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Petrobrás & Cia Ilimitada

30/03/2014 06:34


           Este nosso país, realmente como o disse o estadista francês Charles De Gaulle, não é um país sério.

E não pode ser séria uma nação que consegue ter a 4ª maior empresa petrolífera do mundo e, ao invés de protegê-la, deixa-a entregue a mãos que a manipulam de forma errônea ou errada, como queiram.

Não se pode admitir que o Conselho de Administração de uma Petrobrás se dê ao desplante de aprovar a compra de uma refinaria no exterior sem que conheçam os mínimos detalhes das negociações e das nuances que levaram a referida compra ao desastre de hoje.

Porque o preço pago, as condições de sucateamento da empresa americana, seus balanços e tudo o mais só poderiam chegar realmente a um grande desastre.

Que o Brasil está lotado de corrupção e de corruptos já o sabemos desde os tempos em que foi descoberto.

A corrupção, infelizmente, cresce num volume infinitamente maior do que o combate a ela.

Então é preciso que o povo brasileiro redobre as atenções, observe quais são as companhias ( e falo de pessoas) que gozam da intimidade da administração de uma Petrobrás porque essas são terríveis, não se importam com os resultados negativos para a empresa.

Apenas com os positivos para seus próprios bolsos.

E essas são companhias absolutamente ilimitadas.
  

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Saúde - uma questão de guerra.

22/03/2014 07:46

Sem dúvida, a saúde é uma questão de guerra.

Ou de prioridades, sei lá que nome queiram dar.

O que não podemos mais é continuar a perder vidas, umas atrás da outras sem que se dê a devida importância ao problema.

O caso das maternidades, crônico há muito tempo mostra que elas são ceifadoras de vidas, de mães e de bebês e tudo fica por isso mesmo.

As desculpas – se é que existem – são as mais variadas: Desde o fato de que não existem leitos suficientes e isto é verdade – porca, mas é verdade - até a ausência de médicos, o que foi comprovada ainda semana passada na Santa Mônica, enquanto as mães sofriam, até morriam e dos bebês nem se fala.

Gente, se isso não for guerra não sei mais o que é.

Os corredores lotados, macas, colchões e até chão puro recebendo pacientes de todos os tipos e em todas as formas de hospitais.

Continuo achando que a inércia faz com os gestores sejam parceiros da morte e que os poucos médicos que ainda querem cumprir com seus juramentos fiquem prestes a se tornarem infiéis aos seus propósitos e nem sempre porque o desejam.

Mas, na verdade, porque até hoje falta estratégia de guerra para o combate que aí está.

Espero que seja rápido porque tempo não há mais.  

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Centenas de pessoas reclamam do Bom Preço

20/03/2014 07:33

Quando NadoTorres teve seu carro arrombado no estacionamento interno do Bom Preço da Pajuçara colocou o fato nas Redes Sociais.

Concomitantemente na medida em que eu dava força ao amigo, Diretor da Folha da Barra, também sofri constrangimento no Sam’s Clube que, com ar condicionado quebrado fez com que algumas pessoas passassem mal, inclusive eu.

Reclamamos e não aconteceu nada.

E nada é nada mesmo porque foi como nada que fomos tratados.

Também coloquei o fato nas Redes Sociais e, a partir daí começaram a surgir reclamações e revoltas de centenas de pessoas que se sentem lesadas e maltratadas por este supermercado que já foi bom e que hoje cospe no prato que come.

Acho que a corrente deve continuar, por isto, estou aqui nos meus meios de comunicação “botando a boca no trombone” e esperando mais e mais companhias para a nossa reclamação.

Vamos em frente, amigos.

O direito é nosso.

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Pra que dentista?

17/03/2014 06:14

(este “causo” estará contado em nosso próximo livro, Por “causos” da vida”, que já está em fase de produção na Livraria e Editora Viva).
                         Chico Câmara, meu avô paterno, era um homem profundamente corajoso e às vezes bastante radical. Era cego, sofria de diabetes e angina, mas era um homem forte, sábio à sua maneira. Engenheiro e poeta. As incoerências faziam parte de sua personalidade.
                          Vovô Chico morava conosco, desde que cegara. E fazia o possível para não reclamar de nada. Nunca se vira ele se queixar de uma dor, de algum tipo de problema, fosse qual fosse. Por isto, invariavelmente, quando descobríamos alguma coisa errada com ele, a auto-solução já havia acontecido.
                        Um dia, hora de almoço, todos reunidos na sala, à exceção do velho Chico que, silenciosamente, encontrava-se no andar de cima da casa. Papai chamou por ele e não obteve resposta. Uma das empregadas dispôs-se a subir e chamá-lo. Como ele gostava muito de rádio, poderia ser que estivesse ouvindo algum programa e não ouvira o chamado para o almoço.
Rapidamente, a empregada subiu e de lá gritou:
-Subam... Seu Chico está cheio de sangue!
Reação rápida de nós todos, subimos as escadas e deparamo-nos com a cena que era realmente tragicômica.
Vovô estava em pé, no banheiro, “olhando” para o espelho, alicate na mão, com a boca toda ensangüentada. Papai gritou:
-Pai...o que você está fazendo?
-Deixe de ser besta, menino... Já fiz! Olha o danado que me chateava aqui. Eu sou melhor do que ele ou não sou?
Foi quando, para nossa surpresa, vimos, no alicate ensangüentado, o dente da frente de meu avô, arrancado na raça e na coragem...por ele próprio. Uma grande risada dele nos descontraiu, mas também demonstrou que o velho era doido de pedra. Ou não era?
  

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A BRUTALIDADE NÃO TEM MAIS PREÇO!

26/02/2014 07:20


Acaba de ser assassinada mais uma vítima do “status quo” de um estado que não cuidou da população como devia.

Que não deu a menor bola para a segurança.

Que continua repetindo que o problema é nacional e, então, fica fácil abanar as mãos ou lavá-las.

Só que as estão lavando com o sangue dos inocentes.


Guilherme Brandão se foi agora, quarta, pela manhã.


Um empresário inteligente, dono do Maikay, um sucesso.

Abordado por dois ladrões entregou 2 mil reais e ainda assim foi assassinado a troco de nada.

E, acreditem, quando acabarem de ler este post outros inocentes estarão sendo mortos no estado de Alagoas.

Não dá para entender e nem dá para acreditar que ainda tenha quem diga em caros anúncios de televisão que vamos muito bem, obrigado!

Se ir bem é isso, o que será quando formos mal?
 

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Primeira Edição © 2011