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Arraiá dos Dantas Almeida

29/06/2019 17:22

A familia Dantas Almeida, comandada pela matriarca Domivan, promoveu no dia 28 (sexta-feira), animada  festa de São Pedro, último Santo junino que encerra a temporada dos arraiás. O evento aconteceu numa casa de festas no bairro Trapiche e teve todos os ingredientes de um bom e tradicional arraiá. Fogueira pra criançada, comidas tipicas e 2 trios pé de serra que animaram os forrózeiros até altas horas. Este blogueiro (eu, né, rs) também  deu uma canja  cantando algumas músicas do repertório do grande e eterno Luiz Gonzaga.                               

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Arraiá Filhos da Jatiúca

23/06/2019 15:38

O presidente da associação do bairro Jatiúca, Fábio Rogério e Eric Cardoso, com apoio dos comerciantes do bairro, promoveram, nos dias 21 e 22 de junho, duas animadas noites juninas, com o " Arraiá Filhos da Jatiuca", montado na quadra esportiva do canteiro central do corredor em frente ao maceió shopping, Entre as atrações, destaques para o Coco de Roda e apresentações de quadrilhas, além de trios pé de serra, que se apresentaram no palco do arraiá. O evento atraiu muitos moradores da Jatiuca e bairros vizinhos.  

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Arraiá da Middô - o autêntico São João

20/06/2019 22:00

O Casa de Festas Middô, já está consagrada como um espaço cultural que valoriza os artistas e a  cultura local. No dia 19 (sábado), realizou seu  arraiá com o mais autêntico e verdadeiro forró nordestino, com as bandas Mô Fio e o Trio Gogó da Ema, A Mô Fio, conhecida  pela qualidade musical comemorou  seus 18 anos de estrada e deu mais um show maravilhoso para os amantes do bom e tradicional forró pé de serra.  

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Batalha Naval do Riachuelo - 154 anos

11/06/2019 07:35

Hoje, 11 de junho, a Marinha do Brasil, comemora os 154 anos da histórica Batalha do Riachuelo, (1865 -2019) e a Capitania dos Portos de Alagoas, através do Capitão de Fragata, Haron Jorge  Alves Cavalcante, realizou na noite de ontem(10), cerimônia militar para celebrar a data e anuciou uma série de atividades cívicos-sociais, esportivas e culturais, promovidas pela Capitania em comemoração a gloriosa batalha.

Na concorrida solenidade com presenças de autoridades civis e militares, os Segundos-Sargentos, Jubiano Antonio da Silva e Taciano dos Santos Matias, foram promovidos a Primeiros-Sargentos, e o último, (Sargento Taciano), recebeu Medalha de Prata pelos 20 anos de serviços prestados.

Dentre os eventos comemorativos, destacam-se:

DOAÇÃO VOLUNTÁRIA DE SANGUE no dia 04 de junho – Hemocentro de Alagoas -HEMOAL                                                                                                                                         

EXPOSIÇÃO HISTÓRICA de 07 a 16 de junho – Parque Shopping;                                                                                                                                     

AÇÃO CÍVICO-SOCIAL no dia 08 de junho, de 8h30 às 15h30 na  Escola Municipal ProfessoraMariaJosé Carrascosa;                                                                                                     

REGATA DE JANGADAS no dia 12 de junho, às 08h30 - – Praça Multieventos/Praia da Pajuçara;                                                                                                                                     

CAMINHA DE CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL no dia 13 de junho, às 14h30 – Praias de Pajuçara e Ponta Verde;                                                                                                   

PASSEIO CICLÍSTICO no dia 15 de junho, às 8h – Praça Marcílio Dias até Posto 7 (Ponta Verde).

 

"Antecedentes

A intervenção brasileira no Uruguai, em 1864, contrariou os planos políticos e as alianças do Paraguai, que considerou as ações brasileiras no Uruguai como um ato de guerra. O Paraguai iniciou as hostilidades com o aprisionamento do Vapor Marquês de Olinda no Rio Paraguai e a invasão da Província do Mato Grosso. Como lhe foi negada a permissão para que seu Exército atravessasse o território argentino para atacar o Rio de Grande do Sul, invadiu a Província de Corrientes, envolvendo a Argentina no conflito.

Em 1º de maio de 1865, o Brasil, a Argentina e o Uruguai assinaram o Tratado da Tríplice Aliança contra o Governo do Paraguai. Mobilizado desde 1864, o Paraguai acreditava que estava mais forte, pois contava com o apoio do partido Blanco uruguaio e esperava que as lideranças de algumas das províncias argentinas se juntassem as suas forças. Francisco Solano López também acreditava que teria boas chances de vencer em uma guerra rápida.

A luta pelo controle da via fluvial

A comunicação fluvial entre o Paraguai e o mar foi bloqueada pela Marinha do Brasil. Apesar do avanço das tropas paraguaias ao longo do Rio Paraná, a Força Naval brasileira se manteve no rio, em território argentino ocupado pelos paraguaios, efetivando o bloqueio. Solano López percebeu que o avanço da Força Naval brasileira, transportando tropas, afetaria suas ações ofensivas. Decidiu, então, atacar os navios brasileiros, que estavam próximos à cidade argentina de Corrientes, o que provocou a Batalha Naval do Riachuelo.

O plano paraguaio era surpreender a Força Naval brasileira sob o comando do Chefe de Divisão Francisco Manoel Barroso da Silva, fundeada próxima a Corrientes, antes do amanhecer de 11 de junho. Os navios paraguaios deveriam abordar os brasileiros e tomá-los. Porém, a Força Naval paraguaia se atrasou e perdeu o efeito surpresa da ação. Após um primeiro combate de artilharia, a Força Naval paraguaia se abrigou junto à foz do Riachuelo, onde López mandara instalar uma bateria de canhões em terra, na barranca de Santa Catalina.

Era uma armadilha, pois naquele trecho do Rio Paraná os navios deveriam passar por um canal sinuoso, próximos à margem, onde havia tropas paraguaias.

Esquadra brasileira

No início da Guerra da Tríplice Aliança, a Esquadra brasileira dispunha de 45 navios armados. Destes, 33 eram navios de propulsão mista, a vela e a vapor, e 12 dependiam exclusivamente do vento. O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (Arsenal da Corte) passara por uma modernização em meados do século XIX. Diversos dos navios do início da guerra foram projetados e construídos no País. Mais tarde, o Arsenal construiu também navios encouraçados para o teatro de operação no Rio da Paraguai.

Os navios brasileiros disponíveis antes dessa guerra eram adequados para operar no mar e não nas condições de águas restritas e pouco profundas que o teatro de operações nos rios Paraná e Paraguai exigia; a possibilidade de encalhar era um perigo sempre presente. Além disso, esses navios possuíam casco de madeira, o que os tornava muito vulneráveis à artilharia de terra, posicionada nas margens.

Esquadra paraguaia

A Esquadra paraguaia possuía 32 navios, incluindo os que eles apresaram do Brasil e da Argentina, dos quais 24 eram navios de propulsão mista a vapor e vela e oito eram navios exclusivamente a vela. Todos os navios de propulsão mista, exceto um deles, eram de madeira, com rodas de pás. Embora todos eles fossem adequados para navegar nos rios, somente o Taquari era um verdadeiro navio de guerra.

Os paraguaios desenvolveram, então, a chata com canhão como arma de guerra. Era um barco de fundo chato, sem propulsão, com canhão de seis polegadas de calibre, que era rebocado até o local de utilização, onde ficava fundeado. Transportava apenas a guarnição do canhão, e sua borda ficava próxima da água, deixando à vista um reduzidíssimo alvo. Via-se somente a boca do canhão, acima da superfície da água.

Desfecho

O conflito reuniu características peculiares de uma batalha naval no meio fluvial. Foi travada nos espaços reduzidos dos rios, e a existência de bancos de areia tornou as manobras difíceis, exigindo daqueles que desconheciam a região maior agilidade e capacidade de decisão.

A Batalha Naval do Riachuelo impôs uma séria derrota ao inimigo. Embora a guerra tenha se prolongado até 1870, a vitória nessa batalha foi determinante para o avanço dos aliados sobre o território inimigo, contribuindo para a derrota paraguaia. Os combates que se seguiram até o fim da guerra consolidaram o entendimento de que as estradas da região eram os rios, cujo controle foi garantido pela vitória da Marinha do Brasil em Riachuelo.

Desde então, a Marinha do Brasil comemora, todos os anos, no dia 11 de junho, os feitos heróicos daqueles homens que lutaram na Batalha Naval do Riachuelo, reconhecendo-os como exemplos e lembrando seus atos às gerações que os sucederam.

Os Sinais de Barroso

No dia 11 de Junho de 1865, nas águas do Rio Paraná, próximo à confluência do Riachuelo, travou-se o sangrento combate que recebeu o nome do pequeno afluente.

A Esquadra Brasileira, sob o Comando do Chefe-de-Divisão Francisco Manuel Barroso da Silva (depois Barão do Amazonas), bateu-se valentemente durante todo o decorrer do dia contra os navios da Esquadra Paraguaia, às ordens do CMTE Mezza. Vários destes foram postos à pique, conseguindo uns poucos escapar seriamente avariados.

No decorrer da luta, na capitânia de Barroso – Fragata Amazonas – foram içados numerosos sinais transmitindo ordens aos demais comandantes brasileiros. Dois deles ficaram especialmente célebres: 

779- “O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever”

10- “Sustentar o fogo que a vitória é nossa”

(Fonte: Marinha do Brasil)

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17º Trem do Forró Corporativo 2019

09/06/2019 19:33

Os promotores de eventos, Marcus Assunção e Fafá Pedra- Eventur's, realizaram no último dia 08 (sábado), a 17ª edição do Trem do Forró Corporativo,  numa animada viagem partindo da estação CBTU centro- Maceió até o municipio de Satuba, onde os convidados foram recebidos com mais forró na praça multieventos do municipio.  Os 7 vagões que balançavam nos trilhos de acordo com os rítmos das músicas e animação da galera,  cada um tinha  estrutura própria de open bar, petiscos e trio pé-de-serra, para animar os forrozeiros, com excessão do vagão da imprensa onde a animação ficou por conta do DJ/VJ James B. O esquenta começou às 19h30, na estação CBTU, com muita música e degustações de caldinhos e caipirinhas e somente às 3h00 da madrugada o Trem do Forró retornou à Maceió. Uma viagem que vale a pena.   

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Primeira Edição © 2011