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SUA EXCELÊNCIA, A SENHORA PRESIDENTA DILMA. (continuo sem aceitar)

27/08/2013 08:27

É lei. O Diário Oficial da União adotou o vocábulo presidenta nos atos e despachos iniciais de Dilma Rousseff e querem nos impingir o grande erro.

As feministas do governo gostam de presidenta e as conservadoras (maioria) preferem presidente, já adotado por jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão.

Na verdade, a ordem partiu diretamente de Dilma: ela quer ser chamada de Presidenta. E ponto final.

Olha a "Vernácula". Grande piada, não é?

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.

Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante…

Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.

Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha.

Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".

Um bom exemplo seria:

"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta."

 


 

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Acerte o governador!

26/08/2013 12:07

Duvido.

O panorama é tão complexo!

Diria mesmo que o mais complexo desde que me entendo alagoano de coração.

Você caminha pelos pseudo candidatos e descobre que todos cresceram em dissimulação positiva deixando-nos a todos completamente desafiados a descobrir o rumo e o resultado das eleições 2004.

A começar pelo próprio atual governador, Téo Vilela que não diz se fica ou se vai e com isso tira ou coloca no páreo, dependendo das condições o atual vice, Nonô.

Passamos por Renan Calheiros que, indiscutivelmente está na cabeça das apostas como futuro governador.

Mas quem é capaz de dizer que ele já se decidiu e que será candidato?

Ele pode estar preparando um outro tipo de terreno que inclua o filho ou até mesmo outro candidato do, hoje, também pseudo chapão.

O senador Collor pode vir a ser candidato e com amplas forças para ganhar, mas está muito bem em Brasília e dele se espera muito no Senado.

No entanto, se entender que a disputa para o Senado pode não ser tão boa, arrisca e sai para governador com amplas chances.

Dentre todos eles, estão também a garra e a vontade de Biu de Lyra que disse não se afastar um milímetro de sua intenção de ser candidato a governador.

Não tem o que perder porque ainda tem 4 anos de Senado.

Sem contar que ainda há quem diga que, insistentemente, Ronaldo Lessa ainda pode tentar mais uma vez e, sempre estará no páreo.

Quanto ao ex-prefeito, Cícero Almeida, com seus previsíveis e quase certos 200 mil votos para deputado federal, pode ser uma enorme força para compor uma chapa para vice ou ainda virar, da noite para o dia, um “tertius” de peso surgindo de uma composição de forças para o governo.

Enfim, gente, ninguém pode dizer nada ainda, por mais que se esforcem.

Passado o Ano Novo e o Carnaval, quem sabe, os foliões da eleição dão mais dicas e a gente tenta adivinhar?

Quem sabe?
 

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A estúpida escravidão dos médicos cubanos.

22/08/2013 06:23

Era a última coisa que eu queria.

Ter médicos estrangeiros colocados nos SUS da vida, Brasil afora.

Mas, já que os brasileiros, mais conscientes não querem jogar suas carreiras pelo ralo, que venham então os cubanos.

E, quando falo em jogar carreiras pelo ralo, digo da impotência que esses médicos vão sentir quando perceberem que os postos de saúde não funcionam ou não existem, que remédios também não.

Que enfermeiros (as), assistentes e tudo aquilo que o médico precisa, além de possibilidades de exames, muito pouco vai estar disponível.

Portanto, a situação é mais para preta do que para cinza.

Agora, o importante deste comentário é sobre a maneira como os médicos cubanos serão contratados:

O governo brasileiro vai pagar a “eles” 10 mil reais por mês.

E por que eles entre aspas?

Porque na realidade o Brasil passa o dinheiro para a OPAS – Organização PanAmericana de Saúde que por sua vez repassa para o governo cubano que, então decide quanto vai pagar ao médico.

Ou quem sabe esmolar ao médico.

Fica então a pergunta que não quer calar?

E já que não se sabe quanto finalmente o médico vai receber como é que ele vai se sustentar?

Será por um prato de comida?

Será por uma galinha viva que ele nem saberá como matar?

Voltamos à escravidão?

Porque, meus amigos, se não me derem uma explicação melhor acho que voltamos aos tempos da escravidão comprando médicos cubanos a preço de banana para melhorar as finanças daquela ilha de Fidel.

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Que macacada!

20/08/2013 13:50

Vovô Raul era um diplomata.

Homem fino, elegantérrimo, viajado, ia a muitas festas, banquetes, vernissages, até porque Vovó Lulu era pintora clássica, professora da Escola Nacional de Belas Artes.

Tudo à sua volta era sempre cercado de muita finura.

Um dia, vovô foi fazer uma viagem a um país da África e, lá, foi maravilhosamente bem recebido e levado a um grande “tour”, para conhecer a maneira de viver de algumas tribos.

Seus costumes, seu folclore, sua comida.

Encantado com tudo o que via, apesar do sol causticante, da viagem cansativa em carros desconfortáveis, já que corria o ano de 1934.

Mas, de qualquer forma, tudo era novidade, tudo era completamente diferente de sua vida no Brasil, dos convites que atendia em salões refinados do mundo.

Depois de assistir às danças típicas da tribo, era chegada a hora da refeição.

As pessoas sentaram-se no chão, forrado com pequenos tapetes de fibra que serviam de assento e, no centro, um grande tapete redondo fazia de contas da mesa e da toalha ocidentais.

Os tambores tocavam, os guerreiros pintados faziam suas evoluções, as mulheres traziam as comidas e somente os homens eram os convidados àquela ceia.

De repente, Vovô Raul viu chegar um enorme tacho raso de madeira.

E, nele, bem assada, a figura de uma pequena criança, pelo menos era o que lhe parecia.

Vovô assustou-se, tentou levantar-se, no que foi contido pelo guia ocidental que os acompanhava, começou a tremer, a sentir calafrios, percebendo que estava dentro de uma tribo antropófaga.

Reagiu, falou em bom português que não participaria daquele horror, até que, diante dos risos de todos, inclusive dos indígenas, ficou sabendo que a “criança”, nada mais era do que um delicioso macaco assado, o prato mais importante daquela tribo.

Mesmo assim, foi difícil.

Afinal, nossa cultura não imagina que se possa comer, com tanta tranqüilidade, um bom macaco.

Mas,Vovô comeu e pasmem...gostou!

 

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A CORRUPÇÃO

16/08/2013 08:29

Uma das palavras mais faladas, nos últimos tempos de Brasil e de mundo, é a corrupção. Que arrasa governos e deixa o povo frustrado. Será ?

A CORRUPÇÃO

 

Começa com os segredinhos, aqueles bem guardadinhos

que não se pode contar

nem mesmo pra mãe da gente

mas que o cabra inteligente

que vive lá no Planalto

só conta pros amiguinhos,

aqueles mais chegadinhos.

E tudo fica entre eles

quando o aviso surgir: Moçada, chegou a hora!

Amanhã, o nosso dólar,

vai subir.

E aí começa uma corrida infernal.

Compra dólar, compra aqui, compra ali, compra acolá,

meu dinheiro deu. E será que o seu vai dar?

Dá, sempre dá, porque amanhã 

quando tudo acontecer, tudo vai se resolver.

Vende dólar, vende aqui, vende ali, vende acolá,

 meu dinheiro vai quadriplicar.

Isto tudo sem contar com aquela palavra mágica

 - corrupção -

que não tem nada de trágica.

A magia está na outra, a tal da licitação.

Sobe o preço, desce o preço,

pode ser que ele tope e quando abrir o envelope,

o seu nome vai estar lá.

Não quero muito ganhar.

Eu só quero 10 por cento para dividir

e espalhar.

Outra coisa genial é construir tribunal.

 Cada obra colossal que tem um custo baixinho, coisa de poucas montas.

Mas bota as notas pro alto que é pra poder fazer frente

ao outro que é só de Contas.

 E afinal, o presidente, um sujeito inteligente, de bom gosto e muito fino,

que dele ninguém reclame,

pega as sobras e faz mansão lá pras bandas de

Miami. Ah! Corrupção!

Rima com coração, com ação, com emoção.

E é por isto que depois,

todos viram pistoleiros.

Pistoleiros e lavadeiros.

Têm que lavar o dinheiro, que de sujeira não gostam.

E para não ficarem psicóticos

passam a gostar de narcóticos,

 se envolvem com a máfia toda, se encobrem por todo lado,

 se elegem deputados e, quando são descobertos

aí, então, são cassados.

Somente por oito anos, em total impunidade.

Depois, mais uma eleição e um novo grande período

de total imunidade. Corrupção, corrosão,

 nada disso interessa não.O que eles querem é ver

o seu país, o Brasil, andar, correr e crescer

no meio da confusão.

 

 

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Primeira Edição © 2011