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QUEBRA DE SOBERANIA - não é a primeira vez.

03/09/2013 04:48

.Em 1969, eu era editor da Revista Mar, no Rio de Janeiro e, como tal, fui o primeiro jornalista brasileiro a denunciar, através de reportagem, a invasão dos americanos em solo brasileiro.

Dizia eu, com provas documentais que, já naquela época, quase toda a margem esquerda do Rio Negro era ocupada por americanos.

Contava eu que a Bethleem Steel, uma potência do aço, era composta por setenta por cento de capital americano quando a lei brasileira exigia no mínimo 51% para brasileiros.

Denunciei ainda a presença de uma companhia de chatas que, no inverno, quando as margens dos rios amazônicos se soltavam e viravam ilhas flutuantes, elas (as chatas), as rebocavam para Miami –as ilhas eram húmus puro – as transformavam em fertilizantes que eram revendidos para o próprio Brasil.

Não sei até que ponto essa invasão continuou ou em que pé está, mas sei que com a tecnologia de alto avanço, o trabalho dos americanos em querer saber os planos de Dona Dilma, as invasões a nossos e-mails sigilosos, a nossos planos e estratégias de segurança e outras coisas mais, são uma quebra de nossa soberania, mas que não pode e não deve ser tratada como novidade.

Novidade tem que ser a reação do brasileiro que espera pulso forte dos mandatários e mandatárias deste país, sem medo de ser feliz, como eles próprios dizem. O resto é pura retórica.
 

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O senador da Bolívia e o deputado do Brasil (vergonha nacional)

31/08/2013 08:18

Não sou propriamente um “expert” em diplomacia, mas não preciso ser para verificar que houve algo de estranho no caso do senador boliviano que, como disse o presidente Evo Morales “nos es um político pero es um delinquente”.

Então, se assim o é fico me perguntando até que ponto e por quais motivos, a embaixada brasileira o recebeu e, mais ainda, porque organizou uma fuga cinematográfica por terras bolivianas e brasileiras, até que estivesse a salvo na capital federal.

Por outro lado, não podemos esquecer que, facilitando e atuando na fuga do senador estava o nosso ilustre embaixador naquele país vizinho.

Tudo muito estranho, tudo muito vergonhoso, tudo muito fora de ética.

E tudo ainda uma grande incógnita.

Deve ser a mística do político corrupto que acha que pode e tem tudo.

Aí está também o caso do deputado brasileiro, literalmente condenado e preso pelo Supremo Tribunal de Justiça e que chega algemado ao Congresso Nacional para que seja decidida a sua cassação ou não e sai, novamente algemado, para sua residência oficial no presídio da Papuda, absolvido pelo Congresso e permanecendo deputado.

Que moralidade é essa, minha gente, que continua protegendo os canalhas do poder, agora também aqui e alhures?

Sem dúvida irão ficar duas belas marcas na história de nossa república.

Ou ainda será “republiqueta”?

Espero que não.

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SUA EXCELÊNCIA, A SENHORA PRESIDENTA DILMA. (continuo sem aceitar)

27/08/2013 08:27

É lei. O Diário Oficial da União adotou o vocábulo presidenta nos atos e despachos iniciais de Dilma Rousseff e querem nos impingir o grande erro.

As feministas do governo gostam de presidenta e as conservadoras (maioria) preferem presidente, já adotado por jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão.

Na verdade, a ordem partiu diretamente de Dilma: ela quer ser chamada de Presidenta. E ponto final.

Olha a "Vernácula". Grande piada, não é?

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.

Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante…

Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.

Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha.

Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".

Um bom exemplo seria:

"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta."

 


 

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Acerte o governador!

26/08/2013 12:07

Duvido.

O panorama é tão complexo!

Diria mesmo que o mais complexo desde que me entendo alagoano de coração.

Você caminha pelos pseudo candidatos e descobre que todos cresceram em dissimulação positiva deixando-nos a todos completamente desafiados a descobrir o rumo e o resultado das eleições 2004.

A começar pelo próprio atual governador, Téo Vilela que não diz se fica ou se vai e com isso tira ou coloca no páreo, dependendo das condições o atual vice, Nonô.

Passamos por Renan Calheiros que, indiscutivelmente está na cabeça das apostas como futuro governador.

Mas quem é capaz de dizer que ele já se decidiu e que será candidato?

Ele pode estar preparando um outro tipo de terreno que inclua o filho ou até mesmo outro candidato do, hoje, também pseudo chapão.

O senador Collor pode vir a ser candidato e com amplas forças para ganhar, mas está muito bem em Brasília e dele se espera muito no Senado.

No entanto, se entender que a disputa para o Senado pode não ser tão boa, arrisca e sai para governador com amplas chances.

Dentre todos eles, estão também a garra e a vontade de Biu de Lyra que disse não se afastar um milímetro de sua intenção de ser candidato a governador.

Não tem o que perder porque ainda tem 4 anos de Senado.

Sem contar que ainda há quem diga que, insistentemente, Ronaldo Lessa ainda pode tentar mais uma vez e, sempre estará no páreo.

Quanto ao ex-prefeito, Cícero Almeida, com seus previsíveis e quase certos 200 mil votos para deputado federal, pode ser uma enorme força para compor uma chapa para vice ou ainda virar, da noite para o dia, um “tertius” de peso surgindo de uma composição de forças para o governo.

Enfim, gente, ninguém pode dizer nada ainda, por mais que se esforcem.

Passado o Ano Novo e o Carnaval, quem sabe, os foliões da eleição dão mais dicas e a gente tenta adivinhar?

Quem sabe?
 

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A estúpida escravidão dos médicos cubanos.

22/08/2013 06:23

Era a última coisa que eu queria.

Ter médicos estrangeiros colocados nos SUS da vida, Brasil afora.

Mas, já que os brasileiros, mais conscientes não querem jogar suas carreiras pelo ralo, que venham então os cubanos.

E, quando falo em jogar carreiras pelo ralo, digo da impotência que esses médicos vão sentir quando perceberem que os postos de saúde não funcionam ou não existem, que remédios também não.

Que enfermeiros (as), assistentes e tudo aquilo que o médico precisa, além de possibilidades de exames, muito pouco vai estar disponível.

Portanto, a situação é mais para preta do que para cinza.

Agora, o importante deste comentário é sobre a maneira como os médicos cubanos serão contratados:

O governo brasileiro vai pagar a “eles” 10 mil reais por mês.

E por que eles entre aspas?

Porque na realidade o Brasil passa o dinheiro para a OPAS – Organização PanAmericana de Saúde que por sua vez repassa para o governo cubano que, então decide quanto vai pagar ao médico.

Ou quem sabe esmolar ao médico.

Fica então a pergunta que não quer calar?

E já que não se sabe quanto finalmente o médico vai receber como é que ele vai se sustentar?

Será por um prato de comida?

Será por uma galinha viva que ele nem saberá como matar?

Voltamos à escravidão?

Porque, meus amigos, se não me derem uma explicação melhor acho que voltamos aos tempos da escravidão comprando médicos cubanos a preço de banana para melhorar as finanças daquela ilha de Fidel.

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Primeira Edição © 2011