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Na vida o difícil é marcar encontros.

02/08/2018 16:23

                    Uma verdadeira roleta, a vida nos proporciona o que desejamos se soubermos exatamente buscar os nossos objetivos que nem sempre estão disponíveis onde pensamos que estão. As pessoas têm propósitos e muitas estão com os mesmos entre si bastando apenas que os encontros aconteçam. E é aí que a roleta funciona ou não funciona. Exatamente na sorte que os indivíduos precisam para que a vida os unam em encontros que levem à complementação de seus destinos ou de seus desejos. Quantas vezes alguém pensa como você, precisa daquilo que você pensa, está disponível mas nem você sabe nem ele. Aí você haverá de dizer que a propaganda existe que os meios de comunicação estão aí, que as Redes Sociais estão avançando e globalizando. Tudo bem, mas nem sempre funciona dessa maneira o que desejo passar:  o encontro certo no momento certo, uma espécie de encantamento mágico que faz com que as conjugações aconteçam e o verbo encontrar com toda a sua amplitude crie as condições perfeitas para que um negócio se realize, para que um projeto siga em frente, para que um romance prossiga e para que a vida por si só feita de encontros e desencontros alcance no acaso ou na técnica o momento perfeito da conjunção entre seres humanos, entre empresas, entre componentes dela própria, a vida, num mundo onde. cada vez mais, o difícil é marcar encontros. Que girem as roletas, que as bolinhas mostrem os caminhos e não esbarremos uns nos outros, mas que nos encontremos verdadeiramente para somarmos na vida.     

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O preso tem que trabalhar

25/07/2018 16:10

                    Não estamos tentando voltar no tempo e no passado buscando os famosos trabalhos forçados das épocas medievais e até mais próximas que colocavam os presos a quebrar pedras,  humilhantemente sentenciados. O que buscamos, isto sim, é levantar uma questão humanitária que longe de ser um privilégio para os presos talvez se tornasse em instrumento de proteção à sociedade e até mesmo de combate à criminalidade começando pelos condenados.

                   No nosso entendimento, programas mais profundos de ressocialização podem ser adotados fazendo com que o velho ditado "cabeça vazia, casa do diabo" não seja uma tônica nos presídios e ou nas casas de custódia. Se o preso, devidamente catalogado, avaliando-se suas melhores habilidades ou mesmo dando a ele a oportunidade de capacitação e qualificação durante seu tempo de pena, o que certamente o ajudaria na volta à sociedade, tivesse a oportunidade de encontrar em si coisas e habilitações que nem ele próprio conhecesse, sem dúvida estaríamos exercendo a verdadeira cidadania para com os chamados párias.

                   No entanto, sabemos que nem tudo são flores e que nem todos os objetivos podem ser atingidos, mas é preciso tentar, implantar a educação, criar escolas presidiárias, formar mais empresas conveniadas com os presídios, como já existem e abrir um campo de conhecimento e de trabalho que até estaria protegendo as famílias dos detentos.

                  Claro que existem muitos que já têm profissão, até mesmo cursos superiores e esses podem ajudar em muito em programas dessa categoria.

                  O fato é que a velha imagem do quebrar pedras pode ser substituída por projetos fantásticos em prol do preso, de suas famílias e da sociedade como um todo. E, quem sabe, bem mais barato do que permiti-los criminosos para sempre.    

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Conversando com Dr. Google

18/07/2018 10:55

                   Eu só queria saber em que universidade se formou o tão conhecido Dr. Google. No meu tempo de menino quando encontrávamos um mais velho que dava bola pra nós, perguntadores de nascença e de grande curiosidade saíamos do papo pra lá de bom elogiando o cara e dizendo para nós mesmos: Puxa, esse sabe das coisas! É um gênio! E ficávamos com vontade de outra conversinha, muitas perguntinhas e os olhos arregalados aprendendo.

                  Também tinha o Tesouro da Juventude, a Enciclopédia Barsa e outros menos votados, mas igual ao Dr. Google não existe. Os que o criaram, os que o inventaram, os que o abasteceram com milhões de respostas esses nem sabemos quem são porque a criatura ficou bem maior do que os criadores. E o importante é que se você quer saber de alguma coisa ele responde com uma velocidade impressionante e com muito mais detalhes do que aquilo que você inquiriu.

                  Claro que o mundo da informática vai evoluindo a cada minuto e o que é bom hoje será superado com muita rapidez. Mas para nós que somos de uma geração que nem sabia o que era informática a velocidade no desenvolvimento tecnológico foi fantástica. Na verdade não temos nem noção do que vai suceder o Dr. Google, aqui servindo apenas como referência porque existem milhares de cabeças, dezenas ou centenas de Vales do Silício, todos a serviço de uma tecnologia capaz de, em pouquíssimo tempo estar muito acima da própria mente humana responsável por tal avanço.

                  Por isso, com toda a amizade e simpatia que nutro pelo famoso Dr. Google Ponto Com dou-lhe um aviso: Ponha suas barbas de molho porque já tem muitos de olho em você e torcendo para que seja rapidamente superado.

                 Enquanto isso não acontece vou digitando e matando minhas curiosidades do dia a dia.  

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Quem sabe faz a hora...

12/07/2018 08:45

                  ...não espera acontecer. A frase musical do grande Geraldo Vandré, ainda ecoa nos ouvidos de brasileiros que souberam lutar pela nova independência do Brasil. E independência tem várias traduções e interpretações. Na atual fase do país ela é analisada aqui como uma necessidade que o povo tem através de sua principal arma, o voto, fazer valer os princípios constitucionais que nos regem e tirar da lama uma nação que tem, de um modo geral, um povo ordeiro e família e que não pode continuar a sofrer com os desmandos dos que têm o mando.

                  Como revolução é uma palavra que já não cabe no vocabulário do brasileiro usemo-la com o voto tentando começar um reposicionamento daqueles  que têm o poder de mudar as leis, de exigir que elas sejam cumpridas e de moralizar o país tão desmoralizado. Não é fácil e nem é missão para pouco tempo. Mas é preciso começar. E começar ensinando o povo a escolher seus candidatos ao executivo e ao legislativo. Parar com essa história de que ele não sabe votar e acreditar que a ele não foi dada a oportunidade de saber escolher. E é aí que os mais esclarecidos podem ajudar e muito. Mostrando a ele, povão, quem é quem na política brasileira; quem já foi bem e quem não foi; quem está sendo processado e quem não está; onde estão os principais erros dos que exercem o poder e, quem sabe assim, poder mostrar aos menos avisados quem deve e quem não deve merecer o seu voto que até então ele usava mecanicamente.

                  Trabalho árduo, sem dúvida, mas um começo. Usando a persuasão corpo a corpo, as redes sociais, as entrevistas nas rádios mais humildes e, mais do que nunca, o olho no olho na entrega da verdade.

                  Pois é..."quem sabe faz a hora, não espera acontecer". E "pra não dizer que não falei de flores"...boas sementes nesta eleição em outubro de 2018.

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A comoção do mundo

10/07/2018 10:53

                                   O mundo em que vivemos já deu inúmeras provas de comoção e de solidariedade com fatos que aconteceram, com o desaparecimento de filhos ilustres em todos cantos do planeta, enfim, com as tragédias e dramas do dia a dia, a maior parte terminando da maneira que ninguém gostaria. Mas, agora, exatamente agora, o mundo levantou-se em preces de todos os credos, em participação de todos os povos pedindo aos entes superiores que salvassem os 12 meninos tailandeses, pequenos jogadores de futebol e também o seu valoroso técnico. Todos encontravam-se em uma caverna inundada a mais de 1 km do solo e por ali permaneceram por longos e intermináveis 18 dias. E aí sob as preces de tantos, sob a coragem de muitos, sob a perseverança de mergulhadores treinados e numa desesperada busca de resgate que às vezes parecia impossível, todos, um a um, tempo a tempo, foram sendo retirados com vida para gáudio de todo o planeta que voltou seus olhos e pensamentos para a Tailândia e agora respira aliviado com o resultado final. Não temos muito a dizer ou a descrever porque tudo foi incansavelmente mostrado. Mas, temos, isso sim, o orgulho de dizer que a solidariedade ganhou espaço e que os bons exemplos devem ter marcado muitos corações. Nada como podermos agora levantar as mãos aos céus e agradecer ao nosso Senhor, assim como outros povos do mundo estão agradecendo aos seus Senhores, todos igualmente importantes para a manutenção da fé. Esqueçamos nossos pequenos problemas e juntemos nossas forças para solidários acreditarmos em nós e no próximo porque o mundo em que vivemos, cada vez mais globalizado é um só. De todas as raças, de todos os credos e de uma só fé. Sejam bem vindos, meninos corajosos e valentes, de volta à vida.    

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Primeira Edição © 2011