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Agricultura familiar forma celeiro alagoano.

23/02/2013 08:38

Não é de hoje que se pensa e se age com respeito à necessidade de implementar a agricultura familiar no estado de Alagoas, usando das melhores armas, tais quais as do cooperativismo.

E, quando falamos em agricultura estamos agregando também a pecuária de grande e pequeno portes.

Mapear o estado, buscar integração com as técnicas mais modernas, estimular o associativismo de maneira correta é buscar o que ser quer populacionando com o trabalho todo o território interiorano do estado.

A água, sem dúvida de grande importância, vai sendo colocada à disposição dos sítios à medida em que programas estruturantes vão aparecendo, principalmente agora em função do Canal do Sertão que já começou a funcionar.

A tecnologia do campo está sendo implementada e o será mais ainda com a volta da famosa EMATER que, sem dúvida é básica para o que se pretende.

E o fato é que, com todos os programas e projetos que saiam da iniciativa privada ou do governo, Alagoas tem tudo para ser celeiro, para abdicar de importações de determinados gêneros alimentícios e buscar a melhor produtividade para suas terras, quer naturalmente, quer com os milagres da irrigação em suas várias maneiras como o gotejamento, aspersão e gravidade.

Alagoas tem dois polos de fantástico crescimento: o turismo e a agricultura/pecuária.

Se acrescentarmos o enorme desenvolvimento do polo tecnológico “estamos com tudo e ainda não estamos prosas”.

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"HABEMUS PAPA?"

16/02/2013 17:00

É com esta frase que o mundo vai ficar sabendo, mais uma vez, que um novo Papa reinará em Roma.

Só que, desta vez, de maneira quase inusitada, uma vez que o último Papa a renunciar o fez há 590 anos atrás. O Papa Gregório 2.

Para nós que nos lembramos do Papa Pio XII, de seu vigor, de suas decisões, da seriedade de um Paulo 6º, que vimos João 23 ascender ao trono de Pedro, que acompanhamos a trajetória de João Paulo 2º e que sempre acreditamos que um novo Papa só aconteceria por morte do reinante, a súbita renúncia de Bento 16 nos deixou a todos atônitos e nos levou a várias reflexões, inclusive a de que as últimas gerações acostumaram-se a ver na figura do Papa alguém infalível e carismático o suficiente para cumprir suas obrigações e devoções até o seu último minuto de vida.

A renúncia demonstra ao mundo o lado absolutamente humano do Papa e o coloca entre todos os mortais que precisam de decisões tomadas muitas vezes em meio a muitas indecisões.

Portanto faz-se necessário que o mundo católico, o mundo cristão, passe a olhar o Papa com o respeito e religiosidade, mas também como um homem que tem direito a se cansar, a se sentir doente e até a renunciar de um cargo por motivos políticos, internos ou externos.

Não se pode deixar de lado o fato de que o Vaticano é um pequeno país que reina em todo o mundo.

Um mundo repleto de política, de políticos e de interesses os mais diversos.

Como chefe de estado, um Papa navega também em meio a esses interesses os quais desconhecemos.

Portanto, com tranquilidade, vamos aguardar a fumaça branca e a famosa frase “habemus Papa”.

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O povo merece os estádios que vai ter?

04/02/2013 18:04

Claro que não estou falando do povo de um modo geral.

Mas aguentar grande parte de torcidas vândalas que já estão a vandalizar os novos estádios brasileiros, é demais!

O novo do Grêmio, em Porto alegra recebeu aquela avalanche de gente mal educada e os alambrados foram para as cucuias

O Mineirão, novinho, só porque teve um problema de abastecimento de água de beber ou não sei mais o que, no dia da inauguração, viu cadeiras destruídas e banheiros quebrados.

Que civilidade é essa?

Que povo é esse que se permite acabar com um patrimônio feito por ele e para ele e que visa garantir dois acontecimentos internacionais de grande visibilidade?

A continuar nos exemplos inaugurativos chegaremos às Copas das Confederações e do Mundo

com estádios destruídos a pedirem socorro a não sei quem!

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"Papel não evita o fogo".

01/02/2013 07:57

Depois da enorme tragédia que, até agora, vitimou 240 pessoas, jovens, promissoras, na Boate Kiss, em Santa Maria, vemos uma imensa discussão e mobilização em todo o Brasil, buscando, sobretudo, quem tem papéis, alvarás e outras coisas que dizem que aquele estabelecimento X pode ou não funcionar.

Para nós está tudo errado e está na hora, isto sim, de reunir as autoridades responsáveis por fazerem funcionar essas boates e casas de shows e buscarem todas as falhas existentes, com papel ou sem papel, mudar as regras, analisar materiais que sejam realmente anti-inflamáveis, buscar soluções de engenharia que façam crescer as portas de saída, principalmente quando a casa não tem laterais disponíveis.

A Boate Kiss teve o início do incêndio em um material anti-ruído, mas absolutamente inflamável. e os bombeiros sabiam?

Importante também é criar dispositivos na lei que travem os funcionamentos sem que tudo esteja realmente de acordo.

Por outro lado, bombeiros e prefeituras precisam ser minuciosos na concessão de licenças que terão que ser absolutamente calcadas nas regras que, insisto, precisam ser estudadas e implantadas com urgência.

Técnicos não faltam em nosso país.

E, quanto a dizer que boates funcionavam aguardando revisões porque a fila é grande, que seja maior ainda, mas que na hora do fogo ele, o fogo, não prevaleça.

A não ser que desejemos com os nossos atuais “papéis” estimular mais fogo e mais mortes por aí a fora.

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O Big Brother dos Políticos

27/01/2013 07:21

Imaginem um “reality show” onde os escolhidos para o confinamento seriam políticos.

Melhor ainda, não haveriam escolhidos e os lugares seriam todos os frequentados por eles.

Imaginem as câmeras funcionando e o Brasil inteiro ligado nas conversas, nos acordos, nas tramas, nos projetos – dentre eles os bons – que ajudam este país a crescer ou a diminuir dependendo dos interesses.

Imaginem, bastando ligar as TVs, sabermos imediatamente que estaria havendo um plano para um grande mensalão ou que este ou aquele projeto, para ser aprovado, prometia mundos e fundos a altos e baixos cleros.

Imaginem as conversas de bastidores nos restaurantes mais “chics” ou nos botecos mais simples dos interiores, onde prefeitos negociam emendas e outras coisas mais, dentre elas os superfaturamentos e as mutretas licitatórias.

maginem um “reality” em que pudéssemos ver com clareza as boas notas de real ou de dólar passando de mãos em mãos e os fiéis portadores treinados por circenses especializados em fazerem as ditas cujas sumirem pelas cuecas.

Mas o país perderia a graça se fosse ao ar tal programa

O que iria fazer a polícia federal?

O que iriam fazer os “experts” em inteligência, os que, quando querem, chegam ao fundo do poço?

E aí, sim, restaria ao país promover uma enorme reforma política, uma revolução de métodos e sistemas e uma enorme confiança numa nova geração que vem aí.

Mas, não se preocupem os atores em questão porque, certamente, não haverá nenhum “Big Brother dos Políticos”.

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Primeira Edição © 2011