seta

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“Gado a gente ferra, a gente mata, mas com gente é diferente”.

22/01/2012 06:34

Olá,

 

Gerentes são profissionais que conseguem resultados através dos empregados que comandam.
Essa é a realidade de muitas organizações ainda hoje, mas vejam o que é que já está ocorrendo em diversos segmentos da economia em virtude do crescimento do país: Uma competição muito forte por talentos humanos, não é mesmo?
E como então reter talentos nas empresas se os gerentes os tratam como simples empregados, que estão ali para vender um dia de trabalho por uma remuneração acertada?
Esses gerentes que ainda estão na era industrial, em torno do inicio do século passado, época em que a preocupação com as pessoas era quase nenhuma, o negócio era produzir, produzir e pronto,   já não interessam ao mercado. Aquele gerente cujo lema é MANDA QUEM PODE E OBEDECE  QUEM TEM JUIZO, não serve para administrar as empresas da chamada era do conhecimento, nem os talentos humanos de hoje em dia.
A atual era do conhecimento e da informação – que sucede à era industrial- está alterando profundamente a própria essência da atividade empresarial. Uma das principais manifestações dessa mudança é, certamente, a passagem do capital financeiro para o capital humano como base da força competitiva das empresas.
Daí a importância desta visão do quadro gerencial. Se  competimos por talentos humanos, se as empresas estão buscando se diferenciar das concorrentes através dos seus talentos , os atuais gerentes têm que ter claro que seu grande papel será administrar esses talentos humanos, já que o resultado da empresa advêm do trabalho das pessoas, e essas devem estar motivadas e, principalmente, comprometidas com a organização.
Esse comprometimento em grande parte é conseguido através do trabalho das lideranças na empresa.
Lembram-se daquela música que do Geraldo Vandré, interpretada por Jair Rodrigues?
“Porque gado a gente marca, tange, ferra, engorda e mata. Mas com gente é diferente…Se você não concordar, não posso me desculpar. Não canto pra enganar; vou pegar minha viola, vou deixar você de lado, vou cantar noutro lugar.”
 

seta

Para ser bem sucedido é preciso que os outros fracassem.

14/02/2012 07:38

Olá,

Do modo como as pessoas se referem aos negócios e ao mercado de trabalho nos dias de hoje, parece que esta afirmação é verdadeira. Você não pensaria assim? Será que para obtermos sucesso, necessariamente, outros terão que fracassar?


A atualidade tem mostrado que estamos tão preocupados em vencer e em competir, que muitas pessoas passam por cima de tudo e de todos para chegar a realizar suas metas e objetivos. Será que é assim que as coisas funcionam? 


O negócio e o mercado de trabalho visto como uma guerra levam-nos a pensar sempre numa relação de perde-ganha.  Como sabemos, há poucos vencedores, quando os negócios e a carreira profissional são vistos de uma forma  competitiva exagerada, sempre um querendo  ser o melhor em relação ao outro, quando poderiam ser melhores em relação a si mesmos. Essa inversão de valores compromete a ética nas organizações e promove  estados de stress, tanto nos empresários, como nos demais   integrantes da empresa.


A relação praticada pelo empresário e pelo profissional atual deve ser uma relação ganha-ganha, e isso não tem nada a ver com guerra. Temos que ouvir os fregueses para entendê-los melhor e poder oferecer produtos e serviços compatíveis com suas necessidades;  trabalhar em perfeita sintonia com os fornecedores; criar equipes e estabelecer sociedades estratégicas, inclusive com os concorrentes.


Na verdade, a maioria das empresas só é bem sucedida se outras também o forem.  Da mesma forma, acontece com o profissional. Não conheço nenhum profissional de sucesso que se mantenha no mercado sem a ajuda de outros profissionais.


Temos que cooperar, temos que nos preocupar com as pessoas quando estamos concorrendo no mercado de trabalho. É imprescindível a  adoção de  uma atitude ganha-ganha, de modo que, na maioria esmagadora das vezes, é possível estabelecer uma relação vencedora, sem deixar pelo caminho, perdedores.


Lembremo-nos sempre que indivíduos poderosos ou empresas poderosas não existem sozinhos, isolados. Indivíduos livremente associados, em cooperação, produzem uma comunidade  em um nível mais elevado, pois afinal, cada individuo faz parte de uma última comunidade: A humanidade.  
 

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Quer atrair positividade? Fuja do negativismo.

28/02/2012 12:46

Olá,

 

Tenho me deparado freqüentemente com pessoas que se declaram negativas por natureza. São pessoas que vêem a vida como algo pesado e difícil.

Muitos perguntam: - Eu quero me tornar positivo, o que devo fazer?” A resposta é: Comece a agir a respeito disso. Comece a ser positivo. Dê um passo, depois outro... Aja. Em pouco tempo, você fará parte do grupo dos positivos.


Lembre-se que você não vai atrair positividade se você só tem emoções negativas.


É preciso entender que para que a mudança desejada por nós se processe ou aconteça, não basta apenas sonhar com a mudança necessária, é preciso agir, é preciso ação. Sonho sem ação não resolve muito, ou melhor, não resolve nada.


O processo de mudança assim como o processo de aprendizado só acontece, quando estamos dispostos a por em prática aquilo que desejamos aprender e incorporá-lo ao nosso dia-a-dia.
Conheço muitas pessoas que falam em mudança de hábitos, atitudes, comportamentos e ficam apenas no discurso. Prática que é bom, nada.


Costumo perguntar: – você quer realmente mudar, você quer se transformar numa pessoa mais positiva? Então, o que tem feito para que essa mudança aconteça na sua vida?
Sabe qual a resposta que obtenho? Em geral elas respondem de forma evasiva - olha eu penso muito nisso, tenho sonhado com isso.


O mundo em que vivemos é o mundo das ações. Neste mundo, o pensamento é o meio para nos levar à ação. Pensar é bom. Mas, se ficarmos parados pensando, sem agir, perdemos a chance de realizar nossas aspirações.

O tempo passa rápido demais. Ao ficarmos perdidos, simplesmente, no mundo das idéias sem operacionalizá-las, tornamo-nos inativos ou, na melhor das hipóteses, bons faladores. Importante também é a ação. Só pensando e falando, nada produzimos de concreto.


Portanto, lembremo-nos que no processo de mudança, além de nos acostumarmos a manter pensamentos positivos, é imprescindível que os aliemos sempre, à ação construtiva.

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Qual a importância da autoestima para os indivíduos, para as organizações e para a sociedade?

13/03/2012 09:08

Olá.

Este tema, a autoestima, tem sido muito recorrente nas questões que são encaminhadas ao nosso blog e colunas. Não poderia ser diferente, pois, a autoestima é um dos pilares de uma vida produtiva, propositiva, feliz e de sucesso.


Uma das definições que mais gosto de autoestima defende que – “autoestima é a disposição para experimentar a si mesmo como alguém competente para lidar com os desafios básicos da vida e ser merecedor de felicidade".


A autoestima, sem dúvida, é facilitadora do desenvolvimento espiritual e das potencialidades interiores, da saúde e da serenidade. Diariamente, há a necessidade da conscientização de sua importância e de seu cultivo. É preciso nutri-la, despertá-la e aperfeiçoá-la.


Ela é a responsável pelo que chamamos de “estado de espírito” e esse “estado de espírito” tem grande influência sobre o bem-estar e a saúde. A tristeza, o medo, a raiva, os aborrecimentos, a mágoa, as preocupações e uma autoestima baixa podem muito afetar desfavoravelmente a saúde. Por outro lado, a alegria de viver, a despreocupação, o descanso e uma autoestima positiva têm efeitos muito benéficos.


Retornando o nosso foco para as organizações, sabemos, por experiência pessoal, o quanto o lado profissional e o trabalho contribuem para a nossa felicidade, não só pelo tempo que ocupam em nossas vidas, mas, fundamentalmente, pela possibilidade de nos realizarmos, desde as nossas necessidades mais básicas, até aquelas mais complexas, relacionadas ao crescimento pessoal e espiritual.


Isso ocorre quando se faz um trabalho em que nos sentimos contribuindo para a nossa missão pessoal e agregando algum tipo de valor ao Universo.

 

 

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“Homem de êxito é aquele que procura o que há de melhor nos outros e dá o melhor de si mesmo.”

28/03/2012 09:32

Olá,

 

É possível ser um profissional de sucesso, e, ao mesmo tempo, um ser humano exemplar? Uma carreira profissional bem sucedida combina com um comportamento humano que se baseia no amor, na fraternidade e na solidariedade?
Claro que é possível. No nosso entender, só consideramos um profissional de sucesso, se este for completo, envolvendo os aspectos profissionais e humanos, o que denominamos de formação holística, onde todos os níveis intelectuais, emocionais, psíquicos, ecológicos e espirituais são levados em consideração.
O que adianta conseguir um grande sucesso profissional e, por outro lado, um grande insucesso familiar? O que mais encontramos no dia-a-dia são profissionais de carreira exitosa, porém, infelizes e fracassados do ponto de vista da estabilidade familiar. Profissionais competentes, mas com dificuldades de se relacionarem com seus pares.
Independentemente da profissão que exerçam, ou em que faculdade estudaram, há indivíduos que têm uma competência técnica extraordinária. Conquistaram uma inteligência em nível do intelecto, são objetivos e práticos, embora carentes de uma inteligência emocional suficiente para estabelecerem bons relacionamentos. As pessoas não são significativas para elas, de modo que, apesar de competentes numa determinada área, o sucesso fica a desejar, pelo exacerbado egoísmo que as move.
Por isso, defendemos que o desenvolvimento profissional completo só ocorre, quando há um interesse em se lidar com o processo da educação integral, que engloba todas as dimensões da pessoa humana. O profissional deve estar ciente de que necessita de uma boa base humanística ou espiritual, como alguns gostam de denominar, para que sua carreira possa trilhar o verdadeiro sucesso. Para tanto, é importante que se coloque aberto para novas aprendizagens referentes às dinâmicas do autoconhecimento, do processo de perceber-se de uma forma holística, da capacidade de transitar entre o pensamento linear, cartesiano, e o pensamento sistêmico, ecológico, de modo que haja uma consciência de que todos esses movimentos podem acontecer simultaneamente no processo do crescimento pessoal. E o foco é mudar sempre para melhor. É ter uma visão de mundo cada vez mais abrangente. É perceber-se no todo, onde o outro faz parte de seu contexto, de modo que o grau de competitividade vai diminuindo para ceder espaço para a cooperatividade. A relação com os outros é baseada no respeito à singularidade de cada um, que é único, irrepetível, onde as diferenças não têm a conotação no sentido de adversárias, mas de complementares. Os desafios e ou crises na vida de cada um devem ser encarados como oportunidades de crescimento. É nas situações adversas que há estímulo para o exercício da capacidade de superá-las.
O verdadeiro profissional, além da competência para lidar com os aspectos técnicos da sua profissão, deve ser igualmente competente para lidar com as demandas emocionais do seu dia-a-dia.


Não é por acaso que 90% das demissões ocorrem por problemas comportamentais.

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Primeira Edição © 2011