Representantes da USP realizam pesquisa sobre vítimas de trânsito

Estudo está sendo realizado com o objetivo de identificar os principais motivos que causam os acidentes com motociclistas

02/03/2018 10:32

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Assessoria de Comunicação

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Pesquisadores da Faculdade de Medicina de São Paulo (USP) participaram na quinta-feira (1) da operação Lei Seca na capital maceioense, coordenada pelo Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas (Detran/AL) para a realização de um estudo sobre os fatores de risco associados aos acidentes com motociclistas na região.

O estudo que está sendo promovido aqui em Alagoas e que já contemplou os municípios de Arapiraca; Palmeira dos Índios; Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia será o primeiro do Nordeste e o segundo do Brasil. O primeiro e único até então foi concretizado apenas na cidade de São Paulo.

De acordo com os representantes da USP, o principal intuito deste estudo é construir um panorama dos principais motivos que causam os acidentes com motociclistas na região e saber se existe o envolvimento intensivo da mistura de álcool e direção.

 

O diretor-presidente do órgão, Antonio Gouveia, destacou que ações como essas são de extrema importância para conhecer a realidade e identificar os principais fatores de riscos associados que sirvam de subsídios para a tomada de decisão quanto ao investimento em medidas preventivas mais eficazes no Estado.

A pesquisa é resultado de uma parceria entre a universidade, a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), Conselho Estadual de Trânsito (Cetran), Ministério da Saúde e do Plano de Segurança Viária para Motociclistas do Detran/AL.

Lei Seca

Segundo dados da coordenação da Lei Seca, a operação resultou em 159 veículos abordados e seus condutores revistados, 164 pessoas submetidas ao teste do etilômetro e 18 autos de infrações lavrados por diversas irregularidades de trânsito.

“Podemos considerar que tivemos um grande avanço em Maceió, com os motoristas bem mais conscientes. De 164 testes realizados, só houve apenas uma recusa, nenhuma prisão. Isso nos alegra bastante, mas as fiscalizações não irão diminuir e pretendemos obter esses resultados em todo o Estado de Alagoas”, enfatizou o coordenador da operação, tenente Emanuel Costa. 

 

 

 

Primeira Edição © 2011