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Governo lança Plano de Segurança na quarta-feira

A solenidade acontecerá no Teatro Gustavo Leite, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, onde também serão formalizados outros atos oficiais.

24/06/2012 09:11

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Assessoria

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O governador Teotonio Vilela e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, lançam quarta-feira (27), às 9h, o Plano Nacional de Segurança Pública. A solenidade acontecerá no Teatro Gustavo Leite, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, onde também serão formalizados outros atos oficiais.

Após a solenidade oficial de lançamento do plano, haverá entrevista coletiva à imprensa e em seguida, destruição de armas apreendidas no estacionamento do Centro de Convenções. O plano é uma construção do Governo do Estado, que será executado em conjunto com o Governo Federal.


Paralelamente às ações do Centro de Convenções, a Polícia Militar, em parceria com outras instituições públicas e privadas, vai coordenar ações de cidadania na Base Comunitária de Segurança do Jacintinho, localizada na Praça Mário Jambo. No local, haverá emissão de documentos, corte de cabelo, ações de saúde, cadastro no Sistema Nacional do Emprego (Sine) e balcão de ouvidoria da Defesa Social, além de oficinas educativas e apresentações culturais.


Ao meio-dia, o governador, o ministro e autoridades da área de segurança pública inauguram o Departamento de Homicídios, que funcionará na Rua da Alegria, próximo ao Palácio República dos Palmares. O Plano de Segurança prevê investimento do Governo Federal, com contrapartida do Governo de Alagoas, para aquisição de equipamentos, oferta de cursos de capacitação e aperfeiçoamento da polícia técnica. A parceria também prevê o reforço da Força Nacional, fortalecimento da perícia criminal e do monitoramento das áreas de maiores índices de criminalidade. O trabalho será acompanhado por uma sala de situação e uma força-tarefa atuará para dar agilidade ao andamento de inquéritos.


O Governo vai investir na ampliação dos postos de arrecadação de armas, e a Secretaria de Estado da Defesa Social manterá o projeto de bonificação de policiais militares por apreensão de armas e drogas, além de executar ações como a implantação do projeto de videomonitoramento de Maceió e a construção do novo complexo de perícia criminal.


O lançamento do Plano Nacional de Segurança Pública em Alagoas começou a ser articulado durante a realização do I Colóquio de Experiências Exitosas na Prevenção e Redução de Homicídios, ocorrido em março de 2011 em Maceió. O evento trouxe a Maceió representantes da área de segurança de todo o Brasil e do Governo Federal, incluindo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Mikki, que voltam na próxima quarta para lançar o plano, consequência das ações pactuadas no ano passado.


Durante reuniões de trabalho para a construção do Plano Nacional de Segurança, em Brasília, o ministro Eduardo Cardozo afirmou que Alagoas recebeu o projeto piloto da nova política nacional de segurança por ter criado o ambiente necessário à execução das ações pactuadas, como o mapeamento das áreas mais violentas e o fornecimento de informações sobre a criminalidade.


“Ficou claro, para o Ministério da Justiça, que as medidas preparatórias para uma ação firme do Governo Federal na parte de segurança pública foram tomadas. O governador Teotonio Vilela cumpriu tudo aquilo que efetivamente nós achávamos necessário para que o Governo Federal pudesse entrar com firmeza com um plano de combate à criminalidade violenta”, afirmou Cardozo.


O ministro lembrou que o plano será lançado nos outros estados, a começar por Alagoas, que sediará o plano piloto, conforme ações propostas pelas autoridades de segurança do Estado. “Os pressupostos foram dados pelo Governo do Estado, agora nós vamos desenvolver junto um conjunto de medidas indispensáveis para reduzir a criminalidade e o número de homicídios do Estado”, disse o ministro.
 

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  • Crime sem prova = Impunidade 24/06/2012

    Querer que a impunidade seja dizimada, e a violência reduzida com "fazer de conta" é querer chamar os alagoanos, no mínimo, de inocentes. Não é possível que a Justiça se faça sem uma perícia forte, dignificada, respeitada e dedicada a produzir provas científicas inquestionáveis e de forma célere.

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