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Menino viveu com feto do irmão gêmeo no estômago por 15 anos

10/01/2018 12:17

feto gravidez preto e branco 0118 400x800© cosmin4000 / iStock feto gravidez preto e branco 0118 400x800

Em um caso raro no meio médico, um jovem abrigou o feto de seu irmão gêmeo dentro do corpo por 15 anos. Ele precisou passar por uma cirurgia para que a "massa" localizada em seu abdômen fosse retirada.

Conhecida como "gêmeo parasita" ou fetus-in-fetu, a condição se dá por uma má-formação durante a concepção dos bebês. É como se eles fossem siameses, mas um dos fetos se forma dentro do corpo do outro.

Adolescente com feto dentro do abdômen

O caso aconteceu no Hospital Sultan Abdul Halim Hospital, na Malásia, e foi publicado no jornal científico British Medical Journal.

Segundo a publicação, o menino de 15 anos apresentavam uma massa localizada no abdômen e reclamava de dores na região desde a infância.

Características do feto

O feto que se hospedou em seu corpo era alimentado por uma rede vascular, o que aumentou o nível de complexidade da cirurgia, e já apresentava crânio, vértebras, ossos, ainda que com deformações, cabelo, órgão genital masculino, olhos e pele.

Segundo os médicos, o bebê não-viável pesava 1,6 kg, não tinha boca, nem placenta ou cordão umbilical.

feto dna formacao 0118 400x800© bluebay/Shutterstock feto dna formacao 0118 400x800

Como se forma?

De acordo com o artigo científico, a má-formação pode acontecer quando um gêmeo monozigótico (idêntico ao irmão) se incorpora ao corpo do outro feto devido a uma falha divisão dos zigotos.

Ele, então, se torna parasita e é alimentado pelo irmão. O caso só é reconhecido como fetus-in-fetu quando é possível identificar coluna vertebral; se não, ele é identificado como um "teratoma", tumor formado por uma mistura heterogênea de tecidos (epitelial, ósseo, muscular, cartilaginoso).

A formação geralmente acontece no abdômen, mas também pode se desenvolver em outras partes do corpo do hospedeiro como cabeça, boca e escroto (bolsa que contém os testículos).

Em alguns casos, é possível identificar o fetus-in-fetu ainda na gravidez, em exames pré-natal.

Cirurgia para retirada do feto

A identificação do fetus-in-fetu pode ser feita com um raio-X, tomografia computadorizada, ressonância magnética ou ultrassom. Para retirar o feto, o paciente precisou passar por uma laparotomia, cirurgia na cavidade abdominal.

O bebê foi entregue à família para a realização de um ritual funerário e o adolescente passa bem, segundo a publicação.

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"O Parque Antônio Rouco "

06/01/2018 13:25

Em 1991, foi construída uma pista para treino de vaquejada na fazenda são Pedro, (propriedade do Sr Sebastião Tenório), á época os incentivadores foram Sidnei Vilela, Antônio Tenório(Toninho), Douglas Tenório, Sebastião Tenório, Luiz Godoy,

Douglas por achar que estava ficando longe para passar os cavalos na fazenda onde fizeram a pista, resolveu fazer uma pista sozinho, no local  de seu trabalho, onde era uma pocilga,( um dos maiores criadores de porcos de viçosa), quando a pista ficou pronta, feita com material de primeira qualidade, o Sr Petrúcio Vasconcelos em visita, elogiou a pista e deu a ideia de ser construída uma arquibancada, isso já em 1993, a mesma foi construída, e o ponta pé inicial foi do Sr José Aílton Ávila, onde o mesmo anunciou uma corrida para um ano depois, precisava de um nome para o parque, Douglas pensava em colocar o nome de seu pai, ( mais o mesmo não gostava de vaquejada) então por ter um tio que gostava, e todos os seus filhos, resolveu então colocar o nome do mesmo no parque. " ANTONIO TENÓRIO CAVALCANTE, (ANTONIO ROUCO), pessoa muito conhecida na cidade pelo tom de sua voz, "ROUCA", e assim foi batizado o nome do parque.

Hoje com 23 anos de eventos, já foi palco de grandes eventos conhecido nacionalmente, como circuito Mastruz com Leite, circuito Alagoas, e durante anos realizou corridas em conjunto com José Cicero (parque recuperação em união), e Genivaldo Cândido (parque Graziele Teane Atalaia), e se apresentaram muitas bandas e cantores de renome nacional.

E vieram novos parceiros, como foi o Sr José Aprígio Vilela, entre outros.  Sempre ao comando do Sr. Douglas Tenório, a senhora Patrícia e seus filhos e familiares, que se empenham em realizar os eventos a cada ano.

Texto de Genivaldo Rocha - o Vaqueiro

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A foto do menino negro que fala de como vemos um menino negro

03/01/2018 10:41

Um menino observa os fogos na virada de ano novo em Copacabana.© Fornecido por El Pais Brasil Um menino observa os fogos na virada de ano novo em Copacabana.

Um menino negro, na beira do mar, admira de olho grande e boca aberta os fogos da virada do ano na praia de Copacabana. Está aparentemente sozinho, veste uma bermuda molhada, com os pulsos entrelaçados na altura do umbigo, enquanto em outro plano, na areia, a massa vestida de branco comemora a entrada de 2018. Alguns dão as costas ao menino, ao mar e aos fogos para tirar suas selfies, e outros comemoram absortos o espetáculo. A imagem em preto e branco, tirada pelo fotógrafo Lucas Landau para agência Reuters, está tomando as redes sociais de milhares de brasileiros com infinidade de legendas diferentes. A fotografia fala de um menino negro de nove anos numa praia durante uma festa, mas, vista a repercussão, fala também de como a interpretamos.

Os primeiros compartilhamentos da foto, que originalmente foi enviada em cores à agência, viram nela da “invisibilidade do nosso cotidiano” à “imagem da exclusão social”. Muitos enxergaram um menino perdido, pobre, assustado, sendo ignorado pela massa branca. Viu-se até a imagem das “consequências do golpe” e foi um “soco no estômago” de outros tantos. “Essa é a nossa humanidade hipócrita”, “que essa imagem sirva de reflexão para o que podemos ser em 2018: mais sensíveis, mais tolerantes, mais inclusivos”, “de um lado o encanto. Do outro a indiferença”, legendavam os internautas. Houve também quem, fugindo da interpretação racial, viu a autenticidade de uma criança curtindo o espetáculo enquanto os adultos davam as costas à pirotecnia para tirar seu melhor autorretrato. E também quem aproveitou a imagem e criou memes exaltando pautas da esquerda.

Enquanto a foto viralizava, ativistas do movimento negro lançavam uma outra questão: enxergaríamos essa foto da mesma maneira se o protagonista fosse um menino branco e loiro?

“O problema não é a foto, é a interpretação dela, do seu contexto. As pessoas que olham aquela foto estão pré-condicionadas a entender que a imagem de uma pessoa negra é associada a pobreza e abandono, quando na verdade é só uma criança negra na praia. Essa precondição é racismo estrutural, que vem da má educação do povo brasileiro sobre ele mesmo”, lamenta o escritor Anderson França.

França vê nesta foto o "fetichismo do preto, assim como há fetichismo pelo nazismo, fetichismo pelo oprimido assim como há fetiche pelo opressor". “Usamos o discurso incoerente de que estamos preocupados com a dor dele, mas na verdade nós sentimos prazer. Por isso nós escrevemos embaixo da foto textos enormes elucubrando sobre o abandono daquele menor, quem possivelmente seria o pai ou a mãe, por que ele fugiu, por que ele passa fome... Nós fetichizamos o sujeito. E ainda há quem queira um souvenir: comprar a foto. Mas não estão comprando a foto, estão comprando o que pensam sobre a foto”.

A foto original enviada por Lucas Landau à agência Reuters.© Fornecido por El Pais Brasil A foto original enviada por Lucas Landau à agência Reuters.

Sob o apelo “Parem com os estereótipos de crianças negras”, Mayara Assunção, do Coletivo Kianda, um grupo de mulheres negras que discute maternidade, arte, educação e cultura, escrevia: “Eu vejo uma criança que parou para olhar a queima de fogos no meio de uma festa. Sinceramente, nós temos que parar de achar que todo menino negro e sem camisa está abandonado, triste, sozinho, infeliz e contrastando com a felicidade dos outros. Temos que parar de achar que todo menino sozinho é criança que vive em situação de rua. Temos que parar de achar um monte de coisas. Inclusive, que é legal expor nossas crianças para a branquitude começar o ano com pena e compaixão de nós. Ah, por favor né, a gente tem essa mania horrível de reforçar os estereótipos de nossas crianças: ‘Que pena!’, ‘É o retrato do Brasil!’, ‘Imagem muito impactante, reforça as desigualdades do país’. Parem! Vocês nem sabem quem é aquele menino. E vocês não querem saber também. Para 2018, menos estereótipos para crianças negras por favor.”

Suzane Jardim, educadora e historiadora e cuja reflexão sobre a repercussão da imagem foi compartilhada mais de mil vezes, sustenta que “a questão é perceber como o corpo negro deixa de ser dotado de individualidade para se tornar um símbolo que dialoga com a culpa de pessoas que o percebem como inferior na primeira olhada”. E alerta: “Não há na imagem qualquer indicação de status social, precariedade ou abandono. Há uma criança sem camisa no mar observando fogos de artifícios maravilhada em uma imagem que de fato é bela, mas nada diz sobre questões sóciopolíticas”. Para Jardim “dar a essa imagem esse caráter de 'retrato da desigualdade' é presumir pela corporeidade do sujeito (no caso criança, negra, sem camisa) que ali há precariedade e sofrimento, o que só pode acontecer em uma sociedade que liga a negritude a esses elementos”.

O fotografo, que preferiu não ampliar o debate com a reportagem até encontrar a família da criança, não sabe o nome do menino. Nem se estava sozinho. Nem se era do Rio. Nem se mora num condomínio de luxo ou numa favela. "Eu estava a trabalho fotografando as pessoas assistindo aos fogos em Copacabana. Ele estava lá, como outras pessoas, encantado. Perguntei a idade (9) e o nome, mas não ouvi por causa do barulho. Como ele estava dentro do mar (que estava gelado), acabou ficando distante das pessoas. Não sei se estava sozinho ou com a família”, disse Landau em seu perfil de Facebook. A fotografia, como completou Landau, abre margem para várias interpretações. “Todas legítimas, ao meu ver. Existe uma verdade, mas nem eu sei qual é”. O fotógrafo foi criticado por expor a criança sem o consentimento dos pais e oferecer seu e-mail a quem se interessou em comprar a fotografia. Landau nega: “Nada foi comercializado por mim, e nem será, sem a autorização da criança e dos responsáveis”.

Pessoas virando as costas para a pobreza ou apenas uma criança?

A complexidade do debate que uma única foto alimentou se explica pela situação atual do país, segundo o psicanalista Tales Ab’Saber, autor do livro Lulismo, Carisma Pop e Cultura Anticrítica. “A foto tem uma vida própria. O movimento negro se inquieta com o clichê e a redução do papel do negro e a esquerda branca –e negra– vê nessa imagem o risco da cisão social brasileira, num tempo em que isso está de volta na pauta política. Vê pessoas festejando a vida e virando as costas para a pobreza, para nossa realidade”, explica Ab’Saber. “São duas correntes progressistas diferentes olhando em níveis diferentes, e a imagem fala das duas. As duas questões importam, não são excludentes”.

O fotógrafo e jornalista Fernando Costa Netto, proprietário da Doc Galeria de fotojornalismo e fotografia documental, enxerga o poder da imagem, “a fotografia com capacidade para mudar a vida de uma pessoa”. “É a fotografia derrubando presidentes, denunciando superlotação em hospitais, documentando as barbaridades das guerras ou mostrando o que a gente já sabe, o abismo entre os de branco e o pequeno sem camisa nessa foto do Lucas. Mesmo que a foto aponte outra coisa quando encontrarem o menino, o Brasil está muito bem espelhado pela foto em Copacabana”, avalia Netto. “Nós estamos aqui discutindo a força e o papel da fotografia, preconceito, o réveillon no Rio, a estética, a emoção, o documento, questionando... A fotografia está cumprindo o papel”.

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Calcinha para passar o Ano Novo: Saiba os significados das cores

29/12/2017 14:27

Confira:

Branco

O branco é a união de todas as cores. Muito tradicional no Ano Novo brasileiro, é ideal para quem deseja paz e harmonia no ano que segue. A cor representa também a pureza, por isso é indicada para quem quer se desfazer de energias passadas ruins e renovar os fluidos.

Prata

A cor prata simboliza inovação e tudo que é moderno. Se você quer dar uma reviravolta na sua vida nesse ano e começar com tudo novo, aposte na roupa ou acessórios nesta cor.

Amarelo

O amarelo e o dourado estão associados ao ouro e à riqueza, tanto material como de espírito, e simbolizam a alegria e descontração. Por isso, é a cor para quem quer ter dinheiro e brilhar no ano que chega.

Verde

Verde é cor da esperança e também da saúde. Se isso é o que você deseja para você e sua família no próximo ano, invista na cor, que também é o símbolo da fertilidade.

Vermelho

Estimulante, o vermelho é a cor da paixão, dos sentimentos intensos, da energia e do desejo. Para viver um romance ardente no próximo ano, aposte na roupa ou calcinha desta cor.

Rosa

Já o rosa é uma cor mais serena. Representante do amor, incluindo o amor próprio, é o vermelho suavizado pelo branco, que propicia o romantismo, carinho e autoestima.

Azul

Se você deseja passar o próximo ano mais tranquila, invista na cor azul. Representante da serenidade e tranquilidade, ele ainda favorece o poder da comunicação, além de gerar bem-estar e paciência.

Preto

Poucas pessoas escolhem a cor preta para a virada do ano, pois acreditam que ela tenha relação com forças malignas e energias negativas, além da morte. Na verdade, o preto é a ausência de cor e, por isso, simboliza a independência. A cor também representa a tomada de decisão e a dignidade.

Laranja

O laranja desperta a criatividade e ousadia. Vibrante, a cor transmite alegria e chama atenção, além de estimular a mente. Ela irá garantir um pique novo e favorecer o entusiasmo.

Roxo

O roxo e o lilás são as cores da intuição. Eles estão conectados com a espiritualidade, a inspiração e a purificação mental. É ideal para quem busca respostas no ano que segue e desejam esvaziar a mente para descobrir qual é o melhor caminho a seguir.

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Veja celulare em que o APP vai parar de funcionar em 2018

28/12/2017 11:23

Se você é daqueles que mantém um celular antigo, vale a pena conferir bem a versão atual do seu sistema operacional para não ficar sem o WhatsApp em 2018.

O serviço de mensagens mais popular do mundo deixará de funcionar em alguns smartphones a partir do dia 1º de janeiro. A razão é que ele já não desenvolve suporte operacional para essas plataformas, o que faz com que elas não sirvam mais.

Sistemas operacionais, assim como aplicativos, costumam ter diversas atualizações pequenas durante todo o ano, e pelo menos uma grande, em que a versão do programa muda.

De acordo com o site do WhatsApp, os sistemas que já não serão compatíveis a partir do novo ano são aqueles que operam nos sistemas BlackBerry OS 10 e no Windows Phone 8.0.

"Apesar de esses telefones terem feito parte da nossa história, eles não oferecem a capacidade necessária para expandir as funções do nosso aplicativo no futuro", disse a empresa.

Esses sistemas operacionais se somam à lista daqueles em que o WhatsApp já não opera: versões do Android anteriores à 2.3.3, Windows Phone 7, iOS 6 (nos iPhones 3GS e abaixo) e Nokia Symbian S60.

Funções limitadas

A empresa alerta também que já não faz suportes para outras plataformas como os Nokia S40 ou os sistemas operacionais Android 2.3.7.

Casal de jovens no celular: WhatsApp começou a funcionar em 2009 e ainda é o principal aplicativo de mensagens do mundo, apesar da ascensão do Telegram© Getty Images WhatsApp começou a funcionar em 2009 e ainda é o principal aplicativo de mensagens do mundo, apesar da ascensão do Telegram

Isso significa que, mesmo que no momento esses telefones consigam continuar mandando e recebendo mensagens instantâneas, algumas funções podem parar de funcionar a qualquer momento.

Por exemplo, não será possível criar uma conta nova, nem voltar a verificar uma já existente, se esses telefones não tiverem o aplicativo já baixado.

A empresa encoraja os usuários do aplicativo a adquirir um novo modelo de celular com sistema Android 4.0 ou superior, Windows Phone 8.1 ou superior ou um iPhone com iOS 7 ou superior.

O WhatsApp hoje tem mais de 1 bilhão de usuários ativos, segundo dados da própria empresa, que pertence ao Facebook.

É sem dúvida o serviço de mensagens instantâneas mais popular do mundo, seguido pelo multitarefas chinês WeChat. Outros, como o Telegram, não superam os 100 milhões de usuários, de acordo com dados recolhidos em fevereiro deste ano.

"Queremos concentrar nosso esforço nas plataformas que a maioria das pessoas usam e, apesar de às vezes termos que tomar decisões difíceis, temos que dar às pessoas a melhor forma de se comunicarem com os seus", afirma o WhatsApp em seu blog.

 

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Primeira Edição © 2011