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28 de agosto Festa de Santo Agostinho de Hipona - Santo, Pai e Doutor da Igreja Católica

27/08/2019 09:17

28 de agosto Festa de Santo Agostinho de Hipona - Santo, Pai e Doutor da Igreja Católica

Falar de Santo Agostinho de Hipona é falar de um homem que na vida lutou e morreu por suas crenças. Um homem que doutrinou a palavra de Deus para encontrar a salvação das almas perdidas. Por isso, a cada 28 de agosto é celebrada uma festa em seu nome.

Considerado como Santo, Pai e Doutor da Igreja Católica, é o exemplo de uma pessoa que muitos querem fazer. Você quer saber quem foi Agostinho de Hipona? Por que 28 de agosto é celebrado um dia em seu nome? Bem, desta vez vamos falar sobre este homem. 

Biografia de Santo Agostinho de Hipona

Agostinho, nascido em 354, seu pai, Patrício, era um homem pagão e sua mãe, Mônica, uma mulher cristã. Foi educado nas cidades norte-africanas de Tagaste, Madaura e Cartago. Foi batizado em 387 e no mesmo ano a igreja o acolheu.

Em 391 foi nomeado sacerdote de Hipona e 4 anos depois bispo da cidade. Durante seus anos servindo a igreja como bispo, ele enfrentou muitas adversidades. Em 24 de agosto de 410, as tropas de Alarico invadiram Roma no ponto de ferro e fogo.

Este infortúnio não quebraria sua fé e aproveitaria este momento inoportuno para pregar sermões sobre a queda de Roma, tornando-a famosa como: "A cidade de Deus". Santo Agostinho morreu depois que as hostes de Genserico cercaram Hipona no ano 430.

A filosofia de Santo Agostinho de Hipona

Santo Agostinho de Hipona viveu grande parte de sua vida acreditando na relação de fé e alma. Em outras palavras, ele era um homem que ajudava as pessoas para que suas almas fossem salvas e livres do pecado graças ao poder divino.

Ele forjou um caráter espiritualista e não se deixou intimidar pela tendência cosmológica da filosofia grega. Portanto, ao contrário de outros bispos, ele tinha uma visão pessimista do homem, o que lhe permitiu reforçar o seu papel diante da graça divina, a salvação da alma.

A filosofia de Santo Agostinho de Hipona nem sempre era a correta, por isso foi muito criticado. Ele acreditava que a única maneira de salvar a alma de uma pessoa era mudar sua vida completamente, algo que seria difícil de fazer. 

Por que 28 de agosto é a festa de Santo Agostinho de Hipona?

Agostinho foi um homem que estudou a forma metódica do cristianismo. Depois de renunciar à cadeira, com a mãe deixaram Casiciaco para ficar muito perto de Milão. Lá ele se dedicou ao estudo e à meditação no ano de 386.

A 24 de Abril de 387, aos 33 anos, foi batizado; o responsável era Dom Ambrósio. Depois de ser batizado, regressou a África, onde viveu a maior parte da sua infância, mas a sua mãe morreu antes de ser batizado. Foi então que ele tomou a decisão de ser ordenado sacerdote.

Depois de aprender a doutrina da salvação e do cristianismo, ele deixou o mosteiro leigo. Decidiu então viver na casa de um bispo, e depois transformou aquela casa num mistério clerical. Tornou-se um pregador a tempo inteiro, visitando muitos lugares.

Ele tinha confrontos como pregador, principalmente com os donatistas, arianos, pelagianos e qualquer um que se opusesse às suas crenças. Ele passou 40 anos de sua vida lutando pela igreja e morreu em 28 de agosto de 430, mas sem primeiro ser recebido na cidade santa de Deus.

Com tudo isso, se você se vê animado, pode dedicar uma oração a Santo Agostinho.


 

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Contato com a natureza deixa crianças mais calmas e bem-comportadas

22/08/2019 08:06

 

Nada melhor que a natureza para deixar uma criança menos hiperativa e mais comportada. Isso mesmo! A informação faz parte de um novo estudo, publicado no jornal científico Plos One. A pesquisa revelou que crianças pré-escolares que têm mais contato com a natureza são menos hiperativas, apresentam menos dificuldades comportamentais e emocionais e, como consequência, tem um comportamento social mais adequado.
 
Outro dado interessante é que as crianças que assumiram uma maior responsabilidade em relação aos cuidados com a natureza tiveram menos dificuldades de relacionamento com seus colegas.

A pesquisa foi realizada com 493 famílias, com filhos entre 2 e 5 anos, que participaram por meio de questionários. Foram avaliadas quatro áreas que refletem a relação da criança com a natureza: apreciação da natureza, empatia pela natureza, responsabilidade com a natureza e consciência da natureza.
 
O estudo, conduzido por especialistas das Universidades de Hong Kong e Auckland (Austrália) foi tão relevante que o questionário está sendo implementado em vários países, a fim de avaliar o quanto as crianças têm ou não contato com a natureza.

Nos casos negativos, serve como um instrumento para criar programas que possam aumentar essa conexão. Agora o mesmo grupo de pesquisadores irá realizar uma extensão do estudo para avaliar qual o efeito da exposição das crianças à natureza na microbiota intestinal.
 
Opinião da especialista
Segundo a neuropediatra Dra. Andrea Weinmann, hoje há uma tendência por parte de alguns pais de evitar o contato dos filhos com a natureza por vários motivos. “Existe o medo de se sujar, de se machucar, de ter contato com algum inseto que possa atacar etc. Quando esse receio é passado para uma criança em formação, ela pode absorver esses medos e passar a evitar o contato com a grama, com insetos, sentir nojo da lama e da areia, por exemplo”. 
 
Além desses aspectos, o estilo de vida de quem mora em grandes centros urbanos não colabora para tornar esse contato com a natureza algo corriqueiro.

“A violência urbana, os espaços reduzidos de moradia, como os apartamentos, e as poucas áreas verdes nas cidades são fatores que impactam nessa desconexão com o verde”, comenta Dra. Andrea.
 
A neuropediatra acredita que esse estudo confirma as conclusões de várias pesquisas anteriores, que apontaram que o contato com a natureza é excelente para reduzir o estresse e a ansiedade.

“Certamente, a melhora da hiperatividade e do comportamento está ligada a esses aspectos, evidenciados em estudos sobre o tema ao longo dos últimos anos”, reflete a especialista.
 

Dicas
Veja a seguir algumas ideias para aumentar a conexão das crianças com a natureza.
 

  • Ar livre é sempre melhor: Mesmo morando em cidades grandes como São Paulo, por exemplo, é possível trocar a ida a um shopping por um parque. Pesqueiros, locais com animais como fazendas, haras, praia. Qualquer programa ao ar livre é melhor do que o lazer em locais fechados.
  • Água: Quando se fala em natureza, precisamos pensar em todos os seus elementos. O contato com o mar, rios e cachoeiras também é uma excelente maneira de se conectar à natureza. Sempre que possível, leve a criança para esses locais, nem que seja para passar o dia.
  • Plantas em casa: Para quem mora em casas é mais fácil ter um jardim, flores, vasos de temperos, como hortelã, manjericão, salsinha etc. Envolva a criança nos cuidados com as plantas. Em apartamentos, se possível, tenha algumas plantas ou flores. Animais e pedras também são importantes para o envolvimento da criança com a natureza e seus diversos elementos.
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O que é Sugar Mommy?

15/08/2019 12:09

Conhecido sobretudo nos Estados Unidos e se popularizando cada vez mais no Brasil, o Relacionamento Sugar funciona essencialmente seguindo a ideia de que de que existe alguém bem-sucedido financeiramente que está disposto a fornecer benefícios a uma mulher ou homem jovem e atraente, que está em busca de crescimento ou um certo estilo de vida.

A diferença entre um relacionamento tradicional e um Relacionamento Sugar está na forma como as expectativas e anseios são explorados. Em um relacionamento sugar, todas as expectativas, objetivos e desejos dos parceiros devem estar alinhados. 

Esse tipo de relacionamento, funciona como um relacionamento qualquer e não é um trabalho a qual você tenha obrigações. O que existem são acordos baseados em uma decisão mútua de como o relacionamento deve funcionar, o que pode ser uma amizade, um namoro, ou até mesmo uma relação sem compromisso.

Entretanto, quando falamos em relacionamentos com benefícios financeiros, na maioria das vezes, erroneamente somos levados a imaginar o estereótipo do homem rico e poderoso, com uma vida luxuosa à procura de mulheres extremamente bonitas para satisfazer os seus desejos.
O que não sabemos, é que embora não vejamos mais abertamente, mulheres maduras e poderosas estão cada vez mais presentes e ativas no universo dos relacionamentos com benefícios.

Elas são chamadas de Sugar Mommies, mulheres independentes emocional e financeiramente que querem encontrar alguém para compartilhar experiências sem a pressão imposta pelos relacionamentos convencionais.

Costumam ser mulheres focadas em suas carreiras que não possuem tempo ou que já se decepcionaram com relações anteriores e com a falta de franqueza em relação às expectativas.

São maduras o suficiente para não idealizarem um relacionamento de conto de fadas, mas não esperam que o relacionamento funcione somente como um contrato de negócios.  

Desejam relações dinâmicas onde não há espaço para decepções e onde se desenvolva um equilíbrio entre vínculo emocional e os interesses financeiros. 

São extremamente generosas e estão dispostas a fazer o necessário para mimar e agradar seus parceiros (a), seja na troca de experiências, conhecimentos, ajuda profissional, estabilidade econômica ou até mesmo em regalias e luxos que a riqueza pode proporcionar.

São mulheres prósperas, sem problemas com dinheiro, que aspiram relacionamentos que funcionem de forma mais prática, que sejam mais modernos e que não demandem tanto tempo ou compromissos difíceis a cumprir.

Portanto, se você está em busca deste tipo de relação, a melhor maneira de encontrar pessoas praticantes do estilo de vida Sugar é se inscrever em sites especializados. 
No Brasil, o https://meurubi.com é uma das maiores redes sociais que facilita o processo na busca de uma conexão ideal com seu Sugar. 
A plataforma possui milhares de usuários em todo o Brasil e o melhor, tudo é feito com sigilo e segurança tanto para as Sugar Mommies quanto para os Sugar Babies.

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Alimentos que melhoram a imunidade contra gripes e resfriados

13/08/2019 15:39

Manter o corpo saudável e livre de doenças requer cuidados com a saúde. A alimentação adequada fortalece o sistema imunológico, evitando infecções recorrentes, como amigdalite ou herpes, e doenças simples, como gripes e resfriados.

De acordo com Flavia Terciano, nutricionista da Clínica-Escola de Nutrição da Universidade UNIVERITAS/UNG, para melhorar a imunidade, o ideal é que se faça uma alimentação balanceada em carboidratos, lipídios, proteína e rica em vitaminas e minerais, já que alguns alimentos têm efeitos regulatórios diretos sobre o sistema imune. "Os nutrientes que devemos priorizar durante outono e inverno, época em que nossa imunidade pode ser atingida pelas mudanças bruscas de temperatura, são vitaminas A, E, C, ferro, zinco, selênio e ácidos graxos (ômega 3 e 6)", explica.

Confira alguns alimentos indicados pela nutricionista que podem ser utilizados para melhorar a imunidade. 

Gengibre: Pode ser utilizado em preparações de doces e salgados (sucos, saladas, sopas, bolos, tortas, cookies). O gengibre possui ação antimicrobiana, anti-inflamatória, antioxidante e hepatoprotetor; 

Alho: Além das propriedades, possui efeito antioxidante, que pode auxiliar no combate aos radicais livres que geram estresse ao organismo e, consequentemente, redução do sistema imunológico. O ideal é que seu consumo seja cru. Uma dica é colocá-lo para saborizar em azeites e óleos; 

Abacate: É um alimento rico em vitamina E, com potente ação antioxidante, que vai auxiliar no combate dos radicais livres. Outra propriedade importante é o seu efeito anti-inflamatório; 

Alimentos ricos em vitamina C: Cranberry, laranja, limão, goiaba, kiwi e mexerica. Podemos optar pelos alimentos que estão em safra, além de serem mais fáceis de encontrar, estão em qualidade superior. Sua ação antioxidante combate os radicais livres, o que auxilia na manutenção da imunidade; 

Própolis: É um produto proveniente das colmeias e tem como principais propriedades ação anti-inflamatória, antioxidante (combate radicais livres), antimicrobiana (inibe crescimento microbiano) e possui ainda atividade imunomoduladora, estimulando a produção de anticorpos. O ideal é que dilua em líquidos e pela manhã; 

Castanha do Brasil: Outro alimento antioxidante potente, que vai auxiliar no processo de manutenção da imunidade. Você pode incluir em saladas, tortas e bolos, como lanches intermediários para doces e salgados; 

Leite de Kéfir: É um leite produzido a partir da fermentação dos grãos do kéfir, sendo considerado um probiótico, o processo de fermentação gera substâncias bioativas, que conferem propriedades antioxidante e, principalmente, antimicrobiana; 

Cravo e canela: São excelentes antioxidantes e antimicrobianos e podem ser consumidos em chás, bolos, tortas e doces;

Suco de abacaxi: O abacaxi, quando é triturado, libera uma substância chamada saponinas. Essa substância auxilia na melhora de processos respiratórios.

Assessoria de Imprensa - Universidade UNIVERITAS/UNG
Isabella Araújo - isilveira@ung.br
Tels: (11) 2464-1652

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Meu filho não sai do celular, o que fazer? Especialista responde

02/08/2019 18:00

Em 2018, o canal da Galinha Pintadinha ultrapassou em visualizações até mesmo grandes nomes da música mundial como Rihanna e Justin Bieber, ficando no ranking entre os mais populares do YouTube, e isto não foi à toa. Uma pesquisa divulgada em setembro de 2018 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostrou que 85% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos são usuárias de internet, o equivalente a 24,7 milhões que estão nesta faixa etária em todo o País. Se em 2012, 21% das crianças acessaram a rede por meio do celular, em 2018 são 93%. O aumento impressionante do acesso tem preocupado cada vez mais os pais e profissionais que lidam com os pequenos e coloca em questão o possível vício infantil em celulares. O que fazer?

A neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagner é uma das especialistas que tem estudado esta guinada no comportamento infanto-juvenil: “Precisamos considerar que a tecnologia, já está incorporada à vida. O celular hoje é mais que uma ferramenta, tornou-se uma dimensão humana muito frequentada. O smartphone hoje é mais que televisão, é “biblioteca”, é jornal, cinema, é playlist, dicionário. Estamos reféns dele. No entanto, embora seja inevitável a presença e o uso do celular no cotidiano, é necessário explicar e fazer a criança entender que a tecnologia é um meio para um fim, e não o contrário”. 

Transações bancárias, notícias, imagens, e até consultas médicas. Tudo está ali na palma da mão. Basta um toque. Não temos mais como desconectar. Mas até onde isto é saudável para a criança e o adolescente? A Dra. responde: “Todos nós devemos aprender a usar a tecnologia com parcimônia. Isto é, encarar como uma ferramenta de resolução de problemas de ordem prática, rápida e superficial. Esta ferramenta tecnológica pode ser usada inclusive com fins recreativos, porém, nós não devemos usá-la abusivamente, para não virarmos dependentes. A dependência é uma “doença comportamental” em todos os seus aspectos, logo retirando o comportamento, retiramos também a doença. Mas a facilidade de se adquirir o hábito e transforma-lo em vício não condiz com a dificuldade de sair desta armadilha”.

A Dra. Roselene Espírito Santo Wagner traz algumas dicas para retirar as crianças do celular e evitar o vício dos pequenos. Confira:

Ensinar a criança a lidar com o tédio
É necessário em primeiro lugar ensinar a criança a lidar com o tédio, para que comecem a entender e trabalhar algo que acontecerá na vida, que é a frustração. Aprender a lidar com frustrações é pedagógico e terapêutico. Nosso cérebro se devolve de trás para frente. Portanto, não tenha medo de conversar e explicar as formas de lidar com a rotina e disciplina dentro dos sistemas familiares. A área de Wernicke responsável pela compreensão, interpretação da fala, fica pronta antes da área de Broca, responsável pela emissão da fala.
As crianças mesmo não falando tudo corretamente, compreendem tudo o que lhes é explicado (de forma simples).

Explique, converse e estabeleça limites
Dar limites é dar amor. Crianças precisam compreender o funcionamento do mundo. Cabe aos adultos, pais, cuidadores, explicar. 

Observar a natureza de seu filho, as inclinações naturais, os gostos, as habilidades, a estrutura do corpo para perceber onde ele “caberia melhor”. No âmbito de uma atividade física, isso significa dizer que o corpo já vem “talhado” com características que facilitariam uma atividade. Identificar no seu filho para quais atividades que ele tem pré disposição, gosto ou aptidão pode ajudar muito a produzir uma rotina onde ele possa se adequar. E ter prazer nesta atividade.

Ensinar que um bom dia começa com a organização do seu espaço, o quarto em que dorme, produzir uma convivência de união familiar, onde todos os sistemas (sistema conjugal, parental, etc.) devem ser tido como uma “equipe”. Onde cada um pode colaborar com uma tarefa, colocar a mesa, retirar as louças, levar o lixo. Tudo isto tem a ver com limites e educação. 


Dê atividades para o seu filho

Crianças gostam de ar livre. Leve seu filho para atividades ao ar livre, como pedalar, passear, caminhar, praia, piscina. Ter lazer, atividades intelectuais, responsabilidades e até mesmo bom sono.

Crianças gostam de estar com outras crianças, em acampamentos, noite do pijama, sessão de cinema, piquenique.

Crianças amam animais. Visitar o zoológico, dar de presente um animal de estimação que ele possa “cuidar”, dentro de suas possibilidades iniciais. Conforme vai crescendo, vai se apropriando e tomando mais responsabilidades sobre este “ser vivo” que exige cuidados e carinho. 

Todas essas atividades irão retirando o “tempo de uso” do smartphone. Claro que a retirada total é quase que impossível, pois, há uma "necessidade " do uso da tecnologia, inclusive por ser uma forma rápida, prática de “estudar”, fazer trabalho de aula e afins.

Qual a melhor forma de prevenção do vício em celular?

A Dependência Digital é de difícil tratamento, mas a melhor prevenção é a Psicoeducação, no sentido de desenvolvermos uma rotina saudável desde crianças, pois, os “nativos digitais”, nascidos na era “virtual” são mais propensos a tornarem-se “adictos virtuais”. Então ainda que as crianças não sejam capazes de emitir, falar todas as palavras de forma correta. Elas estão aptas a compreender quase tudo, por isso, é preciso acompanhá-las em todas as fases de seu desenvolvimento. Ensinando, preparando, guiando e amando.

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Primeira Edição © 2011