Olá,
Do modo como as pessoas se referem aos negócios e ao mercado de trabalho nos dias de hoje, parece que esta afirmação é verdadeira. Você não pensaria assim? Será que para obtermos sucesso, necessariamente, outros terão que fracassar?
A atualidade tem mostrado que estamos tão preocupados em vencer e em competir, que muitas pessoas passam por cima de tudo e de todos para chegar a realizar suas metas e objetivos. Será que é assim que as coisas funcionam?
O negócio e o mercado de trabalho visto como uma guerra levam-nos a pensar sempre numa relação de perde-ganha. Como sabemos, há poucos vencedores, quando os negócios e a carreira profissional são vistos de uma forma competitiva exagerada, sempre um querendo ser o melhor em relação ao outro, quando poderiam ser melhores em relação a si mesmos. Essa inversão de valores compromete a ética nas organizações e promove estados de stress, tanto nos empresários, como nos demais integrantes da empresa.
A relação praticada pelo empresário e pelo profissional atual deve ser uma relação ganha-ganha, e isso não tem nada a ver com guerra. Temos que ouvir os fregueses para entendê-los melhor e poder oferecer produtos e serviços compatíveis com suas necessidades; trabalhar em perfeita sintonia com os fornecedores; criar equipes e estabelecer sociedades estratégicas, inclusive com os concorrentes.
Na verdade, a maioria das empresas só é bem sucedida se outras também o forem. Da mesma forma, acontece com o profissional. Não conheço nenhum profissional de sucesso que se mantenha no mercado sem a ajuda de outros profissionais.
Temos que cooperar, temos que nos preocupar com as pessoas quando estamos concorrendo no mercado de trabalho. É imprescindível a adoção de uma atitude ganha-ganha, de modo que, na maioria esmagadora das vezes, é possível estabelecer uma relação vencedora, sem deixar pelo caminho, perdedores.
Lembremo-nos sempre que indivíduos poderosos ou empresas poderosas não existem sozinhos, isolados. Indivíduos livremente associados, em cooperação, produzem uma comunidade em um nível mais elevado, pois afinal, cada individuo faz parte de uma última comunidade: A humanidade.
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