Comunidade inteira é convidada para casamento de Doris Monteiro e Pablo Formiga

"Minha família é esse povo", disse a noiva Doris Monteiro, conhecida na cidade por projetos sociais com os mais necessitados.

22/09/2015 07:29

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Jessica Pacheco

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Não, não é brincadeira ou exagero! No último dia 15 de setembro, grande parte da comunidade da Barra de São Miguel, litoral sul de Alagoas, marcou presença na Igreja Matriz de São Joaquim Sant’Ana para prestigiar o casamento de Doris Monteiro e Pablo Formiga.

Doris é empreendedora social e detentora de diversos projetos sociais na Barra de São Miguel e cidades circunvizinhas. 

“Minha família é esse povo, por isso que eu e meu noivo quisemos convidar a todos. Deixamos convites colados em padarias, quiosques, para que todos se sentissem convidados”, disse Doris, que é conhecida na região como ‘Tche Tche Tche Paixão’. "Nossa cidade de pouco mais de 7 mil habitantes e mais de mil compareceram a nossa festa. Foi lindo".

Fabio Melo/Cortesia

A noiva, de vestido branco e bota, chegou a igreja à cavalo acompanhada pela multidão que a acompanhou desde a favela até a Igreja, que, no jeitinho brasileiro, coube aproximadamente 1.200 pessoas que se aglomeraram para prestigiar a felicidade dos noivos.

“O casamento foi realizado numa terça-feira à noite, porque fim de semana aquela população trabalha e não poderia comparecer, foi lindo”, definiu a noiva orgulhosa. “Teve muita gente que torceu para que as coisas dessem errados, mas graças a Deus foi tudo lindo”, finalizou.

Fabi0o Melo/CortesiaA festa do casamento aconteceu na sede do Sindprev e teve o como tema a ‘Ressaca das Festas Juninas’ em pleno mês de setembro, com direito a quadrilha na valsa dos noivos. 

“Não ia ter muito a ver uma valsa naquela festa, então, eu, meu noivo e os padrinhos ensaiamos uma quadrilha junina batizada de ‘Tche Tche Tche Paixão”, explicou.

Regada a animação, comidas típicas e muito churrasco, a festa entrou para a história da cidade da Barra de São Miguel como o ‘casamento em que reuniu toda a comunidade local’, desde vaqueiros e feirantes, até autoridades políticas alagoanas.

Fabio Melo/Cortesia

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