechados, mas com disseminação de educação e ressocialização real. mas nunca enxergado como aquele que sai da sociedade por três anos no máximo, sem nenhum tipo de orientação para uma vida futura porque voltará mais criminoso do que antes e continuará como um pária da sociedade. Portanto, vamos rever, não a maioridade penal colocada e estimulada pelo presidente neste momento, mas penas a serem impostas a pequenos mas não menos criminosos.   

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Primeira Edição © 2011