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Nova depilação à cera: por que as mulheres não a trocam por nada?

06/04/2015 17:07

Há muitos anos, quando entrei para o segmento de franquias, me dediquei a estudar e conhecer o complexo universo feminino. Passei a conviver mais com elas e, entender a busca incessante que geralmente tem com a beleza. Percebi o quanto estão dispostas até a sofrerem, o quanto são resistentes à dor, para ficarem mais belas.

Nessas análises, uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a depilação. Percebi muitos impasses nesse assunto. Algumas optavam pela lâmina porque temiam sentir dor com outros métodos. Contudo, reclamavam constantemente do quanto aquele procedimento engrossava e muitas vezes até encravava os pelos. Isso sem falar nas axilas e virilhas que, segundo elas, ficavam sempre escurecidas.

As mais modernas queriam experimentar o laser, a nova sensação do mercado de depilação. Apesar da promessa de ser um milagre, muitas se queixavam da dor quase insuportável dos pelos sendo literalmente queimados pelo raio de luz. Mas, tudo valeria a pena, na concepção delas, por um método definitivo.

Imagine senti uma dor gigantesca, mas nunca mais recusar um convite para praia ou piscina por estar com a depilação em dia? Parecia o sonho de todas! Mas, nem sempre era assim. Muitas, quando finalizavam o tratamento, reclamavam que os pelos voltavam a aparecer e, a incógnita sobre o melhor método para se depilar voltava com força total!

Fui então pesquisar o método aparentemente mais rejeitado pelas mulheres: a cera. Sentia que junto com os pelos aquela espécie de cola arrancava também a pele, a alma e por que não dizer, até a dignidade da mulher. Embora muito eficiente na remoção do pelos, já que o faz pela raiz, a tortura envolvendo o procedimento afastava boa parte delas.

O método também não parecia ser dos mais higiênicos. Muitas suspeitavam que a cera era derretida novamente e reutilizada em outras clientes. O risco de uma infecção era grande. A pele ficava vermelha e quase febril com tamanha agressão. Era um verdadeiro show de horror.

Passei então a me dedicar para encontrar um método que fosse realmente eficaz e que não causasse tamanho sofrimento. Fiz pesquisas, busquei fornecedores, estudei os diferentes procedimentos e, cheguei à primeira grande conclusão: apesar dos pesares, a cera é a opção mais democrática, acessível e eficiente na remoção dos pelos.

O próximo passo foi buscar uma cera diferenciada, que não só não agredisse a pele, como também fosse capaz de tratá-la. Parecia uma missão quase impossível, mas depois de muitos testes, cheguei finalmente à uma marca italiana, a Depilrica. O produto prometia uma depilação sem sofrimento, com ceras específicas para cada tipo de pele e região do corpo. Aquilo tudo parecia um grande oásis no meio do calvário feminino da depilação.

Iniciamos os testes e, convencidos da viabilidade, criamos uma rede de depilação à cera totalmente inovadora que leva o nome do próprio produto, Depilrica. Independentemente do local depilado, a rede conta com um ritual de beleza e bem estar em três etapas: limpeza da pele e do pelo, depilação à cera e hidratação após o processo depilatório, para eliminar o estresse da área depilada.

O método foi tão bem aceito que, em menos de dois anos, já são cerca de 60 unidades franqueadas e 10 mil clientes atendidas por mês. A higiene é um dos pontos mais fortes da rede. Todos os objetos utilizados para a depilação são descartáveis e, as clientes são inclusive incentivadas a levarem para casa para que elas próprias se certifiquem do descarte. Quem preferir, pode ainda participar do chamado Clube da Cera, onde a cliente compra a lata de cera e aquele pote só é utilizado por ela.

Com todo este cuidado e zelo, a Depilrica vem se tornando o método preferido das mulheres que já a experimentaram. Em nossas unidades é muito comum ouvirmos relatos de mulheres que eram alérgicas à lâminas ou que não conquistaram resultados satisfatórios com o laser. Estamos nos tornando não a primeira, mas a única opção entre aquelas que já testaram nosso método. Afinal, quem foi que disse que para ficar bonita, tem que sofrer?

Thiago Samuel é um experiente executivo do setor de franquias e fundador da Depilrica, pertencente ao Grupo TS Franquias

 

Sobre a Depilrica:

Graças à Depilrica, que faz parte do Grupo TS Franquias, a depilação à cera não é mais um sofrimento. A franquia está reinventando o mercado de depilação ao oferecer o produto certo para cada tipo de pele e região do corpo, resultado num processo menos agressivo. Além de ser natural, a cera é a única no mundo livre de toxinas. O conceito leva em consideração que a pele da axila, virilha e pernas são diferentes e, por isso, merecem tratamentos diferentes.

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A Páscoa e o chocolate

02/04/2015 13:48

No próximo domingo, dia 5 de abril, é celebrada a Páscoa. Entre todos os símbolos desta data, os populares ovos de chocolate são muito lembrados, uma vez que as pessoas possuem a tradição de presentear umas às outras. Embora simbolize a ressurreição de Cristo, o ovo de Páscoa surgiu na Antiguidade, há muitos anos os egípcios e os persas já davam ovos coloridos com as cores da Primavera.

Segundo pesquisa encomendada pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), o brasileiro prefere mais o chocolate ao leite, depois o branco e, por fim, o meio amargo. "Com isso, tome cuidado com os excessos de chocolate, pois como eles podem estar em grandes quantidades nesta fase, esse consumo calórico elevado podem durar muitos dias", orienta a coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Cruzeiro do Sul, Ligia Lopes.

Para que as pessoas possam comparar as calorias de todos os tipos de chocolates, a docente apresenta a tabela abaixo. 

Tipos de chocolate e suas respectivas calorias

 

Tipo de chocolate

Calorias por barra de 30g

Ao leite

A massa de cacau é substituída em parte por leite em pó, resultando em um gosto mais adocicado.

137 kcal

Amargo

Possui grande concentração de massa de cacau (60 a 85 %) e pouco açúcar.

125 kcal

Meio amargo

Possui de 40 a 55 % de cacau, pouca quantidade de manteiga de cacau e açúcar.

145 kcal

Branco

Contem manteiga de cacau ao invés de massa de cacau.

156 kcal

Dietético

É isento de açúcar, sendo destinado ao público diabético, porém muitas vezes compensam essa ausência com uma maior quantidade de gordura, tornando-se mais calóricos do que os chocolates convencionais.

148 kcal

 

A origem do chocolate 

Produto obtido a partir do cacau, fruto do cacaueiro, originário da América do Sul e produzido em larga escala no Brasil. Embora a origem do cacau seja exata, sabe-se que já era consumido pelos astecas e maias antes dos espanhóis levarem à Europa.

O chocolate foi inicialmente utilizado como bebida, um tanto amarga, feita da mistura do cacau torrado com água. Em meados do século XVIII, os franceses desenvolveram o chocolate com uma consistência sólida, porém mais pastosa do que a atual. Em 1910, no entanto, que finalmente a barra de chocolate começou a ser vendida.

"Apesar de oferecer mais calorias provenientes basicamente de gordura e açúcar, o chocolate possui muitos benefícios à saúde, é interessante descobrir o que o chocolate tem de bom", explica a professora Ligia. 

Benefícios do chocolate 

  • Também é rico em proteínas;
  • Boa fonte em minerais como ferro, cálcio, magnésio, potássio e fósforo e vitaminas do complexo B;
  • O magnésio, presente de forma mais abundante no chocolate com no mínimo 50% de massa de cacau, supre a quantidade diária deste nutriente, que por sua vez tem ação antagônica ao cálcio, favorecendo o controle da pressão arterial;
  • O chocolate amargo é rico em flavonoides, que são compostos polifenólicos vegetais que atuam como antioxidantes e podem auxiliar na redução dos riscos de doenças cardiovasculares. Em média, o chocolate amargo possui o triplo de antioxidantes do que o chocolate ao leite.

 Dicas de como consumir

 Para tirar um maior proveito dessas substâncias, ao invés de comer maiores quantidades de chocolates de uma só vez, é muito melhor que pequenas quantidades sejam ingeridas diariamente. A inclusão de 30 gramas de chocolate por dia não é considerada exagerada, desde que esteja inserida em um estilo de vida saudável, com bons hábitos alimentares, atividade física regular e menos preocupações. Essa é a receita para a longevidade;

  •  Observe com cuidado a rotulagem nutricional do chocolate escolhido e também a lista dos ingredientes.  Segundo a legislação, os ingredientes devem ser descritos conforme a quantidade na receita, ou seja, a quantidade dos ingredientes deve ser escrita do mais abundante para o menos abundante;
  • Outra dica é com relação ao o aumento dos preços do chocolate nesse período de Páscoa, atente-se para o preço das barras ao invés dos ovos de chocolate.

 

 Sobre a Universidade Cruzeiro do Sul

 

Há quase 50 anos atuando no ensino superior, a Universidade Cruzeiro do Sul conta com, aproximadamente, 37 mil alunos, distribuídos em Graduação, Pós-graduação lato e stricto sensu, a distância e presencial, pelos campi Anália Franco, Liberdade, São Miguel e Pinheiros. É reconhecida por sua forte atuação na área social e pelo destaque em vários indicadores oficiais nas áreas de ensino, pesquisa e extensão. Integra a Cruzeiro do Sul Educacional S/A, formada também pela Universidade Cidade de São Paulo (São Paulo/SP), pelo Centro Universitário do Distrito Federal (Brasília/DF), pela Universidade de Franca (Franca/SP), pelo Centro Universitário Módulo e pela Faculdade Caraguá (Caraguatatuba - SP), e pela Faculdade São Sebastião (São Sebastião/SP); um grupo de ensino superior de atuação nacional que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados.  
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2 de abril, Dia Mundial do Livro Infanto-Juvenil

02/04/2015 12:19

Não será por falta de datas comemorativas que         o livro será esquecido. Quatro lhe são dedicadas: 2 de abril, Dia Mundial do Livro Infanto-Juvenil; 18 de abril, Dia Nacional do Livro Infantil; 23 de abril, Dia Mundial do Livro; 29 de outubro, Dia Nacional do Livro.
Além disso, dois profissionais que levam os livros às mãos dos leitores são lembrados em datas específicas: 12 de março, Dia do Bibliotecário; 14 de março, Dia do Livreiro.
          Devo a uma bibliotecária grande parte do amor que adquiri pelos livros. Era a responsável pela Biblioteca Municipal de Cachoeiro de Itapemirim. Transmitia aos frequentadores o gosto que ela própria tinha pela leitura. 
          Dona Telma, a bibliotecária de minha infância, faleceu subitamente, junto a seus filhos, na Praia de Piúma. Hoje está em outras paragens, cercada de livros azuis.
          Assisti certa vez a uma entrevista do Ziraldo, na televisão, a respeito do livro. Ziraldo dizia que o livro nunca será substituído. Não há avanço da informática que o torne dispensável porque o livro tem mistério, um especial poder de comunicação.
          O livro tem alma.  Acho que foi isso que Ziraldo quis dizer. Uma coisa é ler um livro na internet. Outra coisa é ler um livro impresso da forma tradicional. Há livros que leio, e releio, e releio. Tenho a sensação de estar conversando com o autor. Escrevo notas à margem das páginas e nessas notas registro impressões: concordo; discordo; magnífico; esse Rubem Braga é mesmo um cachoeirense do barulho; esse Papa Francisco vai virar o mundo pelo avesso.
          Neste final de página registro um fato ocorrido com Nestor Cinelli, o maior livreiro que o Espírito Santo teve em toda a sua história.
          Entrou Cinelli numa livraria do Rio de Janeiro e ficou a manusear os volumes que estavam na prateleira. Uma determinada obra despertou seu especial interesse. Viu o preço anotado a lápis. Não dava para comprar. Nisto um senhor que parecia ser o gerente, indagou:
“Por que você recolocou na prateleira aquele livro que você estava lendo?”
 “Deixei onde estava, senhor. Meu dinheiro não é suficiente.”
“Deixe-me ver essas notas que você contou e recontou. Veja só. Contou errado. Esse dinheiro basta. Vá lá e pegue o livro.”
“Senhor, já que vai me vender o livro por menos da metade do preço peço-lhe que o autografe. Nunca tive um livro autografado por um livreiro.”
          E o livreiro então lançou o autógrafo:
“A este menino curioso, que será um grande escritor, ou um grande livreiro, com um abraço do
Monteiro Lobato.”
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O Brasil e a mentira do primeiro de abril

01/04/2015 12:53

O Brasil acaba de ser incluído no rol dos países de primeiro mundo. A educação pública tornou-se de primeira qualidade onde professores têm salários de fazer inveja aos tempos de salários indignos. As escolas públicas dispõem de ar condicionado, gelando, em todas as suas dependências. Os hospitais públicos tornaram-se padrão linha D'or. Não há mais filas para emergências e consultas. Tudo funciona com invejável rapidez de atendimento. A polícia alcançou 95% na taxa de elucidação dos crimes e armas e drogas deixaram de penetrar pelo 'queijo suíço' de nossas fronteiras. Policial tem salário, em início de carreira, de R$ 8 mil e o salário mínimo do país é de R$ 6 mil. Não se houve mais falar em falcatruas entre empresas estatais e empreiteiros. Pela nova e rígida lei penal, dependendo do montante surrupiado, a pena pode chegar a 30 anos de prisão em regime fechado. Detalhe: foram extintas as progressões de regime carcerário e as reduções de pena na lei brasileira. Menores, independente da idade, são responsabilizados como se adultos fossem caso se conclua que eram capazes de entender o caráter criminoso de seus atos. 
 
   As enchentes, durante e pós temporais, acabaram em todas as grandes cidades do Brasil. Ninguém joga mais lixo em boeiros, nos rios e galerias pluviais. Também não se vê mais lixo nas encostas de morros. O trânsito nos grandes centros flui de forma rápida e segura. Os transportes públicos são de primeira linha e conforto invejáveis. Os preços das passagens caíram assim como a conta da luz. A inflação alcançou o máximo de 0,5% ao ano. Inacreditável. Não há mais desvio de verba pública e nenhum político no Brasil responde por improbidade administrativa ou porque mentiu para se eleger. O Brasil cumpriu a meta de redução de gases poluentes e a população não joga mais lixo no chão, Os morros e favelas deram lugar a bairros decentes e os traficantes, quase todos presos, não mais tocam o terror nas comunidades. Não se houve falar mais de assaltos em vias públicas, explosões de caixas eletrônicos e assaltos no metrô. A lei penal brasileira tornou-se tão dura que o latrocínio, o estupro e o sequestro resultam em prisão perpétua, a contragosto dos criminólogos humanitários
 
. Tudo funciona no Brasil. Até o sistema penitenciário deixou de ser universidade do crime e ressocializa o apenado. A ética a probidade são a tônica na política brasileira. Não se houve mais falar de que propinas sejam repassadas na porta de diretórios de partidos. O Brasil mudou, tanto que não há mais obras superfaturadas nem contas milionárias depositadas irregularmente em bancos da Suíça. Todas as obras, até então inacabadas, foram concluídas e findou o célebre argumento de que ninguém "nunca soube de nada". As bolsas-tudo passaram a ser coisa do passado. Os miseráveis não mais precisam delas. Há emprego e renda suficientes para todos os brasileiros e o número máximo de ministérios é de vinte. Não mais do que isso. Milhares de cargos comissionados foram cortados. 
 
 Epa, acordem ! O sonho e os delírios acabaram, hoje é primeiro de abril. O dia da mentira.
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Abusadores das Mentes Juvenis

31/03/2015 16:50

Que está em marcha uma estratégia para utilizar a rede de ensino com o objetivo de fazer a cabeça da juventude, ideológica e partidariamente, é fato evidente e sabido. Seria necessária muita alienação para ignorar o que se passa nas salas de aula do país e sobre o perfil dos profissionais que, há décadas, com Paulo Freire debaixo do braço, comandam a Educação dos desafortunados e abusados estudantes brasileiros.

          Que a sociedade seja pluralista, é uma coisa. Outra, bem diferente é, em nome do pluralismo, chamarem libertadora uma educação que abusa da infância e da adolescência. E o faz para instilar, com mais afinco do que em relação a qualquer outra coisa, conceitos e valores não desejados famílias e contraditórios com sua orientação espiritual e filosófica.

          Se você pensa que isso ocorre apenas na rede pública de ensino, está enganado. A utilização ideológica da sala de aula, as "explicações" marxistas para quaisquer fatos históricos, sociais, ou econômicos, vêm acontecendo com absurda tolerância também na rede particular de ensino. Os processos de infiltração seguem à risca os ensinamentos de Gramsci. E assim, em nome da liberdade de cátedra, inúmeros professores (quando não, estabelecimentos inteiros) dedicam-se a esse insidioso processo de doutrinação.

          Quando você, pai, mãe, matricula seu filho de seis ou sete anos numa determinada escola particular, o faz tendo em conta a orientação filosófica ou religiosa que ela segue. Se você for católico, evangélico ou israelita, provavelmente optará por um estabelecimento de igual confissão religiosa. Sua criança, nessa idade, não tem, por exemplo, um miligrama de marxismo no cérebro. É bem provável que já ame o Brasil, creia em Deus, no valor da solidariedade, na dignidade da pessoa humana. Você o ensinou a respeitar a propriedade alheia. Você exerce o direito de ter seu filho educado em fidelidade à fé, princípios e valores que você adota e segue.

          O ato de levar uma criança a um estabelecimento particular de ensino não implica uma irrestrita concessão. Tais colégios estão autorizados a educar seus filhos,  mas não o estão para manipulá-los, influenciá-los politicamente, ou para lhes fazer a cabeça com idéias que você não quer ver lá dentro. E se eles aparecerem em casa com conceitos exóticos ou marxistas, as escolas podem e devem ser processadas com base no Código de Defesa do Consumidor.

          É preciso pôr um freio nesse tipo de estupro mental que só poderia acontecer com autorização expressa dos país, e somente em escolas particulares que informassem seus objetivos com total clareza. Jamais em educandários públicos! Que os educandários privados formem para a revolução social os filhos dos pais que o desejarem. Tenham coragem! Deixem de lado a dissimulação. Anunciem o que disponibilizam. Mudem o nome de seus estabelecimentos. Passem a se chamar Colégio Che Guevara, Faculdade Karl Marx, Escolas Reunidas Mao-Tse-Tung, Curso Técnico Luiz Carlos Prestes. E deixem de usar, para fins impróprios, nomes de santos e de pontífices.

 

Percival Puggina (70),  membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor deCrônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.   

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Primeira Edição © 2011