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Minha hérnia, meu disco!

16/12/2012 14:33

Vocês haverão de dizer que assunto mais besta é esse?

Não é não.

É um alerta, é um grito de dor.

Hà duas semanas sofro com uma hérnia de disco que não sabia existir.

De repente, uma imensa dor na região da canela que passou a me impossibilitar de andar e, às vezes, até mesmo de ficar em pé.

Parece que uma faca corta suas entranhas.

Mas, não é na coluna?

Sim, só que a hérnia, proveniente da saída do disco de entre uma vértebra e outra faz com que esse disco pressione o nervo que, por sua vez tem um feixe de 21 outros nervos e que se estendem pela perna.

Quando pressiona ou pinça o nervo, a “coisa” pega.

A bateria de remédios que estou tomando é imensa.

Agora estou fazendo uma fisioterapia especial em uma mesa americana de descontração que tenta afastar uma vértebra da outra.

E o pior é que nenhum tratamento lhe dá qualquer tipo de previsão. Já estou cansado de ouvir falar que “é demorado”, “que tenha paciência” e que, “por favor nem pense em cirurgia”.

E não penso mesmo.

Fica aqui apenas uma divisão com vocês.

Ao mesmo para alertar para os carregamentos de pesos inúteis, para a falta de postura, para os exercícios sem acompanhamento e esse mundo de coisas da vida moderna que acabam atrapalhando nosso futuro.

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Maceió pode ser o centro de tudo.

02/12/2012 05:16

Se o Brasil pudesse ser replanejado e se o nordeste fosse revisto como grande centro produtor, sem dúvida, Alagoas, mais precisamente Maceió e Arapiraca seriam o centro de decisões da região.

Geograficamente já vemos que estamos no meio de tudo, a 600km de Salvador, a 230 do Recife, a 600 de Nata, a 270 de Aracaju e por aí vai.

Se as estratégias de distribuição de produção fossem melhor analisadas veríamos que poderíamos ser o receptáculo dessa produção e o escoamento dela para todo o Brasil e para o mundo.

Claro que, se o planejamento inicial tivesse visto isso, nossas condições de porto, de estradas, de ferrovias, também seriam outras.

No entanto, as autoridades que hoje replanejam essas cidades deveriam pensar, ainda que minimizado, no estímulo à criação de pequenos e lucrativos polos industriais e, sobretudo de serviços, mostrando a validade também do que chamaríamos de redistribuição.

Produzir aqui, no centro do nordeste, traz enorme valia para a venda e distribuição de produtos e serviços para os estados e cidades vizinhos com grande economia nas estratégias.

Isto, sem contar com os aspectos turísticos que ainda não entenderam completamente que Maceió pode ser o grande concentrador do turismo entre vizinhos, principalmente nas pequenas e baixas estações.

Estrategistas analisem.

Vale a pena ver o novo.

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A exploração sem "zona azul" e o perigo das ruas.

22/11/2012 16:28

A época  de festas se aproxima e, como de resto, Maceió é uma cidade festeira e os eventos vão acontecendo a cada noite.

No entanto, ir de carro a qualquer evento representa um grande perigo, uma vez que os “guardadores” e exploradores de plantão estão em todos os lugares e lá não estão para fazer graça pra ninguém.

Você encosta o seu carro e eis que surge o dito cujo entregando um pequeno papel onde se lê: “Guardamos o seu carro com total segurança. PAGAMENTO ANTECIPADO. R$10,00. ESTACIONAMENTO”.

Primeira questão: pagar ou não pagar antecipado?

Optei da primeira vez a não pagar antecipado. Na volta, lá estava ele, “o guardador” esperando o seu pagamento e eu o fiz.

Diga-se de passagem, explorando a via pública.Não se tratava de estacionamento particular em qualquer terreno.

Ao chegar em casa, a surpresa: O limpador do parabrisa estava todo envergado, trabalho feito à mão, o que me custou aproximadamente uns 60 reais para a reposição.Isto porque eu não quis pagar antecipado.

Aí chegamos à questão que diz respeito a sua segurança nas ruas.

Onde está o policiamento, seja ele qual for, para impedir este tipo de comércio que, além de explorar as pessoas, as ameaçam com estragos ao seu patrimônio, caso não aceitem as suas regras?
E quem disse que somos obrigados a “pagar” ao invés da velha e tradicional gorjeta que nos permitia dar o que bem nos aprouvesse?Um crime está sendo cometido nas ruas por esses “guardadores” e ninguém está vendo?

Somos obrigados a agüentar isto porque providências cabíveis não são tomadas? Mais um poderzinho paralelo ditando as ordens nas vias públicas?

Seria muito bom que pensássemos no que está acontecendo e cortássemos o mal pela raiz.
A denúncia está feita. Vou continuar gritando. Não pelos 10 reais. Mas pelo ato incorreto.

Mas aí, vale a pena pensar na proposta da volta da “zona azul”, desde que implantada para 24 horas e com total apoio da Guarda Municipal.
 

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Não quero ver uma OAB destroçada.

21/11/2012 05:19

É profundamente lamentável o que se vê acontecer na OAB, nos bastidores, na luta entre seus membros por conta da eleição de sua diretoria.

Não dá para entender como uma instituição que conseguiu ser referência nacional pelo combate à corrupção eleitoral, da noite para o dia tenha sua imagem maculada, ainda que nada se prove sobre as acusações que pesam sobre sua atual diretoria.

Não me cabe, até porque não sou advogado, muito menos magistrado, querer julgar essa ou aquela ação que vem sendo imputada à chapa situacionista, mas me cabe, isto sim, o direito como cidadão e como jornalista de me revoltar por sentir que, pedra a pedra começa a ruir um castelo de esperanças que é a OAB.

Uma construção bem feita, sólida, agora enlameada por acusações que não condizem com os homens e mulheres que a ela pertencem.

Claro está que, se culpa houver em algum momento, inocentes também existem, pessoas sérias e comprometidas ali estão, mas o que mais pesa é que a última imagem é a que sempre fica e dela é difícil se desgarrar. Portanto, vença quem vencer, situação ou oposição, o trabalho de reconstrução terá que ser muito trabalhoso e lento.

O brasileiro acostuma-se facilmente às acusações e ao mal feito e demora a absorver as defesas e o bem feito.

O erro, o grande erro está em ter se deixado de lado a ética e se partido para uma campanha altamente destrutiva.

No mais, não quero ver uma OAB destroçada.

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Em Natal, dezesseis anos depois.

17/11/2012 07:45

Quando eu morava em João Pessoa e apresentava o “Bartpapo”, também incursionei por Natal e, paralelamente, o apresentava também na TV Potengi daquela cidade.

Foram dois anos inesquecíveis e conhecendo a cidade nos seus mínimos detalhes.

Depois disso vim para Maceió e minha história daqui vocês conhecem.

Agora, 16 anos depois volto a Natal e me deslumbro.

A cidade verticalizou de uma maneira encantadora, os turistas tomaram conta, a hotelaria bombou, a gastronomia melhorou cada vez mais e a carne de sol virou ainda mais uma atração turística.

A tapioca da Redinha ficou mais próxima com a espetacular ponte que cruza o Rio Potengí saindo da conhecida Praia do Forte.

Mas o bom mesmo, no passeio que fiz com meu amigo Mourão foi me lembrar de cada lugar, comparar e sentir o desenvolvimento, lembrar de estórias e de amigos feitos.

O bom da vida, quando se vive com decência e galhardia é poder voltar.

Voltar, viver lembranças, sorrir para a vida.

Foi o que fizemos, Vanessa e eu, neste magnífico fim de semana.

Revivemos e vivemos,

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