Secretaria da Cultura repudia falsas acusações contra Karina Padilha

Coreografia, técnica, inovação e criatividade são os critérios usados para seleção de grupos de dança

03/10/2013 13:52

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Agência Alagoas

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Desde a 7ª edição da Mostra Alagoana de Dança (em 2009), depois de uma interrupção de 4 anos, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) assumiu a responsabilidade de realizá-la, anualmente. Com a consolidação da mostra, como principal palco da dança em Alagoas, foi necessário – diante do grande número de inscritos, um processo seletivo.

Na atual 11ª Mostra Alagoana de Dança, 37 grupos não foram selecionados para a etapa Maceió, pelos mais diversos motivos. A curadoria da mostra leva em consideração durante cada noite de apresentação nos municípios do interior – dentre outros aspectos – coreografia, técnica, inovação e criatividade.

Nas últimas cinco edições da Mostra Alagoana de Dança, o processo de seleção dos grupos para apresentações no Teatro Gustavo Leite, sempre foi pautado pelos critérios mencionados.

Individualmente ou em grupo, o Sr. Tarcisio Gonçalves, foi selecionado em outras edições da mostra pela mesma curadora, que hoje acusa de homofóbica. É evidente, que as acusações não se sustentam à luz dos fatos, bastando para isso, assistir as apresentações da 11ª Mostra Alagoana de Dança.

A Secult reitera publicamente sua total e absoluta confiança em Karina Padilha, uma das idealizadoras da Mostra Alagoana de Dança (no ano de 2000) e sua curadora, desde então, reconhecida no meio cultural, não apenas pela contribuição à gestão pública da cultura, como também, no campo da dança, por sua honestidade, integridade e respeito à diversidade e repudia, com veemência, as falsas acusações contra a mesma.

Primeira Edição © 2011