Fernando Palmeira
O lamentável acidente com o transatlântico na costa da Itália, nos remete aos gandes naufrágios de navios de passageiros, O titanic, é o mais relembrados nos últimso dias.
A Empresa responsabiliza capitão pelo naufrágio do cruzeiro na costa italiana
CEO disse que capitão errou, desobedeceu regras e mudou percurso.
Acidente matou 6 e deixou 14 desaparecidos próximo à ilha de Giglio.
Do G1, com agências internacionais
O presidente e CEO da Costa Cruzeiros responsabilizou nesta segunda-feira (16) o capitão do barco Costa Concordia pelo acidente de sexta-feira, que provocou seis mortes até agora e deixou ao menos 14 desaparecidos.
Segundo Pier Luigi Foschi, o acidente foi causado por erro humano.
Ele disse que o capitão Francesco Schettino desobedeceu a regras da empresa e provocou o acidente.
"A companhia desaprova o comportamento que causou o acidente, decidindo desviar o navio de sua rota ideal", disse.O navio chocou-se contra uma rocha, encalhou em um banco de areia próximo à ilha de Giglio, na Toscana, região central da Itália, teve seu casco quebrado, virou e ficou parcialmente submerso.
No total, 12 navios e 9 helicópteros foram mobilizados para verificar se há alguém no mar, segundo o porta-voz da capitania de Livorno, Emilio Del Santos.
A capitania de Livorno, o maior porto da Toscana, anunciou a abertura de uma investigação sobre a causa do acidente e como os passageiros foram resgatados.
A "caixa-preta" do navio, dispositivo com o registro da sua trajetória, já foi encontrada e está sendo examinada. Francesco Verusio, procurador-chefe de Grosseto, disse que o exame deve estar pronto em dois dias.
Brasileiros
Havia 53 brasileiros a bordo - 47 passageiros e 6 tripulantes -, mas não há notícias de brasileiros entre os mortos, feridos ou desaparecidos, segundo o Itamaraty.
A empresa Costa Cruzeiros, por intermédio de sua assessoria de imprensa no Brasil, deixou disponíveis os seguintes números de telefone para informações sobre os brasileiros, em São Paulo: 55-11-2123-3673 e 55-11-2123-3679.
Recentemente comentei com amigos sobre a possibilidade de relaizar um cruzeiro, no retorno dos navios que se encontram em mares do Brasil relaizando a temprada. Para minha supresa algumas pessoas descartaram a ideia justificando o medo de naufrágio.
Depois desse acidente alguns me ligaram perguntando se eu aida estava disposto a realizar o cruzeiros de travassia do Atlântico. O que tenho dito para todos é que os acidentes infelizmente acontecem. Mas nem por isso, devemos dixar de viajar.
O momento é de lamentarmos o ocorrido e cahmarmos a atenção dos que lidam com a segurança da navegação, tanto mercantil, quanto de passageiros, em especial de turismo.
Redação
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