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Cinco passos para evitar as dívidas

28/04/2015 14:53

Qual a maior preocupação da população, o consumo excessivo e a aquisição de bens supérfluos ou as dívidas feitas em longo prazo para obtê-los? Sabemos que ainda há muitos que gastam mais do que ganham e essa prática tem se agravado.

Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em março, 37,5% da população (54,7 milhões de pessoas) estava negativada – com o nome inscrito no SPC. Neste mês, houve aumento de 3,76% de consumidores inadimplentes na comparação do mesmo período de 2014. Para fugir dessa realidade, mesmo em tempos de crise, confira cinco dicas que o ajudarão a conter o orçamento neste ano e a ter mais tranquilidade na hora de realizar seus desejos:

1 - Compre à vista, não parcele

No momento da compra, sempre é oferecida a forma de pagamento com o cartão de crédito, mas fuja dele. Prefira quitar suas despesas à vista, pois, além de estar criando uma dívida a prazo, ao utilizar o crédito você corre o risco de se enrolar e cair nos juros e taxas que estão cada vez mais abusivos.

 2 - Coloque todas as despesas na ponta do lápis

O ideal é fazer uma relação de gastos contendo qual a despesa, o valor, a data e o grau de necessidade (utilize o nível de 1 a 5, por exemplo, sendo o 1 aquilo que pode ser descartado e o 5, o mais necessário). Recomendo que as despesas sejam relacionadas a cada semana, para que, no final do mês, você tenha um relatório completo e visualize facilmente o que poderia ter poupado ou qual será a sobra de dinheiro para o próximo mês.

3 - Não abuse das compras, adquira somente o necessário

Acredito que todos já tenham ouvido a famosa frase: “Você gasta mais do que pode”. É exatamente isso que grande parte da população faz, o que resulta num mar de dívidas em que se tampa e destampa buracos no orçamento constantemente. Se você se identificou com essa situação, tome cuidado, pois é bem possível que já esteja no vermelho há algum tempo.
Para mudar esse cenário, compre com consciência. Analise o que realmente está precisando e evite tristezas na hora da conferência da conta corrente.

4 - Pense no futuro, poupe

Ainda é pequeno o número de brasileiros que possuem algum tipo de poupança ou formas de investimento de longo prazo. A baixa taxa de rendimento e os baixos salários são sempre citados como os maiores motivos de quem não consegue poupar, mas também há fatores comportamentais envolvidos nessa questão. Sendo assim, mude sua forma de pensar e veja a poupança como algo que pode se transformar na semente de um grande investimento, o que, dependendo do seu empenho e administração, pode resultar em lucro e sucesso.

 5 - Invista corretamente e veja sua economia crescer

Uma vez que tenha investido corretamente, seu dinheiro pode crescer de forma inesperada. As correções, taxa de juros e ganho de capital mostrarão mais tarde o quanto vale a pena o esforço de poupar e abrir mão de alguns gastos nos dias de hoje. O investimento bem-sucedido é sinônimo de mais dinheiro em suas economias e uma vida mais tranquila.

 

* Dora Ramos é educadora financeira e especialista em contabilidade e controladoria. Fundadora e diretora responsável pela Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial (www.fharos.com.br), atua no mercado contábil-administrativo há 24 anos

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27.04 - Dia da Doméstica

27/04/2015 12:51

Dia 27.04 é comemorado o dia da Empregada Doméstica, que apesar de ser uma das profissões mais antigas do país foi regulamentada apenas em 1972.

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil é um dos países com o maior número de empregados domésticos do mundo, e após a regulamentação da PEC, que consolidou os direitos dos trabalhadores, a rede de franquias de multisserviços Maria Brasileira registrou um aumento de 40% na procura de diarista.

Uma das razões desse aumento é o serviço qualificado e seguro que a rede oferece. “Condomínios e empresas ainda possuem dificuldades em encontrar pessoas confiáveis e capacitadas para limpeza e conservação dos ambientes”, declara o sócio fundador da Maria Brasileira, Eduardo Pirré. Outro diferencial é o treinamento constante que a empresa oferece aos colaboradores. “Com a crise da água, conscientizamos os prestadores de serviço a reduzir o consumo de água nas tarefas”, ressalta o diretor.

Para os profissionais de limpeza ter a garantia de trabalhar numa empresa também é mais seguro. Os colaboradores da Maria Brasileira passam por um processo de recrutamento que garante qualidade e confiabilidade ao serviço prestado ao cliente. De acordo com Aparecida Donizete Maria, que está um ano na rede, a satisfação em trabalhar 44 horas semanais e ser reconhecida são os grandes diferenciais. “Sou feliz no meu trabalho porque gosto do que faço e sou tratada com respeito. Isso para mim é essencial”, ressalta a diarista.

As discussões sobre o futuro da forma de contratação dos serviços são frequentes, porém a opinião de muitos especialistas é que os serviços de diaristas tendem a ser cada vez mais requisitados.

Sobre a Maria Brasileira

Para quem deseja ingressar no mundo do franchising, a Maria Brasileira oferece oportunidade de investimento a partir de R$ 55,8 mil, com previsão de retorno em até 18 meses. O faturamento médio por unidade é de R$ 30 mil.

Vale lembrar que a rede trabalha com valores de investimento inicial competitivos, além da taxa de royalties não ser estimada com base no faturamento mensal, é um valor fixo que equivale a dois salários mínimos. Outro diferencial, é que não existe o pagamento da taxa de publicidade na rede, algo que gira em torno de 3% a 5% nas demais franquias.

Outras informações em www.mariabrasileira.com.br.

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Liguem seus celulares, a aula vai começar

24/04/2015 14:36

Abram os livros e desliguem os celulares. Tal imposição parece estar com os dias contados dentro das salas de aula. O tempo tem se encarregado de ensinar professores e alunos a tirarem melhor proveito dessa tecnologia, que antes era vista apenas como uma ameaça à disciplina dos alunos, pela tentadora distração que os aparelhos são capazes de provocar com todas suas funções, aplicativos e encantos que exercem especialmente sobre os jovens. Mas, de uns tempos para cá, muitos professores estão sabendo tirar proveito disso, usando as tecnologias disponíveis como atrativo para passar conteúdo e ensinamento aos alunos. De dentro ou fora da sala de aula.

Este avanço já pode ser verificado em algumas escolas pelo país. Basta uma rápida pesquisa sobre este tema pela internet, especialmente em sites de notícias, que é possível encontrar vários casos sobre o uso do celular em sala de aula, que podem servir de exemplo. Não é que a nova metodologia esteja sendo adotada nessas escolas por todos os professores, em todas as disciplinas. Mas o fato de alguns educadores já aliarem o uso do celular com a aprendizagem dos alunos é bastante significativo e positivo também, especialmente pelos resultados observados até aqui, de acordo com o relato desses professores.

Vale ressaltar que essa mudança cultural se deve também porque muitos professores em atividade, especialmente os que atuam na educação não universitária, pertencem à essa geração tecnológica. Logo, dominam as novas tecnologias tão bem quanto seus alunos, pondo fim à resistência que era notavelmente observada entre os professores mais veteranos. Com isso, a ideia de que nenhuma tecnologia ou modernidade é capaz de substituir a capacidade dos livros de ensinar já não é mais tão forte como antes. Está entendido que uma forma não substitui a outra, mas que as diferentes maneiras podem ser agregadoras, complementares.

E o que se nota no ambiente virtual é que esse universo não para de crescer. Estima-se que, hoje, existem mais de 80 mil aplicativos educacionais. Muitos deles gratuitos, o que fomenta ainda mais seu uso pelos professores em sala de aula, mas motivando também os alunos a explora-los fora das escolas. Fascinados pelas novas tecnologias, os jovens aprendizes se rendem inconscientemente aos estudos, aprofundando-se nos temas abordados pela escola e até compartilhando conhecimento com os colegas de classe. Sem perceber, esses alunos acabam aprendendo de maneira intuitiva, inconscientemente.   

Não há como retroceder. A educação está em pleno processo de transformação com o uso de novas tecnologias. O aprendizado atravessou as paredes das escolas com todos os dispositivos móveis que temos disponíveis nos dias de hoje. E é justamente essa nova realidade que tem levado países mais desenvolvidos, como Estados Unidos e Inglaterra, por exemplo, a elevarem seus gastos públicos em tecnologia. No Brasil, infelizmente, a expectativa é de que os investimentos não sejam tão significativos, tanto em tecnologia como em educação. Mas, pelo que vimos, não será pela falta de vontade de muitos educadores que deixaremos de avançar nesse sentido. Estamos ligados!

 

(*) Francisca Romana Giacometti Paris é pedagoga, mestre em Educação e diretora de serviços educacionais da Saraiva

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Reflita sobre a infelicidade no trabalho

22/04/2015 11:47

No próximo mês, é celebrado o Dia do Trabalho, tarefa essa que desde os primórdios nos fornece o sustento material e a possibilidade de conquistar o sucesso. Todavia, nem todos consideram essa data uma ocasião para comemorar. A insatisfação, a frustração e a infelicidade muitas vezes tomam conta do ambiente onde passamos a boa parte do nosso tempo, causando sérios problemas ao corpo e principalmente à alma.

A lista de fatores que pode causar esse mal estar na área profissional é imensa! Acredito que o pior motivo seja o fato de não estarmos na profissão correta. Não ter afinidade com aquilo que se realiza todos os dias leva milhares de pessoas ao sofrimento. Muitos profissionais entram no mercado de trabalho exercendo uma função que não lhes dá nenhum prazer, tornando suas tarefas diárias uma grande tortura.

Se nos encontramos infelizes no trabalho, é possível que essa adversidade prossiga conosco além do horário comercial. Algumas pessoas tornam-se amargas, apáticas e descontam seus sentimentos de frustração em familiares, amigos ou fogem, mergulhando em vícios: cigarro, comida, bebida, o que traz uma sensação de alento apenas passageira, agravando a tristeza.

A maioria de nós costuma desperdiçar pequenas oportunidades de felicidade apenas porque de frustração em frustração a alma cansa, se inibe, correndo o risco de se fechar para o novo.

Lembro-me de ter visto pessoas reduzirem a própria existência a uma interminável lista de obrigações, por se julgarem incapazes de alcançar a realização profissional, ou por não se considerarem merecedoras das coisas boas que poderiam viver.

O que pode ser feito para mudar esta situação? Penso que quando você percebe que sua vida profissional não lhe agrada, seja a hora de considerar a busca por seu verdadeiro dom.

A resposta para a simples pergunta “Qual é o seu dom?” tem um poder revelador. Em geral, ao serem indagadas sobre esta qualidade inata, as pessoas deixam de lado a expressão de desânimo e seus olhos brilham. Algumas ficam confusas, pois nunca se sentiram dotadas de um talento, ou apenas não haviam pensado sobre isso.

Somos induzidos a ter dinheiro e sucesso através de uma ocupação, e muitas vezes abandonamos algo que temos de especial quando escolhemos nossos caminhos profissionais, sem levarmos em conta a dádiva que recebemos ao nascer.

Encare o desafio de conhecer a si mesmo, de viver e assumir seu dom, de superar obstáculos e de ser reconhecido por isso. Procure dentro de si aquele sonho que dá sentido à sua existência. Descarte as aspirações que são dos outros e faça questão de perseguir e viver aquelas que são realmente suas. Você merece ter uma vida feliz. Viva seu dom!

 

*  Dominique Magalhães - De origem simples, Dominique Magalhães, empresária com forte foco no social, nasceu no Rio de Janeiro, mas viveu dos oito aos vinte e seis anos em Carangola, município localizado em Minas Gerais. Saiu do interior com objetivo de trabalhar seu talento e vocação. Em busca da profissão dos sonhos, desempenhou várias funções que foram de cabeleireira à vendedora. Em 2005, movida pela paixão de escrever diálogos e roteiros, montou a Dom Produções Criativas, uma produtora audiovisual independente. Atualmente, é autora do método “Dom” e “Projeto Social Dom – Qual é o seu dom?” – cujo objetivo é levar as pessoas a compreenderem, capacitarem e compartilharem seus dons, para obterem uma vida plena e feliz. Escreveu também o livro “O que falta para você ser feliz?” e é idealizadora do projeto audiovisual & plataformas SEM MALAS.

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O DOM DA FELICIDADE

17/04/2015 16:36

Para alguns falta dinheiro, para outros falta amor, e para muitos, esses são os motivos que justificam faltar a felicidade. Desde minha infância em terras mineiras, penso sobre como e o que as pessoas fazem para irem de encontro a esse estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico.

A maioria de nós costuma desperdiçar as oportunidades de ser feliz apenas porque, de frustração em frustração, a alma humana, cansa, se inibe, correndo o risco de se fechar para o novo. Lembro-me de ter visto pessoas reduzirem a própria existência a uma interminável lista de obrigações, por se julgarem incapazes de alcançar a realização pessoal, ou por não se considerarem merecedoras das coisas boas que poderiam viver. Esse tipo de mal estar continua mais comum do que pode parecer.

Adiar decisões que podem fazer a vida valer a pena é um dos grandes erros humanos. Muitas vezes despertamos somente após uma doença grave, um divórcio ou uma demissão, o que é pior ainda. Coragem e espírito livre para abraçar os desafios fazem a vida ter sentido e movimento.

Em minha vida, encarei muitas batalhas. Já adulta fiz de tudo um pouco. Fui cabeleireira, vendedora de roupas e vendedora de Seguros. Tornei-me mãe e novamente lidei com a necessidade de mudança, de renascimento e de reinvenção. O ser humano tem o impulso de buscar a felicidade e não se conforma em ter menos do que isso. E por que comigo seria diferente?

Passei por dificuldades em Carangola, no interior de Minas.  Um dia, o que era ruim ficou pior e eu me vi sem perspectivas, não restavam nem R$ 0,50 para comprar leite para minha filha. Esse foi o fato decisivo que me convenceu a partir para o Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa onde nasci em busca de trabalho para proporcionar a vida digna que eu sonhava para minha família. Vivia naquele instante um momento decisivo. Eu precisava acertar. Era tudo ou nada.

Quando olhei para trás, o que vi, não foi o lugar onde cresci, mas um estilo de vida onde eu não cabia mais, que não tinha nada a ver com minha alma em expansão. Confesso que senti angústia assim que cheguei ao Rio, pois o desconhecido sempre nos amedronta.

Focada em acertar e em poder sustentar minha filha, comecei a organizar armários e agendas de pessoas sem tempo, planejei viagens e roteiros de amigos e de amigos destes amigos. Reinventei-me, como uma espécie de “concierge”. Pensando em desenvolvimento pessoal, investi na carreira acadêmica. Passei pelos cursos de Jornalismo, Direito e Publicidade. Movida pela minha paixão de escrever diálogos e roteiros, me encontrei como produtora audiovisual.

Penso que pessoas que não se arriscam dificilmente sofrem, mas em contra partida também não vivem. Por medo, algumas optam por uma vida “morna”. Para os que se “atrevem”, vale a frase do ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt: "É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota”.

No meu primeiro livro “O que falta para você ser feliz?”, convido o leitor a mergulhar em uma jornada rumo a uma nova realidade, plena de significado e prazer. Mudar pode ser incomodo e até doloroso inicialmente, mas ficar preso à rotina, delegando ao destino ou aos outros a responsabilidade pela nossa própria felicidade, vai machucar muito mais ao longo do tempo. 

 Sobre a Dominique Magalhães:

De origem simples, Dominique Magalhães, empresária com forte foco no social, nasceu no Rio de Janeiro, mas viveu dos oito aos vinte e seis anos em Carangola, município localizado em Minas Gerais. Saiu do interior com objetivo de trabalhar seu talento e vocação. Em busca da profissão dos sonhos, desempenhou várias funções que foram de cabeleireira à vendedora. Em 2005, movida pela paixão de escrever diálogos e roteiros, montou a Dom Produções Criativas, uma produtora audiovisual independente. Atualmente, é autora do método “Dom” e “Projeto Social Dom – Qual é o seu dom?” – cujo objetivo é levar as pessoas a compreenderem, capacitarem e compartilharem seus dons, para obterem uma vida plena e feliz. Escreveu também o livro “O que falta para você ser feliz?” e é idealizadora do projeto audiovisual & plataformas SE

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Primeira Edição © 2011