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Cardápio diversificado para os pequenos

01/06/2015 15:58

Ainda há muitas dúvidas sobre o que incluir nas refeições dos bebês quando chega a hora de apresentá-los a novos alimentos. A resposta é simples: o importante é que ele consuma todos os grupos alimentares de acordo com a idade.

Mel pode? Açúcar está liberado? E quanto a sal e temperos? O que é melhor: papinha de fruta ou suco natural? Até quando alimentar o bebê exclusivamente com leite materno é suficiente? Afinal, qual é a alimentação ideal para a criançada?

Na revista CLAÚDIA Filhos, que está nas bancas, uma reportagem traz a opinião de diversos especialistas sobre o tema. Profissionais brasileiros e americanos mostram como as escolhas em relação à alimentação das crianças são feitas baseadas na cultura de cada país.

No entanto, é unanimidade que, até o sexto mês, a amamentação fornece tudo o que o bebê precisa para crescer e se desenvolver. A partir daí, os nutrientes do leite materno são insuficientes e o cardápio precisa ser incrementado. Além dos benefícios nutricionais e da experiência de sentir novos sabores, introduzir alimentos com texturas diferentes estimula o desenvolvimento da musculatura facial e da mastigação.

Ao completar 6 meses, o bebê já pode ingerir frutas nos intervalos das mamadas. Frutas oferecem mais calorias e nutrientes e sucos naturais têm maior concentração de vitaminas, antioxidantes e flavonoides. Aos 12 meses, o pequeno já pode comer a mesma comida da família, e fazer três refeições principais com dois lanches intermediários.

Alimentar bem o filho é uma das principais angústias maternas, portanto, esse conteúdo é de extremo valor para todas as mães. 

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31 de maio Dia Mundial Sem Tabaco: aproveite a data para largar o cigarro!

28/05/2015 14:52

Enfisema pulmonar, problemas cardiovasculares e inúmeros tipos de câncer. A fumaça do cigarro tem mais de 4.700 componentes tóxicos como o monóxido de carbono (mesmo gás venenoso que sai do escapamento de automóveis) e a nicotina (droga psicoativa responsável pela dependência física) que causam infertilidade, halitose e envelhecimento precoce da pele. Em gestantes, o cigarro é responsável por abortos múltiplos e episódios de hemorragia, além de problemas na placenta e nascimentos prematuros. Está relacionado ainda a uma taxa elevada de morte fetal e de recém-nascidos.

Neste Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, apneumologistania Pereira Ignácio, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, alerta para os riscos da dependência do cigarro e lembra que atualmente existem medicamentos que contribuem para minimizar os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina que ajudam quem deseja se libertar do fumo.

Grande parte das pessoas que param de fumar apresenta sintomas de ansiedade, dificuldade de concentração, irritação e dores de cabeça. O nível do desconforto varia de pessoa a pessoa, mas passa com o tempo, em torno de 30 dias.

É importante ter cuidado com a alimentação nesse período, já que muitos tendem a ganhar peso ao parar de fumar. O ideal é aproveitar esse momento de mudança para adotar hábitos de vida mais saudáveis, como alimentação equilibrada e atividades físicas. “Esquemas terapêuticos podem ser adotados isoladamente ou em combinação de acordo com cada caso. No entanto, antes de adotar qualquer medida, é recomendável acompanhamento médico”, diz.

 

COMPLEXO HOSPITALAR EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.400 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 - Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, conquistado pelo quarto ano consecutivo em 2014.

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Paternidade: Homens também tem idade ideal para ter filhos?

28/05/2015 14:34

Quando o assunto é infertilidade, geralmente a mulher é apontada como o centro da discussão. Infelizmente, tal estigma se enraizou, principalmente, devido a cultura machista do brasileiro. No entanto, este cenário já está mudando, e os homens estão se mostrando mais abertos para realizarem exames e tratamentos quando o sonho de formar uma família vai sendo postergado por fatores desconhecidos.

Outro tema que até bem pouco tempo atrás também era tabu é a queda de fertilidade do homem com o passar da idade. Mas será que o público masculino também tem uma idade ideal para ter filhos? De acordo com o urologista da Criogênesis, Dr. Silvio da Ressurreição Pires, a produção de espermatozoides dificilmente muda muito com o passar dos anos. “Se não houver nenhuma doença ou algum fator externo, que influencie a fertilidade, não há com o que se preocupar”, tranquiliza.

No entanto, o especialista alerta para a diminuição da testosterona: “conforme o homem vai ficando mais velho, a testosterona (hormônio sexual masculino) vai diminuindo.  No entanto, na grande maioria dos casos, essa queda não altera a fertilidade, apenas a frequência de espermatozoide produzido e a quantidade de líquido ejaculado, mas nada que seja tão significativo a ponto de deixar o indivíduo infértil”, esclarece.

DOENÇAS

Dentre os problemas masculinos mais frequentes está a varicocele, que se caracteriza pela dilatação das veias dos testículos – um processo semelhante ao que acontece nas varizes das pernas. O problema é uma das principais causas da queda de fertilidade. “Isso acontece porque o sangue fica represado ao redor dos testículos, ocasionado o aumento da temperatura testicular e prejudicando o processo de formação dos espermatozoides. Além disso, o sangue retido leva a um aumento de algumas substâncias tóxicas e, consequentemente, à diminuição da produção, movimentação e funcionamento dos espermatozoides”, finaliza o especialista.

Outras condições menos frequentes de infertilidade do homem são: taxas de hormônios sexuais masculinos, disfunção sexual masculina, alterações genéticas do sêmen como, p.ex. fragmentação do DNA do espermatozoide. Destas, as que são mais difíceis de serem avaliadas são as alterações da qualidade do sêmen e a fragmentação do DNA do espermatozoide.

 

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis nasceu em São Paulo e possui mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro e é membro associado e acreditado pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br

 

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Oratória é mais do que falar: é saber se expressar

27/05/2015 15:01

Fazer uma boa palestra vai muito além de ter um discurso bem ensaiado e possuir um bom material de auxílio. Fazer uma boa palestra é a união de saber falar, se expressar por meio de gestos, criar uma ligação com a plateia, saber se portar em frente ao público, cuidando para não transparecer insegurança e medo e, como dito anteriormente, contar com um bom material de apoio, caso necessário.

Muito difícil? Não necessariamente. Existem treinamentos e atitudes que podem ser feitas a fim de transformar qualquer pessoa em uma boa oradora – basta saber a quem pedir auxílio e se esforçar para conquistar as metas traçadas.

Segundo Eraldo Melo, empresário e palestrante motivacional, dois itens que merecem bastante atenção na hora de apresentar um bom discurso são: postura e gesticulação. “Os gestos são o complemento da fala. É normal que ao falar as pessoas gesticulem de maneira natural – e é isso o que deve acontecer durante uma palestra: o orador deve fazer gestos quase automáticos, - aquele que não gesticula, torna sua palestra fria, inexpressiva e forçada, com muita ‘cara’ de ensaiada”, explica o empreendedor.  

O gesto é uma forma de dar força as palavras que estão sendo ditas, seja por meio das mãos, dos braços, do movimento da cabeça, do olhar, etc. “Porém, o orador não deve se esquecer de que ao discursar, os gestos devem ser comedidos, sem exageros, na hora certa e com naturalidade”, diz.

Na hora certa? Sim. “O gesto deve preceder, vir antes da palavra ou acompanhá-la, nunca vir depois do que foi dito. Isso porque ao acontecer antes, ele prepara o efeito da palavra; se acompanhá-la, reforça a palavra; se for feito após a palavra, faz com que ela perca a força”, exalta o especialista.

No que diz respeito à postura, o orador deve evitar ser displicente, assim como seu olhar deve sempre percorrer todo o público, não se focando em apenas um expectador ou lado. “Durante a fala, o ideal é evitar as possíveis manias que possam existir como estalar os dedos, mexer na roupa, esfregar as mãos, bater palmas, etc.,” lembra Melo, que afirma que o orador deve sempre agir com espontaneidade – mas isso não significa que ele não deve ensaiar antes. “Para transmitir espontaneidade pro público, é preciso muito trabalho antecedendo a palestra. Só assim o orador poderá avaliar o que precisa ser mudado e concentrar-se em melhorar seus erros”, ressalta.

Para um discurso sair como o planejado e conquistar a plateia, o orador deve usar com maestria a fala, os gestos e a postura, lembrando-se sempre de não deixar as mãos imóveis e nem gesticulando de maneira exagerada. “A melhor atitude com relação aos próprios gestos é não prestar muita atenção neles – e sim deixar com que eles fluam com naturalidade. Já para evitar problemas na fala ou na postura, a dica é a mesma de sempre: treine anteriormente em voz alta, ficando cada vez mais seguro do que será dito. Isso transparecerá ao seu público – e a chance de você ser melhor entendido e avaliado é muito maior”, conclui o palestrante.

Serviço: Eraldo Melo

Ex Faxineiro, Empresário, Psicólogo, Escritor e Palestrante Motivacional

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28 de maio: Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher

27/05/2015 15:10

Reposição de minerais oriundos de algas marinhas é a descoberta mais eficaz de suplementação alimentar de mulheres na idade adulta e na velhice, quando surgem sintomas de menopausa e osteoporose

 

28 de maio é o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. A data marca a luta pela conscientização e tratamento de distúrbios de saúde inerentes ao sexo feminino, tais como a menopausa e a osteoporose. Mas como prevenir e combater esses problemas?    

A osteoporose, por exemplo, afeta principalmente mulheres na pós-menopausa, e é caracterizada por uma fragilidade nos ossos, trazendo riscos maiores de quedas e fraturas. Uma alimentação balanceada é suficiente para evitar esse mal?

A suplementação por meio de nutrientes vegetais orgânicos, como os das algas marinhas, é a mais nova descoberta no auxílio à saúde da mulher, segundo apontam estudos científicos. Além de serem 100% naturais, a absorção deles no organismo é bem maior do que se verifica em outros compostos. Em relação ao cálcio, por exemplo, essa absorção é de quase o dobro.

“Na maioria das vezes, somente a alimentação não supre as necessidades diárias da mulher de ingestão de cálcio, criando no longo prazo problemas como a osteoporose. A alternativa está na suplementação de cálcio e minerais essenciais, que deve começar aos 35 anos, quando tem início o processo de quedas hormonais. E, neste aspecto, o cálcio proveniente das algas marinhas é o mais indicado. A suplementação com cálcio orgânico, que possui absorção de quase 100%, é fundamental na prevenção e tratamento da osteoporose.”, afirma a nutricionista Camila Prata, do Departamento de Nutrição da Phosther Algamar.

No caso da menopausa, muitas vezes os médicos recomendam a reposição hormonal, mas há que se ter cuidados, como afirma a especialista:

“Não há dúvidas sobre o valor da reposição hormonal, nos casos de necessidade comprovada. O problema é como fazer essa reposição e com qual tipo de hormônio. A utilização de hormônios ‘sintéticos’ já demonstrou que ele traz mais malefícios que benefícios, segundo estudo realizado no Reino Unido. Daí a importância da reposição com hormônios ‘naturais’ ou ‘Bio-idênticos’, cuja estrutura molecular é idêntica aos hormônios produzidos pelo organismo, não causando assim efeitos negativos. É por isso que é fundamental a suplementação com minerais orgânicos naturais, já que os minerais são cofatores para a formação dos hormônios. E o litoral brasileiro é muito rico na mais completa e natural fonte de minerais, que são as algas marinhas”, complementa.

Estudo sobre suplementação de cálcio publicado na revista científica francesa Agro-Food-Industry Hi-Tech constatou que o cálcio proveniente de algas marinhas, de origem vegetal, tem 96% de absorção no organismo, contra 67% de cálcio da dolomita, de origem mineral, e 61% do cálcio de ostra, de origem animal. Estudo idêntico foi feito pela Universidade Federal de Minas Gerais.

“A deficiência de minerais no solo e nos alimentos – causada pelo uso sem controle da terra e a adição de agrotóxicos - mostra que a suplementação de cálcio pode e deve ser feita. Porém, lembro que o mais importante no processo de suplementação de minerais é saber a sua origem. Cálcio e outros minerais isolados inorgânicos, moleculares ou quelados podem provocar alergias e eventuais depósitos nas artérias e articulações, com prejuízos cardíacos. Por isso, é importante que esses minerais sejam de origem vegetal, como são os das algas”, explica o químico José Celso Guimarães, responsável técnico da Phosther.

Já é produzido no Brasil um suplemento de minerais a base de algas marinhas, o Vitalidade, que oferece ao organismo da mulher todos os minerais necessários para a formação dos hormônios, desde a idade adulta até a velhice, retardando ou enfraquecendo as pausas hormonais, prevenindo doenças e mantendo o organismo saudável.

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Primeira Edição © 2011