seta

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A UFAL existe?

25/04/2013 07:18

Acho que sim.

O seu “campus” principal é bem ali depois do rotatório da Polícia Rodoviária.

Outro ponto de referência é o Hospital Universitário.

É só seguir um pouquinho e você chega lá.
Estou tentando ensinar o caminho para alguns, digo muitos, professores que dizem que são, mas na verdade não são.

Porque, quando um aluno se esforça para passar num vestibular, ENEM, qualquer coisa, ele chega à Universidade cheio de garra, mas, por muitas vezes, tem que jogar dominó nos barezinhos do “Campus” porque o professor não chegou, não veio, não quer saber dos seus alunos.

Psicólogos ou psiquiatras neles, meu caro reitor!

Ou processo já que estão roubando tempo e dinheiro da Universidade.

O ensino brasileiro já é capengante em algumas áreas.

Então, não vamos permitir que a UFAL contribua mais ainda para isso sem puxar as orelhas desses mestres do nada.

No entanto, enquanto isso, muitos outros professores dão duro, estudam, sabem dascoisas, são cientistas em busca de progresso.

Mas são empanados pelos ridículos que deixam suas turmas a verem navios.

Não será chegada a hora de alguém gritar?

Eu estou gritando e espero um grande coro atrás de mim.

Principalmente composto de formadores de opinião, como sou.
 

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Somos uma ilha de desencanto

21/04/2013 08:32

 


Na verdade não somos. Apenas estamos.

E vamos conseguir, um dia, deixar de lado os desencantos e criar ao nosso entorno as melhores coisas deste nordeste.

Ou deste Brasil.

Terrível olhar para os lados e ver a deseducação, a falta de uma política firme para a saúde, para a segurança, para as nossas crianças e para os idosos.

Péssimo sentir que a corrupção ainda grassa e que maus políticos ainda fazem parte desta ilha.

Bom saber que ainda existem administradores públicos que desejam o melhor para nós e que lutam por um estado e por cidades melhores.

Mas, infelizmente, são minoria num mar de desejos dos que buscam a riqueza súbita com, pasmem vocês, a merenda escolar, por exemplo.

Li uma pesquisa nacional que afirmava o fato de que se conseguíssemos diminuir a corrupção deste país em vinte por cento, todas as verbas para a saúde e educação estariam garantidas.

Então vemos que nossos desencantos são inúmeros e de todos os lados.

Não só de nossa pequena ilha chamada Alagoas, mas da grande e desejada ilha chamada Brasil.

Que, por sua vez, também sofre as pressões, de todos os lados, de países grandes e poderosos que nos querem deles a todo custo.

O que fazer?

Pensar, planejar, agir.

E, sobretudo, buscar com os poucos bons governantes – e nós os temos – uma conscientização maior para os que virão.
 

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Empreendedores Domésticos - uma solução.

06/04/2013 08:51

Vamos e venhamos que o impasse é grande.

Uma cultura errada, mas desenvolvida através de séculos não pode ser mudada de uma hora para outra sem que existam os diversos tipos de protestos.

Não só os protestos por parte de empregadores que, sem dúvida terão que abrir mão de suas empregadas ou então adaptarem-se integralmente a uma lei que não levou em conta as suas diferentes situações econômicas.

Então, até que as coisas realmente se ajustem haverá muito desemprego, muita troca de efetivos por diaristas, que pelo fato vão praticar a auto-valorização e um verdadeiro caos será instalado pelo setor.

Pensamos muito no assunto e achamos que uma fórmula existente no mercado de hoje poderia ser aproveitada, transformada e utilizada para os chamados empregados domésticos.

O governo criaria a moldes do MEI – Micro empresário Individual, a figura do MED – Micro Empresário Doméstico dando a ele todos requisitos de micro empresário com direito a INSS e com um desconto irrisório de 39,00 por mês e que até poderia ser pago pelo empregador.

Com isto, eliminaríamos os estúpidos custos inseridos e acabaríamos com o malabarismo das horas extras e adicionais noturnos, dentre outros.

Porque o MED seria uma empresa e, como tal, estabeleceria contrato de serviço com regras próprias e bem definidas junto ao empregador.

Vamos discutir a idéia?

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Entrar no "facebook" agora é jogo perigoso.

03/04/2013 08:39

Foi aprovada a chamada Lei Carolina Dieckman que incrimina os roubos feitos pela internet, as invasões de “hackers” e ainda prevê o mau uso da imagem das pessoas por terceiros.

Isto quer dizer que, se você encontrar impropérios e inverdades contra a sua pessoa e quem o fez estiver definido nas redes sociais, tranquilamente você poderá processá-lo e o crime poderá dar uma pena de até dois anos de prisão, além, óbvio, dos danos morais e materiais.

Já era tempo que uma lei como essa chegasse, ainda que em período inicial possa ser difícil de se aplicar.

Mas trata-se de um grande avanço, principalmente para as vítimas de alguns “faceanos” e “orkuteanos” que não devem ter o que fazer a não ser o de tentar denegrir a imagem de seus semelhantes.

Por vinganças bestas ou por maldade pura.

O dia deles está chegando e parabéns ao Congresso Nacional que aprovou a lei.

Além dos cumprimentos à atriz que não teve medo de seguir em frente com suas denúncias.
 

Pois é! O jogo agora é perigoso e o buraco é mais embaixo.

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A escola do meu tempo

28/03/2013 08:20

Antigamente a escola era risonha e franca.
Professores exigentes, diretores competentes, instrutores excelentes.
E a gente na escola dando tratos a cachola pra saber as teorias,
decifrar os teoremas, saber quem foi Galileu,
solucionar os problemas,
falar sobre o Coliseu, estudar o esqueleto,
a literatura lusa, conhecer a hipotenusa,
o quadrado do cateto...
Era espeto!
Prova mensal, parcial, prova oral, média final.
“Tô com 3 em matemática, afundei minha global”
Passou, meu filho ? Ainda não, deu bobeira.
Fiquei pra segunda época e talvez vá à terceira.
Fração, função, confusão, Euclides, Newton, Pitágoras,
Xís é igual a não sei que, veja você se eu posso.
Tem círculo, semi-círculo, diagonal e tangente.
Meu Deus , como é que tem gente que sabe todo esse troço ?
Eu vou ser advogado e não posso ir ao pau por errar na equação
do primeiro ou qualquer grau!
Minha forra é o Joaquim que, eu sei, vai ser engenheiro,
mas levou bomba em latim porque errou no ablativo
fazendo a declinação.
Ô, aquele tempo de prisão... O tempo do cativeiro...
Aprende, estuda, não sabe, na cabeça já não cabe tanta coisa, tanto nome.
E o cérebro até ardia na confusão do pronome com conjunção, contração.
E depois, na Geografia, aumentava o carnaval.
Aquela tal capital,
o nome é Sófia ou Sofia ?
E eu sofria e tu sofrias, qual de vocês não sofria guardando nomes e datas?
O Dia do Descobrimento, o Dia da Proclamação,
o Dia do Livramento, Data da Abolição,
Revolução Francesa, Invasão Holandeza,
Dom Pedro e a Marquesa,
capital da Bulgária, crise operária,
capitania hereditária,
Império Romano,
Deocleciano, Maximiliano...

Ai! Antigamente a escola era risonha e franca.
Francamente, minha gente, tudo isto que eu falei
foi pura tapeação.
Na escola, eu comi merenda.
Estudar...
não estudei não !

 

seta

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