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Um debate besta!

01/10/2012 22:00

O debate promovido pela TV Pajuçara ficou muito aquém do que se poderia esperar.

O esquema para que candidatos fizessem perguntas entre si fez com que eles ficassem em dois temas: educação e saúde.

E é evidente que os temas de Maceió são tantos outros que não mereciam ficar relegados a um segundo plano.

Claro que alguns candidatos gostariam de ter falado sobre outros assuntos, mas ficaram cerceados por perguntas, respostas, réplicas e tréplicas infrutíferas.

O pior também aconteceu e frustrou alguns telespectadores que estavam na companhia deste colunista quando ao final perceberam que os dois principais candidatos, Ronaldo Lessa e Ruy Palmeira não fizeram perguntas entre si empobrecendo o debate.

Aliás, fica a pergunta aos organizadores: Por que?

E acrescentada do comentário: Foi combinado para beneficiar o candidato do governo estadual?

Quem assistiu que comente.

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Fico feliz com a revogação da falência

01/10/2012 15:43

O presidente do Tribunal de Justiça de AL revogou a falência do Grupo JL até que seja julgado o mérito da medida cautelar acatada pelo Juiz Marcelo Tadeu.

Então, nosso artigo anterior fica com o dito pelo não dito também.

E torcendo para que João Lyra por tudo que tem sido como empresário consiga superar os obstáculos, preservando importante segmento de nossa economia e, sobretudo, os empregos existentes.

Jamais gostei de noticiar coisas ruins ou negativas.

Portanto, sinto-me inteiramente à vontade para dar resposta a mim mesmo.

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Com a falência do Grupo JL o perigo do desemprego ronda Alagoas.

27/09/2012 14:21

Amigos e inimigos, adversários políticos ou não, todos devem imaginar que o golpe que afeta as empresas do Grupo João Lyra, com o decreto de falência, pode ter um resultado inequivocamente ruim para o emprego em Alagoas.

Segundo informações são 20 mil empregados de Grupo e, como não se sabe ainda se a massa falida será comprada ou leiloada para fazer frente a dívida de 1, 2 bilhões de reais, fica a grande interrogação:

Qual será o destino desses funcionários?

Qual será o impacto na economia do estado sabido que sempre foi que o Gupo João Lyra era um dos maiores empregadores por aqui?

É bom também entender que o que algumas pessoas dizem afirmando que o deputado estaria arruinando as empresas de Alagoas para beneficiar as de Minas Gerais, não passa de balela, já que as daquele estado também foram incluídas no processo de falência.

Portanto, cabe também ao governo do estado chegar junto. Não para pagar a dívida imagável, mas para pensar nos trabalhadores e nas possibilidades de incluí-los até em programas especiais de qualificação, capacitação e empregabilidade.

Da parte do Prefeitura Municipal de Maceió, com o seu SINE MUNICIPAL, as ações com a anuência do prefetio, com certeza já começarão a ser desenvolvidas.

É o mínimo que o ente p,úblico pode fazer em uma haora como esta.


 

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ESTOQUE DE CORPOS

23/09/2012 05:12

Insisto sempre neste assunto por achar um verdadeiro absurdo que um estado como Alagoas não consiga dar uma solução definitiva para o seu IML.

A falta de respeito para com profissionais, para com famílias de mortos e até para com os próprios mortos chega às raias da estupidez, da indecência, da afronta mesmo.

Mais uma vez, vemos que os médicos legistas não querem trabalhar no ambiente que lhes é ofertado, no que têm total razão, apesar de estarem também contribuindo para um verdadeiro caos com os corpos espalhados por aquelas dependências, pútridos, fétidos, sem geladeiras adequadas, sem nada.

A grande pergunta que se faz é “onde está o segredo financeiro que impede a construção adequada de um IML”?

Vemos obras faraônicas em andamento, vemos projetos fantásticos sendo sonhados nos gabinetes, vemos constantes denúncias de corrupção e só não vemos andar nos trilhos a construção e adequação de um novo e eficaz IML.

Um dia fiz uma pergunta, aqui mesmo, nesta coluna: Será que tudo isso acontece porque os mortos não votam?

Ah...responderam-me: “mas suas famílias votam”.

Pois é, só que o estrago causado pela dor da perda acrescida da dor de ver os corpos de seus entes queridos tratados com descaso, sem dúvida haverão de provoca verdadeiro asco pelas autoridades que poderiam, mas nunca tomam providências.

No mais, vamos esperar até que, um dia, aconteça a verdadeira revolução dos mortos.

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O QUE PENSA O ELEITOR?

14/09/2012 06:54

Na verdade, ninguém sabe.
Uma incógnita ainda.
Um processo evolutivo em relação ao voto, muito aquém daquilo que se deveria esperar dele para a consolidação real do processo democrático.
A presença do fator econômico, principalmente em um estado onde os índices de pobreza são alarmantes, ainda é, infelizmente, um detalhe de impressionante marca.
Saber que o seu voto pode ter um preço real, de 50 ou de 100 reais, abala as estruturas de quem pena para ter a comida em casa.
E, colocar na cabeça dessa gente de que ele ganhará muito mais elegendo os homens de bem que não vendem seus votos é uma missão, no mínimo difícil. E, diríamos, quase impossível.
Então, queiramos ou não, o coronelismo continua existindo sob novas roupagens, o voto de cabresto mandando, a cédula na mão dominando.
Em que pese todo o esforço das instituições para coibir esse tipo de corrupção eleitoral, ela existe e é a responsável pela maior parte das vitórias conquistadas.
Claro que temos um muito de candidatos decentes e um razoável percentual de vitórias honestas, mas são exceções no mundo político.
Tomara que estejamos enganados e que as eleições deste ano sejam marcadas por diferenciais mais transparentes.
 

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