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A vergonha do preço da gasolina vai acabar

17/07/2017 16:44

                O governador Renan Filho tomou para si o acabar com essa vergonha que é o preço da gasolina no estado de Alagoas apontado como um dos maiores do país. E a troco de que? De um cartel que manipula o produto e os preços. que foge de suas responsabilidades sociais e coloca toda a sua gana de lucro em cima da população que, como se sabe, não é das mais ricas do Brasil.  Renan Filho puxou o problema, já verificou que existe algo errado, e muito errado, chamou João Neto, o homem do Procon e du ordem para que uma força-tarefa seja instalada o mais rápido possível com o propósito de visitar postos de combustíveis, de verificar planilhas de custos e buscar a viabilidade de um preço médio que não afronte a sociedade. Parabéns, governador! É dessas ações que o povo precisa e o seu resultado, não tenho dúvida nos colocará a todos em um denominador comum responsável.

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TV e Internet. Escolas de crime?

14/07/2017 15:39

                              É com a TV e com a INTERNET que está a inteligência do crime neste país. É exatamente com elas que os grandes golpes são ensinados a milhões de pessoas que a assistem e que se dividem em bons e maus alunos. Vejam as novelas brasileiras e elogiem seus autores e diretores que dão um banho de tecnologia para mostrar o que há de pior no crime. Em todas elas, ninguém respeita ninguém, a sociedade que nelas é mostrada é absolutamente podre e as idas e vindas de um grupo de assassinos mostrando-nos a todos como praticar a criminalidade, é de estarrecer ao mais criativo dos criminosos. Filho planeja matar pai, mãe mata marido, grandes roubos são planejados nas telinhas. Ah...mas isto é estória, é romance, é para dar audiência. Claro, muito justo.Assim como os noticiários que nos mostram, detalhe por detalhe os crimes e falcatruas do país e fora dele. É uma audiência que está ajudando a mudar o caráter do brasileiro comum, principalmente daquele que não tem onde cair morto e aprende, também com a TV e com a INTERNET, o caminho das drogas, do ganho fácil, do assassinato, do golpe, do roubo de galinhas ao imenso roubo do dinheiro público. Nada contra a TV ou a Internet, até porque faço parte delas. Mas temos que reconhecer que o mundo está apodrecendo e a comunicação pode, se quiser, ajudar a reverter o quadro.

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Do Fiat Elba ao Triplex

12/07/2017 16:53

                                Um pouco diferente. Ou será muito diferente? Não sei. O fato é que o produto de consumo que derrubou o presidente Collor em 1992, ou ajudou a derrubar, está bem longe do produto de consumo que derrubou a moral do ex-presidente da república, Lula da Silva. E, depois de um longo e tenebroso "inferno", um juiz de primeira instância, Sérgio Moro, teve a coragem de impugnar uma trajetória política, por conta de uma vista maravilhosa e de três andares que iriam fazer a felicidade do casal Lula da Silva. O detalhe entre os dois fatos é que o primeiro, o da Fiat Elba, tinha até Lamborghini na garagem e não precisava em nada daquele humilde carrinho comprado para sua esposa. Já o segundo, salvo notícias ao contrário esconde muito bem os seus bens ou, quem sabe, não os tem. O fato é que o Brasil está mudando e encostando na parede quem acha que pode usar o dinheiro público como quem vai ao mercado comprar farinha. Que pode receber suborno, propina, o nome que queiram dar e sair por aí gozando a cara dos incrédulos eleitores e ainda achando que pode voltar ao cargo mando na maior cara de pau. Collor tem a grande, a enorme vantagem de ter sido absolvido de todas as acusações pelo Supremo Tribunal Federal, é bom que se lembrem disto, e o homem do triplex, dos sítios ou sei lá mais o que, este já foi condenado pelo outro homem que está colecionando condenações e prisões de gente até então intocável. Será o porvir de um novo Brasil? Tomara!  

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Vivendo e desaprendendo

04/07/2017 17:50

                                  Impressionante como o mundo de hoje nos faz desaprender as regras mais comesinhas que nos foram ensinadas por pais e mestres e até pela vida, de um modo geral. Não nos apercebemos, talvez, mas os anos deixam de ser dourados, as festas não são as mesmas, as comemorações são voltadas para o "sem expressão", os ritos da educação familiar viram mitos e até são ridicularizados pelas novas gerações. Droga não é mais remédio. É uma droga, mesmo e que mata individual e coletivamente. Bandeira não tem mais mastro e serve para enrolar na cintura em manifestações populares, muitas vezes sem nexo. Hinos são deturpados e para serem cantados precisam baladisar. Sexo era lindo e ficou banal. Deixou, em muitos casos, de ser praticado entre quatro paredes para ser à luz do sol. Os diálogos sumiram, pelo menos frente à frente; mas cresceram diante dos fantásticos aparelhinhos que unem pessoas ao redor do mundo e até menos mal do que a solidão completa. Pais viraram irmãos ou amiguinhos, sei lá! E até inimigos em muitos casos. Filhos não podem ser reprimidos nos seus maus atos e nem sequer uma, antes útil, palmadinha é mais permitida. Prisão era para marginais e hoje nela estão os chamados "maiorais" que se igualaram aos marginais. O real já foi moeda nacional, mas a que vale mesmo para os bolsos de alguns, sem dúvida é o dólar idolatrado do Oiapoque ao Chuí onde exista um corrupto ou um corruptor. E assim, devagarzinho, vamos vendo o mundo se deseducar solenemente e com ele as novas gerações que se não reagirem serão o caos em forma de gente. Que pena!

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Quem faz greve sabe o que está fazendo?

30/06/2017 08:42

                 Sinceramente, eu me pergunto, quando vejo essas greves organizadas e orquestradas por determinados líderes, se os milhares de componentes de cada movimento sabem exatamente por que estão ali e o que defendem. O país, decrépito, desacreditado, desrespeitado aqui e alhures, vê mais uma greve geral acontecer, com movimentos em todo o país, com muita baderna, queimação em ruas e estradas, transportes paralisados e alguns queimados, tudo devidamente organizado por especialistas em desorganização popular. Aquele povo que não é o mesmo que quer ver um país melhor. É um outro tipo de povo que está sendo cabrestado por lideranças, obviamente políticas, que nem de sombra querem ver um país moderno e futurista, mas um país dominado por interesses outros que está atrás de mudanças de cadeiras e de posições e muito menos no planejamento estratégico evolutivo que poderia transformar o Brasil numa grande nação. É preciso, ao invés de greves inócuas, promover uma verdadeira revolução de métodos e sistemas, exigindo dos governantes uma transparência real, um plano de recuperação, uma mania por educação e por saúde pública e, na verdade, um "marketing" generalizado que proponha uma mudança geral e não pontual, com a participação geral, esta sim, de toda a sociedade, ouvida, consultada e usada - no bom sentido - nas verdadeiras mudanças que fazem um país decente. O resto? Bem o resto é queima de pneus. E só.  

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Primeira Edição © 2011