22/05/2012 08:44
Capital alagoana e uma das principais metrópoles nordestinas (mais de 900 mil habitantes), Maceió tem praias com o conforto de quiosques, orlas e ciclovias, em meio à beleza de piscinas naturais e recifes de corais.
Jatiúca, Ponta Verde e Pajuçara, as três mais freqüentadas, dão aos visitantes o privilégio de intercalar um banho nas represas de água salgada com uma porção caprichada de massunim, o marisco típico da região. Ou então, embarcar numa jangada e ver o degrade do azul clarinho até o verde escuro, nos 40 km de costa da capital. Opções – urbanas ou naturebas – não faltam.
A temperatura média de 28ºC (as manhãs de verão começam a partir dos 30ºC) transforma praias em potentes ímãs de turistas, mas vale reservar um tempo extra à cultura local.
O centro histórico de Alagoas (estabelecido no auge da produção de cana e fumo, nos séculos 17, 18 e 19) e o bairro portuário do Jaraguá, concentram as principais igrejas e construções antigas da cidade. Preste atenção na Catedral Metropolitana, da metade do século 19, e na Igreja de Nossa Senhora do Livramento, onde uma imagem da Imaculada Conceição costuma arrancar suspiros. A Igreja do Bom Jesus do Martírio, que começou como uma modesta capela, ainda preserva azulejos portugueses raros.
Os melhores museus da capital também estão por ali, como o Théo Brandão, em homenagem ao folclorista Theotônio Brandão Vilela, o de Arte Brasileira, no Conjunto Arquitetônico do Jaraguá, e o Pierre Chalita, com pinturas e gravuras modernas de artistas como Tarsila do Amaral e o próprio Chalita.
A rica cultura alagoana também é encontrada nos vários restaurantes de Maceió, principalmente no bairro de Jatiúca. O destaque inevitável são os frutos do mar – os caranguejos locais parecem até sofrer de gigantismo. O peculiar caldo de sururu, molusco encontrado nos mangues da região, é a dica para esquentar a noite de todas as formas possíveis (dizem os nativos que o prato tem efeitos afrodisíacos incontroláveis).
Sempre é bom lembrar alguns detalhes para o bem dos ecossistemas alagoanos. Corais são organismos vivos, com partes duras e moles, portanto não pise neles. Há vários ouriços nas praias – tome cuidado, mas não os arranque de seuCapital alagoana e uma das principais metrópoles nordestinas (mais um milhão de habitantes), Maceió tem praias com o conforto de quiosques, orlas e ciclovias, em meio à beleza de piscinas naturais e recifes de corais. Jatiúca, Ponta Verde e Pajuçara, as três mais freqüentadas, dão aos visitantes o privilégio de intercalar um banho nas represas de água salgada com uma porção caprichada de mussulim, o marisco típico da região. Ou então, embarcar numa jangada e ver o degrade do azul clarinho até o verde escuro, nos 40 km de costa da capital. Opções – urbanas ou naturebas – não faltam.
A temperatura média de 28ºC (as manhãs de verão começam a partir dos 30ºC) transforma praias em potentes ímãs de turistas, mas vale reservar um tempo extra à cultura local. O centro histórico de Alagoas (estabelecido no auge da produção de cana e fumo, nos séculos 17, 18 e 19) e o bairro portuário do Jaraguá, concentram as principais igrejas e construções antigas da cidade. Preste atenção na Catedral Metropolitana, da metade do século 19, e na Igreja de Nossa Senhora do Livramento, onde uma imagem da Imaculada Conceição costuma arrancar suspiros. A Igreja do Bom Jesus do Martírio, que começou como uma modesta capela, ainda preserva azulejos portugueses raros. Os melhores museus da capital também estão por ali, como o Théo Brandão, em homenagem ao folclorista Theotônio Brandão Vilela, o de Arte Brasileira, no Conjunto Arquitetônico do Jaraguá, e o Pierre Chalita, com pinturas e gravuras modernas de artistas como Tarsila do Amaral e o próprio Chalita.
Não podemos esquecer do Pontal da Barra. Centro de atração Cultural com o seu maravilhoso folguedo folclórico, bem representado pelo Fandango (uma espécie de Náu Catarineta ou Chegança),seu rico artesanato (com o filé), e a irresitível gastronomia de seu maravilhosos restaurantes à beira da lagoa Munudaú: Maré, Renatos, Ancoradouro, Peixarão, etc. (peixadas e frutos do mar).
Mas não é preciso muitos dias de viagem para conhecer (e saturar) os programas da capital.
Por isso, uma boa é sair de Maceió rumo aos vários destinos paradisíacos da costa alagoana. A matemática do lugar explica: são 230 km de litoral, 146 piscinas naturais de águas transparentes e 58 lagoas quase intocadas. Sem contar falésias, manguezais, coqueirais e montes de areia colorida. A partir da AL-101, rodovia razoável que margeia a costa, acessa-se o litoral sul e norte do Estado. As praias de Japaratinga e Maragogi, quase na divisa com Pernambuco, são as mais procuradas.
Sempre é bom lembrar alguns detalhes para o bem dos ecossistemas alagoanos. Corais são organismos vivos, com partes duras e moles, portanto não pise neles. Há vários ouriços nas praias – tome cuidado, mas não os arranque de seu habitat. Como lembrança da viagem, prefira fotos à estrelas do mar, conchas e pedras. E não contribua com atividades predatórias comprando peças com partes de corais ou couro de animais em extinção, nas feirinhas de Maceió e arredores. Cuidados tomados, é só curtir a beleza privilegiada de Alagoas.
Isso é apenas um resumo do que é Alagoas, só pra lembrar o que é Maceió
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15/05/2012 11:27
No momento em que estamos comemorando a Semana dos Museus, os Correios lançam um Sêlo comemorativo, homenageando um dos mais reconhecidos artista plástico alagoano Pierre Chalita, o arte, a cultura, os museus, são de suma importância para o turismo.
Palestras gratuitas sobre arte, arquitetura e design na Fundação Pierre Chalita, fazem parte da programação da Semana Nacional do dos Museus.
Nessa segunda, houve palestras e exibição de filme sobre a vida do artista Pierre Chalita.
Na Semana Nacional dos Museus, a Fundação Pierre Chalita preparou uma programação especial para essa 10ª Semana Nacional dos Museus. Do dia 14 a 19 de maio, uma série de palestras sobre arte, museus, arquitetura e design serão disponibilizadas gratuitamente.
As atividades estão sendo realizadas no Museu de Arte, situada na Praça Manoel Duarte, em Jaraguá.
O legado de Pierre Chalita, é motivos de elogios constantes e do reconhecimento de alagoanos de visitantes, que se deslumbram com o coloso de uma das mais ricas coleções de artes sacra e plastica.
O acervo é resultado de uma verdadeira "garimpada" pelo próprio Pierre, pelo interior de Alagoas e do Brasil, além de uma coletânia de obras de arte dos séculos XVII e XXIII e telas de pintores renomados, o que representa uma das mais importantes contribuições à arte e à cultura, que são insumos imprescindíveies para o sucesso das atividades votadas para o turismo.
Aproveito para render as minhas homenagens aos que trabalham na contrução e preservação dos nossos museus, e lebrar com felicidade que tive a oportunidade de te sido discípulo de Carmem Lúcia Dantas, outro exemplo de dedicação aos museus e de Pierre Chalita, na disciplina História da Arte.
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10/05/2012 13:02
O inverno se prenuncia e a baixa temporada já é sentida. Mesmo assim estamos sempre recebendo grande número de turistas das mais diversas partes do brasil do mundo.
O que mais nos preocupa é a divulgação pelos órgãos oficiais responsáveis pela fiscalização ambiental, o Ima e o Ibama, estão constantemente divulgando boletins com os dados dos índices de contaminação das águas dos mares da nossa costa, na sua maioria são as praias mais frequentadas e principalmente setores urbanos de Maceió e das principais cidades turísticas da Alagoas.
Foram analisados 55 trechos, entre o Pontal do Peba e Maragogi; três trechos são considerados impróprios para banho.
Dos 55 trechos de praias analisadas pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), 7 foram considerados impróprios para o banho de mar, sendo três deles em Maceió. Quem pretende aproveitar o fim de semana de sol, deve ficar ligado nos melhores lugares para aproveitar o litoral de Alagoas. As coletas foram realizadas nos dias 1 e 2 de maio, entre o Pontal do Peba e Maragogi.
Segundo a Resolução Conama n° 274, as praias são consideradas próprias para o banho quando 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, não exceder um limite de 1.000 NMP de Coliformes Termotolerantes por 100 ml da amostra de água.
O IMA alerta também aos banhistas que encontrarem resíduos ou despejos, sólidos ou líquidos, inclusive esgotos sanitários, óleos, graxas, ou outras substâncias na praia, que evitem entrar na água.
O relatório de análise de balneabilidade é uma produção da Diretoria de Laboratório do IMA, a partir das análises feitas semanalmente. Ele pode também ser visualizado no mapa produzido pela Gerência de Geoprocessamento, através do Google Earth. Todos os arquivos são disponibilizados semanalmente no site do IMA: www.ima.al.gov.br.
Trechos impróprios:
Praia do Gunga, no braço do mar; Praia de Atalaia /Barra de São Miguel, em frente à Rua Principal; Praia do Pontal da Barra/ Av. Assis Chateaubriand; Praia da Avenida/Av. Assis Chateaubriand, interseção com a Rua Dias Cabral; Praia da Avenida/Av. Assis Chateaubriand, interseção com a Rua Barão de Anadia; Praia de Jatiúca/Av Álvaro Otacílio, entre as Avenidas Antônio de Barros e Emp. Carlos da Silva Nogueira; Rio Tatuamunha – Projeto Peixe-Boi / Santuário.
Diante dessa realidade todo cuidado é pouco.
O nosso apelo em nome do turismo em nossa terra é que o Ima coloque mais placas indicativas sobre a balneabilidade das praias.
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03/05/2012 06:36
Com menos burocracia, autorização está facilitada a partir de agora
A partir do dia 30, ficou mais rápido e barato tirar o visto para viajar para os Estados Unidos. Com as novas regras que entram em vigor, o turista brasileiro terá mais facilidades para conseguir autorização.
As medidas, anunciadas em janeiro pelo presidente Barack Obama, buscam fomentar o turismo nos EUA e devem beneficiar principalmente viajantes do Brasil e da China, em cujos consulados serão implantados o programa-piloto que agiliza a obtenção de vistos.
Até hoje, uma pessoa tinha de esperar um mês entre a solicitação e a emissão do visto. A expectativa da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil é reduzir esse tempo para cerca de 20 dias. Hoje, o processo é lento devido à burocracia e à alta procura. Nos últimos dez anos, o volume de autorizações concedidas aqui passou de 230.000 para cerca de 800.000 por ano.
No antigo método de obtenção de visto, os gastos para emissão do documento chegavam a R$ 350. A partir de hoje, esse valor cairá para U$ 160 (cerca de R$ 300, na cotação atual).
O interessado deverá agendar sua entrevista pelo site da embaixada, que responderá à solicitação com um e-mail detalhando os procedimentos para a obtenção do visto.
Para facilitar ainda mais o acesso, a Embaixada dos Estados Unidos abrirá, a partir de sete de maio, Centros de Atendimento ao Solicitante de Visto em Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.
Nesses centros serão coletarão os dados biométricos dos solicitantes antes do comparecimento a um dos consulados americanos — instalados em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Recife — ou à Embaixada dos Estados Unidos em Brasília.
Os interessados em obter o visto que tenham menos de 15 anos e mais de 66 não precisam colher impressões digitais, mas devem entregar fotos 5x7.
No início de abril, os presidentes Obama e Dilma Rousseff anunciaram a abertura de mais dois consulados americanos em território nacional até o fim de 2013: um em Porto Alegre (RS) e outro em Belo Horizonte (MG).
É uma boa notícia para os amante dos Estados Unidos e para os que ainda não tiveram a opoartunidde de conhecer a América do Norte.
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01/05/2012 11:13
No Dia do Trabalador, não poderia deixar passar em branco a homenagem que obrigatoriamente devemos prestar a todos os trabalhadores de Alagoas, do Brasil e do Mundo, pela passagem do seu dia.
Os trabalhadores de todas as atividades laborais, são merecedores de condições mínimas para no momento do gozo de suas merecidas férias anuais, para a realização de um programa turístico, com um roteiro de viagem quer local, regional, nacional ou até mesmo internacional.
As autoridades que cuidam do incentivo e desenvolvimento do turismo em nosso país, deveriam elaborar programas e progetos para possibilitar aos trabalhadores brasileiros e seus familiares uma linha de crédito especial com preços assecíveis, para possibilitar a esses trabalhadores em especial os assalariados o direito ao turismo.
O trabalhador brasileiro, na sua grande maioria, não tem poder aquisitivo para uma justa e necesasaria viagem de lazer, fazendo turismo com sua afamília, o que seria de grande importância, para esses profissionais e seu dependentes, assim como para o setor turístico em especial no Brasil.
O trabalhador brasileiro, e seu familiares lamentavelmente não conhecem o seu país. Isso é inaceitavel. Viajar é fazer sempre uma importante leitura. É conhecer mais, é saber mais e nunca esquecer; é proporcionar saúde a esse trabalhador e sua prole.
Aproveito o ensejo para homenagear ao trabalhador brasileiro e inserir com destaque aqueles que exatamente no momento do lazer e do divertimento dos demais trabalhadores e trabalhadoras, trabalham no turismo, está a nos servir.
Salve o dia do trabalhador, salve o trabalhador brasileiro, salve os trabalhadores do turismo. Salve o Dia 1º de maio, dia universal do trabalhador, lembrando sempre que todo dia é dia de trabalho e dia do trabalhador.
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Primeira Edição © 2011
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