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Como transformar crise em oportunidade?

02/06/2015 15:18

O termo “crise”, do Latim Crisis, significa “ato de separar, decisão, julgamento, evento, momento decisivo”. Por outro lado, temos o termo “oportunidade”, que é descrito como uma circunstância ou conjunto de circunstâncias propícias para que algo aconteça. Se esses dois termos forem avaliados, é possível perceber que eles se completam, e não se invalidam.

Segundo o coach financeiro Robson Profeta, esses termos precisam ser analisados para que as pessoas estendam sua consciência financeira, e entendam quais investimentos e gastos podem ser considerados adequados para suas presentes situações ou não.

Com todas as incertezas da atual economia, fica difícil saber, com toda a certeza, como utilizar bem seu dinheiro, não ficando no vermelho e ainda sobrando alguma quantia, que pode ser poupada para o futuro.

O coach listou alguns paralelos, que podem ajudar a compreender melhor a maneira como se administra seu dinheiro, confira:

  • Boa compra – Em momento de crise, pessoas e empresas vendem ativos por preços abaixo do mercado pois precisam se capitalizar. Fique atento, pois a boa venda só é boa se, antes, ocorrer a boa compra. Em momentos de crise, boas compras aparecem. Abra os olhos e fique atento (a);
  • Inflação – Se você tem um negócio, pode manter o preço com reajustes abaixo da inflação, e captar nova carteira de clientes. E, muitas vezes, para ficar competitivo no mercado, muitos setores produtivos aprimoram seus processos produtivos a fim de reduzir o custo de produção e consecutivamente melhorar seu preço final;
  • Negócios emergentes – Neste momento de crise, perceberam como empresas que fabricam lápis de cor estão vendendo, além da febre dos cadernos com pintura, que não foi afetada pela crise. Enxergue negócios emergentes, eles existem e devem ser explorados;
  • Medo – O medo imobiliza a decisão em enfrentar a crise. Não cabe ao governo, ao seu chefe ou ao seu amigo tomar uma decisão por você. Uma das coisas que ajuda a minimizar o medo é a busca pela informação, pois ela auxilia no processo de tomada de decisão. Use a crise como válvula propulsora na busca de informação e, consecutivamente, oportunidade;
  • Desejos – Como bem disse Scott Flanagan, “Cuidado com o que deseja, você pode acabar por conseguir”. Se espera crise, é crise que virá, já quem espera oportunidade, a encontra;
  • Os copos – Dois copos estão com água pela metade. Você pode enxerga-los meio cheios ou meio vazios, ou seja, a perspectiva de crise ou oportunidade está na sua perspectiva de ver as coisas;
  • O lobo e o cordeiro - A crise e oportunidade são como o lobo e o cordeiro. O vencedor será aquele que você alimentar!            
  • Choque financeiro – Em momentos difíceis, as pessoas resolvem cuidar mais de suas finanças, e é exatamente neste momento que tomam contato com suas realidades, melhorando sua visão financeira do futuro, para não repetir os erros do passado;
  • Líderes que nascem – Os grandes líderes aparecem em momento de crise, pois são exatamente eles que trazem as boas novas para a civilização, encontrando soluções nos lugares mais improváveis.

Serviço: Coach Financeiro​

Robson Profeta

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Cardápio diversificado para os pequenos

01/06/2015 15:58

Ainda há muitas dúvidas sobre o que incluir nas refeições dos bebês quando chega a hora de apresentá-los a novos alimentos. A resposta é simples: o importante é que ele consuma todos os grupos alimentares de acordo com a idade.

Mel pode? Açúcar está liberado? E quanto a sal e temperos? O que é melhor: papinha de fruta ou suco natural? Até quando alimentar o bebê exclusivamente com leite materno é suficiente? Afinal, qual é a alimentação ideal para a criançada?

Na revista CLAÚDIA Filhos, que está nas bancas, uma reportagem traz a opinião de diversos especialistas sobre o tema. Profissionais brasileiros e americanos mostram como as escolhas em relação à alimentação das crianças são feitas baseadas na cultura de cada país.

No entanto, é unanimidade que, até o sexto mês, a amamentação fornece tudo o que o bebê precisa para crescer e se desenvolver. A partir daí, os nutrientes do leite materno são insuficientes e o cardápio precisa ser incrementado. Além dos benefícios nutricionais e da experiência de sentir novos sabores, introduzir alimentos com texturas diferentes estimula o desenvolvimento da musculatura facial e da mastigação.

Ao completar 6 meses, o bebê já pode ingerir frutas nos intervalos das mamadas. Frutas oferecem mais calorias e nutrientes e sucos naturais têm maior concentração de vitaminas, antioxidantes e flavonoides. Aos 12 meses, o pequeno já pode comer a mesma comida da família, e fazer três refeições principais com dois lanches intermediários.

Alimentar bem o filho é uma das principais angústias maternas, portanto, esse conteúdo é de extremo valor para todas as mães. 

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31 de maio Dia Mundial Sem Tabaco: aproveite a data para largar o cigarro!

28/05/2015 14:52

Enfisema pulmonar, problemas cardiovasculares e inúmeros tipos de câncer. A fumaça do cigarro tem mais de 4.700 componentes tóxicos como o monóxido de carbono (mesmo gás venenoso que sai do escapamento de automóveis) e a nicotina (droga psicoativa responsável pela dependência física) que causam infertilidade, halitose e envelhecimento precoce da pele. Em gestantes, o cigarro é responsável por abortos múltiplos e episódios de hemorragia, além de problemas na placenta e nascimentos prematuros. Está relacionado ainda a uma taxa elevada de morte fetal e de recém-nascidos.

Neste Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, apneumologistania Pereira Ignácio, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, alerta para os riscos da dependência do cigarro e lembra que atualmente existem medicamentos que contribuem para minimizar os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina que ajudam quem deseja se libertar do fumo.

Grande parte das pessoas que param de fumar apresenta sintomas de ansiedade, dificuldade de concentração, irritação e dores de cabeça. O nível do desconforto varia de pessoa a pessoa, mas passa com o tempo, em torno de 30 dias.

É importante ter cuidado com a alimentação nesse período, já que muitos tendem a ganhar peso ao parar de fumar. O ideal é aproveitar esse momento de mudança para adotar hábitos de vida mais saudáveis, como alimentação equilibrada e atividades físicas. “Esquemas terapêuticos podem ser adotados isoladamente ou em combinação de acordo com cada caso. No entanto, antes de adotar qualquer medida, é recomendável acompanhamento médico”, diz.

 

COMPLEXO HOSPITALAR EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.400 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 - Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, conquistado pelo quarto ano consecutivo em 2014.

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Paternidade: Homens também tem idade ideal para ter filhos?

28/05/2015 14:34

Quando o assunto é infertilidade, geralmente a mulher é apontada como o centro da discussão. Infelizmente, tal estigma se enraizou, principalmente, devido a cultura machista do brasileiro. No entanto, este cenário já está mudando, e os homens estão se mostrando mais abertos para realizarem exames e tratamentos quando o sonho de formar uma família vai sendo postergado por fatores desconhecidos.

Outro tema que até bem pouco tempo atrás também era tabu é a queda de fertilidade do homem com o passar da idade. Mas será que o público masculino também tem uma idade ideal para ter filhos? De acordo com o urologista da Criogênesis, Dr. Silvio da Ressurreição Pires, a produção de espermatozoides dificilmente muda muito com o passar dos anos. “Se não houver nenhuma doença ou algum fator externo, que influencie a fertilidade, não há com o que se preocupar”, tranquiliza.

No entanto, o especialista alerta para a diminuição da testosterona: “conforme o homem vai ficando mais velho, a testosterona (hormônio sexual masculino) vai diminuindo.  No entanto, na grande maioria dos casos, essa queda não altera a fertilidade, apenas a frequência de espermatozoide produzido e a quantidade de líquido ejaculado, mas nada que seja tão significativo a ponto de deixar o indivíduo infértil”, esclarece.

DOENÇAS

Dentre os problemas masculinos mais frequentes está a varicocele, que se caracteriza pela dilatação das veias dos testículos – um processo semelhante ao que acontece nas varizes das pernas. O problema é uma das principais causas da queda de fertilidade. “Isso acontece porque o sangue fica represado ao redor dos testículos, ocasionado o aumento da temperatura testicular e prejudicando o processo de formação dos espermatozoides. Além disso, o sangue retido leva a um aumento de algumas substâncias tóxicas e, consequentemente, à diminuição da produção, movimentação e funcionamento dos espermatozoides”, finaliza o especialista.

Outras condições menos frequentes de infertilidade do homem são: taxas de hormônios sexuais masculinos, disfunção sexual masculina, alterações genéticas do sêmen como, p.ex. fragmentação do DNA do espermatozoide. Destas, as que são mais difíceis de serem avaliadas são as alterações da qualidade do sêmen e a fragmentação do DNA do espermatozoide.

 

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis nasceu em São Paulo e possui mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro e é membro associado e acreditado pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br

 

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Oratória é mais do que falar: é saber se expressar

27/05/2015 15:01

Fazer uma boa palestra vai muito além de ter um discurso bem ensaiado e possuir um bom material de auxílio. Fazer uma boa palestra é a união de saber falar, se expressar por meio de gestos, criar uma ligação com a plateia, saber se portar em frente ao público, cuidando para não transparecer insegurança e medo e, como dito anteriormente, contar com um bom material de apoio, caso necessário.

Muito difícil? Não necessariamente. Existem treinamentos e atitudes que podem ser feitas a fim de transformar qualquer pessoa em uma boa oradora – basta saber a quem pedir auxílio e se esforçar para conquistar as metas traçadas.

Segundo Eraldo Melo, empresário e palestrante motivacional, dois itens que merecem bastante atenção na hora de apresentar um bom discurso são: postura e gesticulação. “Os gestos são o complemento da fala. É normal que ao falar as pessoas gesticulem de maneira natural – e é isso o que deve acontecer durante uma palestra: o orador deve fazer gestos quase automáticos, - aquele que não gesticula, torna sua palestra fria, inexpressiva e forçada, com muita ‘cara’ de ensaiada”, explica o empreendedor.  

O gesto é uma forma de dar força as palavras que estão sendo ditas, seja por meio das mãos, dos braços, do movimento da cabeça, do olhar, etc. “Porém, o orador não deve se esquecer de que ao discursar, os gestos devem ser comedidos, sem exageros, na hora certa e com naturalidade”, diz.

Na hora certa? Sim. “O gesto deve preceder, vir antes da palavra ou acompanhá-la, nunca vir depois do que foi dito. Isso porque ao acontecer antes, ele prepara o efeito da palavra; se acompanhá-la, reforça a palavra; se for feito após a palavra, faz com que ela perca a força”, exalta o especialista.

No que diz respeito à postura, o orador deve evitar ser displicente, assim como seu olhar deve sempre percorrer todo o público, não se focando em apenas um expectador ou lado. “Durante a fala, o ideal é evitar as possíveis manias que possam existir como estalar os dedos, mexer na roupa, esfregar as mãos, bater palmas, etc.,” lembra Melo, que afirma que o orador deve sempre agir com espontaneidade – mas isso não significa que ele não deve ensaiar antes. “Para transmitir espontaneidade pro público, é preciso muito trabalho antecedendo a palestra. Só assim o orador poderá avaliar o que precisa ser mudado e concentrar-se em melhorar seus erros”, ressalta.

Para um discurso sair como o planejado e conquistar a plateia, o orador deve usar com maestria a fala, os gestos e a postura, lembrando-se sempre de não deixar as mãos imóveis e nem gesticulando de maneira exagerada. “A melhor atitude com relação aos próprios gestos é não prestar muita atenção neles – e sim deixar com que eles fluam com naturalidade. Já para evitar problemas na fala ou na postura, a dica é a mesma de sempre: treine anteriormente em voz alta, ficando cada vez mais seguro do que será dito. Isso transparecerá ao seu público – e a chance de você ser melhor entendido e avaliado é muito maior”, conclui o palestrante.

Serviço: Eraldo Melo

Ex Faxineiro, Empresário, Psicólogo, Escritor e Palestrante Motivacional

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Primeira Edição © 2011