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Tirem DEUS do nome desse João.

13/01/2019 11:40

                  Está lá nas Escrituras Sagradas: "não usar o nome de Deus em vão". Muito mais do que usá-lo em vão este João que está por aí a praticar horrores com jovens e mulheres que neles viram salvação para os seus males espirituais e físicos demonstra que de Deus ele não tem nada ou tem muito pouco. Não sou, não somos nada para julgá-lo, mas temos fé  no Deus que aprendemos a amar e a fazer parte de nossas vidas como Criador de todos nós, do Universo, de nossa existência. E este João que ousa se denominar de João de Deus precisaria de muito arrependimento, de muitos serviços prestados com decência e com humanidade para ter a permissão de usar o sagrado nome de Deus. O João de Deus, agora Santo e que se foi, o Papa que muitos de nós vimos de perto, aquele sim mereceu ter sido chamado de João de Deus. Mas este crápula, imoral, jamais poderia ser igualado ao grande Joâo Paulo II, hoje santo da Igreja Católica. Apelo aos colegas de imprensa de todo o Brasil. Nâo cometamos o sacrilégio de dar força ao canalha-mor. Em nossas notícias comecemos a chamá-lo e ainda é pouco de João. Não! Nem de João que foi afilhado e apóstolo de Jesus. De João Ninguém. Ora nem isso: Ele será simplesmente o "Ninguém".

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Vamos dizer coisa com coisa?

06/01/2019 10:13

                                  Deixemos claro de que, em artigo anterior nesta coluna disse que precisamos acreditar no novo, torcer pelo Brasil e portanto desejar que o presidente dê certo. Só assim poderemos alcançar os objetivos de todo brasileiro. Nem por isso deixarei de fazer críticas como a que tenho que comentar com o fato de que, até justificado pela ansiedade, o presidente Bolsonaro tem dito coisas publicamente que não combinam com o que pensa ou com o que pretende fazer a sua equipe. Tipo, a idade mínima para aposentadoria, irreal segundo a turma do Guedes, tipo também o aumento de IOF também desmentido e por aí vai. Apesar de ser hoje o "twitter" número 1 do país é preciso que ele, Bolsonaro, se policie ou seja policiado no afã de dar notícias que não combinem com o seu primeiro escalão. Até porque fica feio o primeiro mandatário do país ser corrigido publicamente por seus auxiliares diretos. Questão de imagem de um governo que pretende ser transparente, objetivo e preciso nas suas decisões. É aí que a coisa complica se essa precisão não for passada à sociedade. Unidade, unificação, transparência absolut, mas nem tanto. Sentem-se no Planalto, por favor e quem sabe, vamos dizer coisa com coisa!

                                  

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Ninguém conhece o novo.

28/12/2018 11:39

                       E o novo ano vem realmente novo para nós brasileiros uma vez que estaremos vivendo um novo comando na nação e de alguém absolutamente calouro na missão. Por mais que seja uma pessoa com 28 anos de vida legislativa só o conheceremos no comando da nação quando estiver carregando a enorme carga de ser presidente de todos os brasileiros. Ele chega com grandes propostas e o primeiro desafio é exatamente o de precisar administrar cisões uma vez que veio de uma campanha e de uma eleição absolutamente acirradas. É esse acirramento que precisa ficar pra trás entre todos os brasileiros que precisam pensar no destino deste grande país e apoiar com críticas, com oposições honestas e produtivas o homem que será o presidente de todos nós. O nome de nossa aposta precisa ser Brasil. É nele, Brasil, que precisamos acreditar, confiar e amar. Não se pode apostar no fracasso de um presidente só porque não esteve entre os preferidos de alguns. Ou de muitos. Agora, a cara da campanha tem que ficar pra trás. A face do Brasil é a que vale. Fosse outro candidato o ganhador e estaríamos colocando aqui a mesma teoria. O Brasil vive um período profundamente difícil e necessita de garra, de decência e de honestidade nos homens que o governarão. O respeito à constituição, aos nossos símbolos pátrios mas, sobretudo, o respeito que devemos nutrir uns com os outros. Somos todos brasileiros, filhos da mesma nação e dela e por ela é que precisamos viver e apostar. O mais será pura especulação. Vamos acreditar no novo porque o velho já está acabando. Viva 2019!  

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---que a própria razão desconhece.

21/12/2018 11:50

                 Parafraseando a famosa "O coração tem razões que a própria razão desconhece" ficamos de queixo caído ao sabermos que o grande administrador Carlos Antônio Gouveia - o Cacá - havia sido demitido da presidência do Detran-Al. É óbvio que a razão desconhece as razões que levaram o governador a demitir um servidor de alto nível que conseguiu nos últimos quatro anos mudar inteiramente a cara, o corpo e alma daquela repartição que sempre fora alvo das maiores críticas, de muitas e muitas irregularidades e que encontrou, primeiramente no desembargador Sapucaia e depois em Cacá a disposição de fazer valer personalidades de respeito, de competência e, sobretudo, decência. Num dos últimos atos que vivenciei com Cacá foi durante a confusão das "cinquentinha" e me chegou uma denúncia de que uma atendente estava recebendo mal os interessados no assunto. Falei com ele à noite e no dia seguinte ele tomava a providência de transferir os "cinquentinhas" para o salão nobre do Detran com direito à ar condicionado, água e cafezinho. Cacá é assim. Não deixa para amanhã o que pode fazer hoje. É rápido, inteligente no raciocínio e não se deixa levar por propostas que não se coadunem com a retidão do seu caráter. Não foi a toa que ele foi guindado a vice-presidente da Associação dos Detrans e que tão bem se houve no Conselho Estadual de Segurança. Mas, que venha outro com o mesmo caráter. O governador Renan filho deve ter seus motivos, quem sabe até uma nova missão para o nosso Cacá. Fica o registro para que não se deixe escapar na poeira dos palácios a memória viva de quem merece ser memorado. E feliz Natal, amigo!  

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"Oh, como são belos os dias do despertar da existência!"

12/12/2018 16:18

                Os famosos versos de Casimiro de Abreu seriam fantásticos para respirarmos paz não fossem os tiros que saem pela culatra e pegam desprevenidos tantos e  tantos cidadãos e cidadãs que inocentemente rezam a pedir por si e por tantos. Tantos que ainda acreditavam na vida, que ainda teriam muito a realizar e muito a sonhar. Tantos que estavam ali sob a proteção da catedral num sopro de esperança para suas próprias vidas sem imaginarem que ali exalariam seus últimos sopros.  Dizem ainda os versos de Casimiro -"respira a alma inocência como perfumes a flor"- e nos conduzem ao local do massacre porque ali estavam todos inocentemente prostrados em meio à oração. Ao invés do soar dos sinos que nos remetem à esperança o ricochetear dos tiros que acabaram com ela. "Oh que saudades que eu tenho da aurora da minha vida! Da minha infância querida que os anos não trazem mais". Uma infância que era coberta de paz, de amor, de brincadeiras, de muito viver. Uma infância que se foi com o tempo da liberdade e que não habita mais as casas e as famílias que são obrigadas a se manterem a salvo da irreverente guerra sem declaração dos tempos que se dizem modernos. Os dramas se multiplicam, as armas são poderosas, as vidas são banalizadas. Felizes aqueles que possam viver os belos dias do despertar da existência e levá-la a cabo no "respirar da inocência".

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Primeira Edição © 2011