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Os homens é que têm a carne fraca.

03/04/2017 07:56

 

                                    CARNE FRACA É A DOS HOMENS

              A carne do boi, a do porco, do carneiro e até mesmo a do frango, são todas carnes fortes e nutritivas e, pelo que sabemos, uma das melhores do mundo, tanto que, nosso grande produto de exportação. O Brasil sempre foi o maior exportador de carne e o faz para muitos países sem que nunca tivéssemos qualquer tipo de problema. Até que apareceu a carne do homem, a famosa e conhecida “carne fraca” do ser humano que se deixa envolver por falcatruas, por propinas, às vezes até irrisórias e, no caso da carne, passa por cima de coisas idiotas que acabaram por comprometer uma imagem poderosa no exterior, quando continuamos sabendo q ue a nossa carne é boa e que não merecíamos o que estamos passando, sob o risco de um enorme colapso na balança comercial brasileira. Ainda bem que as autoridades estrangeiras estão se convencendo da veracidade de nossas informações e, gradativamente, irão voltando ao comércio normal. No entanto, a imagem fica. A dúvida permanece. Tudo isso porque, simplesmente, a “carne humana é verdadeiramente fraca”. Que o digam os “lava jatos” da vida.  

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Tempos modernos

03/04/2017 10:57

Tempos modernos

Seria interessante fazermos uma análise do que se pode definir como “tempos modernos”, uma expressão que vale sempre e todo o dia, porque o presente é sempre moderno em relação a tudo o que já passou.

Mas, se, no entanto, compararmos épocas passadas com os chamados “tempos modernos”, vamos verificando a imensa mudança de hábitos, de costumes, de educação; vamos vendo a mudança tecnológica, o aguçar do crime e o relaxamento com a própria sociedade que vem jogando fora os mais comezinhos princípios que norteavam o viver em comum.

 

Terrível comparar o direito de “ir e vir” com o direito que nos foi tirado nos dias de hoje, tomadas que foram as cidades por criminosos, assaltantes e traficantes.

Desagradável ver que as quase inocentes “cubas libres” dos anos 50 deram lugar aos craques, cocaínas, maconhas, êxtases e tantas outras drogas do mundo moderno.

Incrível ver a mudança tecnológica que, em poucas décadas, nos deu instrumentos como os celulares, a televisão digital, o computador pessoal, instrumentos que aliviam o trabalho e o conforto de uns e municiam as mentes desvairadas de outros.

Nossas vidas deveriam ter um “dial”. Um botão giratório que nos levassem no tempo e no espaço a épocas mais sadias e que nos permitissem fazer com que nossos filhos estudassem melhor, que os professores fossem mais dedicados e melhor remunerados, que a televisão, incipiente e em preto e branco, ainda exibisse seriados inocentes como “Alô doçura” esquecendo as aulas de crime, de falta de educação e de desrespeito para com pais, avós e toda essa gama de pessoas que antigamente compunham as famílias.

É triste, muito triste, avaliar que o nosso passado já foi a base dos então “tempos modernos” e que a vida de hoje será um passado, talvez lembrado pelas próximas gerações que nem sonhamos como viverão e como estarão incluídas nos “tempos” que ainda virão.

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É terrorismo ou guerra mundial ?

07/04/2017 09:32

 

               Os atos terroristas estão se espalhando por todos os lugares do mundo e, de repente, em qualquer país, em qualquer cidade, um desses atos pode ocorrer sem que se espere. Evidentemente, que já não parecem atos isolados, mas, sim, orquestrados, de maneira a que se vá engolindo de pílulas em pílulas o que poderá vir de pior. A guerra civil na Síria, uma barbaridade, ganha agora outra barbaridade quando o inábil presidente americano lança mísseis sobre aquele país, já tão sacrificado, dando início a uma violência sem limites e cujas conseqüências ainda não sabemos. Mas, sem dúvida, poderá gerar reações as mais diversas e de diferentes pontos do planeta, uma vez que a população civil sofreu com esses ataques. Isso bem demonstra as intenções beligerantes de Trump que parece querer governar o mundo e não apenas os Estados Unidos da América. Claro que repostas virão de todos os cantos do mundo, principalmente dos países que ele tenta impedir de civilizadamente entrarem no seu país. Vamos aguardar com paciência, mas que não estou gostando nada desse estopim, lá isso não estou.   

 

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As salas de nossas casas estão cheias de lama

20/04/2017 11:09

                             Impressionante como há mais de dez dias não existe outro assunto nos jornais televisivos que não o de delações, premiadas ou não, corrupção de todos os jeitos, corruptos de todos os cantos do país. Um chafurdar porco que deixou de lado o que seriam notícias mais importantes do que a repetição cansativa de que o crime vinha compensando a gregos e troianos, em referência aos gregos empresariais e aos troianos políticos. Porque o povo, este sim, ludibriado em suas intenções, em seus votos, se bem que muitos vendidos a preço de nada para que os eleitos passassem a valer o seu peso em ouro, euros e dólares. Duas gerações à frente e a cultura do dar para receber, da troca de interesses, da compra de consciências, ainda estará longe de ser sanada e extirpada da sociedade brasileira. Na bandeira, a “ordem” que ainda se traduz por autoridade e o “progresso” que tem duas faces:  a pessoal, exigível e intransferível e a institucional eivada de defeitos, de superfaturamentos e de anarquia cívica. Já sabemos de tudo isto. Vamos agora agir e deixar agir para o expurgo, mas vamos diminuir a lama nas nossas salas para que possamos voltar a ver de tudo nos jornais nacionais da vida.   

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E aí, começam as reformas!

27/04/2017 09:50

              Com o tempo vamos vendo quem está certo e quem esteve errado. A Reforma Trabalhista, por exemplo,  tem itens que mudam completamente a face do trabalhismo no Brasil. Uma delas é a questão da não obrigatoriedade daquele dia de trabalho para os sindicatos, uma vez por ano; a outra está nas relações que deixam de ser individualizadas para serem feitas através dos acordos institucionais. E então, o Senado aprova a melhor de todas as reformas, quando tira o foro privilegiado de autoridades com apenas quatro exceções que são os cargos principais dos quatro poderes. Por outro lado continua a luta pela reforma da previdência que, segundo alguns é o calcanhar de Aquiles do governo e segundo alguns advogados de renome a reforma é dispensável já que o conjunto de débitos de grandes empresas com a previdência chega a trilhões, o que, se recebido, resolveria o problema por muitos e muitos anos à frente. Enfim, apesar das crises, o país discute mudanças democraticamente, o que é de bom alvitre. Se isto é bom ou não, o tempo ou os novos tempos dirão.     

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Primeira Edição © 2011