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Própolis Vermelha é reconhecida como produto exclusivo do Brasil

18/10/2012 13:01

Olá.

 

Com o apoio da Braskem, projeto Pescadores de Mel capacita pescadores da região para atuar como apicultores


O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) reconheceu a Própolis Vermelha de Alagoas como produto brasileiro sem similar no mundo, o que consolidará uma mudança definitiva na economia dos manguezais do Estado, onde ela é produzida. A Própolis Vermelha possui quatro isoflavonóides*, substâncias nunca antes encontradas ao mesmo tempo em nenhuma espécie de própolis. Pela sua singularidade, o quilo do produto bruto chega a custar R$ 500 no mercado externo e se tornou a solução para o sustento das famílias de pescadores que enfrentavam dificuldades com a expressiva redução de peixes e caranguejos na região.

A Própolis Vermelha tem cor e características diferenciadas porque sua composição está inteiramente ligada às espécies vegetais típicas dos manguezais alagoanos, tornando-a exclusiva no mundo. As abelhas produzem a própolis a partir de uma planta conhecida como “rabo de bugio” (Dalbergia Ecastophyllum), abundante na região litorânea e lagunar de Alagoas. O “ouro vermelho”, como também é chamado, tem propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias, antioxidantes, cicatrizantes e é também uma espécie de antibiótico natural.
Mel”, de capacitação de apicultores, criado em 2006. O projeto nasceu na Estação Ambiental Cinturão Verde e é apoiado pela Braskem, que garantiu os equipamentos necessários para dar suporte ao desenvolvimento da comercialização do produto pelo mundo. O objetivo é que, com a mudança de atividade, os pescadores atuem como pequenos empresários da região. Até julho de 2012, foram capacitados 140 produtores e, até o primeiro semestre de 2013, o projeto pretende atingir cerca de 1.000 pescadores.

“A Braskem, desde o início, acreditou nesse projeto como uma forma de contribuir para a mudança econômica, social e ambiental na região. A Própolis Vermelha é dez vezes mais valiosa que a comum e agora foi reconhecida como um produto 100% brasileiro”, afirma Milton Pradines, da área de Relações Institucionais da Braskem.

 

Mercado internacional

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de própolis, com 150 toneladas por ano. Desse total, dois terços são destinados à exportação, principalmente ao Japão, que importa do Brasil 92% de todo o seu consumo de própolis, num negócio de aproximadamente US$ 300 milhões anuais. Em 2011, a produção da Própolis Vermelha totalizou 734 quilos, o que rendeu uma média de R$ 674,85 por produtor.
A Indicação Geográfica concedida pelo INPI é um registro que constitui um direito à propriedade intelectual autônoma. É composta de um selo e de um nome geográfico que indica a origem de determinado produto ou serviço. Com isso, o Brasil, por meio do Estado de Alagoas, passa a ser reconhecido como único produtor dessa espécie de própolis no mundo, o que protege a biodiversidade nacional.

(*) Isoflavonóides são compostos encontrados apenas nas plantas que têm fortes propriedades antioxidantes
 

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O Brasil inicia o debate para a definição de um padrão de sinalização e comunicação ferroviária.

08/11/2012 08:11

Com o objetivo de conhecer e estudar os padrões de sinalização e comunicação ferroviária existentes no mundo, nos dias 27, 28 e 29 de novembro de 2012, será realizado o Seminário Internacional de Sinalização e Comunicação Ferroviária. O evento será no auditório da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em Brasília.


Com base nas exposições apresentadas no Seminário, e após análise técnica, a ANTT vai propor um padrão nacional de sinalização e comunicação ferroviária. Esta padronização vai permitir a interoperabilidade de operações de transportes nas malhas existentes e nas futuras ferrovias brasileiras, mediante a implantação de um Sistema de Gerenciamento do Tráfego Ferroviário – SGTF.


O SGTF propiciará a condução segura e eficaz das composições ferroviárias, fazendo uso de telemetria e de controle e ajustes operacionais por intermédio de Centros de Controle das empresas – CCOs. O SGTF é igualmente aplicável a sistemas convencionais e de alta velocidade.
 

O evento contará com as presenças de representantes da: Austrália, Europa, Japão, E.U.A e China, Brasil, dentre outros.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail comunicacaoferrovia@antt.gov.br

Fonte: ASCOM - ANTT
 

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Petrobras descobre hidrocarbonetos em pré-sal da bacia de Sergipe-Alagoas

10/12/2012 17:59

Olá.

Mais uma prova do que venho defendendo há anos: É preciso investir na perfuração da camada do pré-sal no Nordeste. Essa deve ser a nossa bandeira. veja a matéria abaixo:

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (10) a descoberta de uma nova acumulação de hidrocarbonetos leves em águas ultraprofundas na bacia de Sergipe-Alagoas, de acordo com comunicado enviado ao mercado.
O potencial de volume da nova descoberta ocorrida em reservatórios da formação Calumbi, feita durante perfuração do poço 1-SES-166, não foi informado.
Esta é a quinta descoberta de hidrocarbonetos da empresa em águas ultraprofundas dessa Bacia neste ano.
O poço faz parte do bloco SEAL-M-349, operado pela Petrobras. A petrolífera estatal tem 60% de participação da estatal e a IBV do Brasil, o restante.
"Estudos das pressões registradas nos reservatórios e amostragem de fluidos indicaram a presença de hidrocarbonetos leves", disse a empresa na nota. "O petróleo foi encontrado em reservatórios de boa qualidade, com 41 metros de espessura."
Localizado a 105 km da capital Aracaju, na costa de Sergipe, o poço ainda está em perfuração a uma profundidade de 5.768 metros. "A companhia dará continuidade à operação de perfuração até a profundidade de 6.125 metros", acrescenta a Petrobras no comunicado.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1199231-petrobras-descobre-hidrocarbonetos-em-pre-sal-da-bacia-de-sergipe-alagoas.shtml
 

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Uma percepção humanística na gestão.

10/01/2013 07:17

Olá,

 

Uma pesquisa realizada pelo grupo Foco e publicada recentemente dando conta de que 46% dos 4.514 profissionais de todas as idades, entrevistados, revelaram que buscam uma chefia mais amistosa, ou seja, um chefe que tenha uma boa percepção humanística na gestão.
O que nos leva a imaginar que uma significativa parte dos profissionais convive com o que chamamos de chefe difícil.
Bem, quem já foi vitima de um chefe difícil, sabe exatamente o que é isto.
Mas, como identificar, então, o chefe difícil?
No aspecto pessoal, chefe difícil é aquele que:
- Sempre esquece de dizer “obrigado”;
- Jamais pede “por favor”;
- Não se interessa realmente pela vida dos seus funcionários;
- Conjuga “eu venço”, “nós empatamos”, “eles erram”;
- Tem medo dos superiores, por isso não conversa com eles seriamente a respeito dos problemas do departamento;
- Descarrega nos subordinados os problemas pessoais e profissionais.

Mas, estas ainda são características menores de um chefe difícil. Há aspectos mais importantes, que afetam diretamente a carreira de quem precisa se reportar a ele, tais como:
- Não dar feedback a respeito do desenvolvimento dos subordinados;
- Não se preocupar em manter a si próprio e a seus subordinados atualizados em relação ao negócio e ao mercado;
- Não aceitar mudanças;
- Não retém funcionários. Assim, com alta rotatividade, seu departamento
dificilmente cumpre metas;
O chefe difícil também gerencia de forma autoritária, não permitindo que nenhum funcionário participe do processo de tomada de decisões.
A boa notícia é que este tipo de chefia está perdendo mercado. As empresas consideradas “boas de trabalhar” não toleram mais esse tipo de comportamento em seu quadro de funcionários.
Entretanto, é preciso que percebamos que essa modalidade de chefia é uma herança atávica de nossos antepassados. Que essa pessoa de alguma forma seja olhada como um indivíduo carente de estímulos que possa conduzi-lo a grupos de capacitação, no sentido de exercitar a cultura do diálogo em suas relações interpessoais.

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O fato de ser chefe o torna um líder?

24/01/2013 05:39

Olá,

Não. Você pode ser chefe e não ser líder, como também você pode ser líder e não necessariamente ser o chefe.


Há uma diferença importante entre liderar e chefiar. Muitas organizações são extremamente bem-gerenciadas, mas pessimamente lideradas. São empresas tão obcecadas em buscar eficiência no que fazem rotineiramente, que não lhes ocorre, em momento algum, questionar se o que fazem deveria continuar sendo feito.


No atual ambiente de intensas e rápidas transformações, prender-se à rotina é o mesmo que regredir continuamente. Mudar, ajustar, inovar e renovar são condições básicas para a continuidade e o desenvolvimento de toda organização.


O líder deve ser, acima de tudo, um “conceitualista” e mais do que apenas um homem de idéias. Precisa ser um líder com visão empreendedora e com tempo disponível para pensar estrategicamente sobre as forças que irão afetar os destinos da organização e catalisar as ações devidas no timing certo.


O líder precisa estar o mais livre possível para cumprir sua missão principal: a de assegurar que o que é feito na empresa seja o essencial. Isso significa, em outras palavras: nem demais (desperdício de energia em atividades não prioritárias, “o fazer porque sempre foi feito assim”), nem de menos, (ações necessárias não sendo desencadeadas;  problemas críticos não atacados; oportunidades não aproveitadas; investimentos negligenciados).


Uma empresa “bem organizada” e eficientemente bem gerenciada nem sempre está sendo bem sucedida. Sucesso requer liderança e um caminhar na direção certa.


Mais do que bons gerentes, que fazem certo as coisas, precisamos de líderes que façam o que é certo para que os resultados sejam atingidos a contento, tanto em nível profissional, como em nível pessoal.

www.queirozoliveiraal@yahoo.com.br

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Primeira Edição © 2011