Olá,
Esta frase pronunciada por um turista e repercutida na imprensa local, nos faz refletir e voltar a questões que nos últimos anos temos repetido nos mais diferentes meios de comunicação: Não nos preparamos para receber bem os nossos visitantes; nos falta ainda absolutamente tudo, o que ainda temos, não sei até quando, são as riquezas naturais.
É bom frisar que este é um problema nacional, mas este fato não serve de desculpa, ou não pode servir para encobrir a nossa costumeira “incompetência” quando se trata de planejamento.
Esses problemas apontados pelos turistas que visitam o nosso estado são recorrentes: Comerciantes e Camelôs que exploram; sujeira, lixo nas ruas; atendimento deficiente dos transportes públicos; falta de programação cultural na cidade, principalmente à noite; falta de capacitação da mão de obra voltada ao atendimento dos turistas; e por aí vai.
E o que temos feito? Se é que estão fazendo alguma coisa no sentido de resolver essas questões, não está surtindo efeito, claro.
Com planejamento cuidadoso, participativo e efetivo poderemos sim, transformar este pedaço de paraíso em um destino turístico respeitado.
Só para citar um exemplo: se criarmos um certificado de qualidade para: bares, restaurantes, empresas de turismo, barracas de orla, taxis, inclusive camelôs que vendem na praia. Para adquirir este selo o equipamento turístico seja ele qual for, teria que se submeter a uma rigorosa auditoria geral que atestasse todos os aspectos relevantes daquele estabelecimento.
Depois, a propaganda oficial do governo das secretarias e órgãos ligados ao turismo, recomendava que o turista desse preferência a esses estabelecimentos certificados, pois ali eles estariam seguros em todos os aspectos, inclusive preços.
Garanto que com três anos de um programa bem feito estaríamos muito bem preparados: Comerciantes preocupados em certificar o seu estabelecimento e não perder o certificado, camelôs identificados com coletes e números para reclamação dos turistas, e por aí vai..
Desculpem, é só um desabafo de quem forçosamente tem ficado de expectador a presenciar a “incompetência” prosperar, aqui e alhures.
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