Polícia já tem nomes de quem matou cães no Neafa

Testemunhas revelaram nomes de diretores e de um colaborador da ONG

19/02/2015 12:40

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Redação

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Dois supostos diretores do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis, (Neafa), e um colaborador teriam participação nas mortes de 12 cães, que recebiam cuidados no Neafa, e que foram mortos envenenados no final do ano passado.

A informação foi confirmada pela presidente da Comissão de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas, (OAB-AL), Cristiane Leite, que esteve com o delegado responsável pelas investigações, Gustavo Pires, que ainda aguarda ouvir mais três pessoas para concluir o inquérito.

Segundo a advogada os nomes dos suspeitos foram conseguidos durante depoimentos a Polícia Civil, (PC), de funcionários e colaboradores da ONG. Em um dos depoimentos a testemunha teria confirmado que um colaborador já teria envenenado cerca de 20 animais, considerados velhos, sem donos ou que estavam com a saúde agravada.

No inicio do mês, durante uma entrevista coletiva, o advogado da ONG, Cláudio Vieira, desmentiu a participação de um dos gestores nas mortes dos animais. A declaração havia sido feita pelo promotor de Justiça, Flávio Gomes da Costa, que acompanha o caso.

Na época a advogada Cristiane Leite chegou a confirmar a informação e acrescentar que o envenenamento dos animais só haveria ter acontecido se alguém tivesse o acesso facilitado, ou se fosse funcionário  ou através da residência vizinha ao Neafa, cuja proprietária comprovou que no dia do crime estava viajando e que só retornou no dia 27 de dezembro.

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