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Estreou em 1973 como repórter do Diário de Pernambuco, do qual foi redator e editor setorial. Foi editor-geral do Diário da Borborema-PB, Jornal de Hoje e Jornal de Alagoas. Foi colunista político e editorialista de O Jornal. Exerceu os seguintes cargos: Coordenador de Comunicação da Assembleia Legislativa de Alagoas, Delegado Regional do Ministério do Trabalho, Secretário de Imprensa da Prefeitura de Maceió e Secretário de Comunicação de Alagoas. Atualmente é editor-geral do PRIMEIRA EDIÇÃO.

Sem citar nome, procurador-geral rebate Collor

10/05/2012 09:55


Sem citar nomes, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, atribuiu a réus do mensalão ou a pessoas que já foram alvos de investigação do Ministério Público as críticas que têm sido feitas a ele pela condução das investigações contra o contraventor Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO).
Quem bateu duro em Gurgel, durante sessão secreta da CPI, foi o senador Fernando Collor, amigo e correligionário do ex-deputado Roberto Jefferson, autor da denúncia sobre o mensalão. Jefferson, então deputado e presidente nacional do PTB, denunciou o esquema de compra de votos no Congresso, mas acabou sendo cassado junto com o petista José Dirceu, então deputado licenciado e chefe da Casa Civil do presidente Lula.
"Eu tenho dito que são críticas de pessoas que estão morrendo de medo do julgamento do mensalão", afirmou. "É compreensível que pessoas ligadas a mensaleiros queiram atacar o procurador-geral da República", acrescentou. "Eu acho que, se não réus, protetores de réus do mensalão estão como mentores (das críticas)", disse.
Gurgel não quis nominar quem estaria por trás das críticas que têm sido feitas a ele. Disse apenas, ao ser questionado se seria o ex-ministro José Dirceu, que é "notório quem está por trás das críticas". Gurgel disse ainda que as críticas têm como objetivo impedir as investigações do Ministério Público e imobilizar o procurador-geral da República. (Com Estadão Online)


 

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Collor ataca procurador-geral da República

09/05/2012 14:55

O senador Fernando Collor (PTB-AL) afirmou, durante a sessão secreta realizada ontem na CPI do Cachoeira, no Congresso, que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, tem pedido ajuda, nos bastidores políticos, para não prestar depoimento à CPI.
Segundo o senador, Gurgel também é responsável por "uma espécie de ameaça velada" aos membros da CPI, pois estaria espalhando a informação de que outros casos envolvendo políticos poderão vir à tona na esteira do escândalo Cachoeira.
O jornal Folha de S. Paulo teve acesso à íntegra de um áudio que registra o depoimento do delegado da Polícia Federal Raul Alexandre Souza, coordenador da Operação Vegas, desenvolvida entre 2008 e 2009 e paralisada após chegar ao gabinete de Gurgel. O depoimento foi tomado em sessão secreta. A sessão foi aberta apenas aos membros da CPI e um técnico de cada gabinete.
Collor é um dos principais críticos de Gurgel na CPI e insiste, desde o início dos trabalhos na comissão, que Gurgel seja convocado a depor para que esclareça por que nada fez após receber, em 2009, os autos da Operação Vegas que já apontavam indícios da participação do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) com o grupo liderado por Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
Após 2h12min de depoimento do delegado, Collor comentou uma visita que o presidente da CPI, Vital do Rêgo (PMDB-PB), e o relator, Odair Cunha (PT-MG), fizeram a Gurgel para sondá-lo a respeito de um depoimento na comissão. Gurgel se recusou a comparecer.
Segundo Collor, após a audiência Gurgel passou a se movimentar nos bastidores políticos para tentar reverter a sua convocação.
Collor narrou: "Esses contatos externos precisam ser melhor informados aos membros integrantes desta comissão para que nós saibamos as coisas como estão acontecendo aí fora. Depois desse contato que Vossa Excelência teve, em conjunto com o relator desta comissão, o senhor procurador-geral começou a fazer algumas visitas. Recebeu visitas de parlamentares e senadores, companheiros nossos, em que, em tese, ele apresentou justificativas --em tese, eu digo, é o que se comenta-- ele apresentou justificativas do porquê não comparecer à CPI, como que pedindo auxílio: 'Me ajudem para que eu não lá esteja, eu não lá vá'. E depois desses encontros ele também soltou umas notícias, em algumas colunas, falando sobre casos fortuitos, que nos pareceu, uma espécie de ameaça velada no sentido de 'se eu eu for para lá, esses casos fortuitos serão revelados e irão incriminar outras pessoas'.
Após o depoimento do delegado ontem, ganhou força na CPI a proposta de convocar o procurador. Segundo o delegado, a investigação da Vegas foi paralisada após ser remetida ao conhecimento de Gurgel. A decisão, segundo o delegado, lhe foi informada pela mulher de Gurgel, a subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio.
OUTRO LADO
A assessoria de imprensa da Procuradoria-Geral da República afirmou que "há um sentimento geral no Ministério Públiuco Federal de que há uma tentativa de fragilizar o papel do procurador-geral por conta do julgamento do mensalão".
A assessoria confirmou que Gurgel manteve reuniões com parlamentares membros da CPI, mas "nada foi reservado, a imprensa noticiou". Negou que Gurgel tenha "pedido auxílio" aos parlamentares. Segundo a assessoria, Gurgel procurou mostrar impedimentos jurídicos para o seu depoimento. Segundo a versão sustentada pela Procuradoria, Gurgel poderia ter que deixar o inquérito que trata de Demóstenes caso manifestasse opinião à CPI.
O bloco de parlamentares que defende a convocação de Gurgel diz que ele não será questionado sobre detalhes da investigação, mas o motivo pelo qual deixou a investigação paralisada por quase três anos. (Reproduzido da Folha Online)

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Alagoas pede socorro

07/05/2012 05:44

Nenhum estado brasileiro tem condições de vencer a violência sem ajuda federal. É preciso ser ingênuo ou viver à margem da realidade para afirmar, como o fez o vereador Ricardo Barbosa, que “não é difícil conter a criminalidade em Alagoas”.
Tome-se como exemplo o Rio de Janeiro. Estado poderoso, rico e forte politicamente, teve de ‘abrir mão’ de sua autonomia para receber socorro federal e, assim, partir para uma guerra vitoriosa contra o narcotráfico. Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Federal, Força Nacional – todos participam do esforço conjunto para pacificar os territórios cariocas dominados pelo tráfico.
Por que seria diferente aqui em Alagoas? O Estado é pequeno, é verdade, mas pequeno também é seu potencial econômico, como diminuta é sua representação política no plano federal. Guardadas as proporções, os dois se nivelam cada um com suas particularidades, mas ambos precisando do indispensável socorro federal.
A violência urbana é gerada por múltiplas causas e, uma vez instalada, ao longo do tempo, passa a exigir tempo e investimentos até ser reduzida, contida e mesmo debelada. Fosse fácil derrotar bandidos bem armados e municiados de dinheiro farto, nenhum estado, nenhuma cidade brasileira estaria mais às voltas com a desgastante luta contra a bandidagem.
Fundamental é que o governo federal agilize a execução do projeto “Crack, é Possível Vencer”, dotando Alagoas de meios para combater o crime, assim como fez com o Rio de Janeiro.

FUGINDO DO LEILÃO
Homem de Deus, o pastor Ildo Rafael descarta a hipótese de sair candidato este ano. Poderia tentar um mandato na Câmara, mas observa: “Não tenho dinheiro para participar de leilão de votos”.

CACHOEIRA ABAIXO
O PT apostava no barulho da CPI do Cachoeira para empanar o julgamento do mensalão. Seus líderes, contudo, já se deram conta de que o tiroteio vai atingir tanto a oposição quanto os governistas.


ENTRE PIABAS E TUBARÕES, A CUT NÃO TITUBEIA
A CUT exibiu todo seu poderio no 1º de maio. Fez protesto no comércio insurgindo-se contra meia dúzia de lojistas, donos de armarinhos. A ousada Central ‘esqueceu’, contudo, os pobres operários da poderosa Wal-Mart, do Extra, do G Barbosa, dos shoppings, dos restaurantes e bares, das redes de combustíveis, cujos trabalhadores, com razão, se sentiram esquecidos e discriminados.


ESTUDANDO O JOGO
O senador Renan Calheiros vai iniciar conversações sobre a sucessão em Maceió, mas definição mesmo só deverá sair em junho, período em que os partidos escolherão oficialmente seus candidatos.

CÉLIA NA CABEÇA
Em Arapiraca, o panorama é outro. Em todas as viagens feitas à capital do Agreste, Renan tem dito e reiterado que apoiará a deputada Célia Rocha para suceder o prefeito Luciano Barbosa.

CÂMARA RENDE HOMENAGEM A ALAN BARBOSA
Considerado referência no ramo da oftalmologia, o mestre Alan Barbosa acaba de ser homenageado com a Comenda Mário Guimarães. A distinção foi entregue durante sessão especial na sexta-feira (4), na sede da Câmara Municipal. Autor da homenagem, o vereador Sílvio Camelo disse que o desempenho de Alan Barbosa, ao longo dos anos, só tem engrandecido o exercício da oftalmologia em Alagoas, graças à sua competência e extrema dedicação.

TERCEIRO MANDATO
Presidente da OAB/AL, Omar Coelho de Mello tem resistido aos apelos para disputar o terceiro mandato. A maioria da categoria quer que ele construa e inaugure a nova sede da entidade.

TIRO PELA CULATRA
Afixação de cotas raciais nas universidades concorrerá para a formação de profissionais de segunda categoria. Acabarão se tornando, ainda que discretamente, alvos de rejeição no mercado.

OUSADIA DO GOVERNO DE DONA DILMA
Para viabilizar a nova política de juros bancários de primeiro mundo, o governo decidiu mexer no rendimento da poupança. É jogada de altíssimo risco. Se perceber que o dinheiro não está rendendo patavina, o aplicador da caderneta resgatará tudo e correrá para o consumo. Será crucial para segurar a inflação. Esse filme foi visto muitas vezes, em preto e branco, nos governos Sarney e Collor.

COMO FUNCIONA
O que mantém a caderneta de poupança é a sensação de que o dinheiro está rendendo. É pouco, mas estimula. Agora, com juro perto de zero, o poupador vai preferir ‘investir’ no comércio.

A PRÁTICA É DIFÍCIL
A intenção de dona Dilma é nobre, mas de difícil execução. A rigor, até agora só a Caixa Econômica de fato reduziu suas taxas de juros. O BB também ensaia mudanças. O resto continua na moita.

CÍCERO ARRUMA MALAS PARA DEIXAR PP
Desde 2010 que Cícero Almeida, filiado ao PP de Benedito de Lira, se sente como um peixe fora d’água. Naquele ano, para se aliar ao governo em busca do mandato de senador, Biu de Lira negou legenda para o prefeito disputar o governo do Estado. Para muitos, Cícero não voltará a ter a chance que lhe sorriu naquela sucessão. A propósito: a qualquer momento, Almeida dá adeus ao PP.
 

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Renan rebate Folha de S. Paulo

03/05/2012 14:36


A assessoria do senador Renan Calheiros acaba de emitir a seguinte informação:
A coluna “Painel” da edição de hoje da Folha de São Paulo publicou sua principal nota, intitulada “Sem intermediários”, alguns fatos que mereceram o esclarecimento do senador aos seus colegas senadores e aos leitores do tradicional diário paulista.
O senador afirmou que foi alvo de uma campanha persecutória que “manufaturou uma crise com propósitos nitidamente políticos”. E garantiu que uma das acusações mais infames – desconstruída instantaneamente por falta de veracidade e substância - dava conta de uma suposta espionagem contra o senador Demóstenes Torres e Marconi Perillo.
Renan também relembrou aos senadores do Conselho de Ética que os seus diálogos mais ásperos ocorreram justamente com o senador Demóstenes Torres “que me acusou injustamente da falsa espionagem”.
– A vileza publicada irresponsavelmente por uma revista – destacou o líder – contribuiu para criar um cenário de desconfiança, motivo pelo qual concluí que o melhor caminho para estancar a falsa crise seria meu afastamento da Presidência do Senado.
Com relação ao jornal Folha de São Paulo, Renan defende que “ao contrário do que sustenta a nota, no intuito de me indispor com a opinião pública, não trabalho para salvar ninguém; não tenho tal poder, embora insistam em me atribuí-lo. E os fatos são eloquentes e falam por si” – disse o senador.
Aos seus colegas do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado Federal, Renan afirma que “como membro do Conselho não devo, como fizeram comigo, antecipar julgamento ou voto; a robustez das provas trazidas aos autos e os argumento da defesa é que definirão o desfecho do caso”.
Por fim, Renan garante que “é com base nestes elementos, e no momento oportuno, que darei o meu voto; e mais do que qualquer outro senador, me pautarei pela serenidade e equilíbrio”. À colunista responsável pela nota do “Painel” o senador pede para ser ouvido previamente em publicações que envolvam o seu nome e solicita a publicação destes esclarecimentos.

 

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Por que Renan aposta em Célia

02/05/2012 14:40

O senador Renan Calheiros defende o retorno de Célia Rocha à Prefeitura de Arapiraca como condição imprescindível à continuidade do excelente trabalho realizado por Luciano Barbosa à frente do município que é exemplo de progresso no Nordeste.
Como a legislação só permite uma reeleição, a volta da deputada federal ao comando da Prefeitura é a única forma de evitar uma ruptura ou uma mudança de rumo na administração que imprimiu um crescimento extraordinário a Arapiraca.
Nenhum parlamentar tem mais autoridade para falar de Arapiraca do que Renan. Afinal, o líder do PMDB no Senado aparece como campeão na obtenção de recursos e na execução de projetos e obras que estão transformando a Terra de Manoel André.
Quem reconhece essa excepcional contribuição é o próprio arapiraquense, como acaba de atestar a deputada Célia Rocha durante as comemorações do Dia do Trabalho. Segundo ela, á atuação de Renan em Brasília se deve grande parcela dos avanços que o prefeito Luciano Barbosa vem obtendo em sua gestão nos últimos sete anos.
“Graças a essa parceria, a esse esforço conjunto continuado, Arapiraca ocupa hoje a 10ª posição no ranking das cidades mais dinâmicas do País, sendo, ainda, a segunda com maior índice de crescimento no Nordeste”, afirmou a deputada petebista.
Então, como dizem os arapiraquenses comprometidos com a terra, “por que mexer em um time que está ganhando todas?”.

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