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Não dê caução em hospitais em casos de urgência

02/02/2012 15:33

Fizemos a denúncia do não cumprimento da lei que proíbe as cauções dos hospitais nas  internações de urgência e aí vai o seu texto:
Lei de n° 3.359 de 07/01/02 - Depósitos Antecipados:
                     Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internação de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.
                     Art 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado ao responsável pela internação.
                     Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos usuários e a afixarem em local visível a presente lei.
                     Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

                     Quando a denúncia foi a público o foi no nosso programa “Almoçando com a Notícia” e com a presença de Rodrigo Cunha, superintendente do PROCON em Alagoas, que ratificou a nossa informação e ainda acrescentou que, diante da recusa de internamento as pessoas devem ligar para o Procon ou para a Polícia ou, se por pressão tiverem que efetuar o depósito denunciem depois.

                     Até sabemos como é difícil estar com um parente em estado de emergência e não ceder às exigências dos hospitais, mas, pelo menos a denúncia posterior é preciso registrar. Só assim o abuso pode, um dia, quem sabe, acabar.

 

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Perguntar não ofende: TRE briga com PM?

30/01/2012 15:20

Que me perdoem os contendores. De um lado o ilustre desembargador Orlando Manso, presidente do Tribunal Regional Eleitoral e que vai coordenar as eleições de outubro deste ano

Do outro lado o não menos ilustre comandante da Polícia Militar, coronel Luciano.

Um fato, qualificado como desobediência a uma ordem judiciária, colocou as duas autoridades em campos opostos.

Aí o presidente do TRE manda prender o Cmte. da PM e praticamente exige sua cabeça ao governador.

O governador fica no meio sem saber o que fazer. Ou atender ao Desembargador e mostrar que o Judiciário dá ordens ao executivo ou não atender, como não atendeu, e esperar o rumo dos acontecimentos.

De repente, o presidente Orlando declara em alto e bom som que, se o comandante da PM até as eleições for o cel. Luciano, as eleições não terão a preciosa ação da Polícia Militar.

Uma ameaça inédita, mas que, sinceramente, ainda não vi ser analisada por ninguém. Nem pela OAB, nem pelo Ministério Público, nem por...

A única coisa é que a coisa está feia e é preciso que haja diálogo para que não fiquem manchadas as eleições.

Agora, aquela famosa história do “ou ele ou eu”, que não é o caso porque o desembargador tem cargo efetivo, transforma-se num jogo de forças que, na verdade, tem o judiciário de um lado e o executivo estadual do outro.

Até quando?
 

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Quem assina a ficha limpa é você

28/01/2012 09:00

Se você parar para pensar que essa história do “ficha limpa”, se passa ou se não passa, se vale ou se não vale, tudo isso é uma incrível balela porque quem assina a ficha limpa é você.

Comece a exercitar.

Comece a ver quem fez e o que fez e até quem pode ou não pode fazer.

Comece a interpretar as falas, as ações políticas, o poder de fogo, a família, os princípios de cada um dos que aí estão ou dos que querem entrar.

Vale a pena praticar.

E aí você vai encontrar tantas coisas onde você pode opinar, pode divergir, pode até interagir, através dos sites, dos blogs, das emissoras de rádio.

Levante temas, discuta em família, entre amigos.

Seja político ainda que não tenha cargo e nem pretenda.

É dessa política de povo que nascem as boas idéias e são eleitos os candidatos.

E essa é a grande oportunidade que você tem de separar o joio do trigo e buscar através do seu voto assinar a ficha de quem vai entrar.

No fim do processo é o que vai valer.

Seu voto, sua assinatura, sua digital.

Seu aval para o ficha, limpa ou suja.

A responsabilidade será toda sua.
 

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ESTA SAÚDE QUE MATA!

25/01/2012 18:07

Planejar sem preparar acaba resultando em nada, absolutamente nada.

Quando o governo federal resolveu municipalizar a saúde colocando a grande carga de responsabilidade nos municípios, o fez apressadamente, sem soluções imediatas para os problemas que, esses sim, seriam e foram imediatos.

O resultado foi que há anos a saúde não funciona na prática, já que no papel até é uma boa idéia.

O que a população brasileira não pode é continuar morrendo por falta de políticas públicas de saúde que sejam identificadas totalmente com as necessidades.

Ou que, no mínimo, possam ser praticadas com regularidade.

O governo federal há que rever os princípios que regem o SUS.

Há que buscar um entendimento maior com os municípios para que sejam diminuídos os riscos e aumentadas as ações voltadas para uma medicina preventiva e saneadora.

Para que assim, a medicina curativa seja menos usada e mais eficiente.

Se o governo federal tem mostrado respeito pela população com demissão de ministros corruptos e esclarecimento imediato de ações desabonadoras, chegou a hora de este mesmo governo aprofundar suas investigações e buscar no âmago de clínicas e hospitais desonestos o ralo por onde escorrega o dinheiro da saúde.

Esta saúde, ou melhor, esta falta de saúde que mata!   
 

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Um encontro pra valer!

20/01/2012 14:18

Já lá se vão oito anos desde que comecei a escrever a coluna “Ouvidor Geral” no jornal Primeira Edição.

Sem nunca faltar, sem nunca deixar um branco.

Agora recebo o honroso convite de meu, há mais de trinta anos, amigo, Luiz Carlos Barreto, para colocar meu blog no vitorioso Portal do Primeira Edição.

Como faltar? Como não me sentir orgulhoso em aumentar minha participação nesta família?

Por isso, amigos leitores, estaremos juntos, opinando, criticando, buscando assuntos de interesse de vocês, mas, sobretudo, procurando o diálogo através de seus comentários que são a grande interação para quem escreve.

Os assuntos, prometo, serão os mais variados.

Tanto poderemos estar falando de política como de desenvolvimento.

Tanto quanto poderemos propor discussões e até soluções nas áreas econômicas, sociais e da vivência humana.

Não hei de procurar definições para este espaço, mas haverei de encontrar uma unidade, nunca uma unanimidade, entre nós.

O velho escriba e vocês, se possível, sempre juntos em prol de uma sociedade mais justa.

E a partir daqui, vamos à luta.

Num encontro pra valer!
 

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