Instituto de Criminalística recebe pela primeira vez reagente para identificação de explosivos

10/12/2013 11:36

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Ascom POAL

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Os peritos do Instituto de Criminalística de Alagoas receberam na manhã de hoje, 10, novos instrumentos para o combate a criminalidade. O órgão adquiriu uma remessa de reagentes para locais de crime, entre eles uma novidade, um produto exclusivo para detecção de explosivos.

Este kit permite a identificação de todos os tipos explosivos criados desde a segunda guerra mundial até hoje, podendo detectar ainda o explosivo mesmo após sua detonação. Através desse novo produto, os peritos criminais poderão testar explosivos, suas matérias-primas e a resultante de sua detonação, como por exemplo, nos fragmentos gerados por explosões em bancos e caixas eletrônicos.

Na entrega dos reagentes, o instrutor Osvaldo Redig, da empresa fornecedora dos produtos, realizou um treinamento, ensinando a forma correta do emprego de cada um dos aerossóis e as suas especificidades. Isso porque, além do reagente para explosivos, o IC ainda recebeu reagentes para detecção de cocaína, crack, maconha, afins e derivados, reagente para visualização de impressão digital em superfícies diversas, porosas, e escuras e o famoso reagente para visualização de pegadas.

Para José Cavalcante, diretor do Instituto de Criminalística, este tipo de investimento, estimado em mais de 23 mil reais, é necessário e muito importante para os trabalhos diários do órgão. Isso porque cada um dos produtos apresentados, explicou o diretor, permite um resultado imediato tanto nas perícias externas como nas internas.

“Com o emprego desses reagentes iremos melhorar significativamente as atividades de levantamento em locais de crime. Poderemos fazer, por exemplo, a constatação de drogas sem a necessidade de exame laboratorial e iremos também retomar a realização de testes residuográficos já que recebemos kits para detecção de resíduos provenientes de disparo de arma de fogo”, explicou Cavalcante.

Após a entrega e o treinamento, todos os reagentes químicos foram colocados a disposição das equipes plantonista e dos laboratórios responsáveis pelos exames no Instituto de Criminalística. 

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