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Estreou em 1973 como repórter do Diário de Pernambuco, do qual foi redator e editor setorial. Foi editor-geral do Diário da Borborema-PB, Jornal de Hoje e Jornal de Alagoas. Foi colunista político e editorialista de O Jornal. Exerceu os seguintes cargos: Coordenador de Comunicação da Assembleia Legislativa de Alagoas, Delegado Regional do Ministério do Trabalho, Secretário de Imprensa da Prefeitura de Maceió e Secretário de Comunicação de Alagoas. Atualmente é editor-geral do PRIMEIRA EDIÇÃO.

Renan, João Lyra e a sucessão em Maceió

13/03/2012 13:25

Com a experiência de quem disputou sucessivas eleições, vencendo a maioria delas, o senador Renan Calheiros sabe que a sucessão do prefeito Cícero Almeida será decidida, inevitavelmente, numa batalha de segundo turno.
Será um pleito de inúmeros candidatos, vários deles com capital político próprio, o que significa dizer que, com o fracionamento do eleitorado, nenhum postulante deverá obter votação suficiente para liquidar a fatura já no primeiro turno.
Consciente disso, o líder do PMDB buscará, naturalmente, formar um grupo coeso e mais amplo possível, mas sem a obsessiva preocupação de evitar concorrências, parta de quem partir.
Renan entende que a disputa plural é legítima e democrática, sobretudo num cenário em que nomes consideráveis – como os do ex-governador Ronaldo Lessa, do deputado federal João Lyra, do secretário Mosart Amaral – estão postos para análise dentro de um processo em que a multiplicidade de possíveis postulantes não constitui tendência exclusiva do bloco oposicionista.
Contido, até agora, em relação ao embate eleitoral iminente, o senador peemedebista apenas faz, aqui e ali, avaliações pessoais que, não por coincidência, convergem para o que ensina qualquer manual político: quanto menos dividida, mais forte marchará a oposição. Um conceito, como se nota, absolutamente racional e sem nenhum traço de lógica excludente.
O deputado João Lyra, ao seu turno, poderá até lançar-se candidato, mas não é, seguramente, o que recomenda o quadro eleitoral em formação. Mormente sabendo, como bem sabe o líder empresarial, que não se disputa eleição majoritária sem aliança múltipla, sem conjugação de forças, por mais consistente que pareça o poder da individualidade.
Dentro dessa análise, por outro lado, seria ingênuo supor que, movido pela empolgação própria de principiantes, entendesse JL de entrar numa campanha eleitoral árdua e desgastante, deixando de lado seus compromissos com o mandato legislativo em curso, apenas – e somente apenas – para cumprir orientação ditada pela cúpula nacional de um partido ainda em gestação.
Renan entende que ainda é cedo, não para discutir o processo eleitoral em si, não para avaliar estratégias de ação em nome do conjunto oposicionista, mas para definir nomes. E tem motivos para afirmar que o momento não é propício para precipitar candidaturas, mesmo considerando que vários nomes estão em cogitação, ocupando espaços na mídia, mobilizando a opinião pública, como já atestam, em sondagens preliminares, as pesquisas de intenção de voto.
Nessa linha de análise infere-se, entretanto, que a posição do senador, contrária a qualquer tipo de açodamento, não invalida ou embaça uma percepção cada vez mais consensual nos setores de oposição: a de que uma chapa liderada pelo ex-governador Ronaldo Lessa poderia representar o caminho mais curto e menos árduo para se atingir o sucesso eleitoral nas urnas de outubro.
Não por coincidência, idêntica percepção domina os setores governistas, cada vez mais convergentes para a união de forças em torno do nome do jovem deputado federal Rui Palmeira, muito embora, também nas hostes da situação, se pregue a liberdade – mas não a conveniência – de múltiplas candidaturas.
De mais a mais, não seria ocioso assinalar – parafraseando uma máxima cultuada nos Pampas – que o bom político, assim como o bom cavaleiro, não perde a ocasião de montar, se o cavalo passa selado. Para JL, então cheio de determinação e gana de assumir os destinos da capital alagoana, o cavalo eleitoral desfilou com vistosa sela há exatos oito anos, e não foi, como se sabe, o vitorioso industrial que lhe tomou as rédeas.
Cumpre aqui ressaltar ainda, por oportuno, o fato de que, como conseqüência do processo sucessório de 2010 – e apesar das rupturas resultantes de 2006 – João Lyra e Renan Calheiros se deixaram reaproximar por uma força gravitacional muito mais poderosa do que suas pontuais diferenças políticas, portanto, uma força determinada pela reciprocidade de interesses. E nada sugere que algo novo esteja conspirando para distanciá-los mais uma vez.

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Cai Romero Jucá. Dilma troca líder do governo, mas só depois de conversa com Renan

12/03/2012 16:05

Em crise com a base de sustentação no Senado Federal, a presidente Dilma Rousseff decidiu se livrar do senador Romero Jucá, líder do governo na Casa, mas só tomou a medida depois que conversar com o senador Renan Calheiros, líder do PMDB.
Romero Jucá é do PMDB de Roraima e será substituído pelo senador Eduardo Braga, do PMDB do Amazonas.
Em conversa com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do PMDB na Casa, a presidente Dilma Rousseff anunciou a troca na liderança. Na conversa com Renan, Dilma disse que seu objetivo com a substituição é fazer um "rodízio" na liderança do governo --o que deve atingir também o líder do governo na Câmara, Candido Vacarezza (PT-SP). As informações foram confirmadas pela assessoria de Renan.
Na prática, a troca atende ao chamado grupo "dissidente" do PMDB, que reclamava da pouca articulação com o governo. Braga tem trânsito com o Palácio do Planalto e também com a bancada do PMDB no Senado.
A decisão ocorre menos de uma semana depois de uma rebelião da base na Casa, que resultou na rejeição da recondução do diretor-geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Bernardo Figueiredo. Jucá não só participou da trama que levou à derrota no governo como ajudou a montá-la.
Na semana passada, Jucá desobedeceu o Planalto ao retirar da pauta um projeto que seria sancionado pela presidente Dilma nesta semana. A proposta em questão equipara os salários de homens e mulheres que ocupam a mesma função em uma empresa. Se não fosse contestado em cinco dias, seria sancionado na visita de Dilma ao Congresso para comemorar o Dia Internacional da Mulher.
Jucá foi líder do governo na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, mas também ocupou o posto no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). (Com Folha Online)

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Para onde caminhamos?

12/03/2012 07:03

Todos os dias, sem exceção, o noticiário do Jornal Nacional exibe flagrantes de uma realidade fatídica: a sociedade refém de um sistema inconseqüente, cada vez mais aliado da inversão de valores. O que no passado atentava contra os ‘bons costumes’, hoje é cultuado como ‘conquistas’, avanços dos tempos hodiernos.
Violência, drogas, cremação de moradores de rua, assassinatos ao volante, agressão a professores nas escolas, um fim de mundo. Nos telejornais, os apresentadores usam um tom de indignação e ‘cobrança’, enquanto os espectadores de bom senso se perguntam: cobrar a quem? Isso mesmo, a quem, se as leis que autorizam os desatinos resultam de decisões dos poderes constituídos?
O uso de drogas está liberado. Palmada em criança é agressão inominável. Surrar ladrão atenta contra os direitos humanos. Cadeia, só para quem matar o presidente. Assassinos livres de julgamento. O país vive sob a égide da tolerância a tudo. O ‘casamento’ entre gays, com direito à adoção de bebês, talvez sintetize esse cenário de crescente promiscuidade.
O apresentador do telejornal dirige um olhar de cobrança, mas, cobrança a quem? Quem liberou as drogas? Quem fez dos direitos humanos um escudo de bandidos? Quem acabou com prisão para criminosos ‘secundários’? Quem protege ladrões? Quem respalda a agressão de filhos e alunos a pais e professores? Quem?
Ainda assim, é possível que, nesse Brasil atribulado e invertido, muitos achem que hoje está melhor do que ontem. Então, que não reclamem das atrocidades. Até por que tudo que aí está é fruto consensual das instituições e do olhar indiferente da sociedade.

O SONHO REALIZADO
A frota automobilística nacional (70 milhões de carros) está longe da americana (230 milhões), mas o ritmo aqui segue firme: são 3,8 milhões de novos automóveis matriculados todos os anos.

PRESENTE DE MINISTRO
Se algum fiel da ‘Igreja Universal’ quiser presentear o ‘bispo’ Marcelo Crivela, o mais novo ministro de Dilma, não deve pensar duas vezes: que lhe envie um anzol com um manual de pesca.

SERÁ QUE O MESTRE FREUD EXPLICA?
Se você disser que misturar futebol e política não dá certo, está errado, pois está aí o deputado Marcos Barbosa esbanjando sucesso no comando do CRB. Mas, se disser que misturar futebol e política dá certo, também está errado, pois está aí o ex-vereador Jorge Lamenha amargando derrotas no comando do CSA.

DESTINO É DESTINO
A oposição na Assembleia Legislativa detém ‘minoria mínima’ no colegiado. Quando entender isso, deixará de perder tempo com recursos que, no máximo, conseguem adiar a vitória da maioria.

COLLOR INDENIZADO
Por ter chamado Collor de “corrupto desvairado’, a revista Veja foi condenada a pagar R$ 500 mil ao senador e ex-presidente da República. Como a sentença é do STJ, ainda cabe recurso ao STF.

TOLEDO TEM RECONHECIMENTO DOS SERVIDORES
Um dos patronos do Plano de Cargos dos servidores da Assembleia Legislativa, o presidente Fernando Toledo (PSDB) vai receber oportunamente o reconhecimento da categoria. Será uma homenagem da classe ao seu empenho pela aprovação do PCCS, uma conquista que, após duas décadas de luta, só foi possível graças ao seu empenho pessoal e ao apoio da Mesa por ele presidida.

MUDANÇA À VISTA
A Câmara Federal vai alterar a lei da tolerância zero. A ideia é criminalizar apenas o motorista flagrado bêbado ao volante. Beber um copo de cerveja ensejará multa e apreensão da habilitação.

LUCILA EM CAJUEIRO
Se depender da vontade popular, a ex-deputada Lucila Toledo pode responder afirmativamente à convocação para concorrer á prefeitura de Cajueiro com perspectiva de uma vitória tranqüila.

DANÇANDO DE ACORDO COM A MÚSICA
Feitas as contas, avaliado o custo-benefício, vereadores de Maceió optaram por priorizar a meta de reeleição e, em vez e buscar ajuda financeira junto à Transpal, como de costume, decidiram criar uma comissão para investigar os aumentos das passagens dos ônibus. Por que não fizeram isso por ocasião dos reajustes anteriores, em percentual maior, por sinal?

O NÚMERO UM
Não poderia ser diferente. Em entrevista a O Estado de S. Paulo, indagada sobre o que considerava o maior problema do Brasil, a intrépida ministra Eliana Calmon não pestanejou: “A corrupção”.

VOZ (QUASE) ISOLADA
Eliana Calmon é corregedora-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e tem pago um preço muito alto por se insurgir contra a corrupção, inclusive dentro do Poder Judiciário.

AS LÉSBICAS E O SÍMBOLO DO CRISTIANISMO
O que tem as lésbicas contra Jesus Cristo? A pergunta se justifica porque foi a pedido da ‘Liga Brasileira de Lésbicas’ que a Justiça do Rio Grande do Sul decidiu retirar os crucifixos de todas as salas do Judiciário gaúcho. E então: por acaso as lésbicas teriam ouvido por aí que o Salvador é contra o homossexualismo?

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Ficha Limpa: condenação a multa, produz inelegibilidade?

07/03/2012 10:13

A Ficha Limpa foi declarada constitucional, mas muita água ainda vai rolar sob a ponte. Há questões cruciais ainda não clareadas na Lei Complementar 135/10 (Lei das Inelegibilidades). Uma delas: aplicação de multa constitui pena condenatória capaz de sujeitar o réu aos efeitos da inelegibilidade?
O texto da Ficha Limpa fala de tudo – cassação, perda de cargo público por improbidade, violação à lei eleitoral, renúncia fraudulenta, crimes hediondos, contra o patrimônio público, contra a economia popular, a fé pública, e por aí vai – mas não trata de alguém que tenha sido apenas punido com multa.
O comentário se atém à questão da multa por se tratar de uma sanção abrangente, talvez a mais abrangente possível. Indaga-se, a propósito: um prefeito que tenha sido ‘condenado’ a pagar multa por descumprir prazo em norma fiscalizada pelo Tribunal de Contas, está inelegível? Mais: TC funciona colegiado de magistrados?
De outro ângulo: o político que foi punido com multa por haver, por exemplo, feito campanha eleitoral antes do prazo previsto na lei, está enquadrado na Ficha Limpa? Se a resposta for afirmativa, temos, no primeiro caso, uma legião de prefeitos e ex-prefeitos inelegíveis por multas aplicadas pelo TCU e pelos Tribunais de Contas estaduais e municipais.
No segundo caso, no lugar de prefeitos e ex-prefeitos, apareceriam personalidades de peso da política nacional como a presidente Dilma, o ex-presidente Lula, o ex-governador José Serra, o senador Aécio Neves – todos condenados a pagar multas por terem infringido a lei eleitoral ao longo de 2010.
Para os mais exigentes, esse é o fato, está-se diante de uma realidade inexorável decorrente de uma lei implacável em defesa da ética, da moralidade e da decência na vida política do País. Há até quem se exceda na teorização jurídica: se imposição de multa implica em inelegibilidade, inelegível está todo cidadão multado por infringir uma lei (a que normatiza o pagamento de contas de energia elétrica, por exemplo). Alguém ainda pode indagar: e os condenados a pagar multa de trânsito? Em um e outro caso, claro, há um exagero absolutamente descabido, injustificável
Adriano Soares, autor e mestre do direito em lide, qualifica a Ficha Limpa de ‘lei burra’, não pelo seu espírito norteador, não por sua proposta saneadora, mas por usar o mesmo remédio para males de graus diferenciados. Ou seja, a lei barra quem cometeu pequena infração, do mesmo modo que exclui o autor de crime hediondo. Claro que há de se considerar seu caráter normativo, reconhecido pelo Supremo Tribunal, mas se ela estabelece prazo para cumprimento de pena (oito anos de inelegibilidade), assume, então, ao menos na prática, indisfarçável caráter condenatório.
Dentro dessa linha de discussão não poderia ficar de fora o caso inusitado do governador Teotonio Vilela: no julgamento em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve seu segundo mandato, mas aplicou-lhe uma multa de R$ 10 mil, ele foi condenado ou absolvido? Na visão dos leigos, passou a ser uma questão de ângulo de observação: para os contra, ele foi condenado: para os prós, foi absolvido. O fato, inquestionável, entretanto, é que a ação interposta pelo ex-governador Ronaldo Lessa pedia a cassação de seu mandato (assim como o do vice José Thomaz Nonô) mas, no desfecho de um longo debate, o colegiado do TSE rejeitou-a quase que por unanimidade (6x1). Apenas, aplicou-lhe uma multa.

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O outro pescador

05/03/2012 04:00

A confirmação de Marcelo Crivela para o cargo de ministro da Pesca mostra, de forma cristalina, que o governo de Dilma, como o de Lula, aposta mais na produção política e eleitoral.
Crivela não entra no ministério por ser um adepto da piscicultura (talvez nem goste de peixe), mas por que seu partido, o PRB, anda estremecido com o Planalto que, por sua vez, precisa de apoio para emplacar votações no Congresso Nacional. E só.
Curiosa, nessa história, é a reviravolta na vida do sobrinho de Edir Macedo. Transformado em ‘bispo’ da Universal, Crivela parecia disposto a seguir os passos de Pedro, Simão Pedro, o pescador verdadeiro, discípulo do mestre Jesus. Parecia.
Por que, logo, trocou a pregação aos fiéis pelo discurso dirigido a outro público: os eleitores. Elegeu-se senador pelo Rio de Janeiro – estado onde o eleitorado, de espírito anárquico, costuma achincalhar a democracia – e até tentou ser prefeito. Não deu.
O pescador de almas e o pescador de votos. Crivela, o ‘bispo’, optou por encarnar o segundo personagem, lembrando aquele discípulo (simplório, diga-se) que desejava sentar-se ao lado de Cristo apenas para sentir o gosto do poder.
Parece mais um exemplo da inversão de valores que domina o Brasil dos tempos atuais. Enquanto políticos de carteirinha (e vocação para a vigarice) jogam a rede para pescar fiéis, ‘bispos’ de fé duvidosa arremessam tarrafas para capturar eleitores.
A partir de agora, nas sedes da Universal, já se sabe o que dizer quando os fiéis perguntarem por aquele ‘bispo’ sobrinho do Edir Macedo: “Está cuidando da pesca”. Literalmente...


PODER PERPÉTUO 1
O deputado Judson Cabral não contesta a eleição antecipada da Mesa da Assembleia pelo processo em si, mas, como disse, por não aceitar que o mesmo grupo político se perpetue no poder.

PODER PERPÉTUO 2
A queixa de Judson é legítima, mas contraditória, pois o seu partido, o PT, pretende se perpetuar no poder nacional. Começou com Lula e não pensa em parar com Dilma na presidência.

PASSAGEM DE ÔNIBUS DEVE FICAR CONGELADA?
Só há uma explicação para o barulho contra o reajuste da passagem dos ônibus: ano eleitoral. Todo mundo tirando uma casquinha, fazendo média, dando recado aos eleitores. Ora, se tudo sobe todo ano, por que a tarifa dos coletivos não pode subir uma vez em 19 meses? E se não houver reposição inflacionária e o atendimento do sistema piorar, quem responderá por isso?

PESO DA GRATUIDADE
Combustível, salário de motorista e trocador, pneus, peças de reposição – tudo isso pesa na planilha dos coletivos, mas não tanto quanto a gratuidade concedida pelo próprio poder público.

PODE É PIORAR
O sistema é precário, o serviço é péssimo, isso é fato. Mas não vai melhorar se às empresas não for propiciada as condições necessárias para evitar que o setor se fragilize mais ainda.

OMAR MARCA PASSAGEM NO COMANDO DA OAB
Com um trabalho dinâmico, sério e operante na presidência da Ordem dos Advogados do Brasil, Omar Coelho de Mello redobra esforços agora para viabilizar o projeto de seus sonhos: a construção da nova sede da OAB, em amplo terreno doado pelo governo do Estado no tradicional bairro de Jacarecica. Apontado como um dos melhores presidentes da história da Ordem em Alagoas, Omar Coelho é nome cogitado para ingressar na carreira política, mas, com humildade, tem resistido.
AO MENOS O ANZOL
Dona Dilma tem total liberdade para escolher seus ministros, tudo bem, mas, sinceramente, deveria nomear para o Ministério da Pesca alguém que pelo menos já tivesse visto um anzol de perto.

JEITINHO ALAGOANO
Barrados pela lei da Ficha Limpa nas próximas eleições, os deputados da célebre Operação Taturana já buscam uma saída: lançar parentes próximos para sucedê-los na política.

AA TEM SIDO UM CRÍTICO DA MESA DA ALE
Há certa ingenuidade em se afirmar que Antônio Albuquerque manda na Assembleia. Não manda, e se Fernando Toledo conseguir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas, AA assume o comando, como 1º vice-presidente, mas dentro de 30 dias terá de convocar a eleição de novo presidente. Aliás, quem acompanha o cotidiano da ALE sabe que Albuquerque há sido um crítico da atual gestão da Casa.

O QUE FALTOU
Findo o processo que elegeu a Mesa da ALE para o biênio 2013/14, assessor perguntou ao deputado oposicionista: “Afinal, o que faltou para a oposição ganhar?”. E o parlamentar: “Voto”.

VILELA COMEDIDO
Equivocadamente, tem gente achando que Téo Vilela não está fechado com o projeto de Rui Palmeira. Está, só não pode (e não deve) ser ostensivo porque há outros aliados cobrando seu apoio.

ZÉ SERRA E SUA OBSESSÃO PRESIDENCIAL
José Serra, ex-prefeito e ex-governador, quer voltar á prefeitura de São Paulo. Promete que, dessa vez, cumprirá o mandato até o final. Tem peso e apoio para derrotar o petista Fernando Haddad ou qualquer outro adversário. Mas, dificilmente terá palavra para não ceder às pressões para disputar de novo a presidência da República.
 

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Primeira Edição © 2011