seta

272 postagens no blog

Em duas horas só cinco minutos de propostas.

20/10/2014 07:52

Melhor acabar com os debates.

Os dois candidatos ficam o tempo todo escondendo o jogo e fazendo o adversário esconder também.

A provocação faz parte do jogo e em determinados momentos elas são pessoais, o que não é nada bom.

E o idiota do eleitor fica esperando propostas e nada delas virem.

A resposta da enrolação é uma máxima que faz parte do gastar os minutos que o candidato tem pra falar.

Uns mais, outros menos, mas sempre acontece.

E você, eleitor fica sentindo-se um imbecil no meio de tanta vontade de o fazerem de besta.

Na verdade, o eu faz parte de cada candidato e o passado o grande vilão para denegrir ou diminuir a possibilidade do outro ganhar o embate.

Porque, queiram ou não queiram é um embate.

E, no fim, ninguém ficou sabendo como vão ficar a saúde, a segurança, a educação, a mobilidade, a ação social, nada!

Tudo ficou nas entrelinhas que, quem sabe, depois da posse podem aparecer de maneira positiva ou negativa.

O melhor seria uma bela participação do povo, fazendo perguntas aos candidatos daquilo que ele realmente quer saber e uma minimização do diálogo - será diálogo? - entre ambos.

Porque afinal, no modelo atual, proposta que é bom só tem cinco minutos. 

seta

O FIM DAS PESQUISAS ELEITORAIS

15/10/2014 04:22

                                   O Brasil assistiu estarrecido, durante o primeiro turno das eleições, os grandes furos dados pelos institutos de pesquisa, principalmente para cargos majoritários.

Governadores estaduais que se diziam eleitos viram-se em terceiro lugar.

Pesquisas para presidente tiveram incoerências em todos os sentidos.

E não podemos nos esquecer de que está provado que pesquisa eleitoral é indusitória, principalmente na parte da população que só quer votar em quem está ganhando esquecendo as qualidades de outros candidatos.

E quem diz quem está ganhando ou perdendo são as pesquisas.

Não sou contra elas e nem poderia ser já que a minha formação, não só de jornalista, mas de marketing e publicitária não me permitiria tal atitude.

No entanto, no caso específico de eleições, se eu tivesse autoridade para tal, proibiria a divulgação das pesquisas que só poderiam ser feitas para uso próprio dos partidos e dos candidatos.

Aí, sim.

Teríamos então uma eleição limpa e isenta de induções e de achismos.

Vamos brigar por isto.

Vamos lutar por um novo tempo.

seta

Duas semanas de interrogações.

12/10/2014 07:57

   Em exatamente duas semanas estaremos, os brasileiros, sabendo quem vai governar o país nos próximos quatro anos.

Deixando de lado os aspectos positivos e negativos de uma campanha eleitoral acirrada e atípica temos que acreditar que as posições de ambos sejam de vontade de governar bem, apesar de vermos no dia a dia, mil acusações, corrupção por todos os lados, prática aliás que desembarcou com Pedro Álvares Cabral neste Brasil.

Se de um lado, a presidente Dilma defende com unhas e dentes o que ela acha que foi bom nos seus quatro anos de governo, por outro, o candidato Aécio defende as teses que tiraram o país de uma grosseira e monstruosa inflação na década de 90, quando era presidente Itamar Franco e seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso.

O chato da campanha eleitoral é que não ganha o melhor ou a melhor.

A astúcia, às vezes a mentira, a falsidade nas propostas, um conjunto de fatos e falas que influenciam a cabeça do povo para este ou aquele candidato.

Isto não é o bom.

Na minha cabeça, a primeira coisa a ser feita no futuro era acabar com as pesquisas públicas, indutoras de decisões, além do fim da reeleição dando ao mandatário um mandato único de seis anos.

O ideal para que possa mostrar o que realmente se propõe a fazer.

E, claro, coroar com uma reforma política e partidária digna de um país em desenvolvimento como o nosso.

O resto, bem, o resto vamos ver em 5 de outubro.

seta

Renan Filho, o pior vem agora.

06/10/2014 07:34

E não é por conta de cumprir promessas.

Mas, por conta de definir esperanças.

Muito mais difícil do que dizer "vou fazer" será o fazer.

O criar regras, prioridades e buscá-las, uma a uma, planejadamente, visando transformar este estado maravilhoso e que tanto precisa encontrar seu destino.

Você começou bem, quando em campanha  resolveu ouvir.

E ouvir é uma arte na vida, difícil de manter.

Mas, ouvindo, continuo aprendendo, separando o joio do trigo e daí tirando o melhor proveito.

Um governador jovem como você, Renan Filho, o mais jovem do Brasil, tem a responsabilidade de praticar o bom planejamento, adotar as boas idéias, admitir que o turismo e a agricultura são as mais fortes bases para o desenvolvimento deste estado, mas que existem regras, algumas velhas e outras novas, jamais empregadas e que podem transformar Alagoas no estado-piloto do Brasil.

Ao invés dos maus exemplos que vimos dando a todo o país é chegada a hora de mostrar o novo através da criatividade e da premissa de que nenhuma idéia nova existe.

O que existe é uma nova conjugação de velhos elementos.

Use-a, ouça, discuta, aproveite o que existe de bom em projetos e, sobretudo, em gente.

E percorra com grande sucesso o caminho difícil e tortuoso que vem à frente.

Só assim você, governador, estará transformando as esperanças em verdades palpáveis.

É o que Alagoas quer.  

seta

Sei lá quem vai ganhar!

03/10/2014 08:56

Sei o que quero para o Brasil e para o Estado de Alagoas.

Sei que avaliei, e muito, as possibilidades de cada um, no sentido de administrar de maneira correta e de saber legislar, no caso dos senadores e deputados pensando no povo brasileiro.

E de uma coisa eu sei, desde o princípio: que espero sinceramente que o povo brasileiro e o alagoano em especial,  vote com consciência e que escolha o melhor para nós todos.

Sem dúvida alguma essa foi uma campanha eleitoral diferenciada, sem muito estímulo, sem muita animação nem nas ruas, nem nas conversas, em nada.

O povo parece calejado, preocupado com os nossos destinos.

Com a corrupção que não diminui;

com a insegurança que aumenta a cada dia;

com a saúde que não deveria ter preço, mas que no Brasil tem o preço do desleixo, da roubalheira, da ineficácia;

com a educação, sempre citada por todos, como a solução para o país e seus males, mas que, para ela, pouca gente dá atenção ou formula projetos viáveis e confiáveis.

Este é o resultado das urnas que não queremos ver.

Esperemos que o eleitor tenha consciência, mas, sobretudo, esperemos que os eleitos - sei lá quem  - ganhe a confiança do povo fazendo o contrário do que há anos se faz. 

seta

Primeira Edição © 2011