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Estreou em 1973 como repórter do Diário de Pernambuco, do qual foi redator e editor setorial. Foi editor-geral do Diário da Borborema-PB, Jornal de Hoje e Jornal de Alagoas. Foi colunista político e editorialista de O Jornal. Exerceu os seguintes cargos: Coordenador de Comunicação da Assembleia Legislativa de Alagoas, Delegado Regional do Ministério do Trabalho, Secretário de Imprensa da Prefeitura de Maceió e Secretário de Comunicação de Alagoas. Atualmente é editor-geral do PRIMEIRA EDIÇÃO.

Collor é candidato a governador. E agora?

05/08/2018 21:25

 

A convenção tucana realizada neste domingo confirmou o que se sabia: o PSDB não tinha um nome ‘competitivo’ para disputar o governo com Renan Filho. Os principais picones da legenda – Teotonio Vilela, Rui Palmeira e Rodrigo Cunha – preferiram ficar de fora do processo. Assim também já havia decidido o aliado Benedito de Lira.

Mas o que poderia ser um baita vexame – o principal partido de oposição sem um nome de referência para comandar a campanha ao governo – acabou se dissipando com o repentino surgimento do senador Fernando Collor, que há duas semanas garantia, em Brasília, ser candidato à Presidência da República.

O que se pergunta é até que ponto a entrada de Collor em cena altera o processo sucessório estadual. O senador integra um pequeno partido – PTC – e vai fazer o que sempre faz, até por força do instinto: jogar o jogo eleitoral. Sem compromisso com a vitória, pois já ganhou uma e perdeu duas para governador – as últimas que disputou.

O fato é que diante de uma liderança quase hegemônica exercida pelo MDB em Alagoas, Collor foi lançado por duas motivações: ajudar o filho, Fernando James, a se eleger deputado federal, e antecipar a próxima disputa senatorial, prevista para daqui a quatro anos.

Como é sabido, em 2022 só haverá uma vaga de senador em jogo. Collor vai querer se reeleger, obviamente, e sabe que seu provável adversário será Renan Filho, hoje um nome já com projeção nacional e com perspectiva de mais afirmação, se permanecer à frente do governo alagoano.

A oposição, é verdade, respirou aliviada com o anúncio de Collor, mas sabe que a missão será muito, mutíssimo difícil. O senador tentou o governo em 2002 e perdeu. Tentou de novo em 2010, e não conseguiu. Com votação declinante.

Agora, chega com um trunfo – seu vice, o vereador Kelmann Vieira é uma liderança emergente, tem potencial – mas Collor está ao menos dois anos atrasado. Ele se lança com tudo já encaminhado - coligações definidas, candidaturas consolidadas – numa eleição de campanha curtíssima e com o Estado todo já exaustivamente ‘explorado’ em articulações políticas...

Para a oposição, contudo, – não para a esquerda alagoana, vale anotar – Collor de Mello chega para ‘animar o baile’, uma balada já bem próxima do acorde final, e, quem sabe, tirar um peso enorme das costas de Rui Palmeira. Mais isso vai ter um preço.

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Rodrigo Cunha ainda pode desistir, como fizeram Rui, Biu, Téo...

05/08/2018 09:11

Calma lá, o texto aqui não pretende sugerir que o deputado Rodrigo Cunha estaria pensando em cair fora da corrida ao Senado. Não é isso. O foco é o seguinte: se Rui Palmeira não topou, se Teotonio Vilela sequer cogitou, e se Benedito de Lira recusou antes de todos, por que sobrou para Rodrigo Cunha?

Essa é a questão. Quando provocados para assumir a liderança do bloco e o comando da campanha, Biu, Téo e Rui não quiseram nem conversar sobre o assunto. Disputar o governo, com Renan Filho, nem pensar. O único que ainda cozinhou o mote – muito mais para se manter em evidência, do que para entrar pra valer na difícil batalha  – foi o prefeito maceioense. Não passou de faro.

Especulado para concorrer ao Senado, Rui também saiu de fininho. O cargo de prefeito era o ‘pássaro na mão’, ao passo que governo e Senado eram ‘dois pássaros...voando’. Téo Vilela, bem situado nas pesquisas, igualmente desistiu do Congresso, por motivos que nunca foram devidamente esclarecidos. Restou Benedito de Lira que, desde o início, fincou pé, disse e reiterou que o seu objetivo era apenas a reeleição.

Sobreveio, então, outra questão: o bloco tem força suficiente para eleger dois senadores? Não tem, sobretudo, enfrentando um grupo liderado por Renan Filho, um governador elogiado até pelos adversários. Então – a pergunta se impõe – por que Rodrigo Cunha? Bom para o grupo, sem dúvida, mas crucial, obviamente, para eles próprios – o senador e o deputado estadual.

São duas vagas de senador e, por todas as indicações prováveis, uma estará reservada à coligação governista. Renan desponta como o principal favorito, o primeiro, no grupo e na disputa com os demais. Benedito, Maurício e Rodrigo (nesse momento, nesta ordem) brigarão pela segunda cadeira. Quintella é macaco velho.

Nos bastidores circula a versão de que Rui não saiu para o governo porque Biu teria desistido de ser seu vice (uma promessa feita após a sucessão de 2014, segundo ainda a versão circulante). Seria uma total inversão de valores. Sobrou para Cunha, que poderia, com a humildade mais apropriada para seu estágio, concorrer a uma vaga de deputado federal, sem qualquer risco.

Quanto ao título do comentário: os candidatos aprovados em convenção têm até 15 de agosto para eventuais mudanças.

 

FUNCIONA ASSIM

Conforme o calendário eleitoral do TSE, um nome aprovado na convenção partidária, para concorrer ao Senado (até 5/8), pode desistir e entrar na chapa para deputado federal, até 15/8.

 

O QUE VALE

No fundo, o que vale mesmo não é o que se aclama durante a convenção partidária, mas o que consta da lista que cada partido envia, com pedido de registro de candidatura, à Justiça Eleitoral.

 

RECURSO DE LULA DEPENDE DE CÁRMEN LÚCIA

Se depender do ministro Edison Fachin, relator da Lava-Jato, o Supremo Tribunal julgará, antes do dia 15, o recurso que pede a suspensão da pena do ex-presidente Lula. A maioria do STF já negou recurso para soltar Lula, mas a defesa insiste em mais e mais pedidos. Cabe a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, decidir se pauta ou não o recurso da vez, considerando que 15 de agosto é o prazo final para registro de candidaturas.

 

MAIS ELEITORES

Em apenas quatro anos, segundo o TSE, o Brasil ganhou quatro milhões de eleitores. Mais de 147 milhões de votantes estão aptos a comparecer às urnas de outubro para votar em seis candidatos.

 

MENORES DEPUTADOS

A Câmara dos Deputados registrou a presença de oito, dos 513 deputados, na sessão de reabertura dos trabalhos. Ou seja, na luta pela sobrevivência, o pessoal vai se lembrar de Brasília?

 

HENRIQUE MEIRELLES LIBERA MDB NOS ESTADOS

A decisão de Michel Temer, de lançar Henrique Meirelles para concorrer â presidência da República, produziu um efeito em cadeia: nos estados, os líderes do MDB se sentem à vontade para apoiar candidatos de outros partidos. Em Alagoas, por exemplo, o senador Renan já descartou Meirelles, enquanto o governador Renan Filho adiantou que votará em Lula e, se for o caso, em quem o ex-presidente indicar.

 

MAIS PROVÁVEL

Nos bastidores políticos, em Brasília, a previsão de muita gente é de que Lula não será liberado para concorrer à presidência, mas, em compensação, seria posto em liberdade após as eleições.

 

SEGUNDA INSTÂNCIA

O futuro Congresso Nacional deverá decidir: em relação à prisão em segunda instância, vale o que está prescrito na Constituição Federal ou o entendimento dos ministros do Supremo Tribunal?

 

COMUNISTAS, BOLSONARO E UM ERRO TÁTICO

Jornalistas ditos de esquerda – comunistas, marxistas, coisa e tal – tentaram a todo custo esmagar Jair Bolsonaro, no programa Roda-Viva, mas, no final, só conseguiram deixar mais evidente que o deputado é um candidato diferenciado. Em nenhum momento, Bolsonaro sinalizou ser como os políticos que os ‘socialistas’ costumam desenhar como modelo de governante. Conclusão: saiu-se melhor do que poderia. Venceu a disputa.

 

MAUS EXEMPLOS

Atualmente, quando se fala em socialismo, em esquerda, as pessoas (mesmo as pouco informadas) perguntam por Cuba, Venezuela, Bolívia e até Rússia, que aderiu ao capitalismo.

 

EXCEÇÃO, MAS...

Dos países que serviram de laboratório para o comunismo, a China é o único que consegue crescer. Graças a um tipo de capitalismo que mantém os trabalhadores sub-remunerados.

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Quem é quem na batalha ao Senado, em Alagoas

31/07/2018 10:25

 

A eleição para o Senado, em Alagoas, será um páreo difícil, não tanto pelo número de aspirantes, mas pelo potencial de cada um. São quatro com chances reais – Renan Calheiros, Benedito de Lira, Maurício Quintella e Rodrigo Cunha – mas os dois primeiros, por várias razões, continuam como favoritos.

Supondo-se um confronto direto entre Renan e Biu, pela primeira vaga, o favoritismo é do emedebista. Em 2010, Benedito se saiu melhor porque Renan lhe concedeu o segundo voto, anulando, com isso, Heloísa Helena. Neste ano, o segundo voto do eleitor de Renan irá para Maurício, de forma prevalente e com reciprocidade. Será o ‘efeito dobradinha’.

A disputa pela segunda vaga, entre Rodrigo Cunha e Maurício Quintella, promete. Cunha chega com o discurso do ‘novo’, que sensibiliza o eleitorado mais jovem. Mas Maurício tem longa estrada percorrida e, como Renan e Biu, contabiliza muitas obras trazidas para Alagoas.

Pesquisa de intenção de voto, a que a Coluna teve acesso, mostra Renan em primeiro e Biu em segundo. MDB e PP acham que podem manter esse diapasão, mas os aliados de Quintella lembram que ele será içado pela dobradinha com o senador Renan e pelo poderio do bloco liderado pelo governador Renan Filho. Rodrigo Cunha vai apostar no Guia Eleitoral, explorando o ‘discurso moralista’ como principal trunfo.

O senador Renan lidera a corrida pelo muito que já fez por Alagoas. Sobretudo, após a ‘fase romântica’, dos discursos candentes e pouco produtivos. A partir dos anos 1990, ele trocou a virulência oral pelo pragmatismo: trabalho, obras, recursos trazidos para o Estado por meio de emendas orçamentárias e, de forma indireta, por sua força como presidente do Congresso.

A isso se soma o fato de concorrer por um bloco com candidato considerado imbatível ao governo. No interior (mais de dois terços dos votantes) o eleitor vive junto do prefeito, que cola no deputado, que vive junto do governador. Funciona assim.

Aliás, além e contar com o disputadíssimo apoio do governador, o senador Renan tem ainda o aval solidário do ex-presidente Lula, ao passo que Rodrigo Cunha, em perceptível desvantagem, deve caminhar sem o respaldo imprescindível de um nome forte concorrendo ao governo. E isso vai pesar muito no cômputo final.

 

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Um candidato com potencial - pra conferir, mais adiante

22/07/2018 16:29

As últimas articulações nos bastidores do tabuleiro nacional começam a sinalizar apoios importantes a Geraldo Alckmin. Embora citado em inquérito que apura doações de caixa dois, Alckmin é um político com potencial e peca, por ingenuidade, quem considera seu projeto presidencial uma aventura, por haver renunciado ao governo de São Paulo na metade do mandato.

O PTB saiu na frente, anunciando sua adesão a Alckmin. Logo depois, sete legendas do Centrão – entre elas Democratas, PRB e Solidariedade – seguiram o mesmo caminho, depois de um namorico com o PDT do irascível Ciro Gomes.

Alguns nutrem dúvida quanto às chances do ex-governador paulista lembrando seu fraco desempenho quando tentou a presidência. E daí? Lula perdeu quantas, antes de se instalar no Palácio do Planalto? Se o raciocínio valesse, Marina Silva (bem situada nas pesquisas) estaria disputando uma vaga de senadora ou deputada. O próprio Ciro Gomes estaria fora do páreo.

Só perde eleição quem concorre. É a regra. E muitos dos que se elegem não atingem o objetivo na primeira tentativa. Mesmo porque a derrota ajuda o eleitor a pensar como seria o governo de alguém, considerado bom político, que não se elegeu.

Alckmin fez um bom governo em São Paulo, em dois mandatos, e tem como um dos principais atributos a serenidade. Avesso a intrigas políticas, sempre é ouvido e consultado – inclusive pelos setores mais críticos da imprensa – nos momentos de grave crise nacional. Foi assim no episódio do impeachment de Dilma, e depois, com a investidura de Michel Temer no poder central.

Não bastasse sua influência política e o fato de liderar um dos maiores partidos do país – o PSDB – e de atrair parceiros fortes, com força gravitacional própria, Alckmin representa o Estado mais importante do contexto federativo.

Não se pretende aqui – anote-se – prever sua vitória em outubro. Apenas chamar a atenção para um nome que tem potencial e não deve ser minimizado, ainda mais dentro do precário quadro de opções postas até agora perante o eleitorado nacional.

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A sucessão estadual e o papel de Arapiraca para se manter no poder

16/07/2018 14:41

Quando pediu para ser exonerado da Secretaria de Educação, Luciano Barbosa, atual vice-governador, atuava com a possibilidade de vir a disputar um mandato legislativo – poderia ser de deputado federal e mesmo de senador. A corrida ao Senado tem duas vagas e, no bloco político, só havia definido o projeto de reeleição do senador Renan Calheiros, líder estadual do MDB.

Desde então, as articulações se sucederam, candidaturas foram postas e definidas e, já agora, agindo como estrategista, Renan Filho decide manter Luciano Barbosa como seu vice.

Político confiável, desde os tempos em que, por influência e indicação do senador Renan, assumiu o Ministério da Integração Nacional (também ocupou cargo de relevo no Ministério da Justiça comandado por Renan), Luciano significa muito mais do que um companheiro de chapa do governador alagoano.

Ótima atuação como prefeito (eleito e reeleito) de Arapiraca e um desempenho invejável no setor educacional (transformou em realidade o sonho da escola de tempo integral), fizeram de Luciano o maior líder político da Região Agreste, muito mais pelo trabalho operoso e reconhecido do que pelo currículo recheado de títulos e de altos cargos exercidos.

Com a mesma dinâmica, comandando a Secretaria Estadual de Educação, espalhou escolas de tempo integral pelo Estado, beneficiando todas as regiões, o que lhe confere, com justiça, a condição de novo patrono do ensino público em Alagoas.

E também o credencia, mais uma vez, a cumprir papel dos mais relevantes como representante de Arapiraca e do Agreste, com amplo espaço definido no núcleo do poder político estadual.

Arapiraca, vale dizer, não terá apenas Luciano atuando no centro das decisões. Reeleito Renan Filho, como indicam previsões, palpites e pesquisas de intenção de voto, Arapiraca e o Agreste se beneficiarão de ações conjuntas desenvolvidas por todo um bloco político reunindo o governador, o senador Renan, Luciano Barbosa, o deputado Ronaldo Lessa, Maurício Quintella (provável senador) e outros líderes da situação.

 

HABEMUS CANUTO?

Ele tem fôlego, é um peso-pesado no lato sentido da palavra, e pode ser o candidato de Rui ao governo. Eduardo Canuto  também é tucano e líder da bancada na Câmara. Será o cara?

 

LUTO EM PE

A Mesa da ALE enviou mensagem de condolência à Assembleia Legislativa de PE, pelo repentino falecimento de seu presidente, o deputado Guilherme Uchoa, que cumpria seu 6º mandato.

 

PELA CONSTITUIÇÃO, LULA ESTARIA LIVRE

Querer soltar Lula por via incompetente, como o fizeram os deputados petistas, afronta a ordem jurídica, é verdade, mas não a tese do senador Renan, segundo a qual a prisão do ex-presidente contraria a Constituição. E a Carta Federal, como lembra Renan, paira acima de leis e, mais ainda, de decisões tomadas por ministros do Supremo Tribunal. É uma questão hierárquica.

 

A PRISÃO É LEGAL?

Na ânsia de mostrar serviço, Gleisi Hoffmann atacou Sérgio Moro, por impedir a libertação de Lula em num ato falho, criticou o não cumprimento de ordem judicial em um processo legal.

 

SEM COMPLÔ

A absolvição de Lula, no caso da deleção premiada de Delcídio Amaral, prova que não existe complô do Judiciário contra o ex-presidente. Até porque a defesa de Lula é exercida em plenitude.

 

SÉRGIO TOLEDO, NOME FORTE PARA FEDERAL

Respaldado por uma atuação longa e produtiva na Assembleia Legislativa, Sérgio Toledo (PR) aparece como um dos nomes mais fortes na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.  Legislador competente e equilibrado, Toledo reúne todos os atribuídos para representar bem Alagoas no Congresso Nacional, se confirmada sua consagração nas urnas de outubro vindouro.

 

DE VOLTA

Graças a uma decisão do TSE, o pastor João Luiz já está de volta à Assembleia Legislativa. Seu mandato havia sido cassado pelo TRE-AL, com base em denúncia sobre abuso de poder religioso.

 

NADA CONTRA

João Luiz se elegeu vereador e, depois, deputado estadual, com óbvio apoio dos fiéis da Igreja Quadrangular, que lidera. Mas, quem disse que fiel não pode votar no seu guia espiritual?

 

RF E O PROTESTO CONTRA PRISÃO DA LULA

Renan Filho não subscreveu o protesto dos governadores do Nordeste contra a decisão de manter Lula preso. Posição correta. Primeiro, porque a tentativa de soltura foi golpista. Segundo, porque o governador de Alagoas não precisa desse tipo de demonstração para provar sua lealdade para com o líder petista.

HABEAS CORPUS

Qualquer cidadão pode impetrar habeas corpus para livrar alguém da cadeia. Com essa liberdade, chove HC a favor de Lula no STJ. Até o início da semana, pelo menos 145 haviam sido impetrados.

 

SÓ DESTAQUE

A defesa de Lula sabe que não adianta tentar soltá-lo com recurso junto ao TRF-4. Ali, o assunto está lacrado. A tentativa de domingo visou, apenas, fazer barulho e manter Lula em destaque.

 

MORRE SOLON GOMES, UM ÍCONE DO RÁDIO

Faleceu em Garanhuns, de infarto, o radialista Solon Gomes. Um dos melhores do Nordeste. Voz privilegiada, rara capacidade de improviso, raciocínio rápido e inteligente. Dirigiu a Difusora de Garanhuns, criou programas de auditório e fez do Ronda Policial uma de suas marcas perenes. Rendo aqui minha homenagem a Solon Gomes, nome de destaque da radiofonia brasileira.

 

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