Renan anuncia dinheiro para funcionamento de UPA de Maceió

Unidade está fechada desde que foi inaugurada pelo governador Teotonio Vilela

24/06/2015 08:19

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Redação

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Durante a entrega de cinco da Unidade de Cirurgia Vascular e Endovascular, no Hospital Geral do Estado, (HGE), que já possuía 20 leitos, o governador de Alagoas, Renan Filho, (PMDB), anunciou um plano de investimentos para a área da Saúde Pública no Estado, realizados com recursos próprios.

Renan frisou da necessidade de estruturar a rede de atendimento em Alagoas que deve ser feito através de um plano de regionalização nas cidades de Delmiro Gouveia, União dos Palmares, Porto Calvo e Viçosa, onde os atendimentos são considerados precários.

Para isto o Estado investirá recursos nos municípios que terão a obrigação de cumprirem metas da rede de Atenção Básica, fator que em razão das precariedades nos municípios tem superlotado o HGE..

Durante o discurso o governador disse que nos últimos dez anos nenhum hospital foi construído em Alagoas, apesar de um investimento da saúde pública no valor de R$ 2 bilhões.

Já a secretária estadual da Saúde, médica Rozangela Wyszomirska, anunciou a ampliação dos leitos do Hospital Municipal São Sebastião, localizado na cidade de Porto Calvo. A unidade terá mais 60 leitos passado para 110 leitos no total, beneficiando a Unidade de Tratamento Intensivo, (UTI), adulto e infantil;

Renan Filho encerrou o discurso anunciando que deve antecipar cerca de R$ 800 mil para o funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento, (UPA), localizada na Avenida Cabo Reis, no bairro do Trapiche, Região Sul de Maceió. O governador havia se comprometido com prefeito de Maceió, Rui Palmeira, (PSDB), em março deste ano, quando discutiram em um encontro, a ajuda do Estado para que a UPA do Trapiche funcione. Ao município caberá a responsabilidade de ceder os servidores e o estado os equipamentos e medicamentos.

Rui não esconde as dificuldades para abrir todas as UPAs construídas na cidade e que apesar de já terem sido inauguradas continuam fechadas. Além da falta de dinheiro para equipar cada Unidade, as Organizações Sociais de Saúde, (OSS), teriam enviado propostas incompletas para gerir a UPA do Benedito Bentes, na parte alta de Maceió. 

Primeira Edição © 2011