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Uma vida para um diploma

30/03/2015 11:50

Ana Fernandes Pereira foi a formanda mais festejada na colação de grau do polo de Barra de São Francisco (ES), no último sábado 21 de março. Ela teve que fazer discurso, afirma que foi mais aplaudida do que “o Flamengo em dia de jogo” e que tinha gente fazendo fila pra tirar fotografia com ela. Quem conhece a nova tecnóloga em Gestão Ambiental formada pela Unopar EAD sabe que ela merece tudo isso. A luta para conquistar um diploma de curso superior levou 82 anos - uma vida inteira. A tecnologia trouxe o conhecimento, a alegria e centenas de amigos para a vida dessa mulher batalhadora que venceu um desafio após o outro para não desistir de um sonho.

O amor pelo estudo começou cedo, junto com as dificuldades. Ana era a caçula de uma família de oito filhos e parou de estudar no quarto ano primário. “Meu pai valorizava o trabalho, não o estudo. Naquela época, mulher só precisava saber ler e escrever”, lembra. Ela só conseguiu voltar para os cadernos depois de casada. As aulas e provas eram intercaladas com filhos e muito trabalho. Foram 11 gravidezes e nove crianças para criar. Para ficar perto dos livros, dona Ana montou até uma cantina na única escola de Mantena (MG), onde mora até hoje. “Emprestei panelas e cozinhei anos para os alunos e professores”, conta.

O tempo passava e Ana não desistia; estudou por correspondência. “Eles mandavam as apostilas pelo correio. Eu fui chamando minhas amigas e, quando vimos, era uma turma de doze mulheres. A gente se uniu e contratou um professor para nos ensinar”, diz ela. Aluna dedicada, ela driblava a casa, os filhos, o marido e o trabalho para ir de bicicleta até o local onde os alunos se reuniam. Foi assim que Ana concluiu o antigo ginásio, hoje Ensino Médio. “Vinte e duas pessoas fizeram a prova e só quatro passaram direto. Eu fui uma delas”, conta, orgulhosa.

Ana queria mais. Grávida de novo, resolveu cursar o Magistério, que só existia numa cidade vizinha, para onde ela ia de ônibus todos os dias. “Minha maior alegria foi dar aula para as crianças. Fui professora durante 12 anos e só me aposentei por idade porque precisava cuidar do meu pai, que estava doente. Eu tinha demorado tanto pra realizar aquele sonho que não queria parar de trabalhar de jeito nenhum”, diz ela.

Tecnologia ajudou a fazer novos amigos
Junto à aposentadoria veio uma depressão. Dona Ana não estava acostumada a ficar “sem fazer nada”. Foi então que ficou sabendo, por meio de uma amiga, que poderia voltar a estudar. “Me falaram da Unopar e eu fui correndo lá. Foi uma alegria voltar para os livros e cadernos”, lembra. Foram dois anos e meio no curso de Serviço Social, até que a dona Ana ficou sabendo que no polo de São Francisco tinha o curso de Gestão Ambiental. Dias depois ela arrumou carona para a cidade vizinha e começou tudo de novo.

“Eu me apaixonei pelo curso. Tinha que ser assim, sabe? Eu adoro natureza, minha casa parece uma floresta, tem pé de tudo: jatobá, sucupira, goiabeira, mangueira. Só não tenho pé de dinheiro”, brinca. Com a mesma determinação e curiosidade que são a sua marca, Ana se atirou à tecnologia. “Eu não domino a internet ainda. Mas isso não me atrapalhou. Quando eu tinha alguma dificuldade, o pessoal do polo e os colegas vinham aqui em casa me ajudar. Eles me mostraram como fazer pesquisas e trabalhos no computador. Eles foram uns anjos e eu os agradeci muito na formatura”, garante. Sempre rindo, ela destaca que a “tal da internet” encheu-a de novos amigos. “Tenho mais de 600 mensagens para responder, você não acredita na quantidade de amigos que eu tenho”.

Ana não para. Cuida da casa onde mora sozinha, “com Deus e as plantas”. Anda de bicicleta e ainda dirige pela pequena cidade mineira, onde todos a conhecem. Convidada para fazer uma palestra sobre a água, a nova tecnóloga do Meio Ambiente conta que está há dias fazendo pesquisas e juntando material sobre o assunto. Ela diz que está feliz, mas ainda não realizada: “Semana que vem vou lá no polo fazer minha inscrição para uma pós-graduação. E depois da pós eu ainda vou ver o que fazer”.  

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Cleptocracia: forma de governo que atinge todo Ocidente

25/03/2015 16:51

Sem sombra de dúvida podemos citar o petrolão (do PT, PP, PMDB, PSDB, PTB, SD, PSB etc.) e otrensalão (do PSDB-SP) como expressões da cleptocracia brasileira, que significa, desde logo, "Estado governado por ladrões". Se cleptocracia é um conceito vinculado à governança do Estado (aos que governam, aos que contam com acesso privilegiado à divisão do Orçamento público), não é certo afirmar que toda ladroagem dentro do poder público pertença a essa categoria. Se um agente fiscal ou um policial vem a ser corrompido, isso não significa cleptocracia. A corrupção da oclocracia (das classes dominadas, subordinadas) não é cleptocracia. Por quê?

Porque a cleptocracia, em sentido estrito, é, dentre outras manifestações, (1) a corrupção ou roubalheira institucionalizada praticada pelas bandas podres das classes sociais dominantes/reinantes (financeiras, industriais, comerciais, agrárias, políticas ou administrativas), para a acumulação ilícita de riqueza; é também (2) o gerenciamento patrimonialista da coisa pública (gerenciamento dela como se fosse coisa privada) com o propósito de preservar no poder (no comando do Estado) um determinado grupo hegemônico; é ainda (3) a cooptação do poder político pelo poder econômico-financeiro (verdadeiro dono do poder) que, dessa forma, "compra" o primeiro, sobretudo por meio do financiamento empresarial da sua campanha. Corrompe-se, assim, o processo eleitoral (desmentindo o mito igualitário do "cada cabeça um voto") e rouba-se a democracia cidadã, que garante e amplia, conforme Marshall, os direitos políticos, civis e sociais das pessoas (materializando o que disse Pierre Mendès France: "todo indivíduo contém dentro de si um cidadão").

Inspirado em um texto de Dalmacio Negro Pavon (La cleptocracia: veja http://www.conoze.com/doc.php?doc=2147), que é professor na Universidade Complutense de Madri, não há como não subscrever (com alguns reparos e adequações, é certo) a sua tese de que a cleptocracia (Estado governado por ladrões) está se convertendo (ou já se converteu definitivamente) numa forma de governo generalizada, que se implantou em praticamente todas as democracias ocidentais, que se caracterizam ou se transformaram (salvo raríssimas exceções, como seria talvez o caso dos países escandinavos, por exemplo) em meras democracias eleitorais (não cidadãs), submetidas ao jugo do dinheiro dos poderosos econômicos e financeiros que, como donos do poder, sempre se entendem com todos os partidos e governos, pouco importando se são ditatoriais ou democráticos, de direita, de centro ou de esquerda.

Diferentemente do que acontece nas ditaduras, no entanto, que são ostensivas, não se trata de uma forma "estabelecida" de governo (ela não vem declarada, obviamente, nas constituições). É camuflada, invisível, mas se tornou, como afirma H. E. Richter, em seu libro Die hohe Kunst der Korruption ("A refinada arte da corrupção" - citação de Dalmacio Negro), inseparável das atuais democracias, que convivem com a cleptocracia praticada pelas bandas podres das classes dominantes/reinantes, que governam o Estado e conformam o sistema de domínio e exploração das classes dominadas.

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6 dicas para criar hábitos de alimentação saudável nos filhos

24/03/2015 13:10

Oferecer uma alimentação equilibrada e variada nos primeiros anos de vida do seu filho é importante para o desenvolvimento e rendimento na maturidade física e psicológica da criança.

A formação dos hábitos alimentares começa muito cedo, portanto esta fase é fundamental para educar comportamentos e criar uma relação saudável com os alimentos para a vida toda.

Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 6,5 milhões de crianças e adolescentes estão acima do peso e já lutam contra a balança no Brasil.

Desde cedo a criança deve acostumar-se a comer alimentos variados garantindo as quantidades adequadas de vitaminas e minerais que necessita para o crescimento, desenvolvimento e manutenção da saúde.

O controle do que é oferecido nas refeições é extremamente fundamental, o ideal para ensinar as crianças a comer direito é uma mistura de exemplo e informação. Veja 6 dicas de como estabelecer uma relação saudável entre a criança e o alimento:

  • Paciência: seja paciente, muitas vezes o que pode parecer rejeição aos novos alimentos é resultado de um processo natural da criança de conhecer novos sabores e texturas, é comum a criança aceitar novos alimentos apenas após algumas tentativas e não nas primeiras.
  • Variedades no prato: ofereça uma alimentação variada, é importante que os pais tornem familiar aos seus filhos uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, cereais, grãos, leites e derivados, carnes e, principalmente, a ingestão de água.
  • Controle: limite alimentos ricos em açúcar, sal e frituras, pois o seu excesso pode trazer problemas futuros à saúde, além de promover maior dificuldade de aceitação dos alimentos saudáveis, pois quanto mais sal e açúcar se consome, mais deles é necessário para deixar a comida palatável, e o resto parece ruim.
  • Surpreenda: faça apresentações diferentes e variadas dos alimentos. Cabe aos pais se preocuparem com o que servir na mesa na hora das refeições, lanches para a escola, em passeios e finais de semana.
  • Autonomia: envolva a criança no mundo dos alimentos, deixe-a se alimentar sozinha, manipular e conhecer os alimentos.
  • Dê o exemplo: seja modelo e exemplo, procure fazer sua própria reeducação alimentar e com isso garantir a qualidade de vida de sua família e os futuros bons hábitos alimentares de seus filhos.

O início pode mostra-se desafiador, mas ensinar hábitos saudáveis de alimentação às crianças é importante para a busca da qualidade de vida.

 *Tamiris Gaeta é nutricionista do Programa Mente Leve Corpo Leve da Clínica Sintropia

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Mulheres: como evitar as doenças cardiovasculares?

24/03/2015 06:42

Nas últimas décadas, houve um aumento significativo da incidência de doenças cardiovasculares na mulher, em especial na doença arterial coronariana (DAC). Dados recentes apontam que essa é a causa de 36,9% das mortes de mulheres. A faixa etária do aumento da mortalidade cardiovascular da mulher ocorre, em média, dez anos após a do homem e isso se explica, parcialmente, pelo papel protetor do hormônio estrogênio, que se mantém presente até a época da menopausa.

A hipertensão arterial é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares, tanto nas mulheres pré-menopausa quanto pós-menopausa. Durante o período fértil, a mulher é menos hipertensa que o homem, devido aos elevados níveis de estrógeno ou pela menor viscosidade e menor volume sanguíneo associadas às perdas menstruais mensais.

Além disso, neste mesmo período pré-menopausa, a hipertensão na gravidez é relativamente frequente e a pré-eclâmpsia é uma das principais causas de mortalidade materna quando evolui para formas mais graves. Em contrapartida, após a menopausa, há um declínio nos níveis de estrogênios, associados com alterações no metabolismo lipídico, aumento da adiposidade central e desenvolvimento de obesidade, aumentando assim a hipertensão arterial nas mulheres, de tal forma que a sua prevalência se torna maior que as dos homens da mesma idade.                                                                                                

A mudança do padrão de vida das mulheres talvez explique, em parte, a ocorrência de dados tão alarmantes: ao lado das responsabilidades tradicionais com a casa, filhos, marido e parentes idosos, as mulheres adquiriram as responsabilidades que antes se destinavam aos homens, como o trabalho fora do lar.

Ao mesmo tempo, as mulheres adquiriram alimentação irregular, com o aumento da ingestão de gorduras, carboidratos, álcool, falta de atividade física regular e aumento do tabagismo.    Os riscos de doenças cardíacas associadas à hipertensão arterial, podem ser reduzidas nas mulheres seguindo medidas não-farmacológicas, como:

- Perca peso: essa é a maneira mais efetiva para controlar a pressão e mesmo pequenas reduções diminuem significativamente a pressão, bem como riscos cardiovasculares graças à melhora do perfil lipídico e da tolerância à glicose, melhorando também a resposta à terapia de drogas anti-hipertensivas.

- Cuidado com o sódio: o excesso de sódio eleva a pressão arterial por aumento da volemia e, consequentemente, aumento do débito cardíaco. Posteriormente, por mecanismos de auto-regulação, há aumento da resistência vascular periférica, mantendo elevados os níveis de pressão arterial.

- Evite alimentos processados: enlatados, embutidos, conservas, molhos prontos, caldos de carne, temperos prontos e defumados também são ricos em sódio e devem ser evitados. Uma boa opção nesse sentido é introduzir o uso de salgante para o preparo das refeições. Composto à base de cloreto de potássio, salga os alimentos, sendo totalmente livre de sódio. A ingestão deve ser monitorada nos quadros clínicos de insuficiência renal crônica e indivíduos em tratamento hemodialítico.

- Consuma alimentos ricos em potássio: o potássio tem efeito anti-hipertensivo e exerce ação protetora contra danos cardiovasculares. Para isso é recomendado consumir alimentos ricos em potássio, como frutas (amora, abacate, banana), leguminosas (feijão, ervilha, grão-de-bico) e vegetais (beterraba, cenoura, espinafre) e muitas outras.

- Evite bebidas alcoólicas: o consumo excessivo de álcool eleva a pressão, além de ser uma das causas de resistência terapêutica anti-hipertensiva.

- Faça exercícios físicos: o exercício físico regular reduz a pressão arterial, além de produzir benefícios adicionais, como a diminuição do peso corpóreo, ação coadjuvante no tratamento das dislipidemias, diminuição da resistência à insulina e auxílio no controle do estresse.

Seguindo essas dicas, as mulheres tem muito mais chances de se manter longe da hipertensão arterial e, consequentemente, dos problemas cardiovasculares. Sem dúvida, são medidas que compensam.

Bruna Mello é nutricionista e consultora do Bio Salgante, primeiro sal sem sódio do Brasil.

Sobre o Bio Salgante:

www.biosalgante.com.br / (11) 4858 0507

O Bio Salgante é o primeiro sal sem sódio do Brasil. O produto, que foi testado pela Unifesp, é um importante aliado na luta contra a hipertensão, já que sua fórmula é à base de cloreto de potássio. Com um paladar agradável e extremamente próximo ao do sal, muitas vezes seu uso nem foi percebido em testes cegos. Sua única restrição é que não deve ser submetido a temperaturas superiores a 180 graus ºC.

 

 

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Qual a quantidade ideal de sono para cada idade?

23/03/2015 16:05

Estudo feito pela Universidade de Loyola, nos Estados Unidos, revela novas diretrizes sobre a medida certa do descanso saudável em cada faixa etária

O mundo moderno, com todas as suas atribulações, é responsável por um fenômeno interessante: os dias parecem mais curtos e temos a impressão de que as horas passam muito mais rápido do que no passado. Com isso, como conciliar tantos compromissos? Como lidar com agendas lotadas e a necessidade de estarmos 24 horas por dia conectados?

Muitas pessoas dizem ter a receita para lidar com tantos dilemas: dormir menos. "O sono acumulado" é realidade na vida de muitos. Mas será que adotar tal hábito pode afetar o bom funcionamento do nosso organismo? A resposta é simples e direta: sim. Pessoas que dormem menos do que o necessário podem vir a sofrer com o estresse contínuo, aumento de peso, alterações hormonais, dentre outras doenças.

Mas há uma quantidade ideal de sono? As "8 horas" pregadas por muitos especialistas são factíveis e realmente adequadas para todos? De acordo com a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, cada faixa etária tem uma necessidade específica de horas de descanso. A melatonina, hormônio responsável pela regularização do sono, tem o seu pico máximo de produção no ser humano aos 3 anos de idade e, com o envelhecimento, a sua formação vai diminuindo. Uma pessoa de 60 anos possui a metade de melatonina de um indivíduo com 20”, explica. Já aos 70 anos, os níveis são bem mais baixos, chegando, inclusive, a serem nulos em alguns casos. 

Segundo um estudo recente, divulgado pela Universidade de Loyola, em Chicago, há novas diretrizes nesse universo, que mudaram as perspectivas de sono para cada idadeAs orientações mudaram principalmente para crianças abaixo de um ano. Agora, a indicação é de que recém-nascidos precisam dormir de 14 a 17 horas. Antes a recomendação ficava entre 12 e 18 horas. “Um recém-nascido precisa dormir mais, pois nessas horas também são consolidadas as funções orgânicas fundamentais para o seu pleno desenvolvimento”,explica a especialista. Do quarto ao décimo primeiro mês de vida, os bebês já têm uma melhor organização dos ciclos de atividade e repouso, e a quantidade de horas varia entre 12 a 15. A indicação anterior era de no mínimo 14 horas.

Depois do primeiro ano de idade, a necessidade de sono diminui. Crianças com idades entre um e cinco anos precisam dormir entre 10 e 14 horas. Dos seis aos treze anos, a quantidade cai para 9 a 11 horas e adolescentes de 14 a 17 anos precisam descansar entre 8 e 9 horas diárias. As diretrizes continuam as mesmas para os adultos entre 18 e 64 anos de idade, cuja a recomendação é de 7 a 9 horas de sono. Já acima dessa idade, a quantidade cai para 7 a 8 horas diárias. A pesquisa foi divulgada no periódico Sleep Health: Journal of the National Sleep Foundation e foram revisados 320 trabalhos para chegar às novas recomendações. 

Quantidade x Qualidade

Apesar da pesquisa, a consultora ressalta que o principal não é somente a quantidade de horas dormidas ou o tempo em que se permanece na cama, mas sim, a qualidade. “Muitas pessoas acreditam que, porque dormem menos, estão dormindo mal, mas nem sempre uma coisa está relacionada à outra. Algumas pessoas chegam a ter as 8 horas diárias de sono que necessitam, mas ainda assim se sentem cansadas quando acordam, mau humoradas ou com dores no corpo”, esclarece

Para uma boa noite de descanso, é indispensável que alguns hábitos sejam preservados,para que todas as fases do sono sejam cumpridas, dentre eles, a posição lateral de descanso, a utilização de um travesseiro adequado a postura e ao biótipo da pessoa, ambiente escuro e silencioso, dentre outros. “Durma, de preferência, de lado, com um travesseiro que preencha completamente o espaço existente entre a cabeça e o colchão, formando um ângulo de 90 graus no pescoço, mantendo coluna cervical e lombar sempre alinhadas. E mantenha as pernas semiflexionadas, com um travesseiro baixinho entre elas, a fim de evitar a rotação da coluna e os atritos entre os joelhos e os tornozelos”, indica Renata.

Sobre a Duoflex

Empresa 100% nacional, a Duoflex está presente há 25 anos no mercado, totalmente focada na produção de travesseiros de alta tecnologia, voltados para a saúde do sono. Lançou com exclusividade no Brasil a espuma especial viscoelástica NASA, além de ter sido a primeira empresa da América do Sul a fabricar travesseiros Natural Látex e a única a produzir os travesseiros de Altura Regulável. Recentemente colocou no mercado os travesseiros Gelflex e Nasalátex, reforçado sua imagem como empresa inovadora. 

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Primeira Edição © 2011