Coca-cola é acusada de apoiar ditador africano

A mudança que foi louvável, e seria temporária, acabou se tornando, no entanto, perene e condenável

08/01/2012 12:44

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A Coca-Cola deu em 1987 uma importante contribuição ao movimento anti-apartheid na África do Sul boicotando o regime segregacionista: retirou-se do país para abalá-lo economicamente e moveu toda a sua estrutura produtiva para a vizinha Suazilândia.

A mudança que foi louvável, e seria temporária, acabou se tornando, no entanto, perene e condenável: organizações de direitos humanos estão acusando a multinacional de apoiar política e financeiramente o rei Mswati III (foto), o último imperador absolutista do continente. A Coca-Cola nega as acusações.  

Primeira Edição © 2011