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Os incômodos telefonemas das operadoras e bancos

17/06/2012 08:25

Alguém precisa fazer alguma coisa e gritar para essas operadoras de telefonia que elas não têm o direito de ficarem ligando para as residências ou para celulares, nas horas mais inconvenientes, para venderem suas promoções.

Até porque, elas têm o privilégio de terem nossos telefones, saberem nossos nomes e, por conta disso, se darem ao desfrute de ligarem a hora que bem entendem

O mesmo ocorre com alguns bancos que, agora, passam nossos telefones para empresas que comercializam os mais diferentes serviços e os tele marketings não respeitam sequer nossos horários de descanso e de paz, o que, obviamente, buscamos no recesso de nossos lares.

Outro dia, um desses telefonemas para minha casa insistia em falar com meu filho e dizia que era do Banco tal e que só falaria a ele o que desejava, ainda que eu insistisse em dizer que era seu pai.

Preocupado, dirigi-me ao gerente do banco no dia seguinte e foi quando descobri que eles não tinham nenhum assunto com meu filho, mas que deveria ser alguma empresa de vendas de serviços.

Claro que mostrei minha indignação, o que quero mostrar agora publicamente e pedir a Anatel, por exemplo, que tome providências diante dessa verdadeira invasão de privacidade.
 

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A IMPORTÂNCIA DO VICE

08/06/2012 14:08

A IMPORTÂNCIA DO VICE

Numa eleição majoritária poucos são os eleitores que se preocupam com o vice da chapa em que decidiram votar.

Poucos são os que se dão ao trabalho de analisar que o vice será o substituto legal do principal e que, dependendo da sua linha e do seu perfil poderá ser tão importante quanto ele

Por isso é fundamental que a escolha do vice tenha, além dos parâmetros políticos aquele algo mais que o faça ativo diante da chapa que vai se submeter ao voto popular.

Vices que caem de paraquedas ou que são pinçados por poderio econômico normalmente não se dão bem, comportam-se como figuras de retórica e não vão além de uma outra substituição protocolar.

Agora, quando o vice escolhido vem de uma batalha positiva, consolida uma experiência, tem o que falar, o que mostrar, o que somar, aí sim, a chapa que concorre ou a que ganha terá o que mostrar em termos de responsabilidade cívica diante do povo que tem o voto como a sua principal arma de defesa.

Daí acharmos que o vice deveria passar pela vontade do povo também e, se não é possível através do voto, que sejam mostradas, exibidas e ditas suas qualidades para o exercício de um cargo que, por motivos os mais diversos, poderá contribuir ou não para o futuro daquela cidade, daquele estado, daquele país.

Até agora, só temos, para essas eleições, o exemplo prático do vice de Ronaldo Lessa, o engenheiro Mozart Amaral.

Limpo, trabalhador, eficiente, o tocador de obras da administração de Almeida, um presente colocado para Lessa nesses tempos difíceis de eleição.

Que o seja com os demais candidatos porque o povo inteligente haverá de julgar também seus respectivos vices.
 

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SEGURANÇA É PARA TODAS AS CASTAS SOCIAIS

02/06/2012 07:51

Vamos logo esclarecer antes que digam que este colunista não aceita a revolta da população com o assassinato do médico José Alfredo.

Movimento justíssimo que já leva a grande vantagem de ter levantado da cadeira as autoridades responsáveis pela segurança em Alagoas.

O governador não só se levantou da cadeira como foi a Brasília buscar reforços e reconhecer que a política de segurança de seu governo, definitivamente não funciona.

O que não se pode aceitar é que uma pessoa da sociedade tenha que ter sido assassinada para que providências fossem tomadas em clima de quase desespero.

Diariamente pessoas estão sendo mortas em Alagoas; os índices já são os maiores do país e sempre ficamos ouvindo que o problema é nacional.

Ora, se o problema é nacional lavam-se as mãos e espera-se que o governo federal saia na frente resolvendo situações que são de cada estado da federação?

Não é por aí.

Buscar auxílio, tudo bem! Pedir reforços, tudo bem!

Mas a situação chegou a tal caos porque os braços foram cruzados no que diz respeito à melhor educação, a uma política mais bem pensada de saúde ou a melhores projetos sociais.

E, também, em função da própria máquina de segurança que continua há dez anos com o mesmo efetivo.

Agora, depois do leite derramado fala-se em concurso público, por exemplo. E quantas vidas já se foram, incluindo a do médico?

Muitas!

Mas, quantas ainda serão ceifadas?

Só espero que não precisem que mais médicos, engenheiros, autoridades  sejam mortos por aí para que os responsáveis não voltem a dormir em Alagoas.

Os anônimos da vida também querem viver.
 

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A INDEPENDÊNCIA DAS MULHERES

26/05/2012 07:14

Não foi propriamente um grito de independência ou morte nem elas precisaram subir em cavalos, desembainhar espadas ou coisa parecida.

Mas tem sido uma revolução social da maior importância o crescimento das mulheres na sociedade produtiva deste país.

Além do mais, os depoimentos são uma constante com o reconhecimento de que elas são mais ativas, mais persistentes e, sobretudo, mais transparentes nas causas que enfrentam.

Claro que, da mesma forma que sou contra cotas raciais e quaisquer outras diferenças oficiais, sou também contra a aplicação de leis que as coloquem em posição discriminatória perante o país ou até perante os homens.

O que interessa de fato é que sejam reconhecidas definitivamente como absolutamente iguais civicamente.

No entanto, aí fica o grande apelo dos homens, elas não podem e não devem perder a feminilidade, o romancel, a lágrima certa na hora certa.

Não podme deixar de lado o “glamour”, a atração e a vaidade que as fazem, aí sim, completamente diferentes de nós, homens.

Precisamos delas no desenvolvimento do país, na luta pelas conquistas políticas e econômicas, mas o lado totalmente mulher precisa ser cada vez mais crescente para o bem de todos e felicidade geral da nação.

E, assim, viva a independência das mulheres.
 

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Cuspindo na própria sorte

21/05/2012 18:17

Fico impressionado como determinadas pessoas perdem o bom senso em nome do que nem eles sabem.

Estive na inauguração da nova Vila dos Pescadores construída pela Prefeitura de Maceió e pelo Governo Federal visando a acomodação de 420 famílias oriundas da favela do Jaraguá.

Importante observar que elas, as famílias, não vão pagar absolutamente nada para morarem confortavelmente em apartamentos de 2 quartos dentro de um condomínio de qualidade, à beira mar,

No entanto, cerca de 40 famílias, não se sabe a troco do que, não querem ser transferidas e insistem em não sair do lixo em que vivem.

Claro que devem ter consciência de que isto terá um prazo e que mais cedo ou mais tarde terão que sair.

A prefeitura vai urbanizar a antiga área, construir uma marina, um centro de pesca e comercialização com toda a estrutura que se fizer necessária.

Mas eles que tiveram a sorte de ganhar casa de respeito estão perdendo o respeito por si próprios até porque nem reivindicar eles sabem.

No mais, o tempo passará e os novos moradores haverão de servir de bom exemplo para uma política social das mais corretas.
 

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