Ladrão usa banheiro no assalto, não dá descarga e tem DNA reconhecido

Andrew David Jensen, de 42 anos, não imaginou que poderia acabar na cadeia por conta de um simples descuido feito enquanto assaltava uma casa

10/08/2017 13:59

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Último Segundo - iG

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O americano Andrew David Jensen pode ter pensado em tudo para protagonizar o “crime perfeito”. Mas, como todos nós já sabemos, isso não existe. Mesmo tomando todos os “cuidados”, um criminoso pode ser identificado e, às vezes, isso acontece quando o ladrão invade uma casa, usa o banheiro e esquece de dar a descarga, por exemplo. 

Aos 42 anos, um  ladrão arrombou uma residência na cidade de Thousand Oaks, no sul da Califórnia, Estados Unidos, durante o mês de outubro do ano passado. Tudo parecia correr bem (para ele), até que os donos da casa perceberam que Jensen deixara um “presente” em seu vaso sanitário e chamaram a polícia.
O Departamento de Polícia do Condado de Ventura, responsável pelo caso, colheu as amostras ali encontradas e realizou testes de DNA, que conseguiram revelar a identidade do criminoso.

De acordo com um relatório divulgado pelas autoridades, Jensen foi preso no dia 28 de julho, suspeito de invadir uma residência. Ele teve a fiança determinada em 180 mil dólares – cerca de R$ 560 mil. Seu primeiro julgamento estava marcado para a tarde desta quarta-feira (9).

Ilegalidade criativa
Enquanto alguns criminosos são atrapalhados e deixam "pistas" na cena do crime, outros usam a criatividade para alcançar os seus objetivos. No estado do Alabama, por exemplo, mais de dez presos conseguiram escapar da cadeia usando um ingrediente indispensável da culinária americana: a manteiga de amendoim .

De acordo com o jornal “Chicago Tribune”, os detentos envolvidos na fuga utilizaram manteiga de amendoim – o recheio de um sanduíche distribuído na cadeia – para confundir os carcereiros. O plano era usar o creme para esconder a numeração de uma porta em especial, que liga o corredor as celas com o exterior, e pedir para que um novo funcionário liberasse o acesso, tudo com o argumento de que aquela porta pertencia à cela de um dos detentos.

A mirabolante ideia funcionou e, unidos, os prisioneiros ainda usaram um cobertor para cobrir o arame farpado de um muro e evitar machucados. Por mais que o plano tenha dado certo, a liberdade dos presos não durou muito: dois dias depois, todos os envolvidos já tinham sido recapturados – inclusive um esperto ladrão, que conseguiu cruzar a fronteira do estado e foi encontrado na Flórida.
 

Primeira Edição © 2011