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COMEÇA A TRANSIÇÃO EM MACEIÓ

13/10/2012 05:36

A civilidade, sem dúvida alguma é uma das melhores formas de educação política. Passadas as eleições, definidos vencedores e vencidos, o melhor que se tem a fazer é promover uma transição leve, tranquila e, sobretudo, competente.

O que as equipes chamadas de transição nomeadas pelo atual prefeito, Cícero Almeida e pelo prefeito eleito, Ruy Palmeira, vão fazer será exatamente isto.

Até porque, o melhor de tudo é passar os meandros do governo de oito anos para quem chega, com decência, honestidade e transparência, o que sói acontecer com homens de bem e de estirpe como se podem definir os dois prefeitos.

A partir desta segunda-feira, praticamente dois governos estarão instalados, respeitando-se, obviamente, o mandato em exercício até o seu último dia e este recebendo de braços abertos o que virá a partir de 1º de janeiro de 2013.

A equipe de Almeida trabalhou muito e vem trabalhando já há seis meses em relatórios de gestão para que tudo fique absolutamente claro.

Contratos, convênios, prestações de contas, tudo sendo esmiuçado, secretaria por secretaria e fazendo parte de “e-book” planejado e aberto para consulta a qualquer momento por qualquer pessoa, autoridade ou não.

É assim, portanto, que começa a transição de importância fundamental para os destinos de Maceió.

Uma Maceió que cresce e se agiganta e que de seus governantes merece o melhor.

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BONITA TEM QUE SER A TRANSIÇÃO

08/10/2012 05:31

E será.

Se de um lado existe a administração de Cícero Almeida que faz questão de fechar as contas e o mandato com dignidade, por outro existe a também dignidade de Ruy que haverá de entrosar a sua equipe para receber a prefeitura de Maceió com a civilidade que dele se espera.

Talvez, mais do que a própria eleição, a transição é de uma importância fundamental para os destinos da cidade, sobretudo para que a máquina não pare e para que não haja solução de continuidade em certos aspectos da administração.

É em nome disto tudo e confiantes na educação de sucessores e sucedidos que aguardamos uma transição altamente profissional e, por que não dizer, bonita.

 

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A votação biométrica está falhando.

07/10/2012 08:23

Não é fofoca.

Não é informação.

É constatação.

Votei no INSS do Poço. Tentaram me identificar pela digital em qutro dedos e nada.

Acabei por votar com o tradicional.

Em outra seção, minha esposa precisou usar o polegar por três vezes.

E, várias outras pessoas também tiveram que ser identificadas pelo modo tradicional.

Por telefone, amigos me contaram a mesma coisa.

Algo saiu errado?

Isto acabou sendo uma forma de pesquisa sobre o novo processo que eu acho bom, mas será que foi testado como manda o figurino?

O grande teste está sendo hoje, no dia da eleição.

E, pelo jeito, não funcionou.

Pelo menos na amostragem que tive em mãos.

Literalmente.

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Vale o voto obrigatório?

07/10/2012 03:35

Uma nova batalha pode estar a caminho na democracia brasileira que é a questão do voto obrigatório, ou não.

Vejam, por exemplo, os Estados Unidos da América, onde as campanhas eleitorais são vigorosas, a participação da opinião pública é grande, mas ninguém é obrigado a votar.

Participar do sistema eleitoral tem que ser algo espontâneo, ato de cidadania voluntário, algo que faça bem à personalidade e aos desejos de cada um.

Desde cedo sabemos que nada obrigado é bom.

Aprendemos que, quando nos dispomos a fazer algo que queremos e desejamos o fazemos de maneira muito mais sadia e convincente.

Portanto, a grande jogada para o futuro, sem dúvida será arrancar de vez os cabrestos do eleitor e deixa-lo à vontade para fazer o que quiser, escolher sua doutrina política, acreditar um pouco mais na ideologia partidária, enfim, decidir politicamente os rumos do seus país.

Claro que, para isso, intensa reforma política terá que acontecer, incluindo aí esse estúpido sistema pluripartidário brasileiro que permite a presença de 33 partidos inventados, criados, verdadeiros partidos de aluguel para as horas de interesses os mais escusos.

Mas, fiquem certos de que, com 3 eleições sem obrigação, o voto será depurado, entendido e melhor utilizado.

Para o bem do Brasil.
 

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"Voto limpo" e / ou "justiça limpa".

05/10/2012 17:59

Na sua fala, em frente à imprensa, na hora de anunciar o candidato que o iria substituir na eleição para prefeito, Ronaldo Lessa disse em alto e bom som que o STE havia colocado um filme na midia pedindo que houvesse um "voto limpo". E que, ele, Ronaldo, a partir dalí, com o seu PDT, faria a campanha de uma "justiça limpa".

Não me cabe analisar se ele está certo ou errado, mas podemos dizer que o momento que vivemos é absolutamente histórico e único.

Acompanhamos a história de um candidato sempre bem nas pesquisas, apoiado por um prefeito com 82% de aprovação e que se viu sangrando, dia a dia, por conta de um processo judicial que apenas lhe cobrava uma multa paga fora de hora.

É a lei. Mas até que ponto a lei pode mudar a história de uma eleição importante de uma capital da federação?

Pode. Claro que pode.

Mas o momento em que esse mesmo candidato, há 24 horas da eleição é obrigado a apresentar um substituto, o futuro a Deus pertence. E não se sabe qual será.

O povo pode acatar, mas na sua imensa sabedoria pode também vitimizar o renunciante.

E aí, o domingo, 21 horas, dirá.

Se o pleito teve como protagonista uma injustiça ou se... sei lá!

O resultado dirá.

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